GOZANDO MUITO E GOSTOSO

Anônimo

Era uma tarde um pouco chuvosa em minha cidade… Ana me ligou dizendo que finalmente sairíamos para ir a um motel…Ana é um mulheraço, tem 27 anos, 1,68 mais ou menos e não é a mulher perfeita, porém tem um corpo bastante sensual, corpo normal e pele macia limpinha cheirosa…
Uma boca deliciosa e uma bunda que até então só havia sido fodida por um pênis uma vez (que ela não curtiu).
Todo agitado com a idéia de ter a mulher que eu estava a tentar conquistar por meses , eu até estranhei o fato dela me ligar “querendo sair..”

Bem, combinei então de nos vermos no em um barzinho bem sussegadoe depois , irmos a um hotel bem legal da região. Parecendo ser castigo combinamos às 17h30min, mas a chuva só a deixou chegar ás 19h00min; e isso, já havia me deixado um pouco impaciente.
Quando recebi sua mensagem dizendo que estava chegando, rapidamente, o volume em minha calça logo cresceu e o coração disparou…

Fui ao seu encontro, e na oprotunidade, há pude ver o decote que usava para mostrar seus seios fartos. Fui recebido com um delicioso beijo de língua, e ela, já me disse:
– Vvamos direto para lá porque hoje você será meu.
Entramos num táxi, e em cinco minutos chegamos ao hotel. Perguntei se era diária ou pernoite para a recepcionista, e a Ana já foi dizendo:
– Deixa aberto o tempo, quando sairmos você fecha a conta… E eu adorei a idéia. Pegamos a chave e subimos para o primeiro andar onde desde o corredor. Já enquanto subia pelas escadas as minhas mãos já se intrometiam em sua calça e tocavam aquela xana meladinha. Ao chegar ao quarto. longos beijos de língua (que boca aquela mulher tem), e eu, não agüentando mais passei sua mão sobre o meu pau, que mais parecia um pedaço de madeira sob o jeans.
Ela segurou firme e disse:
– Estou quase gozando já… Não perdi tempo a mandei soltá-lo e ela falou “que estava com vergonha”… Eu aonda com o cheiro do sabonete, pois havia acabado de tomar banho ao sair de casa, saquei de dentro do zíper o pedaço de madeira que seria utilizado naquela noite.
Ela olhou admirada. Logo a peguei pelos cabelos e forcei levemente sua boca em direção a ele. Ela fez que não desceria então puxei um pouco mais forte, e falei no ouvido dela:
– “Chupe, pois você será minha todinha hoje” e passando a língua em sua orelha e pescoço que a deixou toda arrepiada e mole. Desceu a cabeça e abocanhou meu pau. que boca deliciosa. Parecia uma xana. Quente, úmida e macia. Quase gozei só com esta abocanhada. Após o susto com minha atitude ela mamou e mamou meu cacete por mais de 5 minutos sem tirar da boca e falou:
– Estou para gozar..vem me comer por favor..

Coloquei-a de pé, tirei toda a sua roupa tão firmemente e rápido que quase a rasquei. E pude finalmente apreciar aquela xana toda depiladinha e toda molhadinha de um mel transparente e cheiroso. Soquei a língua bem fundo e ouvi seu primeiro gemido…
Virei ela para ficar de quatro depois de tirar toda a minha roupa e passei o corpo de meu membro entre sua xana e seu cuzinho rosado. Ela gemeu piscou. Foi a deixa que eu queria.. saí rapidamente desta posição e soquei a língua quente naquele cuzinho rosado mas não chupando e sim beijando de língua interagindo com a xana já vermelhinha de tesão que gotejava seu mel…

Lambi, soquei a língua bem forte e forcei com o dedinho. Ela gemia e pedia para ser comida porque ia gozar, mas a tortura continuou..Peguei-a pelos cabelos e a tirei da cama .. Fiz com se agachasse e mandei mamar meu pau enquanto eu andava de costas para o closet.. Ela foi andando e socando ate minhas bolas bater em seus lábios… Como eu gemi deliciosamente ao sentir todo meu pau naquela boca, e com aquela sua língua macia e quente lambendo minhas bolas….

Ana sentou-se na beirada da banheira ficando com uma das pernas na água, arreganhada com aquela xana na minha frente..Puxei de leve e deixei-a com a vulva e o anel do cuzinho aparente ..Soquei a língua no cú e na xana e fui novamente forçando a entrrada de meu dedinho.. Consegui introduzi-lo finalmente… Já passava de uma hora nestas preliminares e eu já perdia as contas de quantas vezes ela havia gozado. Meu pau até doía de vontade… Latejava e eu queria deixar meu leite dentro dela, invadir suas entranhas… Não agüentei tirei o dedo daquele cuzinho e a língua da bucetinha e encostei a cabeçorra da minah rola. Ela gemeu e pediu:
– Por favor, para não colocar sem camisinha. Eu lhe disse que estava somente querendo provocá-la. Fiz várias vezes menção de que socaria de uma só vez… Sai da banheira como um foguete e fui ao quarto, peguei uma camisinha de uva e voltei com ela já aberta na mão. Peqguei ela se masturbando e isso me deixou louco ..
Perguntei-lhe porque estava usando os dedos?
E ela disse: –
Não quero perder um só momento desta sensação, agora vem e me come ..quero gozar mais…

Eu não atendi seu pedido. Somente baixei a cabeça e comecei a chupar sua buceta, ela fechava os olhos, gemia e se contorcia (de olhos fechados). Aproveitei isso e coloquei a camisinha no pau.. Do nada, sem avisar puxei-a para frente, e me agachando, de uma única vez, soquei todo o pau naquela boceta… ela gemeu: ”aiiiiiiiiiiii filho da puta, me come, caralho. me fode assimmm, me faz gozar de novo… Eu já estava louca por sua rola meu macho…” segurei meu pau ali no fundo daquela buceta por quase um minuto forçando para dentro como se ainda tivesse mais a entrar. Como se minha virilha pudesse fodê-la também.. E ela querendo mexer ..fervendo… Gemendo e me xingando.. Tirei todo meu pau e vi o branco de seu gozo em volta de minha pica. Não resisti. tirei-a da banheira, levei-a para a cama e novamente investi sobre aquele cuzinho rosado, e tão difícil de ser invadido por meu dedinho..
Ela falou:
– “Filho da puta meu cuzinho você não vai comer, tentei uma vez e dói muito, não quero isso…” eu mandei ela calar a boca e falei que ela não curtiu porque o vagabundo que comeu o rabo dela não era eu. Ele não sabia como fazer uma mulher gozar por todos os poros.. E perguntei:
– Eu não fiz você gozar entes de entrar em você? Não fiz você gozar sem mexer meu pau… apenas entrando? Confie e deixe o resto comigo… Dei um beijo de Isis naquele cuzinho e senti ele piscando, implorando por ser invadido . após uns 20 minutos de chupadas, lambidas e dedadinhas..consegui introduzir dois dedos naquele cuzinho e não resisti coloquei a cabeçorra do meu pau naquele cu.ela gemeu, e quis sair.. pedi para que apenas relaxasse.

Fiz com que ela ficasse de joelhos bem próximo da cabeceira da cama. Mandei segurar na cabeceira e empinar a bunda. Fui lambendo, deixando úmida de saliva e forçando a cabeça. Por quase dez minutos fui amaciando aquela carne, e soquei a cabeçorra de meu pau naquele cuzinho. Ela gemeu e quis sair, mas não tinha para onde correr. ela amolceu e quis ficar de 4 mas o espaço era pouco.. Deixei-a ali de joelhos com a cabeça no meu pau vibrando em seu rabo e fui beijando suas costas, corpo encostado no dela, fervendo. beijei a nuca orelhas, fui descendo pela coluna ate meu limite e ela se arrepiava e gemia.. Mas dizia que tava doendo ..E eu dizendo que só empurraria mais quando sentisse que tava relaxada. Mentira! Eu já estava quase todo dentro daquele rabo.. Não agüentei, faltando pouco mais que 2 centímetros soquei de uma vez e vi a Ana cair desmaiada..Segurei-a beijei segurando aqueles seios fartos e gostosos nas mãos e puxei para minha direção..

Senti a bunda encostar em minha pélvis As costas em meu peito, senti aquele cheiro delicioso do seu cabelo e o coração acelerado dela e falei:
– Agora eu quero gozar..
E ela disse,
– Por favor, soca logo em mim e goza porque eu vou desmaiar, não consigo dizer se é prazer ou dor, mas estou molinha sem noção do mundo parece que não tenho chão. Me fode filho da puta, me enche de porra .. Come meu rabo como só você sabe. Eu bombei inicialmente devagar. Segurando firmemente pelos ossos de sua bacia. Fui sendo invadido por aquela sensação indescritível de orgasmo. Colocava ate encostar as bolas, devagar, e tirava, ate ficar só a ponta da cabeça bem rápido depois socava devagar. Ela mexia, gemia, gritava safadezas. Uns cinco minutos assim e não suportei .. Deixei um urro sair pelos lábios, mesmo sem querer, gozei e gozei e gozei até estremecer …e cair junto com ela deitada ao meu lado …

Meus testículos doíam de tanto que gozei, mas fiquei ali dentro sentindo seu rabo morder minha pica deliciosamente. Ela falando que me odiava porque arrombei sua bunda, mas que me amava porque comi o rabo e a fiz gozar…
Não acreditei e passei a mão em sua xana. Estava toda encharcada, não de mel, mas de gozo, puro leite branquinho cheiroso que passei em minha língua, e em sua boca…
Tirei meu pau daquele rabo gostoso, para ele se fechar, como se nunca tivesse sido fodido antes. Fiquei admirando ele fechando e disse:
– Que dali para a frente aquele cú seria só meu …Ela falou que não queria mais isso porque achava que sou casado e não poderia ser só dela.. Mas que como sentia meu pau duro eu não devia ousar deixá-lo ficar mole sem foder a sua bocetinha igual fiz no cuzinho.
Tirei devagar meu pau latejante daquele rabo. Surpresa: a camisinha não tinha nem um sinal de sujeira!

Tirei a camisinha e deixei a porra escorrer em seu rosto, seios e barriga. Deitei-a de frente chupei o mel de sua buceta por um tempo e levantei, pus outra camisinha e ficamos ali fodendo, de quatro no torno, em pé, de costas, de frente e atpe sentada na cabeceira da cama, até que não agüentando tirei o pau daquela buceta, rasguei a camisinha e deixei um jato de porra que saiu do meu pau jorrar por uns 30 centímetros acertando seu rosto. Ela não perdeu tempo sentiu o leite quente no rosto e já abocanhou meu pau, chupando-o, punhetando-o e mamando gostoso ele. Gozei a ponto de gritar, urrar e amolecer as pernas… Ana é sensacional, ela me faz ser mais que homem, me faz ser completo na cama. Gozou comigo por vezes que perdemos a conta. Já amolecidos, ela me pediu para ir embora, pois precisava ir trabalhar. Eram 22 horas ficamos ali por quase três horas nessa safadeza de foder, chupar e gozar..

Mas foi uma das melhores transas da minha vida.. seu cheiro me invadia.. Sua buceta linda e limpa, cheirosa,. seus lábios quentes, seu rabo gostoso.. Ela quer sair comigo mais vezes, e este mês, vamos ter essa chance…

A DOCE VAGINA DE LUIZA

Anônimo

O relato que passo a contar, aconteceu dois meses após ter desvirginado minha filha Sofia.

Todos os nomes são fictícios para que a vida intima das pessoas sejam preservadas. Luiza era uma coleguinha de Sofia que depois das aulas terem iniciado, passou a frequentar quase que diariamente nosso apartamento. Tinha um corpinho que já delineava o quanto iria fazer os homens suspirarem. Loirinha, 1,58 cm, olhos verdes, bundinha redondinha e arrebitada, cinturinha fina, seios pequenos, um par de belas coxas e um pezinho lindo. Enfim, uma ninfeta que me deixava de água na boca. Era filha temporão de um casal de paranaenses. Por ser filha única, tinha todas suas vontades atendidas pelos pais. Mesmo assim, era muito tímida com relação ao sexo oposto. Bem vamos ao que interessa. Certo dia recebi uma ligação do Alceu, pai de Luiza, perguntando se ela podia passar uma semana em nossa companhia, justificando seu pedido dizendo que ele e a esposa, teriam que viajar até sua cidade de origem, para assinarem alguns documentos referentes a venda de suas terras e como Luiza não poderia viajar devido as aulas, não via outra alternativa que não fosse contar com a nossa colaboração. Aquele pedido foi como um presente, pois há muito planejava sentir o gosto de Luiza. Respondi que não tinha problema algum, pois Sofia iria fazer companhia a amiga, durante o tempo que estivesse em nosso lar. Dito isso, Alceu disse que naquela noite mesmo iria deixar Luiza conosco. Durante o almoço, contei a novidade para minha esposa Lídia, que depois de ter participado de vários menages com nossa filha, já antevendo o que poderia acontecer, olhou com um sorriso sapeca e perguntou quanto tempo levaria para iniciar Luiza nos prazeres sexuais. Respondi que dependia do grau de interesse dela, mas talvez ficando a sós comigo por uns dois dias… Lídia apenas me deu um sorriso e disse que iria bolar algo. Por volta das sete horas, Alceu chegou com a filha e Cláudia sua esposa, que por sinal era muito bonita, apesar da idade que depois fiquei sabendo ser 42 anos. Alceu fez as recomendações de praxe à filha e se despedindo, deixou nosso apartamento. Sofia muito alegre, pegou a mala de Luiza e chamou para seu quarto, onde eu já tinha colocado uma cama de campanha. Durante o jantar, conversamos sobre várias coisas, mas sempre Luiza respondendo as perguntas por monossílabos. Depois convidei todas para assistir um filme, só que Luiza dizendo que estava um pouco cansada, pediu licença e foi para o quarto tomar um banho antes de dormir. Sofia ao observar meus olhos para sua amiguinha, disse que a mesma era virgem, mas que já havia lhe perguntado algumas coisas sobre sexo. Dei uma piscadinha para ela, levantei-me e me dirigir para o seu quarto. Lá chegando, escutei o barulho do chuveiro e não resisitindo fui olhar por cima do box. Luiza estava lavando os cabelos e com isso havia fechado os olhos, portanto não poderia me ver. Estava de frente para mim e pude ver sua bucetinha quase sem pelos, com o clitóris saliente. Meu pau a esta altura estava para estourar dentro de minha bermuda. Retirei-me do quarto e ao chegar na sala, tanto Lídia quanto Sofia perceberam o quanto eu estava excitado. Lídia me dando um grande sorriso, disse que iria tomar um banho e me esperaria na cama. Sofia com um ar matreiro, disse: papai coma a mamãe bem gostoso, pois eu vou levar Luiza para vê-los trepando. Aquelas palavras me deixaram mais tesudo ainda. Chegando ao quarto, Lídia já estava deitada de bruços e só com uma tanguinha enterrada na bunda. Abri a porta do armário que tem um espelho e posicionei de forma que pudesse ver quem estivesse olhando da porta. Tirei minha roupa e fui logo lambendo aquelas carnes macias. Afastei a tanguinha para o lado e comecei a lamber sua xotinha molhada. Subi para o cuzinho e meti minha lingua naquele buraquinho delicioso e piscante. Lídia gemia e pedia: vai meu macho lambe, mete a lingua no meu rabo, lubrifica bem pois eu quero levar rola até não aguentar mais. Neste momento, vi Sofia pela fresta da porta. Piscou o olho para mim e puxou Luiza para o seu lado a fim de que ela pudesse nos observar. Lídia também viu e arqueando a bunda pediu: vem amor me enrraba gostoso, me arromba com esse pau gostoso. Não me fiz de rogado e lubrificando o pau com seu suco vaginal, fui enfiando a pica bem devagar, olhando para Luiza, que de boca aberta, via pela primeira vez um homem nú. Sofia muito esperta, comecou a passar a mão nas costas da amiga, que perplexa com a cena, não esboçou reação contrária. Depois de ter enfiado toda minha rola no cú de Lídia, comecei a fazer movimentos ritmados de vai-e-vem, ao mesmo tempo que apertava os seus mamilos e tocava uma siririca em sua buceta. Vai gostoso, me arromba, me fode, me rasga que eu estou gozando, me enche de porra e eu acelerei as estocada, batendo meu saco na sua buceta e por fim despejei uma boa quantidade de porra em Lídia. Tirei o pau e propositalmente virei-me para o rumo da porta de olhos fechados e pedi a Lídia que completasse com uma chupada em meu cacete. Ao abrir os olhos não vi mais as meninas na porta e deitando ao lado de Lídia, disse que tinha sido uma foda maravilhosa, o que Lídia concordou. Dormimos os dois nús. Acordei uma hora mais tarde com um grito vindo do quarto de Sofia. Levantei-me e na ponta dos pés fui ver o que era. A luz estava acesa. Olhei pela fechadura e vi Sofia chupando a buceta de Luiza. Bela sacana minha filha, foi mais rápida que eu. Luiza estava desfalecida, certamente devido ao orgasmo proporcionado por Sofia. Como se soubesse, minha filha olhou para a fechadura e me deu um belo sorriso. Retornei para o quarto e voltei a dormir. No dia seguinte durante o café da manhã, Lídia disse que iria visitar sua tia que se recuperava da cirurgia que havia feito e só retornaria no dia seguinte a noite e como as meninas tinham aula não poderiam acompanhá-la, pedindo-me que tomasse conta das coisas até sua volta. Concordei e disse que iria ligar para o escritório, avisando que não iria trabalhar naquele dia. Sofia vez ou outra olhava para Luiza e piscava, fazendo com que ela ruborizasse, mas respondia ao sinal. Luiza retirou-se da mesa e foi até o quarto, enquanto isso perguntei a Sofia se havia falado alguma coisa sobre nós. Sofia riu e disse que Luiza havia perguntado se era comum ela ficar olhando eu e sua mão fuderem. Disse que sim e que não tinha problema algum e que já havia até participado das transas. Perguntei qual foi a reação? Luiza disse que ela ficou tão excitada que começou a se masturbar e foi neste momento que ela pediu para chupá-la, fazendo-a gozar e gritar. Sorri para minha filha e pedi que a tarde desse um jeito de fazer Luiza dormir e em seguida se retirasse. Sofia sapeca como é, concordou apenas com a primeira parte, pois queria ver-me arrancar o cabaço da amiga. Como não havia outro jeito concordei. A tarde, por volta de três horas, eu estava em meu quarto dormindo, quando sentir Sofia deitar-se sobre mim e me beijar na boca. Levantou-se e disse que estava na hora e me puxou para o seu quarto. Ao entrar, quase tive um colapso, Luiza esta dormindo nuazinha na cama de Sofia, sua bucetinha pequenina, com uns parcos pelinhos loiros, me deixaram logo de pau duro. Sofia entrou no armário e lá ficou escondida. Me aproximei de Luiza, tirei meu short, sentei-me na cama e lentamente fui passando as mãos em sua bundinha, comecei a beijar sua costa e pescoço. Luiza tinha o sono pesado. Abrir suas nádegas e admirei aquele cuzinho rosado, virgem e perfumado. Passei a língua de leve, detendo-me na entradinha e enfiei a ponta da língua. Neste momento Luiza gemeu e acordando, virou-se de frente e ficou espantada com a minha presença. Perguntou por Sofia e eu respondi que ela tinha saído para comprar umas coisas para o nosso jantar e iria demorar mais ou menos uma hora. Luiza não parava de olhar para minha rola. Pediu que eu não fizesse nada com ela, pois era virgem. Respondi que não iria fazer nada que ela não quisesse ou que a machucasse, mas gostaria de poder tocar sua bucetinha e dar-lhe o mesmo prazer que Sofia tinha lhe dado e até mais. Ela percebendo que eu tinha visto tudo, baixou a cabeça e abriu as pernas, em um consentimento mudo. Comecei a beijá-la no pescoço, no rosto, na testa e dei-lhe um beijo na boca com bastante carinho, e ela correspondeu enfiando a língua em minha boca. Apertei os biquinhos eriçados de seus peitinhos, lambi, mordisquei e pus o direito todo em minha boca sugando; uma hora de leve outra com força, o que tirava de sua boca palavras desconexas e gemidos de dor e prazer. Fui descendo minha lingua até sua barriguinha lisa, passando pelo umbigo e chegando até sua rachinha totalmente úmida. Abri bem suas pernas e comecei a lamber os pequenos e grandes lábios, lambi o grelinho entumescido e a fiz chegar ao primeiro gozo e fazendo movimento circulares com a pelvis, melou todo o meu rosto com seu gozo gostoso, gozo de mulher virgem. Em seu ouvido, disse-lhe que agora iria lhe mostrar outra forma de prazer. Que iria doer só no começo mas logo passaria a ser gostoso. Ela olhou para mim e apenas pediu que fizesse com carinho. Levantei suas pernas, pondo-a em posição de frango assado, lubrifiquei meu pau com seu suco e coloquei minha pica na entrada de sua xotinha. Fui enfiando até sentir a resistência do hímem e dei uma estocada, arrancando um grito de Luiza e sentindo que o cabaço havia rompido. Luiza chorou e disse que tinha doido. Disse-lhe que o pior já havia passado e agora seria só prazer e beijando sua boca, fui enfiando o resto de minha rola naquela grutinha apertadinha, que se contraia a ponto de ter a sensação de que a qualquer momento iria torar meu pau. Quando senti meu saco encostar em sua bunda, parei uns minutos, retirei minha boca da sua e comecei a sugar seus peitinho. Luiza começou a suspirar forte e mais uma vez gozou contraindo os músculos da xaninha. Comecei a fazer movimentos lentos, tirando e botando o pau em sua buceta. Luiza dizia: como é bom, como é gostoso, se soubesse que seria assim já teria fodido com você a mais tempo, me come, me come como você comeu a Sofia. Escutando aquelas palavras, comecei a fode-la com mais força e rapidez, e quando estava para gozar, tirei o pau de sua buceta vendo o sangue de seu cabaço sair, e, puxando sua cabeça disse: agora fofinha você vai engolir o meu leitinho todinho e pus minha pica em sua boquinha, gozando uma quantidade enorme e ela engolindo o que dava, por fim retirei de sua boca e dei as últimas ejaculadas em seus peitinhos. Cansada, Luiza deixou-se cair na cama. Neste momento, Sofia saiu de dentro do armário e sorrindo, aproximou-se de Luiza e lambeu toda a porra que tinha em seus seios, indo acabar beijando a garota e sugando a porra da boca de Luiza. Depois deitou-se na cama e abriu as pernas dizendo: papaizinho se acha que já terminou está redondamente enganado, vem me chupa gostoso, me faz gozar que eu estou muito tesuda. Como faço tudo que minha filhinha quer, passei a chupá-la. Meti um dedo em sua xaninha molhada e depois enfiei em seu cuzinho, tirando e botando, até que ela gozou. A esta altura meu pau já estava duro de novo e Sofia vendo-o assim, chamou Luiza para perto e começou a chupá-lo juntas. Quando o meu pau já estava todo melecado, disse: agora Luiza fica de quatro assim como eu. Luiza sem entender direito obedeceu. Eu já sabendo o que Sofia queria, fui para trás das duas e me posicionei para comer o cú de Sofia. Enfiei com tudo e iniciei um vai-e-vem alucinado, olhando para o furinho de Luiza. Sofia com as estocadas fortes e a siririca em sua buceta, gozou e arriou na cama. Peguei o pau já lubrificado, e coloquei minha tora na entrada de Luiza, segurei-a pela cintura e a vontade era tanta, que não me segurei e enfiei com tudo em seu rabinho. Luiza gritou e pediu para eu tirar. Não dei ouvidos e fui enfiando cada vez mais e vendo o seu cú ser arrombado. Luiza chorava e gemia ao mesmo tempo. Sofia começou a fazer siririca nela e ela começou a relaxar. Comecei a me movimentar com mais rapidez naquele cú apertadíssimo, vez ou outra as estocadas eram tão fortes que literalmente levantavam Luiza da cama. Sofia dizia: fode papai come o cú dessa putinha, arrebenta com as pregas dela, enche essa bunda de gala que ela esta gostando. Não aguentando mais, gozei dentro de Luiza, como jamais tinha gozado em uma mulher. Tirei o pau e pude ver o buraco que aos poucos foi se fechando. Perguntei: Luiza estava tudo bem, você gostou? Sim, gostei agora posso dizer que sou uma mulher, mas deixa só me recuperar que eu quero mais. Sorri para Sofia e me lembrei de Lídia, e em meus pensamentos, me imaginei comendo as três logo, logo.

PERDENDO A VIRGINDADE DE FORMA HUMILHANTE

Lucas

Eu sou lucas, tenho 18 anos anos e vou contar como perdi a minha virgindade no final do ano passado. Havia terminado o terceiro ano do ensino médio, particularmente eu era um aluno excluído que sofria muito bullying e era perseguido, o fim da escola para mim significava a saída do inferno. Tinha terminado a escola e estava no período de férias, mas tinha uma festa de despedida na casa de campo de um dos alunos, eu não pretendia ir mas a garota mais linda da sala me chamou e eu gostava dela, então aceitei. Afinal eu era um loser, fracassado e indefeso, mas era um cara bonito, magro, de olhos verdes e cabelo curto, talvez eu teria alguma chance com ela. A festa começaria a tarde e iria até o dia amanhecer, notei apenas duas mulheres que não eram da turma e não lembrava delas na escola, aparentavam ter uns 20 e poucos anos. Quando era umas 16h horas, um cara que sempre me sacaneou e infernizou na escola, chamado Douglas, chegou com o grupinho de amigos e me levou para o meio de todo mundo, eles pediram para eu dobrar meus braços e colocar dentro da manga da camisa. Eu não quis mas eles começaram a prender meu braço na manga da camisa a força, e quando conseguiram me colocaram em pé no meio de uma mesa de centro. Foi tudo muito rápido, Douglas chamou todo mundo e disse que eu tinha algo para mostrar, então ele desceu a minha calça junto com a cueca na frente de todo mundo.

Eu fiquei sem reação, só senti as minhas roupas descendo pelas minhas pernas e quando olhei para baixo vi os meus bagos, foi um segundo de silêncio até o mundo explodir em gargalhada e gritos. Olhei para todos os lados e via as garotas que estudaram comigo rindo até não se aguentarem, celulares apontados pra mim e o olhar de deboche de todo mundo. Cabe aqui uma descrição dos meus genitais, eu tenho pênis grande, grosso e cabeçudo, é daqueles que mesmo mole são grandes e cresce pouco quando endurece (ereto mede 18cm) e o meu saco é grande, murcho e pendurado, isso explica o uau de algumas na hora que viram. Mas ter bons genitais não me livrou da vergonha de mostrar eles para a minha turma de escola, foi vergonhoso, constrangedor e humilhante. Antes de ir eu havia depilado completamente toda a região íntima, como costumo fazer, mas senti falta dos pelos pubianos para me cobrir pelo menos um pouco. Com os braços presos, a única coisa que eu podia fazer é ficar parado mostrando, mas tudo piorou quando acabaram com a minha virilidade e masculinidade: me viraram de costas e abriram as nádegas da minha bunda para expor o meu cu. Me desceram de lá, tiraram a minha camisa e a calça e a cueca dos meus pés, eu não pensei usar a mão para tampar as minhas partes, eu fui brigar com o Douglas mas me seguraram: um segurou um braço, outro veio e segurou o outro braço, o mesmo as pernas, e então eu estava deitado no ar segurado por eles, e eles abriram as minhas pernas o máximo possível.

Depois do espetáculo da nudez, subiram comigo para um quarto e trancaram a porta, aquelas duas garotas desconhecidas estavam lá, uma loira e uma morena. Douglas apenas disse que eu deveria agradecê-lo e mandou elas começarem, e então elas começaram a tirar a roupa, o meu pau involuntariamente começou a endurecer quando os peitos da morena ficaram de fora, quando elas terminaram meu pau estava duro como um mastro. As duas eram bonitas e muito gostosas, tinham peitões grandes, coxas grossas e bundas grandes, malhadas e empinadas, fora que eu não conseguia parar de olhar a buceta delas. Perdi a vergonha, me soltaram e eu fui nelas, passei a mão nelas todinhas e elas pegavam na minha piroca e no meu saco, a morena ficou de joelhos e pagou um boquete rápido enquanto eu chupava ou peitões da loira.

E eu era virgem, era a primeira vez que eu sentia uma boca sugando a minha rola, a língua dela passando… e ela revesava, ora lambia as minhas bolas e ora chupava o meu pau. Boquete é a melhor coisa que existe. Deitei na cama, e a loira sentou com a xerecona dela na minha boca, dava pra sentir o cheiro de buceta no meu nariz, chupei ela com tudo enquanto a morena me punhetava de uma forma muito melhor do que eu mesmo e lambia a cabeça da minha piroca. Bem, um cara virgem experimentando tudo isso de uma vez e sem esperar não deu outra, soltei um jato de porra e continuei gozando, até hoje sonho com aquela gozada. Foi tanta porra que saiu que os caras ficaram impressionados, sujei a cara da gostosa morena. Ai foi aquela sensação boa de alívio enquanto o pau amolecia, e por outro lado ouvi zoações por ter gozado sem meter, mas uma coisa eles deixaram bem claro pra mim: elas eram putas pagas e aquilo tudo foi para eu transar, e eu só teria minhas roupas de volta e só poderia ir embora depois de meter nelas e gozar dentro. Eles filmaram tudo e colocaram na TV para todo mundo ver.

Só que agora eu estava diferente, fui para onde estava todo mundo, peladão e todo a vontade, como se estivesse sozinho em casa. O buraco da cabeça da rola ainda estava pingando sêmen, ouvi algumas zoações mas estava tudo bem, como eles já tinham visto tudo não tinha mais a gritaria e gargalhadas, apenas risinhos de vez em quando, fiz até um pirocoptero para as mulheres. Duas horas depois eu resolvi que iria transar com as putas, mas não no quarto e de portas fechadas, mas no meio sala e na frente de todo mundo. Elas tiraram a roupa e eu pedi a loira para me masturbar enquanto dava dedadas na xana dela e chupava a buceta da morena, e quando ficamos devidamente excitados partimos para o sexo. Agora todo mundo olhava surpreso e curioso, pareciam estar excitados com a cena, a sala estava em silêncio. Deixei a morena na posição frango assado, com as pernas abertas e coloquei a cabeça do pau. Fui entrando devagarzinho e sentindo aquela vagina quentinha engolindo a minha rola, que sensação deliciosa… enquanto metia nela eu chupava a rachada da loira que estava em pé quase sentada na minha boca. Comecei metendo bem devagar e demorou um pouco para a puta começar a gemer baixinho, então a velocidade foi aumentando, até que quando terminei de comer ela eu estava na potência total, cavalgando nela. Mas eu não gozei, ainda tinha para loira também. Sentei e coloquei ela no meu colo e fiz ela quicar, com ela eu já comecei um pouco acelerado, e minha boca grudou no mamilo dela enquanto isso, mamei naquelas tetas grandes com vontade. Então coloquei ela de quatro e continuei castigando o bucetão dela, metendo com força, e de curiosidade abri a bunda dela pra ver o cuzinho rosa dela. Como eu já tinha gozado e muito antes, demorei para gozar dessa vez, levando em consideração as duas eu fiquei uns quarenta minutos só metendo, mas enfim eu podia sentir os jatos de porra saindo, e gozei dentro mesmo, como haviam pedido.

Depois do sexo me entregaram a roupa mas não fazia diferença nenhuma, nem pra mim nem pra ninguém ali, então fiquei sentado desfrutando do relaxamento pós-sexo antes de me vestir. Depois dessa foda eu havia conquistado respeito onde não havia mais dignidade nenhuma, muitos caras me deram os parabéns e eu não sabia se partia pra dentro do Douglas e da turma dele ou agradecia. Acabei não fazendo nada, fui dormir para ir embora no dia seguinte de manha, ainda ganhei um boquete de despedida.

FELIZ ANIVERSÁRIO INESQUECÍVEL PARA MINHA ESPOSA.

Ksal menage

Estou de volta para contar a vocês uma surpresa que fiz para a Cintia no dia de seu aniversário, no ano passado (março de O aniversário da Cintia caiu numa quarta-feira. Nesse dia ela saiu mais cedo da empresa, eu cumpri o horário normal. Naquela manhã pedi para ela se arrumar que iriamos jantar para comemorar seu aniversário.

Cheguei em casa por volta das 19:30, ela estava “quase pronta”, dei aquela apressada básica (se não o jantar ia virar café da manhã). Terminei meu banho e comecei a me arrumar (Camisa, cueca, calça e sapato, em média 20 min.). Enfim, ela estava pronta, estava linda como sempre, tinha comprado um vestido novo, muito bonito (sem saber de nada, acabou acertando no modelito). Seguimos para uma cantina que ela adora, no bairro do Bexiga. Como sempre, comida maravilhosa.

Saímos da cantina por volta das 23:00. Quando entramos no carro, disse para ela: – Tenho uma surpresa para você, espero que goste. Ela riu e respondeu: – Vindo de você, meu amor, só pode ser coisa boa.

– Liguei para o Marcio (um rapaz que conhecemos no Club swing que frequentamos, stripper, muito gente boa) – Disse para ela.

– Sério?! Quer dizer que depois de um jantar desse, ainda vou ganhar duas pirocas?! O que mais eu quero da vida?! Você é maravilhoso! – Disse ela com os olhinhos brilhando.

Segui para o apartamento do Marcio, que fica perto de onde estávamos (para quem conhece Sampa, do Bexiga para a Consolação – praça Roosevelt – é um pulinho). Estacionei o carro num estacionamento em frente ao prédio e seguimos para portaria. Quando disse meu nome ao porteiro, já fui autorizado a subir. A porta do apartamento estava aberta, Marcio nos esperava à porta.

– Olha ela ai!! Parabéns!! Linda como sempre!! Linda e gostosa!!

Virando para mim disse ele: – E você meu querido, como está?! Niver da princesa!! Eu que tenho sorte, ela faz aniversário e quem ganha o presente sou eu. Estar com vocês é sempre muito prazeroso! Entra, vocês já conhecem a casa.

Marcio vestia um roupão preto, podíamos sentir o perfume do sabonete, seus cabelos curtos estavam molhados ainda.

– Vocês querem beber alguma coisa? Perguntou para nós. Recusamos.

Cintia não perdeu um minuto se quer: – Eu quero!

O que você quer princesa? Perguntou Marcio.

– Quero o meu presente! Essa rola deliciosa que está escondida ainda! – Disse ela, esticando os braços em direção a rola do Marcio.

Ele se aproximou dela, que estava sentada no sofá. Ela abriu a parte de baixo do roupão, que estava amarrado na cintura, deixando o cacete dele à amostra.

– Olha só que delicia de rola! – Disse ela, segurando o cacete e levando-o em direção a sua boquinha.

A rola do Marcio ainda estava mole, ela colocou a rola inteira na boca, mamando o cacete inteiro. Em poucos segundos a rola dele já não cabia mais na boquinha dela. Ela mamava com vontade, sugava como um filhotinho esfomeado. Chupava e batia punheta com a rola em sua boca. Tirava a rola da boca e apertava, fazendo minar o leite na ponta, lambia e engolia novamente. Soltou a rola e segurou ele pela bunda, mamava a rola segurando-a apenas com a boca (o que modéstia à parte, ela faz maravilhosamente bem).

– Princesa, a surpresa não ainda não acabou. – Disse ele, segurando-a pelas mãos e fazendo ela se levantar. Segurando a Cintia pelas mãos e, andando de costas, foi em direção ao quarto. Abriu a porta, o quarto estava escuro. – Feche os olhos. Disse ele. Ela não questionou, fez o que ele pediu. Entramos no quarto e ele fechou a porta. – Calma. Não abre ainda. Espera. – Disse ele.

De repente ela ouve: – parabéns pra você… Ela abriu os olhos e se deparou com mais 3 amigos nossos (todos strippers da casa e que já rolamos brincadeira) Marcos, Renato e Alex.

– Não acredito!! Vocês estão aqui também!! – Disse ela sorrindo feito criança que ganha seu primeiro cãozinho. Veio em minha direção, abraçou-me e beijou-me (eu sei que alguns vão dizer: – Vixe… chupou rola por tabela foda-se, faz parte da putaria).

– Amor você é incrível. Você me surpreende quando penso que não tem como me surpreender mais. – Disse ela, ainda agarrada ao meu pescoço.

– Princesa, vai brincar com seus presentes, vai. Aproveita. – Disse a ela, dando-lhe um beijo bem molhado.

Todos estavam pelados e de rola dura. Ela tinha 4 rolas para se divertir e dar conta. Eu jogaria de libero, dando suporte para aquele que precisasse sair por tempo técnico.

Cintia se colocou de cócoras, os rapazes fizeram um círculo ao redor dela. Ela mamava todos, revezando rola por rola. Rindo e se divertindo. O papo corria solto junto com gargalhadas. Alex era o mais moreno.

– Cintia; não vai morder minha rola! – Disse Marcos.

– Se ela morder e cortar, a gente corta um pedaço da rola do Alex e emenda. – Disse Marcio. (Alex era o pau maior da turma.

– Vai ficar lindo. Rajadinho! – Respondeu Renato.

As brincadeiras corriam solta entre eles e ela. Muita liberdade mesmo. Cintia dava uma mordidinha aqui e ali.

Alex deitou no chão e se encaixou embaixo dela e começou a chupar a buceta dela. Ela ainda estava de roupa. Seu vestidinho estava levantado até a altura da cintura, sua calcinha tinha sido posta de lado. Marcio curvou-se e puxou o vestidinho para cima. Marcos desabotoou seu sutiã e deixou que caísse ao chão. Ela chupava firme e forte, os 3 cacete a sua volta. Alex chupava sua buceta, suas mãos alcançaram seus peitinhos e os massageavam. Marcio puxou Cintia, colocando-a em pé. Alex aproveitou e segurou sua calcinha, descendo-a até seus pezinhos. Cintia, agora, estava só com seu sapato de salto, estava linda, salto alto e completamente nua, sua bunda esteva empinada, sua cintura ficava mais fina ainda.

Marcio foi em direção ao colchão (não tinha cama, o colchão estava no chão), esticou o braço e apanhou uma camisinha e vestiu a rola. Delicadamente trouxe a Cintia para cima do colchão e manobrou seu corpinho, deixando ela de 4. Os rapazes se ajoelharam a sua frente (um ao lado do outro). Marcio a penetrou.

– Puta que pariu! Que rola gostosa! – Disse ela quando Marcio empurrou a rola em sua buceta.

Marcio começou no vai vem. Seu corpinho acompanhava os movimentos dele. Os outros rapazes mantinham as rolas para ela mamar. Marcos deitou de atravessado no colchão e começou a mamar nos peitinhos dela. Sua mão foi até sua bucetinha e a brincar com o clitóris. Cintia gemia abafado com uma rola na boca. Marcio metia gostoso na buceta da minha esposinha.

– Caralho Cintia, como você deixa meter gostoso na sua buceta! – Dizia Marcio enquanto fodia a Cintia. Renato se levantou e sentou-se ao meu lado, num sofá que ficava num canto.

– Cara; é muito gostosa! Puta que pariu! Olha que linda! É uma delícia ver ela metendo! Ela mete muito gostoso! – Disse ele. Continuou – Entendo você aqui, só admirando, ela é maravilhosa! Olha só essa cinturinha! Que bunda linda! Parece um violão! – Renato estava extasiado vendo aquele corpinho sendo possuído pelos amigos.

Marcio, segurou-a pela cinturinha e enfiou toda a rola em sua bucetinha. Seus joelhinhos saíram do colchão, Marcio puxou Cintia com força para trás e explodiu dentro dela.

– caralho!!!! que delicia de buceta!!! – Dizia ele enquanto sua porra jorrava de seu mastro.

Marcio se levantou e veio em direção ao banheiro, tirando a camisinha do cacete, ao passar por mim, disse – Caralho! Gostosa para cacete! Puta que pariu!

Marcos saiu debaixo dela e pegou uma camisinha, vestiu a rola e deitou de barriga para cima, trazendo ela para encavalar-se nele. Ela foi sem titubear. Marcos alinhou a rola na entrada da buceta da Cintia, ela soltou o corpo e fez com que o cacete a penetrasse.

Minha esposinha safada, estava muito vagabunda, seus quadris se moviam para frente e para trás, subia e descia, alternadamente. Alex foi até eles, afastou as nádegas dela e deu vários beijos grego nela. A língua dele movimentava-se em círculos no buraquinho dela. Ele colocou camisinha e ajoelhou até dela, roçando a rola no cuzinho dela. Ela levou a mão para trás e barrou o rapaz. Virou-se para ele e disse: – Você não dá para entrar aí não, vontade não falta, mas, sua rola é muito grossa, só na buceta. Ele riu e entendeu perfeitamente, voltando a beijar o cuzinho dela.

Marcos acompanhava os movimentos do corpinho dela, metendo firme da buceta da Cintia.

– Eu vou gozar, Cintia! – Marcos jorrou na buceta dela. Ela sentou com vontade, engolindo a rola dele por inteira com a buceta. Marcos se levantou e seguiu em direção ao banheiro (Marcio estava sentado ao meu lado, no braço do sofá, assistindo a performance.

Chegara a vez de Alex, que virou a Cintia de barriguinha para cima, dobrou seus joelhinhos e apoiou – os nos ombros, arrumou a rola na buceta dela e soltou seu quadril.

– Caralho Alex! Que rola grossa! Encheu minha buceta de rola! – Disse ela abraçando-o pelo pescoço.

Levantei e fui até eles. Renato também veio comigo. Deitamos ao lado dela, eu do lado esquerdo, ele do lado direito. Enquanto Alex fodia sua bucetinha, nós revezávamos sua boquinha e peitinhos. Deslizávamos a mão pela pele macia de suas pernas. Fui até seu clitóris e comecei a acaricia-lo, podia sentir a rola do Alex entrando e saindo de dentro de sua buceta. Alex fodia, enfiando o tarugo inteiro dentro dela. Ela gemia gostoso, dentro da minha boca ou, dentro da boca do Renato. Suas mãozinhas brincavam com a rola de Renato e a minha.

– Quer porra!? Quer?! – Perguntou Alex.

– Goza! Goza dentro de mim! Goza! – Respondeu ela.

Alex empurrou a rola pra dentro dela e jorrou. O ritual era o mesmo; terminou, cai fora e abre a vaga

Cochichei no ouvido dela. Ela concordou.

Levantei e apanhei uma camisinha e vesti o cacete. Deitei de costas no colchão e puxei ela para cima de mim. Ela segurou minha rola na entrada da buceta e a engoliu, sua buceta estava quente e molhada. Começamos a foder. Renato beijava suas costas e passava mão pelo corpinho dela. Segurei a bunda dela e afastei suas nádegas.

Renato, já com o cacete encamisado, veio rapidinho para trás dela, curvou-se e beijou seu cuzinho lindo. Ouvi a voz de Alex ressoar pelo quarto: – Preciso afinar minha rola, só eu que não como cu nas surubas. Ninguém aguentou, até a gente que estava fodendo paramos para dar risadas. Mas, não perdemos o foco, o meu era comer a buceta da Cintia, Renato focava em comer o cuzinho dela, ela, bem, ela focava em se preparar para levar outra rola, dessa vez no cuzinho.

Alguém se movimentou no quarto (depois entendi o que aconteceu). Senti a rola do Renato entrando lentamente no cuzinho da Cintia. Sua rola entrando deixava a buceta dela mais apertada. Estava difícil para ele penetrá-la atrás, facilitei a vida dele. Tirei meu pau da buceta, deixando o cuzinho mais livre, ela gemia e puxava o ar por entre os dentes. Seus quadris se movimentavam num rebolado circular, lento e contínuo.

– Pronto, entrou, mete na minha buceta! – Pediu ela. Voltei a penetrar sua bucetinha.

Renato era um cara experiente com casais, as rolas entravam e saiam com movimentos sincronizados (quando uma entra, a outra tem que sair). Enquanto mentíamos nela, seus quadris continuavam a se movimentar, facilitando o movimento das rolas dentro dela, principalmente a rola do Renato, que estava em seu cuzinho.

– Puta que pariu! Que delícia! Tô recheada de rola! Que porra é isso!? Eu vou gozar! Vou gozar! – Disse ela, gemendo deliciosamente.

Não tivemos dúvidas, metemos fundo, Renato com maior delicadeza. Gozamos os três juntos.

As rolas latejavam dentro dela, sua bucetinha apertava minha rola em espasmos, Renato dizia a ela: – Isso! Pisca esse cuzinho delicioso com meu pau dentro! Caralho! Puta que pariu! Que putaria gostosa da porra!

Renato terminou de gozar, tirou delicadamente o pau de dentro do cuzinho da Cintia e, cumpriu o ritual, seguiu para o banheiro. Ela tombou de lado, eu não sabia o motivo, mas, cumpri o ritual, fui para o banheiro. Ela foi a última a se levantar. Marcio perguntou a ela: – Você quer tomar um banho, princesa. Ela respondeu que não, iria só se limpar (depois que acabamos nas brincadeiras, não ficamos por muito tempo, é o tempo de se limpar e seguir nosso caminho).

Ficamos no quarto esperando ela voltar. Ah! Sim! O ritual! Perguntei ao Marcio: – Por que depois todos vão ao banheiro?

– Cara, esse é o meu colchão, se alguém ficar de pau mole e cair porra nele, eu tô fudido. – Respondeu ele. (Está explicado o ritual?).

Cintia Voltou vestida e pronta para irmos embora. Deu beijos em todos.

– Meninos! Vocês são maravilhosos. Principalmente o meu marido, que me proporcionou uma comemoração maravilhosa.

Seguimos para casa. A quinta feira foi difícil, mas, estávamos lá, firme e forte atendendo nossos clientes com toda dedicação e profissionalismo.

Sim, como isso tudo aconteceu. Ela tinha comentado comigo que tinha fantasia de participar de um gang bang.

PROPOSTA INDECENTE

João

Não sou experiênte em contos, vou contar um fato real, talvez você goste. Me chamo João, moreno alto sou casado 7 anos, sem filhos, minha mulher tem uma irmã mais velha, Marta branca alta cabelos longos e preto, bonita de corpo e rosto, falsa magra, casada com Erick branco baixo, eles teem dois filhos, um casal.

Tinha uma dúvida que estava cobrando a um tempão ao meu cunhado Erick, e ele sempre me dava desculpas, que iria acertar a dívida, que estava apertado pois bateu o carro e estava com prejuízos, combinava sempre uma data e chegava na hora nada.

Então eu chateado pois meu nome já estava sujo por causa dele, fui conversar com sua mulher, minha cunhada Marta sobre o assunto, na boa, ela trabalhava em um escritório e ganhava até mais do que ele.

Ela ficou surpresa pois não sabia que ele não tinha pago:

– Nossa João o Erick ainda não te pagou aquela dívida?!

– Eu: Não Marta, chato isso por que sujou meu nome.

– Ela: Vou dar um jeito, pode deixar…

– Respondi, tá bom.

Passado um tempo, de novo recebo várias ligações de cobrança. Novamente fui falar com minha cunhada, pois já tinha cobrado muitas vezes o meu cunhado, sem sucesso.

– Marta ainda não conseguiram quitar a dívida né?

– Ela: Aí João desculpa, não conseguimos mesmo, sabe o que é, estamos com umas dúvidas atrasadas também por isso deixamos de pagar o acordo, de novo, mas eu vou resolver, mil disculpas estou muito envergonhada!

– Eu: Entendi, então vou ver se eu pago, pois preciso do nome limpo para financiar minha obra e terminar minha casa.

– Ela: Aí cunhado desculpa mesmo!, se eu pudesse te ajudar em alguma coisa. Eu respondi, por instinto mesmo, vendo minha cunhada na minha frente, com uma carinha de manho e com um shortinho curtindo desse de casa.

– Respondi: Vou fazer uma proposta indecente pra você rss.

– Ela: Está louco menino, olha só!

– Eu: Calma cunhada brincadeira, brincadeira.

– Minha cunhada: hum, sei. Respondeu meio desconfiada.

– Respondi: Mas se quiser conversar sobre o assunto pode me chamar no telefone, fica somente entre nós esse assunto.

Pensei pronto, agora levo um tapa na cara, ou ela vai contar tudo para minha mulher, não passava nem agulha!, mas por incrível que pareça foi diferente, ela respondeu:

– João você é muito safado, mas eu não tenho coragem de fazer nada disso, vai embora vai, Erick vai chegar com as crianças.

Fiquei bem aliviado, fui embora.

Passou uns 1 mês e meio mais ou menos, um belo dia minha cunhada me manda mensagem:

– você está em casa João?, Eu respondi – – sim.

Eu trabalho a noite por isso fico o dia inteiro em casa.

Ela mandou outra: – – Vou passar ai com a Elaine, pegar um pote. Elaine é minha sobrinha, 11 anos, a cara dela.

– Eu respondi, tudo bem, deixa só eu tomar um banho, já te ligo.

– Ela: Ok.

Tomei um banho, coloco um samba canção somente, sem camisa, costumo ficar assim mesmo de boa em casa, e atendo elas.

Minha cunhada estava com cabelo rabo de cavalo, fica mol gata assim, e usava uma calça legging colada de matar, ela tem um corpão gostoso, sem muita perfeição pois tem filhos, mas que bunda ela tem!, toda empinada. Minha sobrinha usava sainha.

– Oi João, vim pegar um tapewere aqui que ficou com minha irmã.

– Minha sobrinha: Oi tio! Meu deu beijo no rosto, posso usar o banheiro?

– Eu: Pode, tá bom Marta, acho que é este aqui.

– Minha cunhada: Nossa, tem roupa não?! Dando uma risadinha.

– Eu: mol calor cara.

Isso era umas 15:00h

Senti ela olhando para o lado e para o outro e vendo onde minha sobrinha estava, e falou baixinho:

– Lembra aquele assunto?

– Eu: Qual?! Pois fazia um tempo.

– Ela: Aquela proposta, era sério?! Falando baixo.

Eu: – sim.

Marta: – Eu quero, mas com uma condição, fica em segredo total entre a gente! Nunca fiz isso antes.

– Eu tremi um pouco na hora, segurei na mesa, pensei: caraca vou comer minha cunhada gostosa!! Logo respondi sério, – Tá bom, claro, fica só entre a gente, sigilo total, falando baixo.

Ela olhando nos meus olhos disse:

– Tá bom, depois te mando mensagem, estou com a Elaine hoje, amanhã estou livre a tarde, a gente conversa tá. E saiu batendo o cabelo e rebolando um pouco. Oooo cunhada gostosa.

No outro dia… Minha cunhada me mandou uma mensagem: Oi cunhado, tudo bem? Eu: Tudo.

Ela: Aquele acordo ainda está de pé?

Eu: Sim, claro, com uma condição!

Ela: Condição? Que condição menino?!

Eu: Gostaria que vinhece aquí em casa, com cabelo amarrado tipo rabo de cavalo que você usa, de saia solta, curta e sem nada por baixo e, de salto alto, tudo bem?

Ela: Humm, tudo, deixa eu ver…

Ela: Eu tenho uma saia assim João de quando eu ia para igreja, mas está curta em mim, se eu abaixar um pouco da para ver quase tudo!

Eu: Não tem problema, é essa mesmo!

Ela: Olha que safado! Tá bom, vou colocar, daqui a pouco estou aí… morávamos próximo.

Eu estava ansioso esperando ela, já fazia meia hora e nada da minha cunhada, quando campainha toca…

E abro a porta…

– Oi João, tudo bem? Assim está bom?

E vejo a visão do paraíso, aquela mulher deliciosa na minha frente, cabelos preto cumprido amarrado, blusinha preta com decotão, sainha curta tecido fino meio vermelha meio florida, sandália salto alto.

Eu: Dá uma volta pra eu ver…

Ela virou… e desvirou rápido, segurando a sainha na parte das pernas, mostrando aquele volume de bunda, marcando todo o bumbum, estava sem calcinha mesmo, que visão…

Fechei a porta e não aguentei, fui logo agarrando ela tascando lhe o maior beijão de língua, empurrando ela contra a pia, apertando os seios gostoso dela, ela: – Calma, clama cunhado,vai rasgar minha roupa! Eu: Deuculpa, é que você me deixa doido, depois apertei gostoso aquela bundona dela sem calcinha e continuei a beijando e chupando os seios dela.

Ela:-Ai cunhado, ai.

Eu afastei um pouco e disse a ela, agora me chupa!

Ela ficou olhando pra mim, depois ajoelhou na cozinha e disse: Eu nunca coloquei a boca em outro homem e pegou no meu pau.

Começou um boquete maravilhoso, que boquinha gostosa!, eu segurando o cabelo dela rabo de cavalo e ela me chupando bem lento, meio envergonhada.

Depois de um tempo falei pra ela: – Levanta agora, fica de costas, se apoia na pia e empina a bunda, vou te comer todinha agora! Ela ficou olhando pra mim, depois levantou, se apoiou na pia da cozinha e perguntou: – Assim?! Eu: -Isso!

Levantei aquela sainha fina, encoxei com quelas coxas e rabão branco gostoso, me encaixei e penetrei naquela boceta linda da minha cunhada e empurrei devagar, ela já gemeu: Aí João

Fui bombando e bombando atrás dela e olhando pra ela com aquela carinha de prazer e manha com olhinho fechado… Ela só gemia:

– Aí, aí, aí, aí cunhado

– Ai, aí, aí

– Eu falava no ouvido: Vou te fuder todinha bem gostoso cunhadinha.

Ela: Aí, aí, ai, me come cunhado, ai, ai, aí, aí, me come igual uma cadela, aí, aí cunhado, ai, aí.

Eu já estava louco de tesão: Vou te comer cachorra, você é minha fêmea, é minha mulher agora! e socava fundo cada vez mais.

Ela: – Aí, ai, sou, sou, ai, ai, aí cunhado, que pau duro, ai, aí, ai…vou gozar, aí, aí…

Eu: vou te encher todinha, vou gozar dentro de você!

Ela: -Ai, não, aí, aí, aí, aí.

Eu segurei ela pelos braços empinada pra mim com aquele bundão gostoso com marquinha leve de sol e soquei bem fundo rugindo igual a um urso: Toma cachorra, toma!!! E gozei muito dentro dela, bem gostoso, até o final…

Que mulher gostosa.

Ela deu um suspiro e se afastou um pouco subindo a saia.

Depois me disse: – Foi só dessa vez tá João, eu estava precisando.

Após isso nos olhamos, e nos beijamos.

Ela foi no banheiro, depois voltou e disse: -Se você contar para alguém eu te mato viu!

Eu disse: Fica só entre nós, dando um tapa naquela bunda gostosa.

Ela: Aí!! Safado.

E foia embora, dando só um discreto tchau com um sorrisinho e rebolando a bunda.

GANG BANG INESPERADA

Zé Carlos /SP

Estávamos eu e Tânia, minha esposa, em uma praia paradisíaca no sul da Bahia onde fomos passar o fim de semana. Ela é uma belíssima morena (mulherão, segundo seus outros admiradores), 32 anos, mas com corpo de 20, toda proporcional, seios fartos e firmes, bunda perfeita, pernas roliças, irradiando alegria e usava um minúsculo biquíni que realçava mais ainda sua beleza, e provocava torcicolos nos homens ao passar se rebolando toda. Caminhamos um bom pedaço até chegarmos a uma muralha de pedras que invadia o mar. Propus a ela que passássemos as pedras pois com certeza não haveria ninguém do outro lado e nós poderíamos ficar totalmente à vontade ( Exibicionista, ela adora ficar nua, com ou sem platéia). Proposta aceita escalamos as pedras e já do outro lado nos acomodamos e tiramos nossos trajes ficando como Adão e Eva no Paraíso. Como sou fotógrafo amador, não esquecera meu equipamento e comecei a fazer um ensaio que não ficaria devendo nada aos que saem na Ele Ela; minha gata estava deslumbrante e excitada com a aventura, e não demoramos a nos tocar de forma mais e mais ousada até que nos acoplamos, com meu pau inteiro dentro de sua xoxota quente até explodir em gozo. Relaxados, corremos para o mar onde nos lavamos, brincamos e, voltando, nos deitamos ao sol para dourar nossas peles. Dormimos ali mesmo e despertei com um barulho vindo das pedras: eram vozes e ruídos metálicos que não conseguia decifrar ; sem dar tempo para nada surgiram um após outro quatro rapazes atléticos, vestidos com trajes coloridos de ciclistas carregando suas bikes incrementadas. Ao se depararem com o espetáculo da nudez de minha mulher, que ainda dormia de bruços deixando à mostra seu lindo traseiro e de soslaio os pelinhos que cobrem sua vulva macia, não puderam esconder sua satisfação. Os rapazes, que estavam visivelmente cansados pela travessia das pedras, tinham mais um bom motivo para dar uma paradinha e descansar. E foi o que fizeram . Ali a menos de dez metros de onde estávamos os quatro começaram a tiras suas roupas coloridas ficando só de sunga. A estas alturas despertei minha mulher avisando que não estávamos mais sós, para ver se ela se cobria, pois eles deram sinais de que não sairiam dali tão cedo. Nossas roupas estavam em uma sacola nas pedras e para alcançá-las teríamos que passar ao lado deles. Tânia então virou-se e, erguendo os joelhos expôs-se toda para os nossos espectadores; seu sexo úmido era um convite ao pecado e seus seios com os mamilos durinhos traduziam o que se passava no seu interior. De repente ela se levantou e disse com a maior tranqüilidade: “Vou dar um mergulho, você vem ?” ao que respondi desconcertado: “Não, vou tomar conta das nossas coisas”. E lá se foi ela rebolando, nuazinha, sorrindo ao passar no meio dos quatro garanhões que a estas alturas já estavam com as tendas armadas, mas ainda não se animaram a tomar nenhuma iniciativa. Voltando do mar Tânia, com a cara mais safada deste mundo, fez um cafuné no que estava mais próximo e disse “Não são umas gracinhas ?” e pegando uma toalha foi deitar-se um pouco afastada de onde eu estava, ficando de bruços e com as pernas entreabertas. Parece até que era uma senha combinada pois os quatro se levantaram e caminharam em sua direção já tirando as sungas deixando a mostra quatro poderosos cacetes totalmente eretos. Eu sem me dar conta do que fazia, corri para pegar a filmadora para um registro histórico: a primeira gang-bang ao vivo e com minha mulherzinha de protagonista. Tânia já estava envolvida pelas oito mãos e quatro bocas que a apalpavam e beijavam de maneira selvagem e indecente. Ela se esforçava para dar conta de todos, chupando ora uma ora outra pica e tendo todos seus buracos preenchidos, primeiro por dedos (muitos) e em seguida pelos quatro caralhos em uma sinfonia erótica, um balé pornográfico no qual eles se rodiziavam permanentemente, cada um entrando e saindo da boceta para a boca daí para o cú e de novo na boceta, sempre punhetando o que estava desocupado até que, um por um, todos gozaram copiosamente por cima dela que se esfoçou para sorver o máximo de porra lambendo cada pinto como se fosse o último. Deixaram-na prostrada na areia sorrindo lascivamente para mim, com a porra dos quatro escorrendo pelo rosto e pelo corpo e foram dar um mergulho! Eu não perdera um só lance filmando cada detalhe com closes incríveis, mas ainda não havia terminado! Os quatro atletas voltaram do mar e erguendo Tânia como um troféu e carregaram-na para o mar onde pude vê-la ser banhada pelas oito mãos e novamente penetrada no cú e na boceta sucessivamente por cada um deles, enquanto os outros três a seguravam com as pernas abertas para manter o equilíbrio nas ondas. Só depois de todos gozarem, desta vez dentro de seus orifícios arrombados, é que a trouxeram de volta, lânguida, quase desfalecida de tanto gozar. Com as pernas bambas que mal podiam andar, agradeceram a orgia, pegaram suas coisas, vestiram-se e, montando em suas bikes, seguiram seu caminho. Beijei minha mulher com carinho e tesão pois estava diante de uma verdadeira Fêmea e voltamos para casa com mais uma aventura para contar e um filme para revivê-la. Zé Carlos SP

Estagiária era uma cunhadinha do passado

Anônimo

Tenho 33 anos , 90 kg, 1,72 de altura pele branca, um cara normal casado a 8 anos, que não tem o mesmo sexo com sua esposa, sempre senti saudade das aventuras que fazia com minha esposa, mas com o tempo ela esfriou e eu fiquei com meus desejos guardados, mas tudo isso mudou quando eu que trabalho em um escritório sozinho, participei de um programa aqui de minha cidade onde cada MEI iria contratar um ajudante ou uma secretária, seria um programa de 3 meses em sistema de rodízio, os custos seriam pagos pela prefeitura e a cada 3 meses haveria um troca em um total de 2 anos sendo assim poderiam poderíamos experimentar vários tipos de perfis diferentes e poderíamos contratar se fosse o caso a qualquer momento.

Vieram os currículos porém como a maioria dos MEIs que tem em minha cidade são moto-táxi e mecânicos, a maioria pegou garotos e sobrou para mim  alguns garotos e umas garotas, como meu serviço se resume em atender telefone, anotar recado, mandar receber e-mail, não tinha muita restrição em quem contratar, peguei logo o currículo de uma garota que tivesse menos qualificação , pois logo pensei que seria uma pessoa que não teria muitas oportunidades com outro empregadores.

Milene era uma garota com suas 17 primaveras, diferente da foto do currículo ela tinha cabelo preto e liso, pele branca olhos castanhos claros, 1,50 de altura e devia ter , deve ter, uns 45kg, bem torneada, ela era familiar mas como em uma cidade de 40 mil habitantes , todos parecem familiar.

A Garota era muito prestativa e bem curiosa e atenciosa, aprendeu a fazer as coisa básica, eu gosto de ensinar desde que a pessoa esteja disposta a aprender, em uma semana ela tocava os afazeres dela sozinha já, eu estava bem satisfeito, passarem duas semanas e começamos a conversar, descobri que ela era a irmã de uma garota que namorei por uns 4 meses, na época ela tinha 8 anos, fiquei feliz e como já sabia onde ela morava eu passei a pegar ela e levar de carona, conversamos sobre a irmã dela que foi pra fora do pais e esse foi o motivo que terminamos, ela contou que a Mariane ( irmã dela) chorou muito quando a mãe delas mandou ela pra Austrália , que ela sempre dizia que gostava de mim, isso pro meu ego foi muito bom.

Inevitavelmente ela via minhas conversar com minha esposa e via que a relação não era uma coisa afetuosa, ela era um garota muito observadora, um dia ela comentou que iria em uma festa eu dando um furo enorme perguntei onde o namorado dela trabalhava , ela disse que não tina namorados, eu ainda brinquei dizendo que ela estaria perdendo tempo pois a juventude passa rápido, ela rebateu dizendo que os garotos são uns bobos, eu disse que era idade que no meu tempo de garoto eu também era, ela então falou algo que me gelou a espinha.

-Pelo que lembro bem, não era bobo não, o quarto da mana era colado com meu , eu escutava tudo e ainda mais quando vocês iam se despedir e eu podia ver vocês no muro, eu sempre via a mana rindo de orelha a orelha, e depois escutava ela contando tudo pra Priscila ( era a amiga de confiança da irmã dela).

Eu gelei na hora, foi um misto de prazer e vergonha, mas foi mais prazer que vergonha, passei o resto do dia só falando necessário, fui pra casa e mais uma vez não tive o sexo e  naquela noite eu estava a ponto de bala.

No outro dia pela manhã Milene logo entrou no carro me olhou deu bom dia e disse:

-Não precisa ficar envergonhado com o que eu falei ontem, você devia ficar feliz afinal foi um elogio.

Eu disse que tava tudo bem, convidei ela pra tomar um café e fomos pra o escritório, comecei a notar ela mais detalhadamente, que garota linda, bem torneada, bem comportada mas do estilo de mulher que se enlouquece na cama, comecei a lembrar da irmã dela que diga-se de passagem, fazia um oral com direito a garganta profunda e que engolia todo o leite , sem falar que adorava sexo anal, tanto quanto vaginal e como na época ela não tomava remédio e sempre estávamos procurando local pra fazer sexo, sabe como somos tarados na adolescência, acabávamos fazendo mais anal e oral, e ela nunca reclamou.

Eu já com o diabo no meu ombro e imaginando bobagens, puxei um assunto que acredite, eu estava na minha mesa em um pc e ela na mesa da frente no outro , conversamos pelo WhatsApp .

Eu: Então você via e ouvia e depois escutava tudo que acontecei entre eu e tua irmã?

Milene: Aham,

Milene:Não vai ficar encabulado.

Eu:Não , agora já passou mas o susto foi grande, e pensando que você falou que os garotos são bobos e eu não era bobo, penso que isso era uma coisa boa!

Milene: Claro que é seu bobo, acho que você seria meu cunhado se a mãe não tivesse obrigado a mana a ir morar com o pai.

Eu: Pois sé, eu tenho saudades, bons tempos, já se foram 8 anos , e depois que ela foi embora eu virei pai e me casei.

Milene:Não fala assim bobo, você é casado e parece ser feliz.

Eu: Só pareço, até sou na maioria dos aspectos.

Milene: Como assim?

Fomos interrompidos por ligações e eu até tinha me arrependido de ter puxado o assunto , mas logo ela me chamou no App e  o que mais me deu tesão foi que ela veio até minha sala falou sobre a ligação , mandou o e-mail trabalhamos por uns 30 minutos e não tocamos no assunto, dava uma sensação de segredo.

Milene: Qual parte você não é feliz?

Fiquei uns 7 minutos sem responder

Milene: Não quer conversar, tudo bem

Eu: Digamos que aquilo que você escutava, não acontece mais.

Milene: Como assim? é isso que entendi.

Eu: Calma, digamos que com tua irmã eu tinha um menu inteiro pra degustar em um bife livre e hoje tenho só o arroz com feijão e quando quero uma batatinha palha pra melhorar o prato , sou acusado de esganado, entende.

Ela deu uma gargalhada e seguiu.

Milene:Que homem aguenta comer só arroz e feijão e que mulher só cozinha um misero arroz e feijão pro marido?

Eu:Pois sé esse é meu mundo.

Esse dia ficamos só nisso e começamos a conversar nesse mesmo modo onde não tocávamos no assunto pessoalmente , só no virtual mesmo, não vou contar as pequenas conversas que tivemos ao longo de semana vou pular pra parte que os toques começaram, sendo que ela começou a ir vestindo roupas justas e cada vez mais ousadas na medida do possível sem parecer vulgar.

Ela estava de pé na minha frente e eu revisando umas papeis pra ela scanear, ai ela meio que sentou na mesa na minha frente, deixando as pernas dela ainda mas grossas, ela estava com um calça apertadinha e uma blusinha , eu fiquei olhando , e parei por uns segundos.

Milene: Que houve? ( mas sabendo que era pra ela que eu estava olhando)

Eu: ( já decidido que queria provar aquele corpo mas não queria estragar tudo) Sou um cara que vive de dieta e estou olhando pra um buffet de doces e salgados deliciosos.

Milene: Mas se é um buffet é só se servir ainda mais que deve ser livre.

Eu: (Sabia que ela ia me dar uma resposta positiva mas não tão agressiva assim) Livre é?Olha que eu sou bem esganado! hehehe

Milene: Acho que a dona do Buffet sabe bem disso pois ela conhece bem a fome do cliente e o que ele gosta de comer.

Quando ela falou aquelas palavras eu bem dizer ouvi ela dizer que sabia que eu ia querer anal, e oral sempre além do vaginal, afinal ela sabia de tudo que acontecia entre a irmã dela e eu.

Sem perder tempo eu parti pra cima dela, ela disse ainda que tínhamos que fechar a porta.

Fechei e como nosso serviço era virtual e telefônico, nem me preocupei em deixar a porta trancada. fomos pra cozinha e comecei e despir ela e deixei ela só de calcinha que ela uma estilo cuequinha sabe, que delicia, ela me olhou e disse que me queria pelado, quando ela baixou pra tira minhas calças e me chupou tão bom e fazia tanto tempo que eu gozei em menos de 2 minutos, ela não tirou da boca e seguiu chupando , que delícia de chupada e,ela chupou até eu gozar pela segunda vez , claro que era intercalava entre uma chupada e uma punhetada mas eu estava gozando pela segunda vez em meia hora, minha pica ainda dura, mas claro que deu uma pequena amolecida.

Eu então coloquei ela deitada sobre a pia e chupei ela, meu tesão foi as alturas pois a buceta dela era e é até hoje cheirosinha, eu estava com tanto tesão que eu já estava de pica dura, não acreditei que eu já estava com a pica a 100% mas eu sabia que aquela poderia ser a única vez que eu teria aquela mulher pra mim e fiz questão dela gritar de tanto tesão ela gozou 4 vezes que chegou a dar um soluço nela:

Milene: Eu nunca tinha gozado na boca de alguém, como é bom e forte.

Ela se virou de costa se escorou na pia e disse.

Milene: Mete vai mas vai devagar que eu só deixei uma vez entrar ai, mas eu sempre gozo com meu dedo na minha bundinha.

Eu: ( dando um de bom moço e boca aberta) como assim, vai deixar, serio?

Milene: Claro , ou você acha que eu tenho camisinha aqui, eu to no período ( fértil) então pra não vir nenê, vai ter que fazer como fazia com a minha maninha né safado, eu sei disso tudo também.

Olha ela muito apertado e eu senti que entrou bem apertado , mas ela tinha um fogo , pois eu encostei a cabeça da pica no cuzinho e dei uma pequena pressionada e fiquei batendo uma punhetinha e ela se enlouqueceu e começou a rebolar e a empurrar a bunda pra trás, mas cada empurrada ela dava uma soluçada e dizia sem parar assim.

Milene: Dor, ai, mas a dor é boa, ai dor, bom, empurra,ai, dor, é bom, é bom.

Que foda magnífica, deus uns 3 minutos eu gozei mas mantive ele dentro dela, ela demorou um pouco mas gozou forte, ela dava um gritinhos finos e rebolava feito a dança do tchã.

Eu sai dali e fui me lavar na pia, mas não estava sujo ( vocês sabem como que eu estou falando) na volta ela disse que queria chupar ele mais um pouco, ela me puxou pro banheiro e chupou ele por uns 20 minutos eu não gozei mas estava com a pica dura, ela ainda disse que pena que não tinha camisinha.

Depois que saímos dali ficamos conversando sobre o serviço e não tocamos no assunto, isso me deu mais tesão, no outro dia antes de pegar ela comprei camisinha, e quando chegamos no serviço eu disse que ela que tinha trazido camisinha, ela desconversou, eu não entendi, até que ela me chamou:

Milene: Tem camisinha, eu trouxe também…

Eu Vamos pra um Motel:

Milene: Quero aqui, como era com minha irmã, ela dava qualquer lugar e outra não sou mais virgem, deixamos motel pra outro dia, to indo pro banheiro fecha a porta.

Eu tranquei a porta e lá estava ela no banheiro de calcinha e nada mais , ainda a me olhar e disse:

Milene: Sei que gosta de foder a mulher assim.

Ela me colocou sentado no vaso, e rebolou de um jeito que cada rebolada a bunda dela mascava minhas bolas, depois que ela gozou duas vezes ela ainda levantou tirou a camisinha e colocou na bundinha e cavalgou de frente pra mim, dizendo que meu leite jamais iria cair fora, que ia ser sempre na bundinha, na boca que no máximo na cara dela, mas que nunca ia poro ralo.

Que delicia, nem acredito no que eu estava ouvindo.

Meus dias se resume nisso, ela é pervertida igual a mim, as vezes acho que ela lê meus pensamento, de manhã ela entra no carro e me chupa sem eu pedir, outras vezes ela some e só me manda uma mensagem dizendo que quer leitinho na bundinha no banheiro e lá esta ela.

BELA BUNDA

Anônimo

Sou casado e muito feliz com minha esposa. Porém nunca deixei de apreciar uma bela bunda. Minha mulher quando me conheceu já sabia da minha tara porém ela nunca gostou de anal e sempre respeitei. Ela sabe que quando passa um bundão eu olho.

No começo ela tentou me corrigir mas acabou desistindo. Onde trabalho tem uma colega que é deliciosa. Sempre paguei pau pelo seu rabo. Seu nome é Márcia. Tenho uma tara incontrolável por ela. Já bati várias punhetas pensando no bundão dela. Ela é casada, tem marido e filhos. Nas conversas descontraídas, de sua boca sempre saí besteiras, tipo: chupar pau, boceta, meu negócio é rola… Talvez seja por isso minha tara por ela. Gosto de mulher que fala besteiras voltado ao sexo.

Trabalhamos juntos há 16 anos e nunca tentei nada com ela. Só agora que meu tesão aflorou. Ela costuma usar umas calças apertadas que marca sua bela bunda e boceta. Tento disfarçar mas quando ela chega perto meus olhos percorrem pelo seu delicioso corpo. Ela várias vezes me diz que sou safado. Nunca tentei nada porque receava uma reação negativa e poderia me dar mal.

Preferia apenas contemplar e homenageá-la nas punhetas e no sexo com minha esposa. Certo dia de Janeiro estava eu na sala onde trabalho e a Márcia chegou. Estávamos só nós dois. Ela chegou, conversamos algumas coisas comuns e aos poucos foi se soltando e do nada ela me intimou.
– Toninho eu percebi uma coisa!
– O que?
– Você não para de olhar para minha bunda cara!
Gelei. Fiquei sem graça.
– De onde você tirou isso Márcia?

– Você pensa que não percebo é. No reflexo do vidro da janela eu vejo você olhando para minha bunda. Quando estou perto de você vejo olhando para minha boceta…
– Que isso Márcia!?
– Sou casada viu seu safado!
Já que ela começou emendei no assunto.
– Eu também sou casado. Olhar não arranca pedaço né!

– Tenta disfarçar pelo menos!
– Como Márcia? Desculpa, mas você tem uma bunda muito gostosa!
Ficou um silêncio. Continuei.
– Gosto de bunda e a sua é meu número.

Nossa conversa parou por aí pois tinha entrado mais algumas pessoas. Nossa amizade continuou normalmente. Ela ria da situação quando disfarçava para olhar para sua bunda e xoxota. Na primeira semana de Fevereiro a turma resolveu marcar um churrasco num sítio dentro do bairro onde trabalhamos. Fiquei taradão quando ví que a Márcia não trouxe seu marido e nem os filhos. Minha esposa também não veio comigo pois trabalha o dia todo. Bebida, churrasco, som rolando e piscina. Bom, na piscina poucos entravam e eu querendo ver a Márcia de biquine.

Depois de beber cerveja, caipirinha e vinho a Márcia estava mais solta. Cheguei perto dela e emendamos conversar. Algumas outras colegas também entraram no assunto até parar em sexo. A Márcia perguntou rindo para uma das meninas se ela já chupou um pau. Ela disse que não. Márcia então completou dizendo que adora chupar uma rola, que chupa do marido dela e etc. Foi só gargalhada. Ela então me pergunta se já fui chupado.
– Claro. Quando era solteiro sempre tinha uma boquinha mamando meu pau!

– Sua mulher não faz boquete?
– Faz sim. E muito bem por sinal.
Depois do papo quente nos dispersamos. Ví que a Márcia se dirigia para a piscina, que era um pouco afastada e não visível . Esperei um pouco e fui atrás. Quando cheguei ela estava dentro da piscina. Não vi se estava de biquine.Tirei meu calção e de sunga entrei também. Ela estava meio bêbada e eu um pouco melhor que ela.

– Tudo bem Márcia?
– Tudo. Vim me refrescar uma pouco. Quando misturo bebida fico mal pra caralho!
– Se precisar te levo embora!
– Sei. Só para tentar me comer né safado!
– Não pensei nisso mas se você deixar eu como!
– Deixa de ser safado Toninho!
– Você quem começou!
– Sossega o facho!
– Sossego se você deixar fazer uma coisa!
– O que?
– Deixar eu esfregar minha rola na sua bunda só um pouquinho!
– O que?!

– Por favor não aguento mais Márcia! Estamos só nós dois aqui. Ninguém vai ver!
– Me respeita. Nunca traí meu marido. Isso é errado!
– Eu também sou casado. Vai ser nosso segredo. E mais, será uma única vez!
– Deixa vai deixa…

Enquanto implorava a ela eu alisava me pau por cima da sunga. Ela percebeu e disse:
– Para de ficar pegando no pau alguém pode ver!
– O pessoal está lá encima. Eu quero só encostar nesse rabo lindo. Por favor!
Enquanto falava peguei em sua mão e levei no meu pau. Márcia tentou recuar mas seu desejo a traiu. Ela passou a mão, apertou um pouco e enfiou a mão por dentro da sunga.
– Viu como você me deixa!
– Ele é grosso!
– E está louco por você!
– Alguém pode ver e…

– Relaxa o pessoal não está nem aí com mais nada rsrsrsr
– Tenho medo de me arrepender depois!
– Prometo que não vou ficar no seu pé. Só se você quiser de novo!
– Tudo bem, vou deixar você me encochar mas sem penetração e sem tirar o pau da sunga!
Fomos para um canto da borda da piscina e Márcia então foi virando de costas para mim. Que imagem linda daquele rabo. Ela estava de biquine deixando sua bunda mais gostosa ainda. Fui encostando no bundão dela. Esfregava meu cacete com vontade naquele rabo.
ssssss aí Márcia que bunda macia sssssss

– Aaaaaaaa…que pau duro!
– É melhor a gente parar eu sou casada Toninho!
Ela tentou sair mas impedi. Não deixaria escapar aquela chance por nada. Continuei esfregando minha rola. Disfarçadamente tirei o cacete da sunga e apertei no rabão dela.
– Ei o combinado não era esse!

– Relaxa Márcia. Sua bunda precisa sentir o calor do meu pau!
Conforme esfregava Márcia diminuía a resistência e jogava a bunda para trás. Já decidido que iria comer aquele cuzinho afastei sua calcinha de lado e fui encostando a pica em sua bocetinha. Márcia até tentou impedir mas segurei firme no canto.
– Não isso não sem penetração caralho!
– Deixa eu comer essa bocetinha deixa!
– Seu pau é muito grosso vai alargar minha piriquita e meu marido vai perceber!
– Só um pouco!

A cabeça da rola já começava abrir caminho. Senti meu pau sendo agasalhado por aquela xoxota tão desejada.
– Aaaaaaiiii nãããão isso não pode estar acontecendo!
– Que delicia Marcinha. Foram tantas punhetas pensando nessa bucetinha linda!
– aaaaaaaaiiii…mete então seu filho da puta mete….

O medo de sermos pegos alí na piscina nos dava mais tesão. Socava fundo naquela buceta mas pensando no rabão dela.
– Depois vou comer o cuzinho tá!
– Não, o cuzinho não. Nem meu marido come você vai comer!
– Já era Márcia agora esse rabo é meu, pelo menos hoje!

Márcia rebolava no meu pau e gemia baixinho. Já estava entregue ao desejo. Era muito bom segurar naquela bunda linda e socar o cacete. Ela estremeceu e gozou rápido.
– Aiiiiii gozei… que pau gostoso…arromba minha bocetona seu tarado!
Estava quase gozando, era muito gostoso foder aquele boceta. Tirei o pau da bucetinha e encostei no cuzinho.
– Paaaaara…nããããããooooo…aaaaaaaaaiiiiii…

Com dificuldade fui colocando a cabeça da pica e fui deslizando para dentro. Que bunda. Achei que estava sonhando. Tanto tempo comendo aquela bunda na punheta e agora estava comendo com meu pau.
– Paaaaara Toninho seu pau é muito grosso. Só dei o cuzinho uma vez quando era solteira e não foi para meu marido, paaara!
-Relaxa, vou comer esse cuzinho!

– Se meu marido souber que dei a bunda ele me mata… sssss…aaaaaaiii…de-li-cia…
– Será nosso segredo…
O pau já tinha entrado metade. Comecei movimentar e sentindo o calorzinho daquele cuzinho delicioso e apertado.
– Que bunda Márcia, que delicia…

– …ai ai ai… sssssssss… come essa bunda então seu safado… já que olhava tanto para meu rabo hoje ele é seu aaaaaiiiiii…
Depois de socar o cacete naquele rabo delicioso anunciei que iria gozar.
– Ai Marcinha, vou gozar, vou gozar vou..aaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiii…
– Isso goza seu tarado, lobo mau…comeu meu cú né safado…

Nunca gozei tanta porra num cú. Fiquei colado no bundão dela sem tirar o pau. Depois de parados por alguns minutos tirei meu pau. Márcia ficou em silêncio meio que arrependida talvez. Afinal nunca traiu o marido. Saímos da piscina. Ela andava com dificuldade, estava com a bunda doendo de tanto levar rola. A maioria do pessoal já tinha ido embora. Para os que ficaram acabamos deixando irem deixando combinado que eu e a Márcia, arrumaríamos as coisas. Já que ficamos sozinhos Márcia fez um delicioso boquete e comi mais uma vez o bundão dela antes de irmos embora.

Continuamos amigos e mantemos esse segredo. Não transamos mais para evitarmos envolvimento maior entre nós. Mas valeu apena. Comi a bunda que tanto desejava.

A CHEFE RABUDA

Victor

Ultimamente, tenho evitado ficar em casa nos finais de semana e procurando algum evento que me chame a atenção em São Paulo. A variedade de coisas que tem por aqui, pagas ou não é bem grande e escolho sempre algo que não tenha muito barulho ou seja bem agitado (Acho que estou ficando velho!). Descobri nos últimos tempos algo para me distrair e tenho usado como terapia: a culinária. Cozinhar tem me feito muito bem e tenho procurado melhorar e fazer coisas cada vez mais complexas e que precisam de mais atenção, dessa forma, consigo me desligar de alguns dos muitos problemas que tiram a minha energia!

Em uma procura na Internet, vi um evento de gastronomia que teria na região da Barra Funda que me chamou a atenção e o melhor…GRÁTIS! Teria a participação de alguns chefs que ensinariam algumas técnicas e mesmo me achando um cozinheiro razoável, decidi ir e talvez aprender alguma coisa nova. Marquei que tinha interesse no evento e depois de um tempo recebi uma mensagem privada no Facebook apenas com um “Oi”! A foto do perfil era familiar, de alguém que não via a muito tempo e pelo que me lembrava, a última vez que tinha visto, estava morando fora do País!

Estudei com ela no ensino médio e já tínhamos ficado algumas vezes, quem lê meus contos deve saber que nesse período eu era bem diferente do que sou hoje em vários aspectos. Respondi a mensagem e começamos uma conversa normal e despretensiosa que até eu mesmo estranhei, pois busco sempre levar para o lado da putaria e conseguir assim uma boa transa, entretanto, ficamos por horas falando e relembrando o período de colégio e as historias malucas da época! Em determinado momento, ela disse que tinha me chamado porque também ia ao evento e que tinha aberto um restaurante, então vendo que me interessei me chamou para não ir sozinha!

Nos encontramos na estação Barra Funda do Metro e só fui reconhecê-la quando chegou até mim e percebi o quanto o tempo faz bem para algumas pessoas… tinha virado uma mulher deliciosa, um pouco mais baixa que eu, com uma cintura fina e uma bunda bem empinada que estava em evidência por causa do vestido preto que usava ate o meio de suas coxas. Naquele momento mesmo, minha falta de interesse nela sumiu e já pensava de alguma forma em um jeito de apertar aquela delicia de bunda! Nos cumprimentamos com um forte abraço e um beijo no rosto, andamos juntos conversando pelo evento e assistimos o trabalho e dicas de alguns chefs. Naquela altura já não conseguia me concentrar mais no que era dito e ficava somente olhando para aquele delicioso rabo a minha frente, olhava como se quisesse devorá-la e certamente ela percebeu (Não consigo disfarçar isso… é horrível!). Paramos para comer alguma coisa depois do evento já no início da noite e o tom da conversa já era bem diferente, ainda mais depois de algumas cervejas:

– E esse olhar aí, heim? Tá pensando em quê? – Ela me disse com um sorriso sentada a minha frente!

– Que olhar?

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– Esse aí, todo safado! Não lembro que você tinha!

– Algumas coisas mudam! E o jeito de olhar foi só uma das coisas!

– É mesmo? Me mostra… – Falou aproximando o rosto perto do meu, como em desafio!

Antes mesmo dela tirar o sorriso de provocação e afastar o rosto de perto de mim, segurei sua nuca e a beijei, mordendo e puxando seus lábios com os dentes! No começo, senti que aquilo foi uma surpresa, mas depois deixou-se levar pelo beijo e nem sei por quanto tempo ficamos daquele jeito. Saímos da lanchonete onde estávamos e praticamente parávamos em cada esquina escura e vazia ou nos postes para nos agarrar e a coisa estava cada vez mais quente! Batia e apertava sua bunda, descendo até a coxa e levantando na altura do meu quadril, meu pau roçava em sua buceta por trás daquele vestidinho curto e fino e a fazia suspirar e gemer de olhos fechados, erguia o pescoço para mim e eu o mordia, beijava e sussurrava em seu ouvido que estava louco pra mostrar tudo o que tinha!

Decidimos ir ao seu apartamento na região da República usando um táxi para chegar mais rápido, no banco de trás, continuávamos nos devorando e marcando nossos corpos com arranhões e apertões (O taxista deve ter adorado a cena!), entramos correndo para o prédio e enquanto ela tentava abrir a porta, eu a encoxava levantando seu vestido e deixava a exposta a minha frente aquele delicioso rabo que estava cobiçando o dia todo! Apertava e batia fazendo-a gemer e dar suspiros de tesão!

Entramos e já fomos arrancando as nossas roupas deixando uma trilha até seu quarto, deitei-a de bruços na cama abrindo suas pernas e agarrando firme suas coxas, cravando meus dedos abocanhei sua buceta chupei com vontade! Os gemidos eram por vezes abafados quando mordia o travesseiro e suas mãos agarravam o lençol. Rebolava e jogava sua bunda contra o meu rosto e eu ia cada vez mais fundo, subi a língua ate seu cuzinho e com os dedos passei a penetrar sua grutinha que escorria uma quantidade surpreendente de mel, abria e fechava dentro dela, girava, batia em sua buceta e não sei dizer ao certo quantas vezes senti aquele delicioso caldinho lambuzar minha mão!

Naquela mesma posição coloquei um travesseiro sob seu abdome, montei em suas coxas e pincelei meu pau na entrada de sua bucetinha, abri sua bunda com ambas as mãos e fui enfiando ele devagar enquanto massageava seu anelzinho! Ela colocava as mãos para trás apertando meus pulsos enquanto gemia com o rosto no colchão, a cada vez que apertava eu fodia mais forte para fazer gemer e gritar ainda mais alto. Meu polegar já entrava e saia com facilidade do seu cuzinho e ela o prendia e apertava dentro dele! Tirei de sua buceta já completamente lubrificado pelo seu mel e encaixei no seu rabinho:

– Vai devagar, faz tempo que não deixo brincar aí!

– Isso quer dizer que ele agora é meu? – Falei sorrindo safado e empurrando a cabeça para entrar de uma vez!

– Filho da puta! – Falou depois de um grito de dor e tesão!

Ela apertava meu pau em seu cuzinho conforme entrava, rebolando e gemendo, gritando, xingando e mal ela sabia que tudo isso é o que mais me enlouquece! Fui aumentando a velocidade e indo mais fundo quando sentia que estava ficando mais relaxada, agora só ouvia os seus gemidos e ela rebolava e apertava meu cacete ainda mais forte em seu rabinho, jogava seu corpo contra o meu e pedia para que a fodesse mais forte e assim o fiz. Sem tirar meu pau de dentro, me virei na cama e a fiz cavalgar. Ela segurava e cravava as unhas nas minhas coxas e sentava num ritmo louco deixando apenas a cabeça dentro de si e depois voltando a engolir ele inteiro! Estava enlouquecido com a cena e com seus gemidos cada vez mais alto e os movimentos de seus quadris mais rápidos e acabei gozando dentro dela! Ao sentir o primeiro jato de porra ela sentou de uma vez e o apertou dentro de si, fazendo uma pressão incrível que quase me fez perder os sentidos, se deitou colocando as costas no meu peito e aos poucos foi relaxando seu cuzinho e deixando meu pau escorregar pra fora junto com toda a porra que havia despejado dentro dela! Se virou montando em mim e me beijou devagar:

– Que mudança hein? Ainda tem mais pra me mostrar?

– Tenho mais umas coisinhas! – Respondi ofegante e exausto como poucas vezes costumo ficar.

Já estava tarde e infelizmente tinha que voltar para casa, nos despedimos e eu já estava dentro do metrô quando coloquei as mãos no bolso e senti algo diferente! Um cartão de visitas de um restaurante e no verso a caneta a mensagem:

“Te espero para um jantar especial, Vi! A próxima aula vai ser comigo!”

Bom… Acho que já tenho um próximo evento de gastronomia….

Comi a minha dentista

Luiz

O meu nome é Luís, sou moreno, olhos castanhos-claros, 1,79 de altura, tenho o corpo definido de fazer natação, costumo fazer sucesso entre as mulheres.

Vou ao dentista uma vez por mês apenas para manutenção, porém, o dentista que eu estava acostumado a ir simplesmente fechou. Tive então que encontrar outro dentista para ir, depois de alguns dias pesquisando, finalmente tomei a decisão de ir a um consultório que ficava próximo da minha casa, indicação de um amigo. O consultório era novo e quem trabalhava lá tinha provavelmente acabado de se formar, porém, resolvi arriscar devido ao preço, minha situação não era das mais cómodas. Liguei para o consultório e uma voz doce atende, pensei ser a secretária mas descobri que era a dentista, como o sítio era novo, ela mesmo cuidava de marcar e agendar consultas pois a secretária chegaria em 1 dia.

Expliquei o meu caso e marquei uma consulta para daqui a dois dias. Passei esses dois dias tranquilamente e na quarta-feira, às 17:30 eu estava a despachar-me pois tinha a consulta marcada para as 18:20. Tomei um banho, escovei bem os dentes, coloquei uma roupa apresentável e dirigi-me para o consultório. O local era pequeno, porém aconchegante, ao chegar fui recepcionado pela secretária e sentei-me na sala de espera.

Quem vai ao dentista sabe o quanto é entediante ficar sentado esperando. Fiquei olhando para o nada e para a secretária, que até não era de se deitar fora. Devia ter os seus 21 anos, ruiva, uns 1,70 de altura, peitos empinadinhos porém não muito grandes, o cu nem deu para ver, pois ela passou a maior parte do tempo sentada, mas pelas pernas delas, que eram bem grossas, imagino que o cu dela fosse bem gostoso. Quando eram 18:35, mais ou menos, ouvi a dentista chamando-me para a consulta, fui então para a sala dela e ao entrar fiquei literalmente chocado com o que vi. A dentista era linda, loira com os olhos cor de mel, uns 1,75 de altura, uma boquinha linda, ela tinha 26 anos, ela estava usando aqueles uniformes de dentista porém a sua blusa tinha um decote generoso que revelava os seus peitos, médios e durinhos, o cuzinho era de enlouquecer qualquer um, vi enquanto ela se dirigia para se sentar o cuzinho praticamente gritando pelo meu nome, empinadinho e ei estava hipnotizado enquanto ela andava. Eu estava chocado com o corpo dessa mulher. Ela disse-me alguma coisa, mas não lembro o que era, eu estava viajando pelo corpo dela, voltei a mim quando ela disse “então… és o Luís certo?”, “sim, sou eu” disse meio nervoso. Ela começou a conversar comigo, para saber o que eu gostaria de fazer, conversa de dentista.

Depois de 15 minutos conversando e babando por ela, ela mandou-me deitar na cadeira de dentista, ela disse-me “abre a boca para eu ver”, eu obedeci e ela chegou perto, olhando para a minha boca. Eu sentia o calor dela perto de mim e aquilo estava me deixando louco, eu olhava para os peitos dela por cima do decote e só aumentava o meu tesão. Eu já estava de pau feito e tentando disfarçar com um guardanapo. Ela afastou-se de mim e sorrindo disse que hoje não daria para começar nada, que ela marcaria uma nova consulta e veria quais seriam as melhores formas de pagamento. Eu estava ali nervoso torcendo para ela não olhar para o meu pau. Por outro lado, eu tinha, no mais remoto dos pensamentos, uma sensação de que poderia acontecer algo entre nós. Ela virou a cabeça e depois retornou a olhar para mim, deu uma risadinha, percebi que ela tinha visto a minha situação, ela meio que sem graça continuou conversando, de vez em quando eu percebia ela a olhar para a direita e vendo o volume nas minhas calças. A certa altura ela ficou muda e eu olhando para ela, resolvi arriscar alguma coisa.

Eu pensei “ela já viu a minha situação e ainda se tiu, vou tentar”, coloquei o meu braço direito por trás dela e puxei o seu rosto junto a mim, dei-lhe um tremendo beijo. Comecei a passar a mão nela, e ela retribuía passando a mão na minha barriga, puxei-a para cima de mim, de modo que ela ficasse com as duas pernas sobre mim e meu pau roçando a coninha dela, ela esfregava-se enquanto nos beijava-mos loucamente. Coloquei uma das mãos por baixo da sua camisa e comecei a acariciar o peito dela, depois tirei a sua camisa e o sutiã, deixando os peitos dela a mostra, comecei a chupa-los e fui deslizando a mão direita até a coninha dela, por baixo das calças. Comecei a acaricia-la e ela soltava uns gemidinhos baixos, com medo da secretária ouvir, ela saiu de cima de mim e eu tirei a minha camisa e as calças, ficando só de cueca e com meu pau praticamente pulando para fora.

Ela deitou-se na cadeira, eu aproximei-me e tirei as calças dela, comecei a passar a mão sobre as cuecas que estavam todas molhadinhas, baixei-lhe as cuecas e vi, ali, toda para mim, uma ratinha com poucos pêlos, apenas alguns depilados em forma de “v”, a coninha carnuda e apertada, daquelas perfeitas para se comer. Cai de boca naquela cona, passava a língua, chupava e ela estava dando um gemidinhos disfarçados, dizia algumas coisas como “vaiii… chupa-me Luís , lambe a minha coninha, ela é toda tua!”, eu nem estava prestando muita atenção no que ela dizia, só estava delirando naquela coninha, em pouco tempo ela veio-se soltando um urro mais parecido com um alívio “ahhhhhhhhhhhhhh”, nessa hora acho que a secretária ouviu. Ela levantou-se e eu deitei-me na cadeira, ela baixou as minha cuecas e começou a passar a língua em volta da cabeça do meu pau, estava delirando, ela massajava as minhas bolas enquanto passava a língua de cima a baixo no meu pau, ela começou a colocar o pau quase inteiro dentro da boca (20cm), ela lambia e chupava com muita vontade, como alguém no deserto que encontra água.

Eu estava quase a vir-me e disse-lhe para ela parar que eu ainda queira brincar muito mais. Eu sai da cadeira e ela deitou-se de frente para mim, eu aproximei-me, beijei-a e comecei a colocar o meu pau na coninha apertada dela, ela soltava uns “ahhhh uihhhhh” eu enterrei o meu pau todinho nela e comecei a puxar as pernas dela e bombava, ela gemia e dizia coisas como “come-me, ahhh, vai Luís, enterra, a minha coninha é tua” eu estava completamente fascinado comendo esta mulher. Eu bombava com força e a cadeira chegava a ir para trás, de modo que encostou num balcão e ali ficou, apenas fazendo barulho. Eu bombava enquanto dizia “vá sua putinha, e agora? Estou a adorar comer-te… vai vai!” ela soltou um urro “aaaaaaaaahhh” e percebi que ela se tinha vindo, logo em seguida eu acelerei o ritmo e vim-me também, ficamos mais um tempo ali, naquela posição e tirei o meu pau de dentro dela. Ela começou a chupar novamente com o intuito de deixar o pau duro de novo, com o oral dela, que era maravilhoso, logo fiquei em ponto de rebuçado novamente, dessa vez ela não se deitou na cadeira, mas ficou apoiada nela com o cuzinho virado para mim, eu fui enfiando naquela cona dela por trás e para minha surpresa ela disse “não, aí não…”. não precisava dizer mais nada, comecei a lamber o cuzinho dela, depois coloquei um dedo, dois dedos enquanto chupava a cona dela, ela estava super excitada. Coloquei o meu pau na portinha do cuzinho dela, todo rosadinho e apertado, fui enfiando e ela ia dando uns gemidinhos de dor “aiiii, uuuuui, ahhhh” enfiei tudo e reparei num sorriso na cara dela, esta puta gostava de levar no cú! Comecei a fazer movimentos devagar, e ela começou a rebolar, comecei então a bombar mais forte, a gente já não se controlava e ambos estávamos gemendo alto. “vai sua vadia, rebola para mim que seu cuzinho agora é meu!”, ela dizia “então come-me, enraba-me que eu sou tua”, olhei para a esquerda e vi a secretária espiando pela porta com a mão na cona, nem liguei, pois no meio daquela foda, nada me iria fazer parar.

Vim-me, e vim-me muito soltando gemidos de prazer. A dentista viu a secretária e também não ligou, continuou rebolando e toda suada e satisfeita, levantou-se, colocou a sua roupa e disse para a secretária voltar para a sala e cancelar as consultas. Sentei-me na cadeira e a secretária voltou dizendo que já tinha cancelado as consultas, ambas agiam como se nada tivesse acontecido. A dentista disse para secretária ir para casa, ela retirou-se, a dentista aproximou-se de mim, disse o seu nome… Helena. Deu-me um beijão e convenceu-me a por as roupas e ir embora. Eu já não sabia se voltaria aqui, ou se isso iria acontecer de novo, só percebi que era melhor eu ir embora. Fui embora do consultório com as lembranças de uma das melhores fodas que já tive.