Estagiária era uma cunhadinha do passado

Anônimo

Tenho 33 anos , 90 kg, 1,72 de altura pele branca, um cara normal casado a 8 anos, que não tem o mesmo sexo com sua esposa, sempre senti saudade das aventuras que fazia com minha esposa, mas com o tempo ela esfriou e eu fiquei com meus desejos guardados, mas tudo isso mudou quando eu que trabalho em um escritório sozinho, participei de um programa aqui de minha cidade onde cada MEI iria contratar um ajudante ou uma secretária, seria um programa de 3 meses em sistema de rodízio, os custos seriam pagos pela prefeitura e a cada 3 meses haveria um troca em um total de 2 anos sendo assim poderiam poderíamos experimentar vários tipos de perfis diferentes e poderíamos contratar se fosse o caso a qualquer momento.

Vieram os currículos porém como a maioria dos MEIs que tem em minha cidade são moto-táxi e mecânicos, a maioria pegou garotos e sobrou para mim  alguns garotos e umas garotas, como meu serviço se resume em atender telefone, anotar recado, mandar receber e-mail, não tinha muita restrição em quem contratar, peguei logo o currículo de uma garota que tivesse menos qualificação , pois logo pensei que seria uma pessoa que não teria muitas oportunidades com outro empregadores.

Milene era uma garota com suas 17 primaveras, diferente da foto do currículo ela tinha cabelo preto e liso, pele branca olhos castanhos claros, 1,50 de altura e devia ter , deve ter, uns 45kg, bem torneada, ela era familiar mas como em uma cidade de 40 mil habitantes , todos parecem familiar.

A Garota era muito prestativa e bem curiosa e atenciosa, aprendeu a fazer as coisa básica, eu gosto de ensinar desde que a pessoa esteja disposta a aprender, em uma semana ela tocava os afazeres dela sozinha já, eu estava bem satisfeito, passarem duas semanas e começamos a conversar, descobri que ela era a irmã de uma garota que namorei por uns 4 meses, na época ela tinha 8 anos, fiquei feliz e como já sabia onde ela morava eu passei a pegar ela e levar de carona, conversamos sobre a irmã dela que foi pra fora do pais e esse foi o motivo que terminamos, ela contou que a Mariane ( irmã dela) chorou muito quando a mãe delas mandou ela pra Austrália , que ela sempre dizia que gostava de mim, isso pro meu ego foi muito bom.

Inevitavelmente ela via minhas conversar com minha esposa e via que a relação não era uma coisa afetuosa, ela era um garota muito observadora, um dia ela comentou que iria em uma festa eu dando um furo enorme perguntei onde o namorado dela trabalhava , ela disse que não tina namorados, eu ainda brinquei dizendo que ela estaria perdendo tempo pois a juventude passa rápido, ela rebateu dizendo que os garotos são uns bobos, eu disse que era idade que no meu tempo de garoto eu também era, ela então falou algo que me gelou a espinha.

-Pelo que lembro bem, não era bobo não, o quarto da mana era colado com meu , eu escutava tudo e ainda mais quando vocês iam se despedir e eu podia ver vocês no muro, eu sempre via a mana rindo de orelha a orelha, e depois escutava ela contando tudo pra Priscila ( era a amiga de confiança da irmã dela).

Eu gelei na hora, foi um misto de prazer e vergonha, mas foi mais prazer que vergonha, passei o resto do dia só falando necessário, fui pra casa e mais uma vez não tive o sexo e  naquela noite eu estava a ponto de bala.

No outro dia pela manhã Milene logo entrou no carro me olhou deu bom dia e disse:

-Não precisa ficar envergonhado com o que eu falei ontem, você devia ficar feliz afinal foi um elogio.

Eu disse que tava tudo bem, convidei ela pra tomar um café e fomos pra o escritório, comecei a notar ela mais detalhadamente, que garota linda, bem torneada, bem comportada mas do estilo de mulher que se enlouquece na cama, comecei a lembrar da irmã dela que diga-se de passagem, fazia um oral com direito a garganta profunda e que engolia todo o leite , sem falar que adorava sexo anal, tanto quanto vaginal e como na época ela não tomava remédio e sempre estávamos procurando local pra fazer sexo, sabe como somos tarados na adolescência, acabávamos fazendo mais anal e oral, e ela nunca reclamou.

Eu já com o diabo no meu ombro e imaginando bobagens, puxei um assunto que acredite, eu estava na minha mesa em um pc e ela na mesa da frente no outro , conversamos pelo WhatsApp .

Eu: Então você via e ouvia e depois escutava tudo que acontecei entre eu e tua irmã?

Milene: Aham,

Milene:Não vai ficar encabulado.

Eu:Não , agora já passou mas o susto foi grande, e pensando que você falou que os garotos são bobos e eu não era bobo, penso que isso era uma coisa boa!

Milene: Claro que é seu bobo, acho que você seria meu cunhado se a mãe não tivesse obrigado a mana a ir morar com o pai.

Eu: Pois sé, eu tenho saudades, bons tempos, já se foram 8 anos , e depois que ela foi embora eu virei pai e me casei.

Milene:Não fala assim bobo, você é casado e parece ser feliz.

Eu: Só pareço, até sou na maioria dos aspectos.

Milene: Como assim?

Fomos interrompidos por ligações e eu até tinha me arrependido de ter puxado o assunto , mas logo ela me chamou no App e  o que mais me deu tesão foi que ela veio até minha sala falou sobre a ligação , mandou o e-mail trabalhamos por uns 30 minutos e não tocamos no assunto, dava uma sensação de segredo.

Milene: Qual parte você não é feliz?

Fiquei uns 7 minutos sem responder

Milene: Não quer conversar, tudo bem

Eu: Digamos que aquilo que você escutava, não acontece mais.

Milene: Como assim? é isso que entendi.

Eu: Calma, digamos que com tua irmã eu tinha um menu inteiro pra degustar em um bife livre e hoje tenho só o arroz com feijão e quando quero uma batatinha palha pra melhorar o prato , sou acusado de esganado, entende.

Ela deu uma gargalhada e seguiu.

Milene:Que homem aguenta comer só arroz e feijão e que mulher só cozinha um misero arroz e feijão pro marido?

Eu:Pois sé esse é meu mundo.

Esse dia ficamos só nisso e começamos a conversar nesse mesmo modo onde não tocávamos no assunto pessoalmente , só no virtual mesmo, não vou contar as pequenas conversas que tivemos ao longo de semana vou pular pra parte que os toques começaram, sendo que ela começou a ir vestindo roupas justas e cada vez mais ousadas na medida do possível sem parecer vulgar.

Ela estava de pé na minha frente e eu revisando umas papeis pra ela scanear, ai ela meio que sentou na mesa na minha frente, deixando as pernas dela ainda mas grossas, ela estava com um calça apertadinha e uma blusinha , eu fiquei olhando , e parei por uns segundos.

Milene: Que houve? ( mas sabendo que era pra ela que eu estava olhando)

Eu: ( já decidido que queria provar aquele corpo mas não queria estragar tudo) Sou um cara que vive de dieta e estou olhando pra um buffet de doces e salgados deliciosos.

Milene: Mas se é um buffet é só se servir ainda mais que deve ser livre.

Eu: (Sabia que ela ia me dar uma resposta positiva mas não tão agressiva assim) Livre é?Olha que eu sou bem esganado! hehehe

Milene: Acho que a dona do Buffet sabe bem disso pois ela conhece bem a fome do cliente e o que ele gosta de comer.

Quando ela falou aquelas palavras eu bem dizer ouvi ela dizer que sabia que eu ia querer anal, e oral sempre além do vaginal, afinal ela sabia de tudo que acontecia entre a irmã dela e eu.

Sem perder tempo eu parti pra cima dela, ela disse ainda que tínhamos que fechar a porta.

Fechei e como nosso serviço era virtual e telefônico, nem me preocupei em deixar a porta trancada. fomos pra cozinha e comecei e despir ela e deixei ela só de calcinha que ela uma estilo cuequinha sabe, que delicia, ela me olhou e disse que me queria pelado, quando ela baixou pra tira minhas calças e me chupou tão bom e fazia tanto tempo que eu gozei em menos de 2 minutos, ela não tirou da boca e seguiu chupando , que delícia de chupada e,ela chupou até eu gozar pela segunda vez , claro que era intercalava entre uma chupada e uma punhetada mas eu estava gozando pela segunda vez em meia hora, minha pica ainda dura, mas claro que deu uma pequena amolecida.

Eu então coloquei ela deitada sobre a pia e chupei ela, meu tesão foi as alturas pois a buceta dela era e é até hoje cheirosinha, eu estava com tanto tesão que eu já estava de pica dura, não acreditei que eu já estava com a pica a 100% mas eu sabia que aquela poderia ser a única vez que eu teria aquela mulher pra mim e fiz questão dela gritar de tanto tesão ela gozou 4 vezes que chegou a dar um soluço nela:

Milene: Eu nunca tinha gozado na boca de alguém, como é bom e forte.

Ela se virou de costa se escorou na pia e disse.

Milene: Mete vai mas vai devagar que eu só deixei uma vez entrar ai, mas eu sempre gozo com meu dedo na minha bundinha.

Eu: ( dando um de bom moço e boca aberta) como assim, vai deixar, serio?

Milene: Claro , ou você acha que eu tenho camisinha aqui, eu to no período ( fértil) então pra não vir nenê, vai ter que fazer como fazia com a minha maninha né safado, eu sei disso tudo também.

Olha ela muito apertado e eu senti que entrou bem apertado , mas ela tinha um fogo , pois eu encostei a cabeça da pica no cuzinho e dei uma pequena pressionada e fiquei batendo uma punhetinha e ela se enlouqueceu e começou a rebolar e a empurrar a bunda pra trás, mas cada empurrada ela dava uma soluçada e dizia sem parar assim.

Milene: Dor, ai, mas a dor é boa, ai dor, bom, empurra,ai, dor, é bom, é bom.

Que foda magnífica, deus uns 3 minutos eu gozei mas mantive ele dentro dela, ela demorou um pouco mas gozou forte, ela dava um gritinhos finos e rebolava feito a dança do tchã.

Eu sai dali e fui me lavar na pia, mas não estava sujo ( vocês sabem como que eu estou falando) na volta ela disse que queria chupar ele mais um pouco, ela me puxou pro banheiro e chupou ele por uns 20 minutos eu não gozei mas estava com a pica dura, ela ainda disse que pena que não tinha camisinha.

Depois que saímos dali ficamos conversando sobre o serviço e não tocamos no assunto, isso me deu mais tesão, no outro dia antes de pegar ela comprei camisinha, e quando chegamos no serviço eu disse que ela que tinha trazido camisinha, ela desconversou, eu não entendi, até que ela me chamou:

Milene: Tem camisinha, eu trouxe também…

Eu Vamos pra um Motel:

Milene: Quero aqui, como era com minha irmã, ela dava qualquer lugar e outra não sou mais virgem, deixamos motel pra outro dia, to indo pro banheiro fecha a porta.

Eu tranquei a porta e lá estava ela no banheiro de calcinha e nada mais , ainda a me olhar e disse:

Milene: Sei que gosta de foder a mulher assim.

Ela me colocou sentado no vaso, e rebolou de um jeito que cada rebolada a bunda dela mascava minhas bolas, depois que ela gozou duas vezes ela ainda levantou tirou a camisinha e colocou na bundinha e cavalgou de frente pra mim, dizendo que meu leite jamais iria cair fora, que ia ser sempre na bundinha, na boca que no máximo na cara dela, mas que nunca ia poro ralo.

Que delicia, nem acredito no que eu estava ouvindo.

Meus dias se resume nisso, ela é pervertida igual a mim, as vezes acho que ela lê meus pensamento, de manhã ela entra no carro e me chupa sem eu pedir, outras vezes ela some e só me manda uma mensagem dizendo que quer leitinho na bundinha no banheiro e lá esta ela.

BELA BUNDA

Anônimo

Sou casado e muito feliz com minha esposa. Porém nunca deixei de apreciar uma bela bunda. Minha mulher quando me conheceu já sabia da minha tara porém ela nunca gostou de anal e sempre respeitei. Ela sabe que quando passa um bundão eu olho.

No começo ela tentou me corrigir mas acabou desistindo. Onde trabalho tem uma colega que é deliciosa. Sempre paguei pau pelo seu rabo. Seu nome é Márcia. Tenho uma tara incontrolável por ela. Já bati várias punhetas pensando no bundão dela. Ela é casada, tem marido e filhos. Nas conversas descontraídas, de sua boca sempre saí besteiras, tipo: chupar pau, boceta, meu negócio é rola… Talvez seja por isso minha tara por ela. Gosto de mulher que fala besteiras voltado ao sexo.

Trabalhamos juntos há 16 anos e nunca tentei nada com ela. Só agora que meu tesão aflorou. Ela costuma usar umas calças apertadas que marca sua bela bunda e boceta. Tento disfarçar mas quando ela chega perto meus olhos percorrem pelo seu delicioso corpo. Ela várias vezes me diz que sou safado. Nunca tentei nada porque receava uma reação negativa e poderia me dar mal.

Preferia apenas contemplar e homenageá-la nas punhetas e no sexo com minha esposa. Certo dia de Janeiro estava eu na sala onde trabalho e a Márcia chegou. Estávamos só nós dois. Ela chegou, conversamos algumas coisas comuns e aos poucos foi se soltando e do nada ela me intimou.
– Toninho eu percebi uma coisa!
– O que?
– Você não para de olhar para minha bunda cara!
Gelei. Fiquei sem graça.
– De onde você tirou isso Márcia?

– Você pensa que não percebo é. No reflexo do vidro da janela eu vejo você olhando para minha bunda. Quando estou perto de você vejo olhando para minha boceta…
– Que isso Márcia!?
– Sou casada viu seu safado!
Já que ela começou emendei no assunto.
– Eu também sou casado. Olhar não arranca pedaço né!

– Tenta disfarçar pelo menos!
– Como Márcia? Desculpa, mas você tem uma bunda muito gostosa!
Ficou um silêncio. Continuei.
– Gosto de bunda e a sua é meu número.

Nossa conversa parou por aí pois tinha entrado mais algumas pessoas. Nossa amizade continuou normalmente. Ela ria da situação quando disfarçava para olhar para sua bunda e xoxota. Na primeira semana de Fevereiro a turma resolveu marcar um churrasco num sítio dentro do bairro onde trabalhamos. Fiquei taradão quando ví que a Márcia não trouxe seu marido e nem os filhos. Minha esposa também não veio comigo pois trabalha o dia todo. Bebida, churrasco, som rolando e piscina. Bom, na piscina poucos entravam e eu querendo ver a Márcia de biquine.

Depois de beber cerveja, caipirinha e vinho a Márcia estava mais solta. Cheguei perto dela e emendamos conversar. Algumas outras colegas também entraram no assunto até parar em sexo. A Márcia perguntou rindo para uma das meninas se ela já chupou um pau. Ela disse que não. Márcia então completou dizendo que adora chupar uma rola, que chupa do marido dela e etc. Foi só gargalhada. Ela então me pergunta se já fui chupado.
– Claro. Quando era solteiro sempre tinha uma boquinha mamando meu pau!

– Sua mulher não faz boquete?
– Faz sim. E muito bem por sinal.
Depois do papo quente nos dispersamos. Ví que a Márcia se dirigia para a piscina, que era um pouco afastada e não visível . Esperei um pouco e fui atrás. Quando cheguei ela estava dentro da piscina. Não vi se estava de biquine.Tirei meu calção e de sunga entrei também. Ela estava meio bêbada e eu um pouco melhor que ela.

– Tudo bem Márcia?
– Tudo. Vim me refrescar uma pouco. Quando misturo bebida fico mal pra caralho!
– Se precisar te levo embora!
– Sei. Só para tentar me comer né safado!
– Não pensei nisso mas se você deixar eu como!
– Deixa de ser safado Toninho!
– Você quem começou!
– Sossega o facho!
– Sossego se você deixar fazer uma coisa!
– O que?
– Deixar eu esfregar minha rola na sua bunda só um pouquinho!
– O que?!

– Por favor não aguento mais Márcia! Estamos só nós dois aqui. Ninguém vai ver!
– Me respeita. Nunca traí meu marido. Isso é errado!
– Eu também sou casado. Vai ser nosso segredo. E mais, será uma única vez!
– Deixa vai deixa…

Enquanto implorava a ela eu alisava me pau por cima da sunga. Ela percebeu e disse:
– Para de ficar pegando no pau alguém pode ver!
– O pessoal está lá encima. Eu quero só encostar nesse rabo lindo. Por favor!
Enquanto falava peguei em sua mão e levei no meu pau. Márcia tentou recuar mas seu desejo a traiu. Ela passou a mão, apertou um pouco e enfiou a mão por dentro da sunga.
– Viu como você me deixa!
– Ele é grosso!
– E está louco por você!
– Alguém pode ver e…

– Relaxa o pessoal não está nem aí com mais nada rsrsrsr
– Tenho medo de me arrepender depois!
– Prometo que não vou ficar no seu pé. Só se você quiser de novo!
– Tudo bem, vou deixar você me encochar mas sem penetração e sem tirar o pau da sunga!
Fomos para um canto da borda da piscina e Márcia então foi virando de costas para mim. Que imagem linda daquele rabo. Ela estava de biquine deixando sua bunda mais gostosa ainda. Fui encostando no bundão dela. Esfregava meu cacete com vontade naquele rabo.
ssssss aí Márcia que bunda macia sssssss

– Aaaaaaaa…que pau duro!
– É melhor a gente parar eu sou casada Toninho!
Ela tentou sair mas impedi. Não deixaria escapar aquela chance por nada. Continuei esfregando minha rola. Disfarçadamente tirei o cacete da sunga e apertei no rabão dela.
– Ei o combinado não era esse!

– Relaxa Márcia. Sua bunda precisa sentir o calor do meu pau!
Conforme esfregava Márcia diminuía a resistência e jogava a bunda para trás. Já decidido que iria comer aquele cuzinho afastei sua calcinha de lado e fui encostando a pica em sua bocetinha. Márcia até tentou impedir mas segurei firme no canto.
– Não isso não sem penetração caralho!
– Deixa eu comer essa bocetinha deixa!
– Seu pau é muito grosso vai alargar minha piriquita e meu marido vai perceber!
– Só um pouco!

A cabeça da rola já começava abrir caminho. Senti meu pau sendo agasalhado por aquela xoxota tão desejada.
– Aaaaaaiiii nãããão isso não pode estar acontecendo!
– Que delicia Marcinha. Foram tantas punhetas pensando nessa bucetinha linda!
– aaaaaaaaiiii…mete então seu filho da puta mete….

O medo de sermos pegos alí na piscina nos dava mais tesão. Socava fundo naquela buceta mas pensando no rabão dela.
– Depois vou comer o cuzinho tá!
– Não, o cuzinho não. Nem meu marido come você vai comer!
– Já era Márcia agora esse rabo é meu, pelo menos hoje!

Márcia rebolava no meu pau e gemia baixinho. Já estava entregue ao desejo. Era muito bom segurar naquela bunda linda e socar o cacete. Ela estremeceu e gozou rápido.
– Aiiiiii gozei… que pau gostoso…arromba minha bocetona seu tarado!
Estava quase gozando, era muito gostoso foder aquele boceta. Tirei o pau da bucetinha e encostei no cuzinho.
– Paaaaara…nããããããooooo…aaaaaaaaaiiiiii…

Com dificuldade fui colocando a cabeça da pica e fui deslizando para dentro. Que bunda. Achei que estava sonhando. Tanto tempo comendo aquela bunda na punheta e agora estava comendo com meu pau.
– Paaaaara Toninho seu pau é muito grosso. Só dei o cuzinho uma vez quando era solteira e não foi para meu marido, paaara!
-Relaxa, vou comer esse cuzinho!

– Se meu marido souber que dei a bunda ele me mata… sssss…aaaaaaiii…de-li-cia…
– Será nosso segredo…
O pau já tinha entrado metade. Comecei movimentar e sentindo o calorzinho daquele cuzinho delicioso e apertado.
– Que bunda Márcia, que delicia…

– …ai ai ai… sssssssss… come essa bunda então seu safado… já que olhava tanto para meu rabo hoje ele é seu aaaaaiiiiii…
Depois de socar o cacete naquele rabo delicioso anunciei que iria gozar.
– Ai Marcinha, vou gozar, vou gozar vou..aaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiii…
– Isso goza seu tarado, lobo mau…comeu meu cú né safado…

Nunca gozei tanta porra num cú. Fiquei colado no bundão dela sem tirar o pau. Depois de parados por alguns minutos tirei meu pau. Márcia ficou em silêncio meio que arrependida talvez. Afinal nunca traiu o marido. Saímos da piscina. Ela andava com dificuldade, estava com a bunda doendo de tanto levar rola. A maioria do pessoal já tinha ido embora. Para os que ficaram acabamos deixando irem deixando combinado que eu e a Márcia, arrumaríamos as coisas. Já que ficamos sozinhos Márcia fez um delicioso boquete e comi mais uma vez o bundão dela antes de irmos embora.

Continuamos amigos e mantemos esse segredo. Não transamos mais para evitarmos envolvimento maior entre nós. Mas valeu apena. Comi a bunda que tanto desejava.

A CHEFE RABUDA

Victor

Ultimamente, tenho evitado ficar em casa nos finais de semana e procurando algum evento que me chame a atenção em São Paulo. A variedade de coisas que tem por aqui, pagas ou não é bem grande e escolho sempre algo que não tenha muito barulho ou seja bem agitado (Acho que estou ficando velho!). Descobri nos últimos tempos algo para me distrair e tenho usado como terapia: a culinária. Cozinhar tem me feito muito bem e tenho procurado melhorar e fazer coisas cada vez mais complexas e que precisam de mais atenção, dessa forma, consigo me desligar de alguns dos muitos problemas que tiram a minha energia!

Em uma procura na Internet, vi um evento de gastronomia que teria na região da Barra Funda que me chamou a atenção e o melhor…GRÁTIS! Teria a participação de alguns chefs que ensinariam algumas técnicas e mesmo me achando um cozinheiro razoável, decidi ir e talvez aprender alguma coisa nova. Marquei que tinha interesse no evento e depois de um tempo recebi uma mensagem privada no Facebook apenas com um “Oi”! A foto do perfil era familiar, de alguém que não via a muito tempo e pelo que me lembrava, a última vez que tinha visto, estava morando fora do País!

Estudei com ela no ensino médio e já tínhamos ficado algumas vezes, quem lê meus contos deve saber que nesse período eu era bem diferente do que sou hoje em vários aspectos. Respondi a mensagem e começamos uma conversa normal e despretensiosa que até eu mesmo estranhei, pois busco sempre levar para o lado da putaria e conseguir assim uma boa transa, entretanto, ficamos por horas falando e relembrando o período de colégio e as historias malucas da época! Em determinado momento, ela disse que tinha me chamado porque também ia ao evento e que tinha aberto um restaurante, então vendo que me interessei me chamou para não ir sozinha!

Nos encontramos na estação Barra Funda do Metro e só fui reconhecê-la quando chegou até mim e percebi o quanto o tempo faz bem para algumas pessoas… tinha virado uma mulher deliciosa, um pouco mais baixa que eu, com uma cintura fina e uma bunda bem empinada que estava em evidência por causa do vestido preto que usava ate o meio de suas coxas. Naquele momento mesmo, minha falta de interesse nela sumiu e já pensava de alguma forma em um jeito de apertar aquela delicia de bunda! Nos cumprimentamos com um forte abraço e um beijo no rosto, andamos juntos conversando pelo evento e assistimos o trabalho e dicas de alguns chefs. Naquela altura já não conseguia me concentrar mais no que era dito e ficava somente olhando para aquele delicioso rabo a minha frente, olhava como se quisesse devorá-la e certamente ela percebeu (Não consigo disfarçar isso… é horrível!). Paramos para comer alguma coisa depois do evento já no início da noite e o tom da conversa já era bem diferente, ainda mais depois de algumas cervejas:

– E esse olhar aí, heim? Tá pensando em quê? – Ela me disse com um sorriso sentada a minha frente!

– Que olhar?

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– Esse aí, todo safado! Não lembro que você tinha!

– Algumas coisas mudam! E o jeito de olhar foi só uma das coisas!

– É mesmo? Me mostra… – Falou aproximando o rosto perto do meu, como em desafio!

Antes mesmo dela tirar o sorriso de provocação e afastar o rosto de perto de mim, segurei sua nuca e a beijei, mordendo e puxando seus lábios com os dentes! No começo, senti que aquilo foi uma surpresa, mas depois deixou-se levar pelo beijo e nem sei por quanto tempo ficamos daquele jeito. Saímos da lanchonete onde estávamos e praticamente parávamos em cada esquina escura e vazia ou nos postes para nos agarrar e a coisa estava cada vez mais quente! Batia e apertava sua bunda, descendo até a coxa e levantando na altura do meu quadril, meu pau roçava em sua buceta por trás daquele vestidinho curto e fino e a fazia suspirar e gemer de olhos fechados, erguia o pescoço para mim e eu o mordia, beijava e sussurrava em seu ouvido que estava louco pra mostrar tudo o que tinha!

Decidimos ir ao seu apartamento na região da República usando um táxi para chegar mais rápido, no banco de trás, continuávamos nos devorando e marcando nossos corpos com arranhões e apertões (O taxista deve ter adorado a cena!), entramos correndo para o prédio e enquanto ela tentava abrir a porta, eu a encoxava levantando seu vestido e deixava a exposta a minha frente aquele delicioso rabo que estava cobiçando o dia todo! Apertava e batia fazendo-a gemer e dar suspiros de tesão!

Entramos e já fomos arrancando as nossas roupas deixando uma trilha até seu quarto, deitei-a de bruços na cama abrindo suas pernas e agarrando firme suas coxas, cravando meus dedos abocanhei sua buceta chupei com vontade! Os gemidos eram por vezes abafados quando mordia o travesseiro e suas mãos agarravam o lençol. Rebolava e jogava sua bunda contra o meu rosto e eu ia cada vez mais fundo, subi a língua ate seu cuzinho e com os dedos passei a penetrar sua grutinha que escorria uma quantidade surpreendente de mel, abria e fechava dentro dela, girava, batia em sua buceta e não sei dizer ao certo quantas vezes senti aquele delicioso caldinho lambuzar minha mão!

Naquela mesma posição coloquei um travesseiro sob seu abdome, montei em suas coxas e pincelei meu pau na entrada de sua bucetinha, abri sua bunda com ambas as mãos e fui enfiando ele devagar enquanto massageava seu anelzinho! Ela colocava as mãos para trás apertando meus pulsos enquanto gemia com o rosto no colchão, a cada vez que apertava eu fodia mais forte para fazer gemer e gritar ainda mais alto. Meu polegar já entrava e saia com facilidade do seu cuzinho e ela o prendia e apertava dentro dele! Tirei de sua buceta já completamente lubrificado pelo seu mel e encaixei no seu rabinho:

– Vai devagar, faz tempo que não deixo brincar aí!

– Isso quer dizer que ele agora é meu? – Falei sorrindo safado e empurrando a cabeça para entrar de uma vez!

– Filho da puta! – Falou depois de um grito de dor e tesão!

Ela apertava meu pau em seu cuzinho conforme entrava, rebolando e gemendo, gritando, xingando e mal ela sabia que tudo isso é o que mais me enlouquece! Fui aumentando a velocidade e indo mais fundo quando sentia que estava ficando mais relaxada, agora só ouvia os seus gemidos e ela rebolava e apertava meu cacete ainda mais forte em seu rabinho, jogava seu corpo contra o meu e pedia para que a fodesse mais forte e assim o fiz. Sem tirar meu pau de dentro, me virei na cama e a fiz cavalgar. Ela segurava e cravava as unhas nas minhas coxas e sentava num ritmo louco deixando apenas a cabeça dentro de si e depois voltando a engolir ele inteiro! Estava enlouquecido com a cena e com seus gemidos cada vez mais alto e os movimentos de seus quadris mais rápidos e acabei gozando dentro dela! Ao sentir o primeiro jato de porra ela sentou de uma vez e o apertou dentro de si, fazendo uma pressão incrível que quase me fez perder os sentidos, se deitou colocando as costas no meu peito e aos poucos foi relaxando seu cuzinho e deixando meu pau escorregar pra fora junto com toda a porra que havia despejado dentro dela! Se virou montando em mim e me beijou devagar:

– Que mudança hein? Ainda tem mais pra me mostrar?

– Tenho mais umas coisinhas! – Respondi ofegante e exausto como poucas vezes costumo ficar.

Já estava tarde e infelizmente tinha que voltar para casa, nos despedimos e eu já estava dentro do metrô quando coloquei as mãos no bolso e senti algo diferente! Um cartão de visitas de um restaurante e no verso a caneta a mensagem:

“Te espero para um jantar especial, Vi! A próxima aula vai ser comigo!”

Bom… Acho que já tenho um próximo evento de gastronomia….

Comi a minha dentista

Luiz

O meu nome é Luís, sou moreno, olhos castanhos-claros, 1,79 de altura, tenho o corpo definido de fazer natação, costumo fazer sucesso entre as mulheres.

Vou ao dentista uma vez por mês apenas para manutenção, porém, o dentista que eu estava acostumado a ir simplesmente fechou. Tive então que encontrar outro dentista para ir, depois de alguns dias pesquisando, finalmente tomei a decisão de ir a um consultório que ficava próximo da minha casa, indicação de um amigo. O consultório era novo e quem trabalhava lá tinha provavelmente acabado de se formar, porém, resolvi arriscar devido ao preço, minha situação não era das mais cómodas. Liguei para o consultório e uma voz doce atende, pensei ser a secretária mas descobri que era a dentista, como o sítio era novo, ela mesmo cuidava de marcar e agendar consultas pois a secretária chegaria em 1 dia.

Expliquei o meu caso e marquei uma consulta para daqui a dois dias. Passei esses dois dias tranquilamente e na quarta-feira, às 17:30 eu estava a despachar-me pois tinha a consulta marcada para as 18:20. Tomei um banho, escovei bem os dentes, coloquei uma roupa apresentável e dirigi-me para o consultório. O local era pequeno, porém aconchegante, ao chegar fui recepcionado pela secretária e sentei-me na sala de espera.

Quem vai ao dentista sabe o quanto é entediante ficar sentado esperando. Fiquei olhando para o nada e para a secretária, que até não era de se deitar fora. Devia ter os seus 21 anos, ruiva, uns 1,70 de altura, peitos empinadinhos porém não muito grandes, o cu nem deu para ver, pois ela passou a maior parte do tempo sentada, mas pelas pernas delas, que eram bem grossas, imagino que o cu dela fosse bem gostoso. Quando eram 18:35, mais ou menos, ouvi a dentista chamando-me para a consulta, fui então para a sala dela e ao entrar fiquei literalmente chocado com o que vi. A dentista era linda, loira com os olhos cor de mel, uns 1,75 de altura, uma boquinha linda, ela tinha 26 anos, ela estava usando aqueles uniformes de dentista porém a sua blusa tinha um decote generoso que revelava os seus peitos, médios e durinhos, o cuzinho era de enlouquecer qualquer um, vi enquanto ela se dirigia para se sentar o cuzinho praticamente gritando pelo meu nome, empinadinho e ei estava hipnotizado enquanto ela andava. Eu estava chocado com o corpo dessa mulher. Ela disse-me alguma coisa, mas não lembro o que era, eu estava viajando pelo corpo dela, voltei a mim quando ela disse “então… és o Luís certo?”, “sim, sou eu” disse meio nervoso. Ela começou a conversar comigo, para saber o que eu gostaria de fazer, conversa de dentista.

Depois de 15 minutos conversando e babando por ela, ela mandou-me deitar na cadeira de dentista, ela disse-me “abre a boca para eu ver”, eu obedeci e ela chegou perto, olhando para a minha boca. Eu sentia o calor dela perto de mim e aquilo estava me deixando louco, eu olhava para os peitos dela por cima do decote e só aumentava o meu tesão. Eu já estava de pau feito e tentando disfarçar com um guardanapo. Ela afastou-se de mim e sorrindo disse que hoje não daria para começar nada, que ela marcaria uma nova consulta e veria quais seriam as melhores formas de pagamento. Eu estava ali nervoso torcendo para ela não olhar para o meu pau. Por outro lado, eu tinha, no mais remoto dos pensamentos, uma sensação de que poderia acontecer algo entre nós. Ela virou a cabeça e depois retornou a olhar para mim, deu uma risadinha, percebi que ela tinha visto a minha situação, ela meio que sem graça continuou conversando, de vez em quando eu percebia ela a olhar para a direita e vendo o volume nas minhas calças. A certa altura ela ficou muda e eu olhando para ela, resolvi arriscar alguma coisa.

Eu pensei “ela já viu a minha situação e ainda se tiu, vou tentar”, coloquei o meu braço direito por trás dela e puxei o seu rosto junto a mim, dei-lhe um tremendo beijo. Comecei a passar a mão nela, e ela retribuía passando a mão na minha barriga, puxei-a para cima de mim, de modo que ela ficasse com as duas pernas sobre mim e meu pau roçando a coninha dela, ela esfregava-se enquanto nos beijava-mos loucamente. Coloquei uma das mãos por baixo da sua camisa e comecei a acariciar o peito dela, depois tirei a sua camisa e o sutiã, deixando os peitos dela a mostra, comecei a chupa-los e fui deslizando a mão direita até a coninha dela, por baixo das calças. Comecei a acaricia-la e ela soltava uns gemidinhos baixos, com medo da secretária ouvir, ela saiu de cima de mim e eu tirei a minha camisa e as calças, ficando só de cueca e com meu pau praticamente pulando para fora.

Ela deitou-se na cadeira, eu aproximei-me e tirei as calças dela, comecei a passar a mão sobre as cuecas que estavam todas molhadinhas, baixei-lhe as cuecas e vi, ali, toda para mim, uma ratinha com poucos pêlos, apenas alguns depilados em forma de “v”, a coninha carnuda e apertada, daquelas perfeitas para se comer. Cai de boca naquela cona, passava a língua, chupava e ela estava dando um gemidinhos disfarçados, dizia algumas coisas como “vaiii… chupa-me Luís , lambe a minha coninha, ela é toda tua!”, eu nem estava prestando muita atenção no que ela dizia, só estava delirando naquela coninha, em pouco tempo ela veio-se soltando um urro mais parecido com um alívio “ahhhhhhhhhhhhhh”, nessa hora acho que a secretária ouviu. Ela levantou-se e eu deitei-me na cadeira, ela baixou as minha cuecas e começou a passar a língua em volta da cabeça do meu pau, estava delirando, ela massajava as minhas bolas enquanto passava a língua de cima a baixo no meu pau, ela começou a colocar o pau quase inteiro dentro da boca (20cm), ela lambia e chupava com muita vontade, como alguém no deserto que encontra água.

Eu estava quase a vir-me e disse-lhe para ela parar que eu ainda queira brincar muito mais. Eu sai da cadeira e ela deitou-se de frente para mim, eu aproximei-me, beijei-a e comecei a colocar o meu pau na coninha apertada dela, ela soltava uns “ahhhh uihhhhh” eu enterrei o meu pau todinho nela e comecei a puxar as pernas dela e bombava, ela gemia e dizia coisas como “come-me, ahhh, vai Luís, enterra, a minha coninha é tua” eu estava completamente fascinado comendo esta mulher. Eu bombava com força e a cadeira chegava a ir para trás, de modo que encostou num balcão e ali ficou, apenas fazendo barulho. Eu bombava enquanto dizia “vá sua putinha, e agora? Estou a adorar comer-te… vai vai!” ela soltou um urro “aaaaaaaaahhh” e percebi que ela se tinha vindo, logo em seguida eu acelerei o ritmo e vim-me também, ficamos mais um tempo ali, naquela posição e tirei o meu pau de dentro dela. Ela começou a chupar novamente com o intuito de deixar o pau duro de novo, com o oral dela, que era maravilhoso, logo fiquei em ponto de rebuçado novamente, dessa vez ela não se deitou na cadeira, mas ficou apoiada nela com o cuzinho virado para mim, eu fui enfiando naquela cona dela por trás e para minha surpresa ela disse “não, aí não…”. não precisava dizer mais nada, comecei a lamber o cuzinho dela, depois coloquei um dedo, dois dedos enquanto chupava a cona dela, ela estava super excitada. Coloquei o meu pau na portinha do cuzinho dela, todo rosadinho e apertado, fui enfiando e ela ia dando uns gemidinhos de dor “aiiii, uuuuui, ahhhh” enfiei tudo e reparei num sorriso na cara dela, esta puta gostava de levar no cú! Comecei a fazer movimentos devagar, e ela começou a rebolar, comecei então a bombar mais forte, a gente já não se controlava e ambos estávamos gemendo alto. “vai sua vadia, rebola para mim que seu cuzinho agora é meu!”, ela dizia “então come-me, enraba-me que eu sou tua”, olhei para a esquerda e vi a secretária espiando pela porta com a mão na cona, nem liguei, pois no meio daquela foda, nada me iria fazer parar.

Vim-me, e vim-me muito soltando gemidos de prazer. A dentista viu a secretária e também não ligou, continuou rebolando e toda suada e satisfeita, levantou-se, colocou a sua roupa e disse para a secretária voltar para a sala e cancelar as consultas. Sentei-me na cadeira e a secretária voltou dizendo que já tinha cancelado as consultas, ambas agiam como se nada tivesse acontecido. A dentista disse para secretária ir para casa, ela retirou-se, a dentista aproximou-se de mim, disse o seu nome… Helena. Deu-me um beijão e convenceu-me a por as roupas e ir embora. Eu já não sabia se voltaria aqui, ou se isso iria acontecer de novo, só percebi que era melhor eu ir embora. Fui embora do consultório com as lembranças de uma das melhores fodas que já tive.

Levei a minha cunhada para o puteiro

Sou casado a sete anos e sempre tenho muito tesão por minha esposa. Ela tem duas irmãs lindas, sendo uma delas lésbica. Sempre tive uma curiosidade em cima das minhas cunhadas, mas nunca as desrespeitei.
Um dia briguei com minha esposa e fui até a casa de um parente dela, pois já tinha combinado que apareceria por lá pra beber cerveja e bater um papo. Me viram chegando sozinho e perguntaram sobre minha mulher, e respondi que havíamos discutido e ela preferiu ficar em casa. Depois fui até a cozinha, e vi que minha cunhadinha lésbica estava lá também.
Ela estava bebendo mas ainda tranquila. Eu estava com tão chateado com minha esposa e decidi que logo mais iria até a Vila Mimosa (puteiro no RJ) para “descarregar” a raiva. Sabendo que minha cunhada curte mulheres, tinha vontade de conhecer a Vila Mimosa e nunca tinha ido num puteiro, decidi chamá-la. Já eram 2:30hs da manhã.
Eu disse: “Vou numa parada. Quer ir?”.

Ela respondeu já sentindo qual era a parada: “Estou contigo pra qualquer lugar!”.
Então arrumei uma desculpa e saí, e logo depois ela disse que iria pra casa. Já estávamos quase embriagados, mas conscientes. Pegamos um táxi e fomos ao puteiro.
Ao chegar lá deixei bem claro que o que ocorresse ficaria lá mesmo; esse seria nosso segredo, ela respondeu que era isso mesmo.
Perguntei se ela tinha coragem de ir pro quarto nós dois juntos, e ela respnodeu que não tinha problema. Deixei ela escolher a mulher. Foi uma negra linda e gostosona que cobrou apenas R$50,00 meia hora para ficarmos à três, afinal já eram quase três da manhã, dei um papo legal e praticamente era fim de festa.
Ao chegar no quarto, todos ficamos pelados, e pude ver que minha cunhadinha é uma delícia, magrinha e assim como eu, não tinha um corpo perfeito. Apaguei a luz, mas a puta falou que era pra deixar acesa. Eu estava meio constrangido, pois sou gordinho e não sou alto, mas a rola não me faz vergonha! A puta colocou a camisinha no meu pau e começou a me mamar, enquanto minha cunhada ficava apalpando a puta todinha.
Até que botei a puta pra fazer umas graças com minha cunhada. Aquela cena das duas fazendo safadeza, me deixou com mais tesão ainda! Deixei a puta com ela e resolvi tentar comê-la, mesmo sabendo que ela curte mulheres.
Fui por trás dela e comecei a dar beijinhos e mordidinhas e ao mesmo tempo acariciando seus seios, buceta e o corpo todo. Ela ficou surpresa com minha atitude, mas se estava rolando uma sacanagem das boas, ela acabou deixando eu fazer o que queria.
Depois, fui mais abaixo e dei uma linguadinha no cú dela e depois fiquei lambendo sua buceta rosadinha quase virgem e com cheirinho natural de buceta com tesão!!! Senti que ela gemia pelo duplo prazer comigo e com a puta.
Ficamos em pé, e enfiei meu pau por trás enquanto a puta ficava mamando seus seios e ela acariciando a vadia. Logo mais, coloquei a puta deitada, ela em cima da puta e eu bombando mais ainda por trás.

Quando a coisa está boa, o tempo passa rápido e a vadia já queria sair, pois já havia cumprido os 30 minutos. Mas eu ainda não havia gozado e minha cunhada estava cheia de tesão também! Perguntei pra puta se podíamos ficar no quarto mais um pouquinho, e ela disse que podíamos.
Logo minha cunhada deitou de barriga pra cima com as pernas arreganhadas, aí rolou o papai e mãe enfiando até o talo. Dei muitos beijos em sua boca deliciosa ao mesmo tempo que enfiava. Me dava mais tesão vendo a cara de prazer que ela estava. Mesmo sendo lésbica, o prazer era tão intenso que a vontade dela era que eu bombasse cada vez mais. Um tempinho depois, dei uma acelerada e gozei com meu pau dentro, claro que ainda estava com camisinha.
Nos vestimos e sem conseguir um encarar o outro descemos do quartinho. Comprei um refrigerante e passei em minha boca por fora para ver se tapeava o cheiro de buceta e cuzinho que minha cara estava. Não adiantou…

Entramos num táxi para ir embora e a deixei na porta do prédio. Como eu estava muito doido e com aquele cheiro de buceta na cara, mais o pau todo melado de gozo e óleo da camisinha, decidi que não podia ir pra casa. Já eram um pouco mais de 4:00hs da manhã.
Voltei pra casa do parente e ainda estavam bebendo, minha sorte! Pedi para dormir lá, pois estava muito louco e minha mulher ia “acabar” comigo. Deixaram na boa.
Acordei quase meio-dia, tomei um banho e cheguei em casa com a cara de que nada havia acontecido. Minha esposa mesmo ainda chateada, falava só o necessário comigo. E disse que minha cunhada havia viajado para a casa de praia do pai dela (meu sogro), pois minha esposa queria ir na casa dos pais (onde minha cunhada mora) pra pegar alguma coisa. Senti um alívio…

Depois de uma semana, quando a vi novamente, ela fingia que nada havia acontecido. E a chance dos parentes desconfiarem é praticamente nula, pois todos sabem que ela só gosta de mulheres. Me sinto “o cara”, por ter dado um prazer tão louco para uma lésbica!
Nunca mais consegui comer ela novamente, mas estou esperando uma outra boa oportunidade. Afinal, se forçar acaba dando merda! Além do mais, do nada e na cara de pau, eu não consigo chamá-la para fuder novamente. Sinto no olhar que ela quer, mas assim como eu, espera uma boa oportunidade.
Não vejo a hora dessa oportunidade aparecer. Por enquanto só fico batendo uma punheta lembrando dessa loucura toda e sonho realizado!!!

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A primeira vez com minha amante

Davi.

Olá, meu nome é Davi, tenho 41 anos, moro no interior de SP, sou casado há 12 anos e tenho uma família maravilhosa, e uma vida muito boa. Um dos meus poucos problemas é que desde muito novo tenho um tesão enorme, e durante o tempo todo. Me masturbo cedo, de tarde e de noite, independente de ter feito sexo com minha esposa ou com minha amante. Sim, tenho uma amante desde antes de começar a namorar minha esposa, desde os 22 anos. Afinal, com o tesão todo que sinto, seria impossível ter apenas minha esposa como parceira sexual. Escrevi que isso era um dos meus poucos problemas porque realmente é um problema uma pessoa casada ter que se masturbar e ter amante para saciar o fogo. O certo moralmente seria eu me controlar e me realizar apenas com minha mulher, que é uma mulher maravilhosa, mãe maravilhosa, amiga e amante maravilhosa, mas apesar disso preciso de mais e não consigo resistir. Independente de ser homem ou mulher, acredito que uma pessoa casada que, como eu, sente tesão a toda hora e adora sexo, deve tomar uma decisão: ou se controla, tomando remédio, fazendo terapia, fazendo o que for preciso para permanecer fiel, ou relaxa e goza, como diz a ministra…rss. Mas nessa segunda opção, que faça de um jeito que seja o menos promíscuo possível, pois não vai querer que o cônjuge sofra por alguma doença que as aventuras sexuais possam trazer, não é mesmo? Esse foi o meu caso, com 22 anos namorava ainda primeira namorada, e arranjei essa amiga de sexo. É ainda hoje uma mulher muito bonita e gostosa, que tem o mesmo fogo que eu, e que também naquela época namorava, mas que queria mais e mais sexo. Estávamos no início da era dos chats, ainda usávamos o icq, e meio sem querer querendo chamei para um bate papo essa moça que era da minha turma de amigos da faculdade, que vou chamar de Ana. O primeiro papo foi tão gostoso que criamos o hábito de teclar todas as madrugadas e acabamos onde acabam todos os chats entre homem e mulher: falando em sexo, dizendo o que gosta, e se perguntando por que não experimentar um ao outro. Tanto Ana quanto eu estávamos no final do namoro, que durava para mim 5 anos, e 4 anos pra ela. Ambos tinham experimentado sexo apenas nesse primeiro namoro. A minha então namorada era muito boa de vara, assim como o namorado da Ana também era muito gostoso, segundo ela. Então lá estávamos Ana e eu, sedentos por algo novo, por saber qual seria o gosto um do outro, ambos querendo aumentar a experiência de cama. E tivemos a ideia de que seria muito melhor a gente se experimentar e se desse certo virar amantes, do que ficar pulando de galho em galho procurando novos parceiros quando desse na telha. Marcamos de eu pegá-la de carro num shopping da cidade, tínhamos que ser muito discretos por ambos ainda tínhamos namoros sérios e queríamos apenas sexo mesmo, nada além, esse era o combinado e pretendido por nós. Ela vestia uma saia comprida preta e uma blusa justa branca, seus seios ficavam muito marcados na blusa, loira, cabelos bem compridos e lisos, boca carnuda, 1,70m , uns 65kg naquela época e ainda hoje, com a única diferença de que adicionou agora aos seios uns 280ml de silicone, uma delícia de mulher. Enfim eu estava prestes a beijar uma amiga que eu sempre tinha sentido tesão e que queria a mesma coisa que eu, sem complicações, sem namoro, apenas trepar gostoso, satisfazer o desejo de sexo um do outro. Ela entrou no carro e ao tentar me beijar no rosto, como de costume, virei e demos um selinho. Hummm, que boca macia eu disse, e ela respondeu com o sorriso mais safado do mundo. Arranquei com o carro e peguei a estrada para irmos num motel muito legal que havia na cidade vizinha. Logo ela começou a passar uma das mãos sobre a minha mão e sobre a minha perna, apertando a minha coxa e eu correspondia também colocando minha mão sobre sua perna sentindo a coxa macia, subindo a saia até o joelho e alisando sua pele, ela não deixava subir a saia além dali. Pensei que ela iria amarelar, mas o tesão já era enorme, as mãos já procuravam o sexo um do outro por cima da roupa, ela apertava meu pau que estava latejando e eu já apalpava seus seios e descia para suas coxas e para o meio delas, ela já abria as pernas pra receber meu toque. Não aguentei e parei o carro no acostamento, e ao mesmo tempo ela veio me beijar. Que beijo, ainda sinto aquele beijo, aquela vontade, aquele desespero de entrar com a língua em sua boca e receber ao mesmo tempo sua língua na minha. Os lábios se apertando, as mãos inquietas sobre tanto pano que atrapalhava, nossos corpos já estavam colados, estava já deitado em cima dela. Lembro que aquele primeiro beijo durou mais de 15 minutos. Foi um êxtase total aquele primeiro agarramento, mesmo sem orgasmo. Parei e disse que precisávamos chegar logo no motel, senão iria comê-la ali mesmo. Ela disse então vamos logo. Voltei ao meu banco e retomamos o rumo. Logo no primeiro minuto, ela se abaixou no meu colo e pediu licença pois não aguentava mais esperar pra sentir o gosto de meu pau. Abriu o botão e o zíper, pegou meu pau que estava super duro e melado e lambeu da ponta da cabeça até o meu saco. Ela lambia com a ponta da língua pra descer pelo meu pau e com a língua toda na subida. Perguntei se tinha gostado do gosto dele, ela subiu até minha boca e me beijou dizendo que amou meu gosto, voltou a lamber e eu delirava, pois ela ainda não tinha encostado os lábios nele, apenas a língua. Ficou assim até perceber que eu iria gozar. Eu tentava segurar, mas era impossível… 22 anos… primeiro pega com uma amante que era tão ou mais safada que eu…imaginem…rss… Eu tentei avisar, mas ela foi mais rápida e não deixou eu evitar, abocanhou com a boca mais macia e molhada que eu já senti na vida em meu pau. Gozei, inundei a sua boca com muitos jatos de porra que não paravam de sair. Ela foi engolindo, guardando na boca, continuava me chupando, colocava meu pau inteiro na boca, num ritmo ideal para a hora do gozo. Perfeita! Ela não queria parar, e meu pau teimava em não descansar. Mesmo depois de parar de sair porra ela chupava e lambia, tinha engolido tudo não perdendo nem uma gota, e foi me chupando pelos 30km que rodamos até entrar no motel, gozei mais uma vez sem ter interrompido as contrações do primeiro gozo, ela de novo engoliu tudo, e ainda não tinha cansado de me chupar. Só parou quando avisei que tinha chegado na recepção, se levantou, nos beijamos, pedimos a melhor suíte e entramos. Ana estava linda, mais gostosa que nunca, esperou eu descer a abrir a porta pra ela, entramos na suíte, a agarrei e continuamos aquele primeiro beijo que parecia não ter acabado ainda. Nos abraçamos e fomos nos despindo um ao outro sem para o beijo. Estava tão delicioso aquilo que eu não acreditava. Pensava que tinha que largar tudo e pedir essa mulher em casamento, que era a mulher dos meus sonhos, tinha esquecido de tudo e de todos, só queria ter ela pra sempre. Estávamos nus, em pé abraçados e agarrados, nos beijando, nossas bocas iam até as orelhas e pescoço um do outro e voltavam a se encontrar, nossas mãos acariciavam e passeavam por todo o corpo do outro. Meu cacete muito duro esfregava nos seus pelos, escorregava pelo meio de suas coxas e ía bater lá na curvinha de seu bumbum, não tentávamos ainda encaixá-lo na buceta não sei por que. Enfim nos soltamos um pouco pra retomar o fôlego e para olhar direito a suíte. Ela quis fazer xixi, a segui e disse que queria ver, ela desinibida sentou no vaso de uma maneira totalmente sensual me provocando, me abaixei e a beijei na boca, enquanto ouvia o barulhinho do xixi saindo, ela começou a punhetar o meu pau, me levantou e colocou ele na boca chupando e sugando, lambia minhas bolas e voltava a engolir quase todo meu cacete. Ah que boca! Nos levantamos, ela quis tomar uma ducha, se lavar, não consenti e a peguei no colo e fui até a cama, ela insistiu que queria se lavar, eu disse que a queria assim, a deitei na cama, ela dobrou os joelhos, abrindo as pernas, e disse: então vem, chupa minha buceta assim mesmo que não aguento mais de tesão, chupa meu grelho, mete a língua logo seu puto. Eu estava doido, nem beijei suas coxas, nem a barriga nada, fui com a minha língua direto no grelho da gostosa, beijava e chupava, ela escorria o meladinho de tanto tesão que estava, com um misto de salgado por causa do xixi, delícia, passava a língua nos lábios da sua buceta, ficava mordiscando o grelho, colocava a pontinha da língua na portinha, ela gemia alto e igual uma égua no cio, agarrava minha cabeça e puxava, minha língua passeava em volta do seu grelho, descia por volta dos lábios, subia até o grelho e descia pelo meio da buceta, ah como ela pingava um melzinho delicioso, escorria, eu estava todo babado, esfregava a boca um pouco nas suas coxas fazendo uma pausa, e ela gemia mais alto mandando eu voltar e meter a língua nela, ahhh…como você chupa gostoso…vou querer todo dia, ela dizia… eu parava na portinha, entrava um pouco, e descia até o seu cuzinho. Ahhh, a primeira lambida que dei naquele anelzinho fez ela pular na cama, agora suas mãos tentavam afastar minha boca, mas eu a agarrara pela bunda e não tirava a língua de seu cuzinho, entrava cada vez mais, ela começou a gritar… que iiiisso….paaaaaaaara….assim naaaoo…naaao no cu… nunca fizeram issoooo…naaaaoo…..paaaaaaaraaa….por favoooorr…….naaaao paaaara que vou gozaaaaaaarrr…ahhhhhh…seu puto….gostoso….tesuso….to gozaaaaaaandooooo…..ahhhhhh…….mete essa língua no meu rabo…..vaiiiii meeeete………ahhhhhh… Ela se contraia e esticava as pernas, eu chupava e lambia do seu cuzinho até o grelho, daí ela parou se se mexer, fiquei até preocupado…desmaiou?… não, estava apenas em êxtase… ela me puxou pra cima me beijando, dessa vez de levinho, com calma, e apalpando meu pau que estava ainda duro que até doía, perguntou como eu queria meter. De quatro eu disse. Aquela mulher tinha feito um curso de puta, mas aquela puta sensual, tipo striper, que deixa o cara louco só pela maneira como ela se move, porque da maneira como ela se virou, passou uma das pernas por cima de mim, arrebitou a bunda com uma marquinha de sol triangular e aqueles pelinhos loiros em volta do rego, pela bunda e cobrindo as pernas, afastou os joelhos, apoiou os cotovelos na cama jogou os cabelos de um lado e virou a cabeça de outro lado me olhando e falando: vem meu gostoso, meu macho, fode minha buceta, coloca sem dó, soca essa vara dura, me enche com esse cacete, vai mete, fode faz o que você quiser, sou sua. Eu não acreditava que estava ali. Ela tinha um corpo escultural, loira, bronzeada, marquinhas do biquini, cabelão, pelinhos loiros, e era uma verdadeira puta na cama, me provocava de todo jeito, com o que falava, da maneira como se movia, como me olhava, como mexia a boca, tudo estava muito perfeito. Ela queria ser minha amante, chupava muito bem, era minha amiga, era linda e gostosa. Não faltava nada, aliás, faltava meter. Ela notou meu deslumbramento e disse: vai foder ou vou ter que chamar outro macho hein? Respondi com um tapa em sua bunda, a agarrei pela cintura encaixei a ponta de meu pau na sua grutinha e soquei com tudo de uma só vez, até sentir que o saco era amassado contra sua bunda, segurei lá dentro, não tirei, ela deu um urro, aiiii….gostoso…eu tava precisando disso….vai tira e poe, começa a socar…me fode gostoso… eu fiquei parado sentindo sua buceta mastigando meu pau, era muito apertada, quente, totalmente molhada, a segurei mais forte pra deixa -la começar o vai e vem, eu queria ficar ali parado um pouco, ela ficou louca, ficou brava, tentou se soltar, tentou afastar, mas eu segurava forte, ela gritou… mexe seu puto….mete mais….tira e poe….assim nao aguento… meu pau pulsava apertado dentro dela e afinal tirei ele todo e fiquei pincelando os lábios da buceta dela, esfregando o grelho e colocando só a cabeça pra dentro, saia e pincelava de novo, tive de soltá-la pois não aguentava mais segurar, ela tentava com toda a força ir com o corpo pra trás pra socar meu pau inteiro pra dentro de novo e quando soltei a deixei mexer a vontade. Ela rebolava a bunda, [ia pra frente até sentir que a cabeça ía escapar, daí afastava e engolia todo de novo, começou a acelerar, socava gostoso, rebolava muito, até que a segurei de novo e comecei eu a socar e meter bem fundo naquela buceta tesuda. Bombei uns 5 minutos ou mais, com ela pedindo pra eu foder com mais força, gemendo e me olhando, mordendo os lábios, eu diminuia pra me inclinar e beijá-la, ela mordia meus lábios e mandava socar mais meu pau. Gozamos juntos, avisei que não aguentava, ela disse pra eu inundar sua buceta de porra e no primeiro jato ela começou a gozar, apertou tanto meu pau contraindo a buceta que até doeu, ela foi se deitando, deitei por cima dela segurando um pouco meu peso, sem tirar o pau de dentro e ficamos descansando uns minutos. Estávamos molhados de suor, a beijei na nuca, fui beijando suas costas, a virei e finalmente beijei e mordi seus seios, ela levou uma das mãos até a buceta e começou a se masturbar, fiquei olhando ela passar os dedos na xana e lamber, massagear o grelho, enfiar dois dedos inteiros na buceta, com a outra mão começou a me punhetar, meu pau já tinha acordado e estava meio dolorido, beijei sua boca, sua língua incansável se esfregava na minha, que tesão estávamos os dois… vem por cima, me come de papai mamãe, ela pediu. Me ajeitei entre suas pernas, olhei pra ela, ficamos com nossos olhares fixos um no outro, enquanto ela ajeitava me pau na sua gruta, comecei um movimento lento, fui sentindo cada centímetro da sua buceta, assim que entrou inteiro, voltei até a metade e coloquei todo de novo….isso, nesse ritmo… não muda meu gostoso… continuei daquele jeito, nossos quadris se apertavam, a respiração bem funda, ela gozou em 30 segundos, dessa vez em silêncio me olhando, me beijando lentamente, seus braços me apertando num abraço gostoso. Estava selada uma parceria de cama que duraria até hoje, 20 anos depois, com uma intensidade, qualidade e amizade que eu poderia sequer sonhar naquela época. Fomos tomar um banho, conheci e lavei cada milímetro de seu corpo, e ela do meu, não tínhamos mais pressa, aquele era o momento de trocar olhares e beijos mais mansos, nos abraçamos, voltamos pra cama e conversamos por 2 horas, fizemos amor e trepamos gostoso mais 2 vezes, experimentamos umas 15 posições, coisa dos 20 anos…heheh… tomamos outro banho e fomos embora. Esse havia sido o começo de uma união entre amantes quase eternos. Era nossa opção para amenizar a apagar o tesão fora de controle que sentíamos em igual intensidade. Era uma união entre amigos que se deram muitíssimo bem na cama. Concluímos juntos que o melhor seria jamais namorar um com o outro pois colocaria em risco a amizade e essa coisa de pele e o tesão mútuo que havia começado e que deveria durar pra sempre. Afinal, ainda estávamos namorando outras pessoas, e não queríamos romper com elas. Eu ficaria ainda com minha namorada por mais 1 ano, e ela com o namorado por mais 2 anos, mas nunca mais nós dois ficamos mais de uma semana sem nos encontrar e aproveitar o que fazemos muito bem juntos. Isso já há quase 20 anos.

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Elisa Sanches Fazendo Dupla Penetração

Comendo a namorada do amigo

Pedro

Olá!

Quero contar para você a história mais loca da minha vida, comi a namorada do meu amigo!

Isso mesmo, comi e ela deu só para provar que ela estava certa , Vou explicar.

José meu amigo namora Luciana a 3 anos, Luciana e muito gostosa, loira ,1,60 M olhos castanhos e um corpo muito gostoso.

Eu moro sozinho, e em um final de semana resolvemos assar carne e beber, eu José e alguns amigos.

Por volta das 21:00 o pessoal começou a ir embora, ficando apenas eu, José e Luciana.

Nessa altura José estava muito bêbado, foi quando ele me pergunto se teria coragem de comer sua namorada?

Fiquei assustado com a pergunta até que ele se explicou.

Disse que a Luciana lhe havia dito que todos seu amigos queriam come-la, que ele na verdade não tinha amigo, pois amigo que é amigo não come a namorada do outro.

Então dei uma risada e iguinorei a pergunte, foi então que ele perguntou novamente, para lhe satisfazer disse que não, não comeria sua namorada.

Ele olho para Luciana e disse, tá vendo, ele não quer te comer, Lucia disfarçou e disse:

Vamos embora José, você bebeu demais, e realmente ele estava bêbado demais, ajudei-a a coloca-lo no carro e ela o levou para casa.

Fiquei com aquilo na cabeça, Luciana é muito gostoa, e se tivesse uma chance acho que não perdoaria, pensei!

Foi quando houvi baterem na porta, fui atender e era Luciana, ela havia deixado josé em sua casa e volto dizendo querer conversar comigo.

Pediu para entrar, sentou-se no sofá, pediu uma bebida,. abri um, a cerveja e começamos a conversar.

Ela me disse que José não tinha siumes dela, que isso a incomodava, foi então que ela me perguntou:

Você não me acha bonita?

Respondi que sim, já que era verdade, então ela me se aproximo e me disse, você me comeria?

Fiquei sem resposta, então ela perguntou de novo e me beijou.

Então começamos a nos beijar e tirar a roupa um do outro, ela tinha uma bucetinha depiladinha com um bigodinho lindo!

Meti a língua naquela buceta.

Ela derrepente começou a me chupar, deite-a e enterrei minha pica em sua buceta, uma buceta muito apertada, ela gemia baixinho e pedia para que a comece.

Depois de um tempo ela saiu e se virou de costas, pegou minha pica e ajeitou bem em seu cuzinho, meu pau entrou com muita dificuldade, se a buceta era apertada o cuzinho era duas vezes mais.

Quando a cabeça passou ela soltou um grito, segurei-a pela cintura e enterrei, ela gritava e gemia, dizia que era muito gostoso, pedia que socasse mais rápido, até que ela gozou!

Então ela tirou minha pica de seu cuzinho e começou a me cavalgar.

Era demais, ela tinha um corpo lindo, cavalgava como ninguém, vendo e sentindo tudo aquilo não aguentei e gozei, enchi sua xaninha de porra.

Ela se levantou e a porra escorria por suas pernas.

Se vestiu com um sorriso nos lábios e disse:

Viu como eu estava certa, você e todos os amigos do José querem me comer!

Abriu a porta se se foi.

Ela queria só provar que estava certa, e eu provei como ela é gostosa.

Tomara que ela queira provar de novo!

Rsrsrsrsrs.

PRIMINHA

Eu e minha prima sempre tivemos interesse em compartilhar nossa história para pessoas totalmente desconhecidas opinassem, então resolvemos postar por partes e iremos contar nosso início..

Tudo começou a 5 anos atrás, eu tinha 18 anos (hoje tenho 23 e minha prima 35) quando fui passar as férias na casa de praia junto com a família dela (mãe e irmã mais nova) e ela havia recém saído de um namoro de 2 anos.

Ela ficava falando que estava carente e que se eu não fosse primo dela iria esperar mais uns anos para cair em cima de mim, eu como era um pouco malandro falei que já que ela era minha prima poderia cair naquela hora mesmo, ela riu e pensei que fosse por brincadeira.

Porém naquela noite antes de dormirmos (dormíamos no mesmo quarto) ouvi ela comentando com sua irmã que iria ver do que eu era capaz e iria começar a me provocar, eu fiquei loucasso pois sempre achei minha prima muito gostosa, loirinha, magrinha mas com um rabão, adora uma academia desde que conheço.

No outro dia fomos pra praia e ela colocou um biquíni muito sexy, n conseguia me segurar e entrava sempre nas brincadeiras que ela fazia, logo ela viu que eu estava louco para foder aquela magrinha.

Então chegou a noite, a mãe dela havia ido dormir e já era altas horas da madrugada até que a irmã dela me disse que a sua maninha estava louca para ver como era meu beijo e perguntou se já havia beijado, disse que só experimentando para ver.

Então ela me deu um beijo de língua, que maravilha foi aquilo, meu pau ficou duro feito uma pedra e ela notou, então colocou a mão e Não resisti e também coloquei a minha dentro do calção amarelo que ela vestia, senti que sua bucetinha já estava meio molhada e então disse para pararmos pois poderíamos acordar a minha tia, a irmã dela disse que iria dormir, teríamos total liberdade para continuarmos ali no sofá.

Não conseguimos nos conter e caímos na tentação do desejo, ela abaixou meu calção e começou a chupar meu pau e dizia que era grande e que queria que eu chupasse ela, então nada mais justo que eu ajudá-la, abaixei aquelas calcinhas e comecei a chupada ali mesmo no sofá.

Ela dizia: “chupa meu grelinho, nunca imaginei que meu priminho chupava tão gostoso”.

E então ela pediu: “quero ver esse pauzão na Minha Bucetinha, vamos ver se não é bom só nas preliminares”

Puxei a perna dela e começamos a foder ali no sofá mesmo, (aquele sofá me dá muitas saudades das nossas fodas) ela gemia baixinho pra não acordar minha tia.

“Me fode seu gostoso! Mostra pra tua priminha o que um homem pode fazer, tu é tão novinho mas já pode ser meu macho.”

Ela não se segurou e gozou gostoso no meu pau, transamos em mais algumas posições até que senti que ia gozar e avisei ela, pois estava sem camisinha e ela disse:

“goza dentro, pois estou tomando pílula, adoro sentir uma porra bem quentinha dentro de mim”

Não consegui segurar mais e gozei tudo dentro daquela safada e gostosa,

Fiquei mais uns dias na casa de praia com ela.

Inclusive cheguei a ver a sua irmã (não consegui comer ainda) se masturbando vendo a gente foder, já que começamos a transar na nossa cama os outros dias.

Hoje continuamos transando e pretendo contar outros contos como esse, nossas famílias não gostaram muito, mas não ligamos, viajamos juntos e tudo, vivemos como 2 namorados.

A chef rabuda

Victor

Ultimamente, tenho evitado ficar em casa nos finais de semana e procurando algum evento que me chame a atenção em São Paulo. A variedade de coisas que tem por aqui, pagas ou não é bem grande e escolho sempre algo que não tenha muito barulho ou seja bem agitado (Acho que estou ficando velho!). Descobri nos últimos tempos algo para me distrair e tenho usado como terapia: a culinária. Cozinhar tem me feito muito bem e tenho procurado melhorar e fazer coisas cada vez mais complexas e que precisam de mais atenção, dessa forma, consigo me desligar de alguns dos muitos problemas que tiram a minha energia!

Em uma procura na Internet, vi um evento de gastronomia que teria na região da Barra Funda que me chamou a atenção e o melhor…GRÁTIS! Teria a participação de alguns chefs que ensinariam algumas técnicas e mesmo me achando um cozinheiro razoável, decidi ir e talvez aprender alguma coisa nova. Marquei que tinha interesse no evento e depois de um tempo recebi uma mensagem privada no Facebook apenas com um “Oi”! A foto do perfil era familiar, de alguém que não via a muito tempo e pelo que me lembrava, a última vez que tinha visto, estava morando fora do País!

Estudei com ela no ensino médio e já tínhamos ficado algumas vezes, quem lê meus contos deve saber que nesse período eu era bem diferente do que sou hoje em vários aspectos. Respondi a mensagem e começamos uma conversa normal e despretensiosa que até eu mesmo estranhei, pois busco sempre levar para o lado da putaria e conseguir assim uma boa transa, entretanto, ficamos por horas falando e relembrando o período de colégio e as historias malucas da época! Em determinado momento, ela disse que tinha me chamado porque também ia ao evento e que tinha aberto um restaurante, então vendo que me interessei me chamou para não ir sozinha!

Nos encontramos na estação Barra Funda do Metro e só fui reconhecê-la quando chegou até mim e percebi o quanto o tempo faz bem para algumas pessoas… tinha virado uma mulher deliciosa, um pouco mais baixa que eu, com uma cintura fina e uma bunda bem empinada que estava em evidência por causa do vestido preto que usava ate o meio de suas coxas. Naquele momento mesmo, minha falta de interesse nela sumiu e já pensava de alguma forma em um jeito de apertar aquela delicia de bunda! Nos cumprimentamos com um forte abraço e um beijo no rosto, andamos juntos conversando pelo evento e assistimos o trabalho e dicas de alguns chefs. Naquela altura já não conseguia me concentrar mais no que era dito e ficava somente olhando para aquele delicioso rabo a minha frente, olhava como se quisesse devorá-la e certamente ela percebeu (Não consigo disfarçar isso… é horrível!). Paramos para comer alguma coisa depois do evento já no início da noite e o tom da conversa já era bem diferente, ainda mais depois de algumas cervejas:

– E esse olhar aí, heim? Tá pensando em quê? – Ela me disse com um sorriso sentada a minha frente!

– Que olhar?

– Esse aí, todo safado! Não lembro que você tinha!

– Algumas coisas mudam! E o jeito de olhar foi só uma das coisas!

– É mesmo? Me mostra… – Falou aproximando o rosto perto do meu, como em desafio!

Antes mesmo dela tirar o sorriso de provocação e afastar o rosto de perto de mim, segurei sua nuca e a beijei, mordendo e puxando seus lábios com os dentes! No começo, senti que aquilo foi uma surpresa, mas depois deixou-se levar pelo beijo e nem sei por quanto tempo ficamos daquele jeito. Saímos da lanchonete onde estávamos e praticamente parávamos em cada esquina escura e vazia ou nos postes para nos agarrar e a coisa estava cada vez mais quente! Batia e apertava sua bunda, descendo até a coxa e levantando na altura do meu quadril, meu pau roçava em sua buceta por trás daquele vestidinho curto e fino e a fazia suspirar e gemer de olhos fechados, erguia o pescoço para mim e eu o mordia, beijava e sussurrava em seu ouvido que estava louco pra mostrar tudo o que tinha!

Decidimos ir ao seu apartamento na região da República usando um táxi para chegar mais rápido, no banco de trás, continuávamos nos devorando e marcando nossos corpos com arranhões e apertões (O taxista deve ter adorado a cena!), entramos correndo para o prédio e enquanto ela tentava abrir a porta, eu a encoxava levantando seu vestido e deixava a exposta a minha frente aquele delicioso rabo que estava cobiçando o dia todo! Apertava e batia fazendo-a gemer e dar suspiros de tesão!

Entramos e já fomos arrancando as nossas roupas deixando uma trilha até seu quarto, deitei-a de bruços na cama abrindo suas pernas e agarrando firme suas coxas, cravando meus dedos abocanhei sua buceta chupei com vontade! Os gemidos eram por vezes abafados quando mordia o travesseiro e suas mãos agarravam o lençol. Rebolava e jogava sua bunda contra o meu rosto e eu ia cada vez mais fundo, subi a língua ate seu cuzinho e com os dedos passei a penetrar sua grutinha que escorria uma quantidade surpreendente de mel, abria e fechava dentro dela, girava, batia em sua buceta e não sei dizer ao certo quantas vezes senti aquele delicioso caldinho lambuzar minha mão!

Naquela mesma posição coloquei um travesseiro sob seu abdome, montei em suas coxas e pincelei meu pau na entrada de sua bucetinha, abri sua bunda com ambas as mãos e fui enfiando ele devagar enquanto massageava seu anelzinho! Ela colocava as mãos para trás apertando meus pulsos enquanto gemia com o rosto no colchão, a cada vez que apertava eu fodia mais forte para fazer gemer e gritar ainda mais alto. Meu polegar já entrava e saia com facilidade do seu cuzinho e ela o prendia e apertava dentro dele! Tirei de sua buceta já completamente lubrificado pelo seu mel e encaixei no seu rabinho:

– Vai devagar, faz tempo que não deixo brincar aí!

– Isso quer dizer que ele agora é meu? – Falei sorrindo safado e empurrando a cabeça para entrar de uma vez!

– Filho da puta! – Falou depois de um grito de dor e tesão!

Ela apertava meu pau em seu cuzinho conforme entrava, rebolando e gemendo, gritando, xingando e mal ela sabia que tudo isso é o que mais me enlouquece! Fui aumentando a velocidade e indo mais fundo quando sentia que estava ficando mais relaxada, agora só ouvia os seus gemidos e ela rebolava e apertava meu cacete ainda mais forte em seu rabinho, jogava seu corpo contra o meu e pedia para que a fodesse mais forte e assim o fiz. Sem tirar meu pau de dentro, me virei na cama e a fiz cavalgar. Ela segurava e cravava as unhas nas minhas coxas e sentava num ritmo louco deixando apenas a cabeça dentro de si e depois voltando a engolir ele inteiro! Estava enlouquecido com a cena e com seus gemidos cada vez mais alto e os movimentos de seus quadris mais rápidos e acabei gozando dentro dela! Ao sentir o primeiro jato de porra ela sentou de uma vez e o apertou dentro de si, fazendo uma pressão incrível que quase me fez perder os sentidos, se deitou colocando as costas no meu peito e aos poucos foi relaxando seu cuzinho e deixando meu pau escorregar pra fora junto com toda a porra que havia despejado dentro dela! Se virou montando em mim e me beijou devagar:

– Que mudança hein? Ainda tem mais pra me mostrar?

– Tenho mais umas coisinhas! – Respondi ofegante e exausto como poucas vezes costumo ficar.

Já estava tarde e infelizmente tinha que voltar para casa, nos despedimos e eu já estava dentro do metrô quando coloquei as mãos no bolso e senti algo diferente! Um cartão de visitas de um restaurante e no verso a caneta a mensagem:

“Te espero para um jantar especial, Vi! A próxima aula vai ser comigo!”

Bom… Acho que já tenho um próximo evento de gastronomia….

Victor

Ultimamente, tenho evitado ficar em casa nos finais de semana e procurando algum evento que me chame a atenção em São Paulo. A variedade de coisas que tem por aqui, pagas ou não é bem grande e escolho sempre algo que não tenha muito barulho ou seja bem agitado (Acho que estou ficando velho!). Descobri nos últimos tempos algo para me distrair e tenho usado como terapia: a culinária. Cozinhar tem me feito muito bem e tenho procurado melhorar e fazer coisas cada vez mais complexas e que precisam de mais atenção, dessa forma, consigo me desligar de alguns dos muitos problemas que tiram a minha energia!

Em uma procura na Internet, vi um evento de gastronomia que teria na região da Barra Funda que me chamou a atenção e o melhor…GRÁTIS! Teria a participação de alguns chefs que ensinariam algumas técnicas e mesmo me achando um cozinheiro razoável, decidi ir e talvez aprender alguma coisa nova. Marquei que tinha interesse no evento e depois de um tempo recebi uma mensagem privada no Facebook apenas com um “Oi”! A foto do perfil era familiar, de alguém que não via a muito tempo e pelo que me lembrava, a última vez que tinha visto, estava morando fora do País!

Estudei com ela no ensino médio e já tínhamos ficado algumas vezes, quem lê meus contos deve saber que nesse período eu era bem diferente do que sou hoje em vários aspectos. Respondi a mensagem e começamos uma conversa normal e despretensiosa que até eu mesmo estranhei, pois busco sempre levar para o lado da putaria e conseguir assim uma boa transa, entretanto, ficamos por horas falando e relembrando o período de colégio e as historias malucas da época! Em determinado momento, ela disse que tinha me chamado porque também ia ao evento e que tinha aberto um restaurante, então vendo que me interessei me chamou para não ir sozinha!

Nos encontramos na estação Barra Funda do Metro e só fui reconhecê-la quando chegou até mim e percebi o quanto o tempo faz bem para algumas pessoas… tinha virado uma mulher deliciosa, um pouco mais baixa que eu, com uma cintura fina e uma bunda bem empinada que estava em evidência por causa do vestido preto que usava ate o meio de suas coxas. Naquele momento mesmo, minha falta de interesse nela sumiu e já pensava de alguma forma em um jeito de apertar aquela delicia de bunda! Nos cumprimentamos com um forte abraço e um beijo no rosto, andamos juntos conversando pelo evento e assistimos o trabalho e dicas de alguns chefs. Naquela altura já não conseguia me concentrar mais no que era dito e ficava somente olhando para aquele delicioso rabo a minha frente, olhava como se quisesse devorá-la e certamente ela percebeu (Não consigo disfarçar isso… é horrível!). Paramos para comer alguma coisa depois do evento já no início da noite e o tom da conversa já era bem diferente, ainda mais depois de algumas cervejas:

– E esse olhar aí, heim? Tá pensando em quê? – Ela me disse com um sorriso sentada a minha frente!

– Que olhar?

– Esse aí, todo safado! Não lembro que você tinha!

– Algumas coisas mudam! E o jeito de olhar foi só uma das coisas!

– É mesmo? Me mostra… – Falou aproximando o rosto perto do meu, como em desafio!

Antes mesmo dela tirar o sorriso de provocação e afastar o rosto de perto de mim, segurei sua nuca e a beijei, mordendo e puxando seus lábios com os dentes! No começo, senti que aquilo foi uma surpresa, mas depois deixou-se levar pelo beijo e nem sei por quanto tempo ficamos daquele jeito. Saímos da lanchonete onde estávamos e praticamente parávamos em cada esquina escura e vazia ou nos postes para nos agarrar e a coisa estava cada vez mais quente! Batia e apertava sua bunda, descendo até a coxa e levantando na altura do meu quadril, meu pau roçava em sua buceta por trás daquele vestidinho curto e fino e a fazia suspirar e gemer de olhos fechados, erguia o pescoço para mim e eu o mordia, beijava e sussurrava em seu ouvido que estava louco pra mostrar tudo o que tinha!

Decidimos ir ao seu apartamento na região da República usando um táxi para chegar mais rápido, no banco de trás, continuávamos nos devorando e marcando nossos corpos com arranhões e apertões (O taxista deve ter adorado a cena!), entramos correndo para o prédio e enquanto ela tentava abrir a porta, eu a encoxava levantando seu vestido e deixava a exposta a minha frente aquele delicioso rabo que estava cobiçando o dia todo! Apertava e batia fazendo-a gemer e dar suspiros de tesão!

Entramos e já fomos arrancando as nossas roupas deixando uma trilha até seu quarto, deitei-a de bruços na cama abrindo suas pernas e agarrando firme suas coxas, cravando meus dedos abocanhei sua buceta chupei com vontade! Os gemidos eram por vezes abafados quando mordia o travesseiro e suas mãos agarravam o lençol. Rebolava e jogava sua bunda contra o meu rosto e eu ia cada vez mais fundo, subi a língua ate seu cuzinho e com os dedos passei a penetrar sua grutinha que escorria uma quantidade surpreendente de mel, abria e fechava dentro dela, girava, batia em sua buceta e não sei dizer ao certo quantas vezes senti aquele delicioso caldinho lambuzar minha mão!

Naquela mesma posição coloquei um travesseiro sob seu abdome, montei em suas coxas e pincelei meu pau na entrada de sua bucetinha, abri sua bunda com ambas as mãos e fui enfiando ele devagar enquanto massageava seu anelzinho! Ela colocava as mãos para trás apertando meus pulsos enquanto gemia com o rosto no colchão, a cada vez que apertava eu fodia mais forte para fazer gemer e gritar ainda mais alto. Meu polegar já entrava e saia com facilidade do seu cuzinho e ela o prendia e apertava dentro dele! Tirei de sua buceta já completamente lubrificado pelo seu mel e encaixei no seu rabinho:

– Vai devagar, faz tempo que não deixo brincar aí!

– Isso quer dizer que ele agora é meu? – Falei sorrindo safado e empurrando a cabeça para entrar de uma vez!

– Filho da puta! – Falou depois de um grito de dor e tesão!

Ela apertava meu pau em seu cuzinho conforme entrava, rebolando e gemendo, gritando, xingando e mal ela sabia que tudo isso é o que mais me enlouquece! Fui aumentando a velocidade e indo mais fundo quando sentia que estava ficando mais relaxada, agora só ouvia os seus gemidos e ela rebolava e apertava meu cacete ainda mais forte em seu rabinho, jogava seu corpo contra o meu e pedia para que a fodesse mais forte e assim o fiz. Sem tirar meu pau de dentro, me virei na cama e a fiz cavalgar. Ela segurava e cravava as unhas nas minhas coxas e sentava num ritmo louco deixando apenas a cabeça dentro de si e depois voltando a engolir ele inteiro! Estava enlouquecido com a cena e com seus gemidos cada vez mais alto e os movimentos de seus quadris mais rápidos e acabei gozando dentro dela! Ao sentir o primeiro jato de porra ela sentou de uma vez e o apertou dentro de si, fazendo uma pressão incrível que quase me fez perder os sentidos, se deitou colocando as costas no meu peito e aos poucos foi relaxando seu cuzinho e deixando meu pau escorregar pra fora junto com toda a porra que havia despejado dentro dela! Se virou montando em mim e me beijou devagar:

– Que mudança hein? Ainda tem mais pra me mostrar?

– Tenho mais umas coisinhas! – Respondi ofegante e exausto como poucas vezes costumo ficar.

Já estava tarde e infelizmente tinha que voltar para casa, nos despedimos e eu já estava dentro do metrô quando coloquei as mãos no bolso e senti algo diferente! Um cartão de visitas de um restaurante e no verso a caneta a mensagem:

“Te espero para um jantar especial, Vi! A próxima aula vai ser comigo!”

Bom… Acho que já tenho um próximo evento de gastronomia….

COMI A MINHA ALUNA DA FACULDADE

Era final de semestre na universidade. Com os resultados das turmas já definidos, eu e outros professores estávamos nos preparando para o período sempre indesejado, sobretudo por parte dos alunos, de provas finais.

No meu caso, estava contente pelo fato de que excepcionalmente naquele semestre as aprovações e reprovações se dariam de forma direta, sem necessidade de finais. Era mais uma semana que ganharia de folga no recesso das aulas, principalmente por morar distante mais de 100kM da cidade onde leciono.

No fechamento dos resultados, contudo, recebi uma mensagem inesperada de uma aluna me pedindo para reprová-la por faltas em vez de fazê-lo pelo seu rendimento nas avaliações.

Como as fotos do perfil da aluna que me escrevia sempre chamaram minha atenção no grupo criado para a disciplina, resolvi mais que atender sua solicitação: ofereci-lhe a possibilidade de fazer a prova final.

Na verdade, aquela aluna só havia assistido a uma aula depois que assumi a disciplina, desaparecendo no restante do semestre. E o motivo da minha curiosidade em relação àquele perfil é que as fotos usadas por ela eram um misto de enigmáticas e provocantes.

Seu rosto nunca aparecia em detalhe, ao contrário de outras partes de seu corpo, em especial seu rabo empinado e durinho, uma coisa de louco!

A pretexto de informá-la sobre os assuntos da prova e dar outras orientações gerais, iniciei uma troca de mensagens no privado, confesso que até de forma despretensiosa. Numa delas, dei a entender que era um professor muito benevolente e que não sentia nenhum prazer em reprovar ou massacrar os alunos em minha disciplina.

Afirmei que me comprazia com outras coisas, o que foi na verdade uma isca para testar a reação dela. Para minha sorte, ela quis saber que outras coisas eram essas que me davam prazer. Nesse momento, percebi que tínhamos interesses comuns e que valeria a pena explorá-los até ver onde isso iria dar.

Inicialmente, de uma forma cifrada, fomos revelando um ao outro nossos desejos, preferências e fantasias no sexo. Depois, quando já não tínhamos dúvidas do que estava rolando ali, passamos a ser mais explícitos.

Descobri, por exemplo, que ela amava ser fodida de quatro e respondi que pelas fotos do perfil não era difícil imaginá-la nessa posição, o que a deixou excitada. Ela afirmou também que o semestre havia sido muito cansativo e estressante e que uma prova final não seria a melhor forma de concluí-lo. Afinal de contas, havia outras coisas que ela dominava muito bem e que poderiam ser avaliadas por mim.

Naquele momento, defini como seria sua avaliação e já estava louco para conferir seu desempenho! Sugeri que nos encontrássemos na semana seguinte na casa dela, uma espécie de república. Como os outros moradores ainda não tinham indo embora da cidade, resolvemos marcar em um hotel onde eu ficaria hospedado.

Cheguei à cidade na noite anterior do dia combinado. Apesar de minha insistência para ela ir para o hotel naquela mesma noite, tamanho era o meu tesão e vontade de comê-la, ela disse que só iria na manhã do outro dia.

Passamos a noite trocando mensagens picantes, o que incluía vídeos e fotos, e ela foi se mostrando cada vez mais safada e fogosa. No final, disse que estava batendo uma siririca em minha intenção e finalizou mandando uma foto do resultado: aquele meladinho inconfundível entre os dedos!

Nos despedimos e tentei dormir, apesar do turbilhão de pensamentos e sensações que me agitavam naquele momento. No outro dia, após o café da manhã, fui à universidade para resolver algumas questões.

Quando já estava de saída, recebi uma mensagem dela, dizendo já ter chegado ao hotel e que estaria me esperando no quarto. Ela me disse também que estava nervosa e um pouco envergonhada, pelo fato de nunca ter feito isso antes.

Tentei tranquilizá-la dizendo que seria uma experiência extremamente prazerosa e relaxante. Um final de semestre do qual ela nunca mais esqueceria! No táxi a caminho do hotel até tentei jogar conversa fora, falando do tempo na cidade naquela manhã, mas meu pensamento já estava naquele quarto de hotel, imaginando minha língua, dedos e pau brincando entre aquelas pernas torneadas, aquele rabo delicioso e a bucetinha que a essa altura já devia estar se afogando na calcinha!

Cheguei ao hotel e fui direto para o quarto pelo elevador. Ao abrir a porta, me deparei com ela sentada sobre a cama, recostada nos travesseiros, pernas cruzadas para a frente e com as mãos mexendo na tela do celular. Ela usava camiseta e calça jeans, o que lhe dava aquele ar típico de estudante e me excitava ainda mais com a situação.

A exemplo dela, seria a primeira vez que eu faria algo desse tipo também. Perguntei se ela queria tomar ou comer alguma coisa, pois mais cedo havia separado algumas frutas, pães e bolos que foram servidos no café da manhã.

Mas nosso apetite naquele momento era de outra coisa. Para quebrar um pouco o clima de timidez no início, comecei a me despir, tirando os sapatos e minha camisa. Ela se virou e ficou sentada na beira da cama.

Me aproximei dela e ofereci ajuda para tirar sua camiseta, o que ela aceitou. Ela usava um sutiã azul rendado que cobria seus peitinhos deliciosos, revelados para mim num dos vídeos da noite anterior.

Brinquei que um dos itens da avaliação poderia ser sua habilidade em se despir de forma sensual e provocante, para ver se rolava uma espécie de streap na hora dela tirar a calça! Mas como ela continuava tensa, recusou minha proposta e pediu ajuda para tirar a calça também.

Dado o seu bumbum avantajado, a parte de trás saiu com um pouco mais de dificuldade, com meus dedos tendo que roçar em seu rabo lindo e durinho na hora de baixar a calça, o que eu adorei!

Ela estava com uma calcinha preta, que embora não fosse fio-dental, estava em boa parte enfiada, revelando suas curvas provocantes. Nos beijamos com ela ainda sentada na cama e pedi que se deitasse de bruços, pois queria lhe fazer uma massagem para aliviar aquela tensão toda.

Com ela já deitada, pedi que levantasse só um pouquinho para eu tirar seu sutiã e ela poder ficar mais à vontade. Comecei a massagem pelos ombros e costas e fui descendo aos poucos, sempre perguntando se estava gostoso ou se não estava fazendo pressão demais, para que ela me avisasse de qualquer desconforto.

Chegando ao bumbum, comecei a apertá-lo com as duas mãos, forçando-os um pouco para cima. Nesse momento, dava para ver seu cuzinho e os contornos da bucetinha cobertos só por uma pequena faixa da calcinha.

Como percebi que sua respiração tinha mudado e seus olhos se fechavam numa expressão inconfundível de prazer, continuei por um pouco mais de tempo massageando aquele rabo gostoso. Com a buceta já toda molhadinha, durante os movimentos da massagem comecei a ouvir aquele barulhinho dela se abrindo, fazendo uma espécie de estalido por conta da lubrificação.

Não resisti e coloquei a calcinha de lado, me lambuzando naquele mel, chupando e lambendo seu clitóris, buceta e subindo com a língua até o cuzinho. Ela dava uns gemidos contidos e erguia o corpo um pouco para trás enquanto eu a chupava, uma visão maravilhosa!

Nessa hora, meu pau mal se continha na cueca. Comecei a fazer pressão com ele ainda dentro da cueca contra a região do bumbum e da buceta dela, que a essa altura já mordia o lábio inferior e levantava a perna esquerda flexionada até a altura do joelho, para sentir melhor meu pau duro roçando em seu corpo.

Aquela estudante tímida e até um tanto travada do início já não existia mais, dando lugar à safada que havia me provocado até quase me fazer gozar na noite anterior. Com ela assim, já completamente entregue e dizendo o quão gostoso estava aquela massagem, resolvi tirar sua calcinha e pedi que se deitasse de barriga para cima (aliás, que barriguinha linda ela tinha!).

Sem delongas, comecei a fazer um oral nela, chupando com vontade aquela buceta quente e toda meladinha do primeiro gozo que ela acabou me confessando depois. Seu clitóris estava duro e firme, facilitando o trabalho da minha língua, que o lambia freneticamente.

Ao mesmo tempo, a mão dela já acariciava meu pau dentro da cueca, manejando com habilidade a cabecinha completamente dura e lubrificada, tamanha era a vontade de penetrá-la! Nessa troca de carícias, ele me masturbou com tanta competência que acabei não evitando o meu primeiro gozo.

Dei um pulo para trás da cama tentando segurar, mas já era tarde. Veio como jatos fortes e ritmados, enchendo o chão do quarto de minha porra grossa e quente. Mas apesar disso, ainda me sentia muito excitado e ela continuava ali, deitada de pernas abertas na cama, seu corpo numa espécie de súplica para fazê-la gozar.

Comecei a chupar sua bucetinha novamente e só parei quando a senti gozando em minha boca, uma delícia! Ela tentou retribuir o oral em seguida, até mesmo como forma de deixar o meu pau no ponto para comê-la de jeito. Deitei-me na cama e ela se abaixou de quatro entre as minhas pernas, empinando aquele rabo maravilhoso enquanto me chupava e encarava com um olhar que entregava completamente seu desejo de sentir meu pau entrando com vontade em sua buceta!

Contudo, o meu primeiro gozo havia sido muito forte e não consegui me recuperar prontamente. Resolvemos dar um tempo e enquanto isso ficamos ali deitados na cama, completamente nus e conversando sobre sexo, relacionamentos e até mesmo a rotina das aulas na graduação, achando graça da atitude de alguns professores e do caráter completamente inútil de certas aulas!

Pouco depois, talvez movidos por uma onda súbita de constrangimento por estarmos despidos, mas sem fazer sexo, resolvemos nos vestir de novo. Antes, porém, fui tomar uma chuveirada para relaxar.

Foi inútil dizer que a água estava uma delícia, pois ela só aceitou entrar no banheiro desacompanhada depois, o que respeitei sem contestar (parece que a menina tímida havia retornado). Mas não por muito tempo, para a minha felicidade! Depois de recusar-se pela segunda vez a beber ou comer qualquer coisa, ela se sentou na cama e me lembrou que ainda tínhamos tempo suficiente até que a diária do hotel vencesse.

Sem titubear, já fui me aproximando e lhe ajudando a tirar a roupa novamente. Na hora de me despir, peguei seu pé e o passei por cima da cueca, para que ela sentisse o volume que acabara de se formar em sua intenção.

Ela se deitou, tirou a calcinha e eu, já sem cueca, comecei a chupar seus peitinhos. Enquanto os chupava, passei a esfregar a cabeça do meu pau em seu clitóris, usando-o como se fosse um dedo para masturbá-la.

Ao mesmo tempo, enfiei o dedo médio em sua buceta quente e totalmente encharcada de tesão, sem parar de estimular o clitóris com a cabeça do meu pau e chupando com desejo seus lindos peitinhos.

Não demorou muito até sentir o seu gozo de novo, com sua buceta parecendo querer engolir o meu dedo! Pedi então que ela ficasse de quatro e comecei a meter em sua bucetinha sem parar. Dizia que comê-la daquele jeito era muito gostoso, ao que ela respondeu que eu é que era gostoso, o que me encheu ainda mais de tesão, aumentando a frequência das metidas!

Pouco tempo depois, ela explodiu em outro orgasmo, o quarto daquela manhã! Na verdade, ela já havia me advertido na noite anterior que costumava gozar muitas vezes na transa e que eu não deveria me preocupar se parecesse que ela estava louca nessas horas!

Só não podia imaginar que seriam tantos gozos assim! Depois de comê-la de quatro, pedi que ficasse de ladinho, para comer sua buceta sentindo e vendo aquele rabo por um outro ângulo. Comecei a meter com vontade e ela agarrou-se aos travesseiros enquanto minha mão apertava seus peitinhos. Depois de um tempo, ela me disse a frase fatal: “goza assim”!

Acelerei as metidas e sem muita dificuldade gozei dentro daquela bucetinha, sentindo seu rabo delicioso pressionando minha região pubiana. Era o fim da avaliação e ela foi aprovada com louvor! Nos despedimos depois, e mesmo sem falar nada a respeito, já não podíamos esperar pelo início do próximo semestre…

por maribeto69