VOCÊ JÁ BEIJOU NA ESCADA?

José Araujo de Souza

Ela aparecia na lanchonete pelo três vezes, todos os dias. Lanchava pela manhã, almoçava sempre ao meio-dia e lanchava à tarde. E sempre era eu quem a atendia, no balcão. Ou porque ela me  esperava para fazer o seu pedido, quando o balcão estava cheio ou porque eu arranjava um jeito de estar disponível para ela, quando a via chegando. Depois de servida, ela sempre se sentava em alguma mesa de onde ficávamos nos vendo.

Quase não falávamos porque , sempre, um de nós dois estava sempre com pressa, muito ocupado. Eu, correndo pelos corredores do shopping entregando os pedidos por telefone e ela atendendo os clientes na loja onde trabalhava.

Quando podia eu passava por lá, para vê-la. Nesses momentos, eu me encostava na vitrine e ficávamos conversando bobagens. Mas sempre por pouco tempo e raramente sozinhos. A loja sempre estava cheia ou o dono estava presente.

Eu sabia que ela era noiva. Ela exibia no dedo uma aliança bem visível.  Mas eu não podia negar que já tinha algum tempo que flertávamos. Nossos olhares eram certeiros e um achava o outro muito rápido. Ela me instigava. Adoro mulher que encara, olha nos olhos, não titubeia nem foge de um olhar insistente. Ela encarava. Ela olhava nos olhos. Ela nunca fugiu do meu olhar. Sim,ela uma mulher atrevida. Muito segura de si. Embora demonstrasse ser exatamente o oposto da maioria das garotas que trabalhavam no shopping. Ela era séria, estava sempre amável mas não deixava nenhum espaço para que se engraçassem com ela. E, sempre que fosse necessário,fazia com que sua aliança fosse percebida pela pessoa com quem falava. Eu era, com certeza, o único ali que brincava e gracejava com ela, mas sempre sem ultrapassar um certo limite, nos gestos e nas palavras. Mas os nossos olhos estavam sempre se olhando para além de todas as fronteiras. Para eles não havia nenhum limite.

Uma manhã eu fui fazer uma entrega e passei em frente a loja e, quando ela me viu, fez um sinal e foi encontrar-se comigo no corredor. Estendeu a mão e me entregou um envelope pedindo que o entregasse ao meu patrão. Explicou que era o convite para o seu casamento, que seria em vinte dias. Eu disse que o entregaria com prazer e ela virou-se e voltou para a loja. Não sei o que deu em mim na hora. Simplesmente fui atrás dela e lhe perguntei, de supetão, olhando nos seus olhos “Você já beijou na escada?”. Ela me encarou, séria, e respondeu “Eu já, sim. Mas aqui, nunca”. Demos, os dois, uma risada e eu fui fazer a minha entrega.

Na volta parei na loja e esperei que ela atendesse a uma cliente. Finalmente, quando ficamos só os dois eu lhe disse “Vou te esperar lá”, virei as costas e saí. Parei em um ponto da escada e fiquei esperando que ela aparecesse.

Não passou muito tempo eu a vi subindo os degraus vagarosa mas decididamente, sem olhar para os lados, sem nenhuma hesitação, sem aparentar insegurança ou medo. Quando se aproximou de onde estava, abri uma porta na qual estava encostado e fiz sinal para que entrasse. Estávamos em um quartinho que era usado como depósito da lanchonete e do qual eu tinha a chave. Lá de dentro, ouvíamos as pessoas subindo ou descendo os degraus da escada. Então, silenciosamente nos abraçamos e nos beijamos. No começo foi um beijo leve, de reconhecimento, de aproximação. Mas rapidamente nossas línguas começaram uma batalha em nossas bocas se enrolando, empurrando, cada uma querendo engolir a outra. Nós nos apertávamos ao ponto de quase nos esmagar. O meu pau foi ficando tão duro que era impossível ela não sentir que ele estava comprimindo as suas pernas. Bem devagar ela o pegou em sua mão e , enquanto nos beijávamos, ela foi brincando com ele, apertando, puxando. Abri o zíper da minha calça e ela tirou meu caralho, abaixou-se e se pôs a chupar, lambendo e engolindo com avidez e muita categoria. Eu acariciava os seus peitinhos, que já tinha tirado para fora do sutiã e passava a mão pela sua bunda. Enfiei a mão por dentro da sua bermuda e fiquei alisando sua boceta, brincando com ela, deixando o meu dedo fazer carinho nos seus lábio carnudos, apertando de levinho seu clitóris. Ela, sem poder dar sequer um gemido, me apertava, fechava os olhos, tremia, se contorcia de prazer. Sem falar nada, tirou a bermuda e a calcinha, encostou-se em um engradado ficando de quatro, abriu as pernas e, pegando o meu cacete encostou-o na sua boceta. Eu o enfiei gostosamente e a fui fodendo com movimentos ritmados enquanto ela rebolava, afastava e empinava a bunda e ia fazendo o meu pau sair e entrar. Até que gozamos. Ninguém nos viu sair. Ela me disse que nunca tinha sido fodida a não ser pelo seu noivo.

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Geme no meu ovo, galinha!

NoCú

Fui passar uns dias na casa de minha tia, que mora num loteamento recém inaugurado, as casas não tem muros, e apenas uma cerca de arame farpado divide a área. A galera que mora por lá é muito unida, quando rola as festas geralmente é em comunidade. Minha tia é uma coroa muito gata, mulata, cabelos cacheados e um bumbum grandão e bem feito apesar de sua idade. Ela tem um casal de filhos mais ou menos da minha idade e somos bem amigos. Minha prima é uma ninfa bem gostosinha e safada, sempre que eu e meu primo íamos ao quintal tomar banho na lavanderia ela fazia questão de nos acompanhar, minha tia não ligava e deixava agente tomar banho pelados juntos. Vera minha prima tinha uma xoxota linda e uma bunda arrebitada, quando estávamos no banho era uma diversão, ela nos deixava de cacete duro sempre que sentava de pernas abertas na quina da lavanderia, sua racha se dividia e dava para ver o seu grelinho, meu primo mais safado que eu pedia para ela ficar de quatro na lavanderia, e ela sempre atendia suas ordens, nós ficávamos batendo punheta vendo aquele rabinho gostoso, mais a vizinha uma velha ranzinza sempre cortava nosso barato. Ela mandava minha prima se respeitar e sair dali se não iria dizer a minha tia, e vera com medo ia pra dentro de casa, eu e meu primo fuleiros que só nós, ficamos balançando o cacete em direção da velha que nos xingava sem parar, mais não parava de tirar seu olho das nossas picas. A velha tinha uma neta que era a putinha da rua, e sempre que a velha brigava com a gente ela ia até o quintal nos ver pelados. Na rua morava também Rubens, que era da nossa idade e também só vivia lá em casa, minha tia já tratava Rubens como da família ele comia e até dormia lá quando sua mãe deixava, Rubens era tarado pelo rabo de minha tia que em casa só anda de camisola ou calcinha, outra amiga nossa era Laura que era meio sapatão. Laura gostava de ler revista de mulher pelada com a gente, mais também ficava maravilhada quando batíamos punheta em sua frente, ela é tarada por minha prima, que tem medo de Laura a pegar a força. A galera sempre se reunia no quintal da casa de minha tia, lá ficávamos fazendo de tudo. Um dia estávamos fazendo um concurso de punheta lendo revistas pornôs, minha prima era a jurada e Laura ficava olhando o local, estávamos quase esporrando, quando minha tia chegou do trabalho e foi até o quintal, ela nós pegou com o cacete na mão, e deu um baita berro, minha prima que estava abaixada correu pra casa da vizinha e se safou, ficamos eu, meu primo, Rubens e Laura, minha tia se aproximou olhou pra gente pelado com revista pornô na mão e com o pau duro e disse” é isso que vocês fazem a tarde toda né, por isso que vejo a cueca de vocês melada de porra, e você Laura o que estava fazendo menina, se sua mãe sabe mata você”, ficamos calados e titia não parava de olhar para nossos paus, ela recolheu as revistas e foi para casa. Laura sorria, nós continuamos a punheta e gozamos na cara de Laura que estava abaixada como jurado, ela ficou puta e foi pra casa. Nos tomamos banho e quando entramos em casa minha tia estava no sofá com vera assistindo TV, ela perguntou se havíamos terminado a sem vergonhice, e ficamos assistindo TV. A noite estávamos no quarto em mais uma sessão de punheta quando minha tia entra e novamente nos pega no flagra, ela estava de toalha e pediu pra assistir nosso esporro, dissemos que iríamos demorar a gozar, pois nossas revistas estavam com ela, então disse” seus picudos, pra que revista, olha o meu cuzão aqui, aquele que melar ele bastante ganha um prêmio”, nossos caralhos ficaram bem mais duros, titia ficou com um fio dental de quatro batendo em seu rabo, nos xingando de punheteiros, meu primo foi o primeiro a gozar e ela disse” vai meu filhote dá pra mamãe seu leitinho, seu safado goza nessa bunda vai, mostra pra eles que você é o campeão”, e o moleque quase morre, deu um esporrada fatal melou uma banda inteira daquele cuzaço, em seguida eu e Rubens esporramos na outra banda do rabo de titia, mais não teve jeito meu primo ganhou. Depois disso titia deu banho no vencedor que voltou molinho, minha prima disse que viu tudo da janela e mostrou sua calcinha melada de tesão. No dia seguinte quando acordei fui mijar no quintal, e olhei pra casa da vizinha e pela cerca vi a velha sendo currada por gago o namorado de sua neta, o cara bombava no rabo da safada, ela me viu mijando e pediu pra me ficar calado, eu então pulei a cerca e revesei aquele cuzão arrombado com o gago, gozamos na boca da cadela e saímos, lá dentro titia se preparava para ir ao trabalho, assim que ela saiu, Laura pintou lá em casa, resolvemos então aprontar com minha prima que dormia, chegamos em seu quarto ela estava de calcinha, Laura então caiu de boca na bocetinha da ninfa, que gemia baixinho, quase gozando minha prima acordou e se assustou com Laura, mais para nossa surpresa ela enfiou a cabeça de Laura na racha e gemeu até gozar a boca dela. Laura pediu pra minha prima a chupar também, mais ela não topou, então sobrou pra mim, lambi a rachinha de Laura que era linda até ela gozar depois ainda as duas se beijaram ardentemente, minha prima havia se entregado aos desejos de Laura.

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VONTADE DE COMPARTILHAR A ESPOSA SAFADA

Anônimo

Casei muito cedo e estou há mais de 26 anos casado com ela. Sempre fui muito aventureiro e tinha muitas fantasias na juventude. Alguns anos após casados e já com alguns filhos, convenci minha esposa a assistirmos filmes pornográficos para apimentar nossa vida sexual. Foi muito bom…sentia que ela gozava muito quando fazíamos nossas aventuras assistindo aos filmes. Anos mais tarde senti vontade de algo mais e comecei pedir pra ela para colocarmos mais uma em nossa cama. Ela relutou e também me questionou se eu também colocaria um depois que deixasse eu colocar uma. Bom tive que começar a aceitar o fato. O tempo foi passando e uma bela noite eu ia pra casa, quando dei carona para duas novinhas bonitas e gostosas e com muita astúcia e boa conversa eu as convidei para irem a minha casa pra conhecerem minha esposa. Contei que tínhamos vontade de uma aventura e notei que as duas ficaram excitadas e interessadas. Meus sentimentos afloraram e fiquei em uma mistura de medo e tesão. Quando cheguei em casa minha esposa e meu filhos já estavam dormindo. Abri uma garrafa de vinho e deixei as moças mais a vontade enquanto chamava minha esposa. Ela acordou e contei o que eu tinha feito. Ficou com receio mas também senti curiosidade e excitação de sua parte. Fomos pra sala, apresentei as meninas e logo fui agarrando e tirando a roupa delas pra não deixar o medo de minha esposa atrapalhar o momento. Meio contrariada ela entrou no clima. Tirei sua roupa e coloquei uma das moças para chupar sua vagina enquanto eu lambia e metia na outra. A noite foi gostosa e gozei muito na vagina de minha esposa. Levei as moças em embora e voltei pra casa.

No dia seguinte notei tristeza e arrependimento no rosto de minha esposa. Bom depois disso por várias vezes eu toquei no assunto de que agora seria a vez dela, mas ela nunca teve coragem e deixamos esse assunto quieto.

Esse fato aconteceu há mais de 20 anos. Hoje somos maduros, porém ainda muito atraentes e atléticos. Ela uma coroa muito gostosa e com tudo em cima e eu que sou piloto de enduro também tenho um corpo e rosto bem atraente. O fato é que depois dos filhos criados voltamos a ficar sós e minhas fantasias da juventude estão mais fortes que nunca em minha cabeça. Não paro de pensar em como seria se ela deixasse eu ver outro homem a penetrando, chego me imaginar acariciando sua vagina enquanto ela for penetrada e como seria vê-la cheia de porra de outro macho. Mas hoje minha esposa é evangélica e sei que nunca vai rolar, por isso quero conhecer casais que tenham esse mesmo desejo e que eu possa ajudar a realizar essa aventura deliciosa. Fico imaginando a cumplicidade e o arder de desejo que muitos maridos sentem e sei que o mais difícil é encontrar alguém confiável para compartilhar seu amor. Cheguei a compartilhar a foto de minha esposa de calcinha uma vez com um cara que se dizia casado e com o mesmo desejo.

Espero encontrar maridos e casais que compartilhem do mesmo desejo.

E você, topa?

A Vizinha

Anônimo 

Já faziam algumas semanas que o apartamento do prédio em frente ao meu tinha sido desocupado. Eram prédios diferentes, mas muito próximos, com uma janela de frente pra outra, e era possível ver praticamente tudo lá dentro. Até tive alguns problemas com os vizinhos anteriores, mas nada que fosse preocupante… Até que um dia, eu estava bem tranquilo tomando um drink sentado na minha poltrona super confortável, e do nada se acendem as luzes do apê da frente. 

De início fiquei surpreso, mas logo a curiosidade falou mais alto, escureci as luzes da minha sala e observei quem estava entrando lá. Era uma mulher muito gata, eu nunca tinha visto uma mulher daquele jeito. Morena, não muito alta, tinha um corpo lindo demais, parecia ter sido desenhado de tão perfeito. Fiquei vidrado com aquela imagem, mas me senti meio evasivo e logo fui fechar a janela, então ela me notou e já disse:  “Boa noite! qual seu nome?” E eu fiquei tipo “???” e Respondi: “Oi, boa noite, meu nome é Felipe! e o seu?” E então ela respondeu: “Meu nome é Isabela, mas pode me chamar de Bela” Pensei na hora, realmente esse apelido combina muito contigo… Logo ela disse, “prazer em ti conhecer! Vou deitar, já está tarde.” Nos despedimos e ela apagou as luzes do apê. 

No outro dia de manhã, eu estava tomando meu café e ela apareceu com uma camiseta, sem sutiã e uma calcinha daquelas mais grandinhas, mas muito sexy! Com o cabelo num coque meio bagunçado. Eu fiquei louco de tesão! E ela com um sorrisinho me disse “Bom dia Lipe.” E eu quase não consegui responder a aquele bom dia super sexy, as 7:30h da manhã. 

E vários dias e noites eram assim, ela aparecia cada vez mais sexy e com roupas mais sensuais, apesar de eu sentir que isso não tinha como ser possível! Então um dia, ela chegou, já era meio tarde e eu tava atualizando meus relatórios, ela me viu na frente do computador e começou a diminuir as luzes do apê. E eu já fiquei pensando, MEU DEUS O QUE ESSA MULHER VAI FAZER?! Ela trouxe uma trouxinha de roupas para a sala, de inicio não consegui identificar o que era, até porque eu tava tentando ser discreto e não queria que ela percebesse que estava prestando atenção no que ela fazia. Até que ela começou a tirar a roupa. 

Quando vi aquele corpo nu… nossa ela era muito gostosa, tinha seios maravilhosos e uma baita bunda, o que me deixou excitado só de olhar. Fiquei com um tesão tão grande que não aguentei, comecei a me masturbar. Do nada ela olhou na minha direção e fez um sinal de vem cá, eu não consegui acreditar, então ela acenou e fez de novo o sinal. Ela sabia que eu estava olhando, e sabia que eu tava tocando uma. Então, não perdi mais tempo, peguei um vinho da dispensa, duas taças, um pacote de camisinha e corri pra lá! 

Toquei na campainha e quando a porta abriu, quase morri: ela estava com um robe preto meio transparente que dava pra ver aquele corpo todo desenhado maravilhoso! Ela se surpreendeu como eu cheguei rápido, claro, e quem ia demorar depois de um intimado desses?!  

Entrei e abri o vinho, servi uma taça para cada e entreguei pra ela. Brindamos, ela tomou um gole, e deixou um pouco de vinho escorrer pelo decote do robe, e já começou a desamarrar lentamente e a vir na minha direção, “Não desperdice esse vinho” disse ela. Eu enlouqueci! Logo fui beber o vinho do corpo dela. Comecei a lamber/beijar aquelas coxas macias, e quando comecei a subir, ela deu umas gemidinhas. Quando olhei pra cima ela tava acariciando os seios e colocando mais vinho, senti que era um convite para subir.Cai de boca naqueles peitos, nos beijamos e eu me ajoelhei e comecei a fazer um oral nela, o que a deixou bem molhadinha. 

Cheia de tesão, ela sentou na mesa, abriu as pernas e pediu para eu meter gostoso. Tirei a roupa, coloquei camisinha e fui, ela gemia muito alto, pedindo mais e mais, aquilo me deixava cada vez mais excitado. Então ela me empurrou,  se virou de costas e se apoiou na mesa e disse: Mete gostoso no meu c*zinho e brinca com isso (me dando um controle). Ela colocou uma coisinha na frente que parecia vibrar conforme eu apertava os botões do controle. Ela começou a gemer mais e mais e aquilo tava me deixando louco! Comecei a penetrá-la por trás e a puxar o cabelo dela. Ela se masturbava com aquele negocinho e gemia, batia na mesa. 

Parecia que ela sabia que eu ia gozar, me empurrou novamente com aquela bunda gostosa e me levou pro quarto, lá ela me jogou na cama, e sentou, e como sentou, rebolava aquela bunda gostosa como ninguém! Sempre com aquele brinquedinho se masturbando enquanto sentava fundo! Ela gemia muito alto, eu já estava me contorcendo, era um tremendo furacão na cama. Não aguentei mais, GOZEI!! Quando vi que ela queria mais não perdi tempo. 

Peguei aquele negócio da mão dela e comecei a chupa-la enquanto brincava com aquela cápsula pela vagina dela. Ela começou a puxar meus cabelos e a pressionar contra a bucetinha, até que foiii ela gozou bem gostoso!! 

No outro dia fui trabalhar, e notei que no AP dela tinha umas coisas encaixotadas, mas não me preocupei, só conseguia pensar em quando seria a próxima noite com aquela mulher. Quando voltei do trabalho, entrei na minha sala e vi que o apartamento dela estava vazio, liguei pro síndico do prédio e ele disse que ela havia se mudado.. Que pena, vou sentir muita saudade dessa vizinha!

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23 HISTÓRIAS SECRETAS ENVOLVENDO SEXO QUE HOMENS NOS CONTARAM ANONIMAMENTE

Davi Rocha

1. Não me orgulho, mas aconteceu.

“Uma vez eu fui visitar uma ex-crush, que na época estava grávida há quatro meses do namorado dela, barriga já aparecendo e tudo. Conversa vai, conversa vem, ficamos e no fim acabamos transando. Ela tá com o namorado até hoje. Não me orgulho. Nunca contei pra ninguém. Mas aconteceu”.

2. Com medo de explodir.

“Nos primeiros boquetes que recebi eu não consegui gostar porque na verdade ESTAVA DOENDO. Eu ficava me contorcendo e acho que o @ pensou que era tesão, mas na verdade era dor e medo de estourar o Junior. Mas acho que com o tempo esse trauma passou. Acho rs”.

3. Na mamadeira.

“Tenho incontinência e por isso uso fraldas desde sempre. Quando consegui meu primeiro encontro, fiquei super nervoso sobre como ela reagiria com meu problema. Quando me dei conta, ela estava me dando cerveja em uma mamadeira”.

4. Rimos muito.

“Uma vez estava eu e a minha namorada transando gostoso. Eu resolvi dar um beijo grego nela, ela soltou um pum na minha boca, quebrou o clima e ficamos rindo um do outro”.

5. Com ajuda dos doguinhos.

“Teve uma vez que transei no chão da varanda com minha namorada e os cães dela ficaram lambendo meu pé, mas fiquei com vergonha de avisar. Então só chacoalhei os pés mas eles não saíram, foi um sexo muito engraçado”.

6. Aqui o dog atrapalhou.

“Chamei o crush pra dormir em casa pela primeira vez. Enquanto estávamos nos amassos, meu dog começou a chorar na porta. Deixei ele entrar, já que ele sempre dorme na própria caminha. Quando fomos pros finalmentes, o cachorro subiu na cama e lambeu o cu do boy. Ele nunca mais veio em casa”.

7. Foi o maior susto da minha vida.

“Uma vez eu estava transando e quando eu ejaculei saiu sangue. Foi o maior susto da minha vida, não sabia onde enfiar a cara. Fui ao médico e ele disse que era normal, que algum vaso se rompeu por conta da pressão e que isso é mais comum do que se imagina”.

8. QUE VIBE!

“Uma vez estava viajando com minha namorada, algo como uma lua de mel no Nordeste. Absolutamente toda vez que ela ia me chupar, e eu estava prestes a gozar, sentia vontade de soltar pum. Não sei o que aconteceu naquele fim de semana, mas tive que interrompê-la muitas vezes. Até hoje sinto vergonha ao lembrar”.

9. ?!?!?!?!?!

“Já me masturbei vendo Google Earth, acho sexy pensar que somos tão pequenininhos”.

10. A vontade.

“Tenho uma vontade enorme de pedir um dedinho da minha namorada na ‘Terra Prometida’, mas nunca perguntei a opinião dela com medo de ser julgado”.

11. Transando com o tarólogo.

“Um dia eu decidi transar com meu tarólogo (sim, era um cara). As preliminares estavam ótimas, na hora que eu fui penetrar nele eu broxei violentamente porque lembrei que ele era meu tarólogo. Ajudei ele a gozar (nada mais justo), mas estava torcendo para colocar de volta a minha roupa. Terminamos a noite tomando um café e falando da vida por horas a fio. Ainda me consulto com ele”.

12. Dois anos e uma tragédia.

“Eu tinha um crushzão da porra num certo boy. Depois de mais de dois fucking anos apaixonado por ele, quando ele finalmente decidiu me comer, eu passei cheque e minha cara queimou de tanta vergonha, frustração e tristeza :(“.

13. O professor particular e um aluno “hétero”.

“Eu sou professor particular. Tenho um aluno, ele é casado, ‘hétero’ e me paga duas horas/aula por semana. Há quatro meses ‘estou dando aula’, até hoje nunca nem abrimos os livros e eu deixo para vocês imaginarem o que fazemos”.

14. Ele ainda não estava dentro.

“Uma vez estava sendo passivo e meu parceiro estava fazendo algo muito bom, no qual estava me dando muito prazer. Como foi a primeira vez que fui ser passivo estava achando ótimo, comecei a gemer e falar que estava muito bom. Então ele olhou pra mim e disse que não era penetração, que não estava dentro. Fiquei fazendo a sonsa como se não fosse comigo”.

15. Aquele dos três episódios de Xena.

“Marquei um encontro com o boy pelo Grindr e chegando lá ele me fez assistir três episódios de XENA!! E ele ainda cantava o refrão de abertura. Não teve sexo, claro”.

16. Sexo com três.

“Eu sempre quis um sexo a três, mas eu sei que meu namorado não quer isso. Tudo bem! Ele tem um pinto de borracha e um dia eu estava na casa dele. Eu sabia que ele estava para chegar, então comecei a brincar com o Chico (é assim que ele chama o consolo). Quando ele chegou começamos a brincar os “três” juntos e foi maravilhoso!”.

17. “Depois de receber a primeira chupada, aproveitei muito”.

“Sempre tive curiosidade em ir nos cinemas pornôs do centro de SP. Fui um dia e meio que fiquei viciado. Aquele clima de putaria com vários caras me excita demaaais. Na primeira vez que eu fui estava morrendo de medo, mas depois de receber a primeira chupada, relaxei e aproveitei muito. No final desse dia, eu estava numa roda com cinco caras, todo mundo se chupando e se punhetando. Sempre que dá, dou uma passada nesses cinemas e relaxo. Já fiz dois amigos no cinemão, e às vezes combinamos de ir juntos. Ir nesses lugares me fez descobrir que sou um tanto exibicionista. Percebi que o fato de eu estar transando e ter alguém olhando me excita muito”.

18. Caindo de boca.

“Eu sou homem e consigo fazer voz de mulher. Algumas vezes liguei para alguns conhecidos meus fingindo ser uma garota interessada em bater papo. No meio da conversa a minha personagem começa a falar com uma voz mais sensual e diz que a voz do interlocutor é muito gostosa e que provoca arrepios. Quase todos ficam assanhados e a conversa vai ficando cada vez mais apimentada. Então, quando eles estão com muito tesão, eu pergunto se eles transariam com uma garota e um amigo junto, e se eles permitiriam que o amigo os chupasse. Dessa maneira eu descubro quais deles aceitam transar com homens, então quando eles vêm me visitar eu coloco um filme pornô e caio de boca. 😋”.

19. Quando você chupa muito, mas fica com o coração apertado.

“Enquanto eu namorava com meu ex (o único, pois sou puro), um amigo meu que, POR ACASO, é padre, ficava fazendo brincadeiras comigo. Porém eu nunca fazia nada para manter a castidade e nunca achei que ele fosse fazer alguma coisa. Até que um dia ele fez. Combinamos de eu ir à casa dele pra CONVERSAR e ver um filme e eu fui. Como eu disse, sempre vi as brincadeiras como nada mais que brincadeiras. Aí, do nada, ele passou a mão na minha bunda umas três vezes, e eu já tinha brincado que se ele fizesse isso eu ia pegar no pau dele. Eu ameacei de novo e ele pegou de novo na minha bunda. Ai eu passei a mão na mala dele, de leve. Ele veio atrás e falou ‘ah não, pega direito’. Daí, não teve como evitar. Chupei muito ele, mas com o coração apertado porque tava traindo meu ex e isso era algo que eu não fazia. Depois do ocorrido, nunca mais conversei com esse padre. Meu ex nunca soube do que aconteceu e terminamos por outro motivo. Isso serviu pra eu ver que traição realmente não é pra mim. Errei feio e sofri muito pelo que tinha feito. Nunca mais”.

20. “Ela foi junto pra me banhar. Comecei a desesperar nessa hora”.

“Depois que eu terminei um namoro de quatro anos, comecei a viver pela simples necessidade de putaria. Apareceu uma menina no Tinder, a gente deu match e não passava pela minha cabeça que poderia acontecer o contrário e dar merda. Chegou o dia, fui pra casa dela, cheguei e já fomos pro quarto. Achei bom na hora a objetividade, mas o perigo tava ali. A morena era insaciável, entrei às 13h00 no quarto, fizemos quase o Kama Sutra todo, distendi a perna nessa molecagem. Mais de 22h00 e a gente no quarto e eu podre de cansado. Três gozadas depois o ‘Juninho’ deitou eternamente e ela com ele mole na boca a meia hora. Até que eu pedi um tempo pra tomar um banho. Ela foi junto pra me banhar. Comecei a me desesperar nessa hora. Terminamos o banho e nada do ‘menino’ reagir. Pedi desculpas (como se depois de quase dez horas de ação quase contínua, eu ainda precisasse fazer alguma coisa) e depois de outra meia hora de explicações, saí pra pegar o ônibus. Voltei pra casa com a cabeça rodando e com a certeza que nunca mais ia ter uma transa homérica daquelas”.

21. No final, estava de quatro.

“Peguei minha namorada me traindo com um primo dela do interior (eu sei, parece conto erótico, mas é real). Quando percebi, estava de quatro, lambendo as botas do cara, enquanto ele transava com minha esposa. No final tive que limpar a “sujeira” que ele fez. Sinceramente? Gostei XD”.

22. A despedida de solteiro.

“Na despedida de solteiro do meu primo, achei que ia ter mulher. Só tinha homens. Meu primo fez sexo comigo e com mais cinco caras. Isso eu nunca disse a ninguém. Ele está casado há 10 anos e esse é nosso segredo”.

23. Que mundo pequeno!

“Namorei uma menina, lá pros nossos 16 anos. Aprontávamos todas na escadaria do prédio (o famoso Degraus Motel). Anos depois, os pais dela se separam e minha mãe casou com o pai dela. Eles nem imaginam isso”.

Davi Rocha

1. Não me orgulho, mas aconteceu.

“Uma vez eu fui visitar uma ex-crush, que na época estava grávida há quatro meses do namorado dela, barriga já aparecendo e tudo. Conversa vai, conversa vem, ficamos e no fim acabamos transando. Ela tá com o namorado até hoje. Não me orgulho. Nunca contei pra ninguém. Mas aconteceu”.

2. Com medo de explodir.

“Nos primeiros boquetes que recebi eu não consegui gostar porque na verdade ESTAVA DOENDO. Eu ficava me contorcendo e acho que o @ pensou que era tesão, mas na verdade era dor e medo de estourar o Junior. Mas acho que com o tempo esse trauma passou. Acho rs”.

3. Na mamadeira.

“Tenho incontinência e por isso uso fraldas desde sempre. Quando consegui meu primeiro encontro, fiquei super nervoso sobre como ela reagiria com meu problema. Quando me dei conta, ela estava me dando cerveja em uma mamadeira”.

4. Rimos muito.

“Uma vez estava eu e a minha namorada transando gostoso. Eu resolvi dar um beijo grego nela, ela soltou um pum na minha boca, quebrou o clima e ficamos rindo um do outro”.

5. Com ajuda dos doguinhos.

“Teve uma vez que transei no chão da varanda com minha namorada e os cães dela ficaram lambendo meu pé, mas fiquei com vergonha de avisar. Então só chacoalhei os pés mas eles não saíram, foi um sexo muito engraçado”.

6. Aqui o dog atrapalhou.

“Chamei o crush pra dormir em casa pela primeira vez. Enquanto estávamos nos amassos, meu dog começou a chorar na porta. Deixei ele entrar, já que ele sempre dorme na própria caminha. Quando fomos pros finalmentes, o cachorro subiu na cama e lambeu o cu do boy. Ele nunca mais veio em casa”.

7. Foi o maior susto da minha vida.

“Uma vez eu estava transando e quando eu ejaculei saiu sangue. Foi o maior susto da minha vida, não sabia onde enfiar a cara. Fui ao médico e ele disse que era normal, que algum vaso se rompeu por conta da pressão e que isso é mais comum do que se imagina”.

8. QUE VIBE!

“Uma vez estava viajando com minha namorada, algo como uma lua de mel no Nordeste. Absolutamente toda vez que ela ia me chupar, e eu estava prestes a gozar, sentia vontade de soltar pum. Não sei o que aconteceu naquele fim de semana, mas tive que interrompê-la muitas vezes. Até hoje sinto vergonha ao lembrar”.

9. ?!?!?!?!?!

“Já me masturbei vendo Google Earth, acho sexy pensar que somos tão pequenininhos”.

10. A vontade.

“Tenho uma vontade enorme de pedir um dedinho da minha namorada na ‘Terra Prometida’, mas nunca perguntei a opinião dela com medo de ser julgado”.

11. Transando com o tarólogo.

“Um dia eu decidi transar com meu tarólogo (sim, era um cara). As preliminares estavam ótimas, na hora que eu fui penetrar nele eu broxei violentamente porque lembrei que ele era meu tarólogo. Ajudei ele a gozar (nada mais justo), mas estava torcendo para colocar de volta a minha roupa. Terminamos a noite tomando um café e falando da vida por horas a fio. Ainda me consulto com ele”.

12. Dois anos e uma tragédia.

“Eu tinha um crushzão da porra num certo boy. Depois de mais de dois fucking anos apaixonado por ele, quando ele finalmente decidiu me comer, eu passei cheque e minha cara queimou de tanta vergonha, frustração e tristeza :(“.

13. O professor particular e um aluno “hétero”.

“Eu sou professor particular. Tenho um aluno, ele é casado, ‘hétero’ e me paga duas horas/aula por semana. Há quatro meses ‘estou dando aula’, até hoje nunca nem abrimos os livros e eu deixo para vocês imaginarem o que fazemos”.

14. Ele ainda não estava dentro.

“Uma vez estava sendo passivo e meu parceiro estava fazendo algo muito bom, no qual estava me dando muito prazer. Como foi a primeira vez que fui ser passivo estava achando ótimo, comecei a gemer e falar que estava muito bom. Então ele olhou pra mim e disse que não era penetração, que não estava dentro. Fiquei fazendo a sonsa como se não fosse comigo”.

15. Aquele dos três episódios de Xena.

“Marquei um encontro com o boy pelo Grindr e chegando lá ele me fez assistir três episódios de XENA!! E ele ainda cantava o refrão de abertura. Não teve sexo, claro”.

16. Sexo com três.

“Eu sempre quis um sexo a três, mas eu sei que meu namorado não quer isso. Tudo bem! Ele tem um pinto de borracha e um dia eu estava na casa dele. Eu sabia que ele estava para chegar, então comecei a brincar com o Chico (é assim que ele chama o consolo). Quando ele chegou começamos a brincar os “três” juntos e foi maravilhoso!”.

17. “Depois de receber a primeira chupada, aproveitei muito”.

“Sempre tive curiosidade em ir nos cinemas pornôs do centro de SP. Fui um dia e meio que fiquei viciado. Aquele clima de putaria com vários caras me excita demaaais. Na primeira vez que eu fui estava morrendo de medo, mas depois de receber a primeira chupada, relaxei e aproveitei muito. No final desse dia, eu estava numa roda com cinco caras, todo mundo se chupando e se punhetando. Sempre que dá, dou uma passada nesses cinemas e relaxo. Já fiz dois amigos no cinemão, e às vezes combinamos de ir juntos. Ir nesses lugares me fez descobrir que sou um tanto exibicionista. Percebi que o fato de eu estar transando e ter alguém olhando me excita muito”.

18. Caindo de boca.

“Eu sou homem e consigo fazer voz de mulher. Algumas vezes liguei para alguns conhecidos meus fingindo ser uma garota interessada em bater papo. No meio da conversa a minha personagem começa a falar com uma voz mais sensual e diz que a voz do interlocutor é muito gostosa e que provoca arrepios. Quase todos ficam assanhados e a conversa vai ficando cada vez mais apimentada. Então, quando eles estão com muito tesão, eu pergunto se eles transariam com uma garota e um amigo junto, e se eles permitiriam que o amigo os chupasse. Dessa maneira eu descubro quais deles aceitam transar com homens, então quando eles vêm me visitar eu coloco um filme pornô e caio de boca. 😋”.

19. Quando você chupa muito, mas fica com o coração apertado.

“Enquanto eu namorava com meu ex (o único, pois sou puro), um amigo meu que, POR ACASO, é padre, ficava fazendo brincadeiras comigo. Porém eu nunca fazia nada para manter a castidade e nunca achei que ele fosse fazer alguma coisa. Até que um dia ele fez. Combinamos de eu ir à casa dele pra CONVERSAR e ver um filme e eu fui. Como eu disse, sempre vi as brincadeiras como nada mais que brincadeiras. Aí, do nada, ele passou a mão na minha bunda umas três vezes, e eu já tinha brincado que se ele fizesse isso eu ia pegar no pau dele. Eu ameacei de novo e ele pegou de novo na minha bunda. Ai eu passei a mão na mala dele, de leve. Ele veio atrás e falou ‘ah não, pega direito’. Daí, não teve como evitar. Chupei muito ele, mas com o coração apertado porque tava traindo meu ex e isso era algo que eu não fazia. Depois do ocorrido, nunca mais conversei com esse padre. Meu ex nunca soube do que aconteceu e terminamos por outro motivo. Isso serviu pra eu ver que traição realmente não é pra mim. Errei feio e sofri muito pelo que tinha feito. Nunca mais”.

20. “Ela foi junto pra me banhar. Comecei a desesperar nessa hora”.

“Depois que eu terminei um namoro de quatro anos, comecei a viver pela simples necessidade de putaria. Apareceu uma menina no Tinder, a gente deu match e não passava pela minha cabeça que poderia acontecer o contrário e dar merda. Chegou o dia, fui pra casa dela, cheguei e já fomos pro quarto. Achei bom na hora a objetividade, mas o perigo tava ali. A morena era insaciável, entrei às 13h00 no quarto, fizemos quase o Kama Sutra todo, distendi a perna nessa molecagem. Mais de 22h00 e a gente no quarto e eu podre de cansado. Três gozadas depois o ‘Juninho’ deitou eternamente e ela com ele mole na boca a meia hora. Até que eu pedi um tempo pra tomar um banho. Ela foi junto pra me banhar. Comecei a me desesperar nessa hora. Terminamos o banho e nada do ‘menino’ reagir. Pedi desculpas (como se depois de quase dez horas de ação quase contínua, eu ainda precisasse fazer alguma coisa) e depois de outra meia hora de explicações, saí pra pegar o ônibus. Voltei pra casa com a cabeça rodando e com a certeza que nunca mais ia ter uma transa homérica daquelas”.

21. No final, estava de quatro.

“Peguei minha namorada me traindo com um primo dela do interior (eu sei, parece conto erótico, mas é real). Quando percebi, estava de quatro, lambendo as botas do cara, enquanto ele transava com minha esposa. No final tive que limpar a “sujeira” que ele fez. Sinceramente? Gostei XD”.

22. A despedida de solteiro.

“Na despedida de solteiro do meu primo, achei que ia ter mulher. Só tinha homens. Meu primo fez sexo comigo e com mais cinco caras. Isso eu nunca disse a ninguém. Ele está casado há 10 anos e esse é nosso segredo”.

23. Que mundo pequeno!

“Namorei uma menina, lá pros nossos 16 anos. Aprontávamos todas na escadaria do prédio (o famoso Degraus Motel). Anos depois, os pais dela se separam e minha mãe casou com o pai dela. Eles nem imaginam isso”.

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A máquina de lavar.


Bibi-Putinha
Quero contar a vocês algo que aconteceu há uns seis meses e que acabou se transformando em um novo hobby para mim: encontrar coisas aqui em casa que precisam de conserto. Quando não encontro, eu mesma as quebro, só para solicitar visitas do técnico.
Loucura? De jeito nenhum. E vou contar em detalhes porque isso é tão divertido agora. Tudo começou quando meu namorado precisou fazer uma viagem de trabalho em outro estado, e ficou fora por quase 20 dias. Na noite anterior à viagem dele eu estava doidinha pra foder, já que, pela primeira vez, eu ia ficar sem vara por tanto tempo.
Depois de ajudá-lo a preparar as malas eu o arrastei para a cama e fiz de tudo pra ele meter comigo, mas o coitado estava tão cansado do trabalho que seu pau não reagiu de forma alguma. Além disso, ele precisaria pegar o avião de madrugada. Fiquei com pena dele e o deixei dormir, mesmo estando com a buceta piscando de tanta vontade de dar.
De manhã, depois que ele já tinha viajado, peguei meu vibrador e passei vários minutos brincando com a minha bucetinha, e adormeci.
Um pouco mais tarde eu acordei, me levantei e fui tomar um banho. Enquanto eu me vestia eu não pude deixar de me notar no espelho. “Você é muito gostosa, Bibi”, pensei ao observar meu corpo, todo lisinho e ainda durinho, meus seios enormes mas bem firmes, precisando de pouca ajuda dos meus sutiãs para deixá-los bem empinados.
Fiquei uns bons minutos me namorando no espelho. Observei minhas pernas, minhas coxas, minha bunda tão elogiada por minhas amigas na academia, e minha buceta toda depiladinha e lisinha, sem qualquer pelinho para atrapalhar minha diversão com o meu namorado.
“É, Bibi… quem é que vai cuidar desse xoxota nesse tempo todo, heim?”, pensei e dei uma risadinha, enquanto eu fazia uma trança nos meus cabelos naturalmente pretos e longos. Eu adoro tranças nos cabelos, pois meu namorado me diz que fico com um jeitinho de menina inocente.
– Vamos lá… hora de cuidar dessa bagunça! – falei para mim mesma e terminei logo de me vestir. Havia tanta coisa a ser feita em casa nesse dia, e eu não podia mais ficar adiando tais tarefas. Primeiro eu cuidaria da pilha de roupas sujas que estavam amontoadas no chão da lavanderia.
Liguei o som e comecei a lavar as roupas. Minha intenção era terminá-las logo e preparar o almoço, já que eu ia convidar uma amiga para vir almoçar comigo. No entanto, meus planos não sairiam como planejado. Na metade das roupas a máquina de lavar estragou, vazando água para todos os lados.
– Bucetaaaaaaa… daquelas bem azedas!!! – soltei este inocente palavrão e desejei que meu namorado estivesse em casa, pois nestes incidentes, sempre é ele quem chama o técnico ou ele mesmo resolve. “Que bela maneira de começar o dia!”, reclamei, sem saber o que ainda me aguardava.
Entrei na internet e comecei a pesquisar telefones de técnicos que fazem o conserto de máquinas de lavar. Não demorou muito e encontrei um que não ficava muito longe do nosso bairro. Liguei e o homem foi muito atencioso comigo. Na hora ele se prontificou a me visitar e fiquei muito feliz, pois ele era mesmo do tipo “marido ao domicílio”.
Uns vinte minutos mais tarde alguém bateu na porta e eu a abri.
– Bom dia, dona… sou o técnico que você pediu! – o homem falou e vi que ele era jovem, com uns 30 anos, mais ou menos. Nossaaaa!!! Ele vestia uma calça jeans bem apertada e uma camiseta toda suada, mostrando bem seus músculos dos braços e do peito.
– Sim… me espera só um minuto, por favor! – falei e fechei a porta rapidamente, já que eu precisava pelo menos colocar um sutiã por baixo da surrada blusa que eu estava usando. E aí veio o problema. Não encontrei um único sutiã limpo, e os que não estavam sujos, estavam molhados na máquina de lavar.
Não tive opção. Voltei para a porta e tive que atender o moço do jeito que eu estava mesmo: uma blusa velha e surrada e um shorts tão curtinho que faria qualquer homem babar.
– Entra… por favor… qual o seu nome? – falei e já vi os olhos do técnico direto nos meus peitos.
– Paulo, dona… meu nome é Paulo! – ele falou e foi entrando. Fui na frente dele até a lavanderia e tive a impressão que ele estava comendo minha bunda com os olhos. Me senti muito desconfortável andando na frente de um homem vestida do jeito que eu estava. Mas ao mesmo tempo senti minha buceta molhar o fundo da minha calcinha.
– Humm… eu só preciso ir no carro pegar algumas ferramentas… volto logo, dona! – o Paulo falou após examinar a máquina.
– Tá bom… pode ir lá… vou ficar aqui esperando! – respondi e fiquei na lavanderia enquanto ele ia buscar o que ele precisava para efetuar o reparo.
Depois que o técnico saiu eu tive que fazer um carinho na minha xana, já que ela estava doidinha pra sentir um pau bem fundo nela. Nossaa!! Eu nunca tinha traído meu marido, mas o tesão mexe demais com a gente. Eu já estava pensando em foder com aquele cara forte e cheirando a suor.
Mas eu não ia fazer isso. Não era justo meu marido viajar e eu colocar chifre nele, e justamente com o técnico da máquina de lavar. Eu ia era olhar bem para o corpo gostoso dele e depois me masturbar deliciosamente com o meu vibrador.
– Dona… voltei! – o técnico anunciou e se juntou a mim novamente na lavanderia. – Provavelmente é algo bem simples e não vou demorar pra consertar! – ele complementou. E eu fiquei lá vendo ele trabalhar, imaginando que, quanto mais perto eu ficasse daquele macho tesudo, mais gostosa minha siririca ia ser.
– Paulo, você gostaria de beber água, um suco? – perguntei por trás dele, quase tocando meus seios em suas costas. Nesse momento ele estava afastando a máquina da parede e o cano estourou, jorrando uma enorme quantidade de água em nós dois.
– Eita… desculpa, dona… desculpa!! – ele se levantou apressado e, muito desconcertado, finalmente conseguiu fechar a água. No entanto, quando ele se virou para me encarar, ele ficou completamente sem palavras, com os olhos arregalados e de boca aberta.
Nossaaa!! Foi nessa hora que eu percebi que minha blusa estava tão molhada que tinha ficado completamente transparente, e os bicos dos meus peitos estavam visíveis e pontudos.
– Meu deussssss…!! – falei assustada e abaixei minha cabeça. Minha cara rachou de vergonha e de humilhação.

De imediato levei minhas mãos nos meus seios para cobrí-los e tentei sair da lavanderia.
– Vou p-p-p-pegar uma toalha pra você… e-e-espera só um minuto! – falei, sem coragem de levantar meu olhar e encarar o Paulo. E foi nessa hora que vi o volume que seu pau fazia em sua calça.
Ele percebeu que eu estava olhando para a sua rola e me segurou pelo braço.
– Não precisa sair, dona… deixa eu ver só mais um pouco! – ele falou, decidido.
– O que?!? – falei e me soltei dele, olhando-o fixamente nos olhos. – Não sou esse tipo de mulher não, moço!
Quando eu falei isso ele se virou para a máquina novamente e mais uma vez pediu desculpas. Que situação mais constrangedora. Mais de cinco anos de casada e nunca outro homem tinha visto meus seios daquele jeito, só o meu marido. E agora o técnico os tinha visto, e estava com seu pau duro como uma barra de ferro, querendo enfiar ele todinho em mim.
Não resisti. Vinte dias sem vara na xoxota! Que mulher aguenta isso? Me aproximei do Paulo por trás e o abracei pela cintura, esfregando meus peitos em suas costas. Em seguida levei minha mão até sua rola e a senti muito dura e grossa.
– Você estava só sendo gentil ou você realmente viu alguma coisa que você gostou? – perguntei baixinho. Ele ficou parado por alguns segundos e então colocou a mão dele por cima da minha, me fazendo sentir toda a extensão de sua pica.
– Eu acho que isso responde sua pergunta, não? – o safado falou.
– Vem cá, vem! – falei e o Paulo se virou de frente pra mim, olhando fixamente para os meus peitos, completamente visíveis na minha blusa totalmente molhada e transparente.
– Que peitos bonitos, dona…! – ele falou e colocou ambas as mãos, acariciando levemente os biquinhos.
– Ohhhhhhhhhhhh…!
– Mmmmmmm… você gosta, dona?
– Simmmm… adoro ser tocada nos seios, Paulo! – falei, toda excitada e com minha buceta babando no fundo da minha calcinha.
De imediato ele se inclinou e começou a chupar os biquinhos dos meus seios por cima da minha blusa. Meu deussss! Que delíciaaaaaa! Comecei a gemer loucamente. Enquanto ele chupava um seio, sua mão ficava massageando e apertando o outro.
– Chupaaaaaaa… seu safadoooooo… chupa bem gostosoooooo… ahhhhhhhhh…!! – gemi e o segurei firme pela nuca, afundando seu rosto em meus peitos. Meus mamilos sempre foram uma das partes mais sensíveis do meu corpo, e compete até mesmo com o meu clitóris. Muitas vezes eu gozo só com o meu marido mamando nos meus seios.
– Ahhhhhhhhhh… isso, moço… chupa esses peitos… você queria chupar eles, não queria?… agora chupa!! – falei e o Paulo sugou meus peitos com vontade mesmo, mesmo sendo por cima da minha blusa. Senti uns choques elétricos percorrer o meu corpo, indo em direção à minha buceta. Meu orgasmo não ia demorar muito.
Deixei o técnico chupar meus seios mais um pouco, e fiquei só curtindo as deliciosas sensações de prazer percorrendo todo o meu corpo. De repente me livrei dele e fui desesperada em sua calça, tentando desafivelar seu cinto e abrí-la logo. Eu queria ver o pau dele. Eu queria aquela rola na minha boca, pra eu babar muito nela.
Eu estava tão ocupada com a calça do Paulo que não percebi que ele estava tentando tirar minha blusa. De repente ele perdeu a paciência e a rasgou completamente, o que não foi difícil, já que era uma blusa já velha e toda desbotada.
– Ohhhhhhhhhh… caralhooooo… que peitos mais lindos, dona! – ele murmurou quando meus seios finalmente estavam livres.
– Você pode fazer o que quiser com eles, moço… mas antes tira essa maldita calça… que coisa mais complicada… deixa eu chupar essa pica… deixa eu sentir o gosto dela! – falei rindo.
O Paulo não perdeu tempo e rapidamente desabotoou sua calça jeans, descendo-a junto com sua cueca.
– Uauuuuuuu… que coisa mais linda! – falei toda safadinha quando o pau dele saltou pra fora, duro, grosso, e um pouco maior que a pica do meu esposo.
O técnico apenas sorriu e ficou me observando, enquanto eu me abaixei na frente dele e, com uma mão, segurei bem no meio da pica e dei uma apertadinha. O coitado soltou um gemido e senti suas pernas tremerem.
– Deixa eu chupar essa rola… deixa… deixa eu enfiar todinha na minha boca!! – falei e comecei a dar beijinhos na cabeça da pica dele.
– Ahhhhhhhhhhh… que boca mais gostosa, dona…!
– Bibi… me chame de Bibi! – falei e caí de boca no pau dele, engolindo quase todo de uma só vez. Em segundos ele me segurou pela nuca e começou a foder minha boca, forçando a piroca cada vez mais fundo na minha garganta.
Que loucura! Meu marido viajando e eu chupando a rola do técnico. Mas preferi nem pensar nisso, e comecei a brincar com as bolas do Paulo enquanto ele gemia desesperado ao sentir minha boca toda babada na pica dele.
– Aaaah Bibi… delíciaaaaa… que gostosoooo… chupaaaa… issoooo… ahhhhhhhhh…! – o coitado falava e me segurava firme pela cabeça.
Enquanto ele metia o pau na minha boca, eu usei minhas mãos para acariciar e brincar com os biquinhos dos meus seios. O Paulo percebeu isso e tirou o pau da minha boca de repente, e eu já imaginei o que ele queria. Sem esboçar qualquer reação, eu deixei ele me levantar e me colocar sentada em uma cadeira que havia ao lado da lavadora.
Depois de chupar meus peitos mais um pouquinho, ele veio e encaixou o pau no meio dos meus seios. O safado queria uma espanhola, coisa que meu marido raramente pedia. Segurei e apertei meus dois peitos firmemente, apertando bem o pau dele, enquanto ele fazia um vai-e-vem delicioso. Eu estava adorando vê-lo foder meus peitos.
Além de segurar e apertar os meus seios, eu aproximei minha boca, e com isso eu tentava abocanhar a cabeça da pica dele à medida que ele continuava metendo como louco.
– Mmmmmmmm… você gosta mesmo de chupar pau, não gosta, Bibi? – ele perguntou entre gemidos.
Nossaaaa!! Aquela safadeza estava gostosa demais. Ele ficava metendo nos meus peitos e eu os segurava firmes, com a minha boca aberta. De vez em quando ele saia dos meus seios e enfiava a piroca quase toda na minha garganta. Eu já estava esperando ele gozar nos meus peitos quando ele me segurou pela mão e me fez ficar de pé novamente.
Em segundos ele me pegou nos braços e me colocou sentada em cima da máquina de lavar. Achei aquilo tão bonito, pois era a primeira vez que um homem ia me comer daquele jeito. Eu já tinha dado minha buceta em cima de muitas coisas, menos de uma lavadora.
Depois de beijar minha boca ele começou a lamber e dar beijinhos na minha barriga, traçando uma linha e descendo até a minha xoxota toda depilada. Quando ele enfiou o dedo na minha buceta, ela estava tão molhadinha que fazia um barulhinho de “plop, plop”. Que delícia! Que jogo de sedução mais gostoso!
Me joguei para trás e abri minhas pernas pra ele.
– Ohhhhhhhhhhh… Paulo… chupa ela, moço… chupa essa buceta… ela está precisando de atenção… você não está vendo? – falei, entre gemidos. Ele apenas olhou para cima e nossos olhos se encontraram. Trocamos sorrisos safados, de duas pessoas que sabiam exatamente o que estavam fazendo.
Me estremeci todinha quando ele começou a lamber o meu clitóris, e continuou enfiando os dedos bem fundo na minha buceta.
– Uhhhhhhhhh… que loucuraaaaa… meu deusssss… que delíciaaaa… chupa, moço… chupa… c-c-c-chupa bem gostoso ela… ela adora boca… sabia que ela adora ser chupada?… ohhhhhhhhh… meu marido vai me matar…!! – falei e soltei um grito de prazer.
Gozei na boca do técnico. Deixei a boca dele toda lambuzada da minha xoxota. E os safado não quis parar de chupar. Fiquei toda arreganhada em cima da lavadora, gemendo e pedindo pra ele me lamber todinha. Aquilo estava tão gostoso que eu ficava apertando os biquinhos dos meus seios e tentava a todo custo chupá-los eu mesma.
– Seu safado gostoso… gosta de chupar a buceta de mulher casada, não gosta? – falei e puxei o Paulo pelos cabelos, fazendo-o ficar de pé entre minhas pernas. Dei um beijo na boca dele, de língua, daqueles bem molhados mesmo, e pude sentir o gostinho da minha xoxota na boca dele.
– Você chupa tão gostoso, Paulo… mas agora eu quero sentir esse seu pau dentro de mim… bem lá dentro… tá? – falei, desci da lavadora e fiquei de costas pra ele, com a bunda bem empinada e me apoiando na máquina. Ele veio por trás de mim, sem pressa, e começou a beijar minha nuca e dar alguns tapas na minha bunda.
Fechei meus olhos e gemi de prazer. Depois de anos de casada eu ia finalmente sentir outra pica dentro da minha buceta. E eu não estava nem um pouco preocupada. Eu sabia que era um risco, já que tenho uns vizinhos bem fofoqueiros, mas eu pensaria nisso depois.
Senti o Paulo abrir uma das bandas da minha bunda e encaixar a cabeça do pau na entrada da minha buceta gulosa. Empinei um pouquinho mais e ele enfiou, deslizando deliciosamente pra dentro de mim, sem preservativo, do jeitinho que meu marido faz.
– Ahhhhhhhhhhh… que delíciaaaaaa… que pau mais gostosooooo… enfia bem fundo… issooooooooo… moço de deussss… que delíciaaaaa… ahhhhhhh…! – falei quando ele me segurou firme pela cintura e começou a meter bem rápido e cada vez mais fundo. Fique nas pontas dos meus pés, totalmente empinada, entregue àquele macho safado e gostoso.
– Você gosta é de pau, não é dona?… você gosta é de pica!! – ele falou e me castigou com vontade mesmo. Além de dar engatadas bem fortes, ele dava tapas na minha bunda, e logo enrolou a minha trança em uma das mãos, usando-a como uma rédea. Nessa hora eu vi que eu estava perdida mesmo.
– Me chama de Bibi.. me chama de Bibi , porrah… fala no meu ouvido… fala meu nome… ahhhhhhhhhh… me chama pelo nome… ohhhhhh… vou gozarrrrrrrr… meu deussssss… vou gozarrrr…!! – me segurei na máquina de lavar com todas as minha forças e ele sussurou meu nome umas quatro vezes no meu ouvido. Tive um orgasmo super delicioso.
– Agora eu vou gozar nessa sua buceta gostosa, Bibi…!! – ele anunciou e senti seu pau mais duro e mais grosso.
– Nãoooo… goza no meu rosto… deixa eu ver você gozando no meu rosto, seu safado…! – falei e fiquei agachada na frente dele novamente.
O Paulo só precisou punhetar seu pau mais uns cinco segundos e a porra veio em jatos bem fortes, igual míssel.
– Ohhhhhhhhh… que delíciaaaaaa… goza, moço… goza bem gostoso no meu rostinho de safada! – falei enquanto o pau dele cuspia porra na minha boca, nariz, olhos e cabelos.
Abocanhei a rola dele e chupei todo o restinho de esperma que ainda saía, e o coitado ficou tão fraco que precisou se sentar no chão para não cair.
– Vou tomar um banho e deixar você trabalhar… acho que já te atrapalhei demais, Paulo! – falei, dei um beijo na boca dele e corri para o banheiro.
Quando eu saí do banho o Paulo já me esperava com a conta do reparo da máquina.
– Muito obrigada pelo conserto… eu tenho a impressão que esta lavadora vai precisar de mais uns ajustes daqui a alguns dias! – falei e sorri pra ele, que retribuiu. Em seguida ele me deu mais um beijo na boca e se foi.
Depois disso eu quebrei propositalmente várias coisas aqui em casa, só para o Paulo vir consertar e me comer de novo, bem gostoso, igualzinho ele fez na primeira vez. Agora eu vivo doidinha sempre imaginando o que mais precisa de conserto aqui em casa.

Troca de casais para apimentar a relação

Anônimo

Nunca pensei que uma troca de casais fosse acontecer na minha vida, já que sempre fui um cara bem ciumento. Casei com uma gostosa 10 anos mais nova, ela tem 25 anos hoje e começamos a namorar quando ela tinha 19. Minha mulher é uma loira rabuda de parar o trânsito, nunca gostei nem dos meus amigos vindo aqui em casa porque sei o quanto os caras vivem secando ela.

Depois de muito tempos juntos acabei me acostumando e relaxando e trabalhando muito, deixando ela um pouco sozinha em casa. Nessa época a gente acabou mudando de condomínio, indo para um bairro um pouco melhor, e logo minha mulher fez amizade com uma vizinha chamada Manuela, uma morena bem gostosa, mas que tem uma cara de safada, que me fez ficar meio preocupado da minha mulher de papo com ela todo dia.

Toda vez que eu chegava em casa a tal da Manu tava lá com minha mulher, ouvia as duas de papinho rindo, até que um dia eu flagrei elas numa conversa bem safada e fiquei ouvindo um pouco antes de entrar. Minha mulher tava comentando sobre como estava com saudade de dar uma trepada daquelas de sair toda arrombada, e que eu chegava sempre cansado e não rolava com a frequência que ela queria.

Ela ainda disse que tinha vontade de me ver fodendo com outra e que se ele topasse, a Manu seria a escolhida. A minha mulher ainda comentou mais algumas coisas, mas resolvi entrar em casa, dei boa noite e fiquei pensativo com aquilo. Nunca imaginei que minha mulher fosse querer me ver com outra, e isso foi me deixando com tesão. Nessa mesma noite, peguei ela de jeito, comecei a beijar sua orelha, seu pescoço e agarrei seus peitos gostosos. Ela ficou logo arrepiadinha, soltou um gemido de sono e logo depois se virou e a gente começou a se beijar gostoso.

Subi em cima dela e passei a roçar meu pau duro na sua bucetinha. Ela automaticamente abriu as pernas e começou a me lamber e me beijar gostoso. Tirei sua camisola e sua calcinha, e meti minha pica de uma vez só na buceta dela. Comecei a socar gostoso, me movi com força em cima dela, dando umas bombadas gostosas que fizeram ela gemer e me arranhar todinho.

No dia seguinte comentei com ela sobre sua amiga gostosa, que achava elas bem gatas juntas e que gostaria de ver elas se pegando. Minha mulher ficou chocada, perguntou se era sério, eu disse que sim, aí ela disse que andava pensando a mesma coisa, mas em fazer um sexo nós três. Perguntei sobre o marido da Manu, mas minha mulher disse que eles eram um casal bem liberal, e que podiam ficar com outras pessoas, desde que não atrapalhasse o casamento deles.

No dia seguinte antes de sair para o trabalho, pedi pra minha mulher chamar a Manu pra jantar com a gente, e quando cheguei em casa a noite, as duas estavam bem gostosas, vestidas de um jeito sexy, mas nada exagerado. O cheiro do perfume delas invadia todo o ambiente e isso já me deixou com muito tesão. Cumprimentei as duas, fui tomar um banho e aproveitei pra tocar uma punhetinha, pra render mais caso rolasse uma transa.
A gente jantou, o tempo todo o clima tava rolando, depois minha mulher trouxe umas cervejas pra gente tomar e depois de muito papo de bebidas, as duas ficarem bem juntinhas e começaram a se beijar gostoso. Fiquei louco de tesão, minha pica ficou dura pra caralho, Fiquei vendo a cena, mas não por muito tempo, queria participar, cheguei por trás da minha mulher, beijei, toquei seu corpo, depois fui até sua amiga e meti a mão naquele rabo gostoso dela.

Logo as duas foram tirando minhas roupa e tirando as delas. Vi as safadas nuas se pegando com vontade, fiquei no meio e foi uma delícia. Mandei as safadas ficarem de joelhos e começaram a chupar minha pica, que a essa altura tava latejando pra caralho. Elas se beijavam e me chupavam, as duas com cara de safadas. A gente ficou no quarto, minha mulher deitada e a Manu de quatro dando uma chupada na buceta gostosa dela. A safada metia a língua e fazia minha mulher gemer gostoso e se contorcer todinha.

Vendo essa cena deliciosa, aproveitei pra comer essa vadia de quatro. Vi sua xota toda melada e meu pau escorregou de vez. Comecei a socar gostoso com força, segurando na cintura e apertando a bunda dela. O nosso quarto foi tomado por gemidos gostosos delas, e começou a subir um calor intenso e um cheiro de sexo que só deixava meu tesão mais forte.

-Ai amiga, seu marido é bem gostoso hein? tá deixando minha bucetinha arrombada!

-Delícia, né amiga? mas gostoso mesmo é essa sua língua na minha buceta.

A gente continuou trepando, tirei meu pau da bucetinha dela e comecei a socar no cuzinho. A safada ficou louca de tesão, logo eu não resisti e aumentei o ritmo da foda, metendo pra deixar aquele cu todo arrombado.

-Que cu gostoso do caralho! bem apertadinho como eu gosto, vou te arrombar toda sua puta!

Elas gemiam, e a safada fez minha mulher gozar gostoso. Depois de gozar, minha mulher começou a brincar e lamber a buceta da amiga, enquanto eu ainda comia aquele cu. Como eu já tinha gozado na punheta, demorei muito pra gozar, e fiz a putinha chegar ao orgasmo primeiro.

Depois desse dia, comecei a comer a dela sempre, até que minha mulher acabou me convencendo a fazer um swing com o marido da outra. Acabei ficando amigo do cara primeiro, depois passei a curtir a ideia. Fodi a esposa dele enquanto o cara assistia, e ele comeu a minha ao mesmo tempo, bem do meu lado.

Aquilo me deu muito tesão, enquanto a gente fodia as duas, elas se beijavam gostoso, metiam a mão na outra e a gente socando. Na hora de gozar, tirei o pau e enchi a boca da mulher dele com meu leitinho. Senti que o cara gostou, mandou eu gozar gostoso nela que a mulher dele era uma puta.

Enquanto ela limpava todo meu pau, minha mulher começou a chupar o cara e recebeu uma bela gozada na boca também, e foi uma experiência foda. Dia de domingo a gente faz macarronada e trocamos de mulher, isso acabou melhorando muito meu casamento, a ponto de minha mulher inovar cada vez mais na cama.

APENAS TESÃO

Guilherme

Era início da madrugada.

Adentrei o pequeno escritório envolto em penumbra e o que meus olhos viam daquele ângulo era apenas a silhueta de uma mulher acima do peso, com aquele corpo sedento, com dobrinhas salientes que imploravam por mordidas.

Meus pensamentos e minha consciência iam um pouco mais além… ali estava uma mulher perfeita em suas imperfeições, explodindo de tesão e louca para dar. E eu queria comer. Sim, agora, nesse instante.

Sei que ela percebeu quando entrei, não sou muito sutil, mas fingiu surpresa ao sentir minhas mãos deslizando por seus ombros semi cobertos por uma pequena vestimenta fina, quase inexistente. Senti seus ombros tensos relaxando ao meu toque, um suspiro meio que de alívio, meio que pedindo que continuasse.

Não dei ouvido a pedidos, dei ouvido aos meus instintos e sem qualquer cerimônia deslizei minhas mãos por dentro de sua pequena vestimenta fina até alcançar seus seios, aos quais apalpei com vontade. Estava sem sutiã. Safada. Gostosa. Tesão.

Ao mesmo tempo em que meus dedos pressionavam aqueles biquinhos já enrijecidos, minha boca explorava seu pescoço e meus dentes… ah meus dentes… já tomavam o rumo do lóbulo de sua orelha direita. Mordi. Senti sua respiração ficar mais forte. Apertei.

A tensão agora dava espaço ao tesão. Tenso tesão.

– Vou te foder agora.

– Não posso, tenho que trabalhar.

– Não é um pedido.

Abafei qualquer outro sinal de resistência com um beijo, mas não qualquer beijo. Queria sugar sua alma através de sua boca. Deixei-a sem ar.

Enquanto a beijava, desloquei minha mão direita bem rápido em direção à sua boceta. O corpo já entendendo, abriu as pernas que deram passagem ao prazer. Quente, úmida, sedenta. Segurei forte e senti um gemido em meio ao beijo ainda persistente.

Meu dedo passeando entre os grandes lábios, veloz, indelicado, indecente, imoral.

Outro gemido.

Outra sucção.

Dois dedos entraram sem pedir licença.

O corpo, antes sentado, agora já estava quase deitado onde não haveria de caber. Fomos ao chão. Senti uma pequena resistência quando as costas quentes tocaram o chão gelado causando espanto misturado ao medo. Medo de que? Do prazer? Ela não sabe o que quer… eu sei. E vou lhe dar.

Me desvencilhei dos lábios e antes que qualquer protesto pudesse surgir, me afundei nos outros lábios. Os grandes. Os molhados e escorregadios. Os que possuem os cheiros e odores de mulher no cio. Os donos do tesão. Adoro os pequeno, os grandes e os apenas lábios.

Foi o prazo da minha língua passear por entre os grandes lábios ao encontro do ponto de excitação máxima que, como que num passe de mágica, os pré-protestos transformaram-se em apenas um som: o som do tesão. O som da vontade. O som do “quero mais”. E eu daria mais, muito mais.

Minha língua brincou como quis subindo, descendo, pressionando, apertando, deslizando.

A boca, claro, acompanhou a nada sutil dança que se desenrolava e auxiliou a língua em sua missão. Um pequeno grande auxílio com mordidas alternadas entre leves e não tão leves.

As mãos antes perdidas agora puxavam meu cabelo em direção oposta aos meus movimentos. Pareciam não querer mais as brincadeiras de minha língua ali. Entendi o recado.

Meus lábios encontraram seus lábios e o beijo surgiu novamente sufocante, mas dessa vez acompanhado do gosto. O gosto do prazer. Beijo com gosto é outro tipo de beijo. É um BEIJO.

Enquanto as línguas compartilhavam gostos já conhecidos, abri meus olhos. Encontrei os dela já abertos, já sentindo.

Sim… estava bem na entradinha.

Sem tirar meus olhos dos dela, apertei o beijo, segurei o lábio inferior com uma nada leve mordida e adentrei bem devagar, centímetro por centímetro até chegar ao fundo.

Senti aquele corpo, antes tenso, relaxando-se embaixo do meu. Mas não, agora não. Não era hora de relaxar ainda. Quero intensidade.

Meus dedos então envolveram-se em meio à cabelos curtos. Cabelos vermelhos. Cabelos em chama. E puxei. Sim, puxei para trás e junto ao puxão veio outra mordida, agora no pescoço.

Os corpos já não sabiam o que estavam fazendo, sabiam apenas que se fazia necessária a sincronia do movimento. Um movimento cadenciado. Constante. Firme. Necessário.

E enfim explodiram no prazer total. Dentro. Firme. Apertado. Relaxando. Amolecendo. Ofegante. Escorregadio. Saindo.

E assim foi. Sem pedir. Sem anunciar. Sem nada mais que o necessário: Apenas tesão.

МОЙ СТУДЕНТ ХОТЕЛ НАСЛАЖДАТЬСЯ

учитель

Я учитель и преподаю в основном в техникумах, государственных и частных, где ученикам в среднем от 16 до 19 лет. Мне 26 лет, и я один из самых молодых учителей практически во всех школах. И в этом возрасте, как мы знаем, студенты открывают для себя свою сексуальность, поэтому не странно, когда вопросы такого рода поднимаются во время занятий, будь то серьезным образом или посредством шуток и шуток. Я всегда относился к профессии учителя очень серьезно, и я понимаю, что частью моей работы является руководство ими во всем, что важно для них, чтобы они принимали обоснованные и осознанные решения.
Из-за моего стиля, который связан с интересом к современным группам, кино и искусству в целом, классы, для которых я преподаю, всегда понимают меня как самого классного учителя, и поэтому соответствуют многим предметам, которые их интересуют. Естественно, я никогда не пытался установить эти отношения.

В перерыве я редко хожу в учительскую. Я предпочитаю ходить в столовую, продолжать говорить и наблюдать за их поведением, видеть, как развиваются их личности. Очевидно, я замечаю самых красивых девушек, но я женат, и я всегда думал, что в некотором смысле было бы немного трусливо с моей стороны попробовать что-то со студентами.

Почти все «племена» приходят поговорить со мной: от рокеров до евангелистов. В частности, я предпочитаю разговаривать с более политизированными или немного более зрелыми людьми, которые уже могут думать о других предметах, чем обычно подростки.

В определенный день в июне этого года школа была немного пустой, так как многие ученики участвовали в школьных играх в другом отделении. Изабела, одна из девушек, с которыми я всегда разговаривала, была одна, без своего класса. Она короткая, конечно меньше шести футов. Ему 18 лет, с очень светлой и розовой кожей на лице, темными волосами, волнистыми и срезанными на плечах, большими карими глазами, украшенными очками с черными и относительно толстыми оправами, большим и действительно красивым ртом с губами, которые кажется нарисованным. У Изабелы средняя и очень круглая задница, почти всегда покрытая сетчатыми брюками со школьным логотипом. Но то, что заставляет мужчин влюбляться в Изабеллу, выше талии. Ее грудь большая, намного больше ее коллег, а ее талия очень тонкая, что делает ее тело непропорциональным в лучшем виде. Я никогда не видел Изабеллу с расщеплением, так как это было запрещено в школе. Но даже под футболками можно было сказать, что они невероятные.

В тот день я проходил по коридору, а она шла в противоположном направлении. Он остановился, чтобы поприветствовать меня (как он всегда делал), и поцеловал меня в щеку, чего я никогда не делал, и это меня немного смутило. Я никогда не пахла этим, и я поняла, что это были очень сладкие и сладкие духи. Она начала красиво болтать о том, что она сделала за выходные. Она немного рассказала о своем парне, момент, когда она была менее эйфоричной и с удрученным взглядом. К моему удивлению, она закончила разговор словами «пока, котенок-учитель», еще раз поцеловала меня в щеку и вошла в класс.

На следующей неделе Изабела ретвитнула что-то, что я опубликовала, а затем она прислала мне DM, чтобы поговорить об этом, что было просто приятным, что-то о показе фильма, я даже не помню. Но разговор вскоре стал ее парнем, которого я не знал, и был немного старше ее. Она начала жаловаться, но в очень общем виде, и я старался вести ее как можно больше. Она поняла, что у меня есть некоторый опыт и настроение для разговора. В этот момент Изабела начала подробно рассказывать об отношениях.

  • Он очень добр ко мне, но, кажется, немного отвлекся, когда занимается сексом. Мне он очень нравится, но я хотел, чтобы он уделял мне больше внимания, говоря сексуально.
  • Объясни лучше. Что он делает? Что он не делает?
  • Он не любит сосать меня очень сильно. На самом деле, кажется, что ему это не нравится, даже если я это делаю, это странно. Ему просто нравится заниматься нормальным сексом, и он приходит быстро.
  • А ты?
  • Я не знаю, я имею в виду, я так думаю. Но я думаю мало, я всегда хочу
    Больше. Время от времени я мастурбирую, но не знаю, как это сделать, или у меня недостаточно мотивации. Не знать. Это расстраивает.

Я не знал, был ли ее разговор действительно правдивым, или она интересовалась мной и использовал это, чтобы приблизиться. Во всяком случае, я продолжал говорить, чтобы попытаться помочь вам.

  • А твоей жене-учительнице нравится?
  • Много и всеми возможными способами.
    Этот мой ответ породил молчание. Его ответ, который всегда был мгновенным, занял несколько минут.
  • ей повезло.

На этот раз мне пришлось долго отвечать. На самом деле я не отвечал до следующего дня, во время урока, когда она встретила меня в перерыве.

  • Привет, как ты? – спросила она. Она была одета в белую блузку, которая была на груди и лифчике. Я не мог не смотреть несколько секунд.
  • Конечно, все. И с тобой?
  • Я все тот же … Есть советы?
    Я смеялся над ситуацией, и она тоже. А пока я думал об ответе.
  • Сделай так: пригласи его в мотель. Вдруг там он ослабевает больше …
  • Я пытался, он не хочет. Он говорит, что считает это отвратительным, что он слышал отвратительные истории из грязных комнат …
  • Ах, но это зависит от мотеля, верно?
  • Я знаю, но ему это не нравится. Ты можешь в это поверить? Мне было 18 лет в течение 8 месяцев, и я никогда не был в мотеле! Все мои друзья ушли … Я умру от желания!
    Она едва закончила предложение, и прозвенел звонок. Мы попрощались и день прошел нормально. По дороге домой я решил послать к ней DM в шутливом тоне.
  • Я отвезу тебя в мотель, вот и все, проблема решена!
    Ответ был немедленным:
  • Привет! Когда?
  • Когда захочешь, – ответил я с улыбкой, подмигивая.
  • Завтра в 9?

Была суббота, и моя жена путешествовала. Отлично.

  • комбинированный.

Часы шли медленно, и я не был уверен, чего ожидать. Но тело Изабеллы было настолько невероятным, что оно того стоило. Если бы я мог видеть твою грудь, я был бы счастлив.

Мы сели в мою машину, и Изабела просто посмотрела на меня и улыбнулась этим мясистым и красивым ртом. На ней было свободное, не слишком короткое платье без бретелек, и у нее был легкий вырез. Увидеть ее так было уже в новинку, потому что в школе они не носили такую ​​одежду.
Мы вошли в комнату, и она была очень счастлива быть там. Он переместил свет, звук, пошел смотреть в ванну. Он нашел пакет с презервативами и смазками и прибежал, чтобы показать мне.

  • Спасибо, что привели меня сюда. Это весело. И сейчас?
  • Теперь мы должны использовать каждый дюйм этого пространства, – сказал он и притянул ее ко мне. Ее рот коснулся моего, и я скоро почувствовал, как ее язык ищет место во рту. Мы долго целовались, стоя. Его поцелуй был мокрым, и его большой рот заставил его хотеть кусать.

Это несколько любопытно, потому что Изабела чередовала моменты, когда он казался очень опытным с другими, которые были совершенно неуклюжи, но все же сохраняли определенную грацию. Например, когда ты наклонился, чтобы снять мои штаны и сделал это, глядя мне в глаза и с сорваным лицом, но облизывая свою губу. Однако, когда мой член вышел, она не знала, что делать правильно. Иногда он быстро облизывал голову, иногда дергал ненадлежащим образом, перемещая палку в сторону, а не вертикально.

Я сказал: «Что ты делаешь?» Она ответила, смеясь, что она не очень хорошо знала, но она хотела учиться. Я был одержим, увидев ее голой, поэтому я сказал, что буду учить позже. Она попыталась поцеловать меня, но я приподнялась, уклоняясь, чтобы немного ее дразнить, и тогда она немного подскочила и скрестила ноги вокруг моей талии, чтобы дотянуться до моего рта. Поскольку она была маленькой и легкой, у меня не было проблем с тем, чтобы оставаться в таком положении, в результате чего ее грудь была на оптимальной высоте. Правая ручка была уже наполовину опущена, так что ее было несложно опустить навсегда. Наконец-то я смог увидеть ее грудь. Они были в шаге от меня, и они были действительно огромными и мягкими. Ореолы были большими, розовыми, почти белыми, и я смотрел на них несколько секунд, прежде чем они наполнили мой рот. Изабела издала стоны, и я признаюсь, что потеряла счет времени. Это сделало мое желание сбудется. Я сосал грудь Изабеллы, как будто не было завтра. Очевидно, они мне не подходили, поэтому я чередовал облизывание сосков с более нервными поцелуями сверху. Она держала голову на моем плече, тяжело дыша и пытаясь поцеловать меня, когда я делал короткие перерывы.

Ее короткое платье было уже по пояс, поэтому было легко положить руку на трусики. Я чувствовал тепло, исходящее из области, и я потратил время, чтобы двигать ее клитор пальцем, все еще медленно. Изабела, которая в школе была разговорчивой и раскованной девочкой, теперь отвечала короткими предложениями и мало говорила.

«Сегодня ты придешь, и ты будешь много ходить», – сказал я.
«Наконец-то», – ответила она с красивой улыбкой на лице, прежде чем снова поцеловать меня.

Я попросил ее, все еще скрестив ноги за спиной, снять ее платье. Она посмотрела мне в глаза, и я закончила снимать ее лифчик. Ладно, она была просто в трусиках, хотя я не мог хорошо видеть. Я с легкостью положил ее на кровать и увидел, что ее трусики были короткие, белые, хлопчатобумажные и не слишком близко к телу, что очень соответствовало ее стилю. И рядом с клитором была отметка влажности. Я поцеловал и сосал ее трусики, она засмеялась и сказала, что щекочет. Я медленно сняла трусики и вместе вышла жидкая жидкая нить, которая соединяла ее трусики с ее киской. Который, кстати, не был побрился, но волосы у нее были тонкие и чуть светлее, чем цвет волос. Ее киска была маленькой и пухлой на губах, которые в свою очередь были плотно закрыты. Я был восхищен. Мой член был уже очень твердым, поэтому я снял свою одежду и инстинктивным жестом приблизил свой член ко входу, сделал небольшое усилие и остановился.

Чтобы немного замучить себя, я начал сосать пизду моего ученика, теперь полностью освобожденную: лежа и голый. Я не джентльмен с экстремальным опытом, но я всегда заставлял своих партнеров получать удовольствие от орального секса.

Я начал облизывать губы, ощущая каждый дюйм своим языком. Изабела в этот момент казалась немного нервной. Он перестал тяжело дышать и уставился на меня, склонив голову вперед и напрягшись. Я отодвинулась, поцеловала внутреннюю часть ее бедер, подошла к ее животу, пока не достигла соска ее груди. Я нежно поцеловал и поцеловал его в рот.

  • Что это? Ты выглядишь напряженным. Тебе не нравится, когда тебя сосут?
  • Я не знаю, я никогда не был.

Я просто улыбнулся и ничего не сказал. Затем я снова опустил ее живот, пока он не остановился у клитора, где я лизнул и сделал несколько круговых движений. Сначала медленно, затем чередуя быстрые и средние облизывания. Должно быть, это продолжалось около двух минут, пока она не опустила голову на подушку, не закрыла глаза и не застонала. Его стоны начали становиться ритмичными, согласно движениям моего рта. Я понял, что она была счастлива и довольна. Эта девушка, красивая и с невероятным телом, была моей. Я быстро облизал ее клитор, пока не остановился и просто прижал его своим языком. Легкое давление, которое вскоре стало тяжелым. Изабела закрыла ноги, прижала мою голову и начала извиваться. Я продолжал давить на клитор языком. Она глубоко вздохнула и сказала что-то, чего я не поняла. Ее стоны прекратились, и она издала приглушенный крик.

Я продолжал лизать, теперь помедленнее, ее мокрую киску. Там нет лучшего вкуса, чем киска, которую вы только что пришли. Она провела рукой по моим волосам и некоторое время оставалась с закрытыми глазами и почти потеряла сознание. Мы оставались в этом положении в течение длительного времени. Я бы остался там навсегда.

Пока она не начала приходить в себя и снова стонать, все еще поглаживая мою голову. Я поднял свое тело, положил свой член обратно в рот ее киски и позволил моему телу падать на тебя, медленно, но твердо, не останавливаясь. Мой член пришел сразу, и я начал вставать, держа ее за грудь. Наконец она до конца открыла глаза, улыбнулась и сказала: спасибо. Я только улыбнулся в ответ и продолжил. После всего, что произошло, я знал, что если я войду быстро, я скоро приду, поэтому я замедлился. Она погладила меня по спине, и постепенно я заметил, что ее дыхание снова становится затрудненным. Я поднесла ее руку к ее киске, и она быстро поняла, куда положить палец.

Я заметил, что она делает быстрые круговые движения, а затем некоторое время сжимает, так же, как я делал это языком несколько минут назад. Это не заняло много времени, и она снова пришла в себя, только теперь кусая губы, прижимая грудь одной рукой и глядя мне в глаза. Я не мог больше ни секунды, я вынул свой член из ее киски и указал на ее грудь, она выглядела испуганной, но вскоре она поняла, что происходит, и обеими руками она присоединилась к своей груди. Я не думаю, что это был первый раз, когда кто-то наслаждался ими. Я позволил первой струе попасть прямо в грудь Изабеллы, но вторая и третья немного вышли из-под контроля и ударили ее по шее, по лицу и по волосам. Она засмеялась и посмотрела на меня немного смущенно.

Я ничего не сказал, я просто смотрел и поправлялся. Она провела пальцем по чертовому лицу, чувствуя, как далеко оно зашло. К моему абсолютному удивлению, Изабела прижала палец ко рту и сосала, как кто-то, кто сосет сгущенное молоко из банки. Она снова засмеялась и сказала: кисло-сладко!

Мы пошли в душ, где она снова сказала, что ей нравится вкус моей спермы. Я сказал: серьезно? И она ответила: почему ты не можешь? Вам, казалось, понравился вкус моего удовольствия.

MINHA ALUNA QUERIA GOZAR

Professor

Sou professor e dou aulas, principalmente, em escolas técnicas, públicas e particulares, onde os alunos tem entre 16 e 19 anos, em média. Tenho 26 anos e sou um dos professores mais jovens em praticamente todas as escolas. E nessa idade, como sabemos, os alunos estão descobrindo sua sexualidade, portanto nunca estranho quando assuntos dessa natureza são levantados durante a aula, seja de maneira séria ou através de piadas e brincadeiras. Sempre levei a profissão de professor muito a sério, e entendo que é parte das minhas atribuições orientá-los em tudo aquilo que for importante para que tomem decisões embasadas e conscientes.
Por conta do meu estilo, que envolve interesse por bandas moderninhas, cinema e artes em geral, as turmas para as quais eu dou aula sempre me entendem como o professor mais descolado, e portanto em sintonia com muitos assuntos que interessam a eles. É algo natural, nunca fiz esforço para que essas relações se estabelecessem.

No intervalo, eu raramente vou para a sala dos professores. Prefiro ir até a cantina, ficar conversando e observando o comportamento deles, vendo como desenvolvem suas personalidades. Óbvio que eu reparo nas meninas mais bonitas, mas sou casado e sempre achei que, de certa forma, seria um pouco de covardia da minha parte tentar algo com alunas.

Quase todas as “tribos” vem conversar comigo: dos rockeiros aos evangélicos. Particularmente, prefiro conversar com os mais politizados, ou aqueles um pouco mais maduros, que já conseguem pensar sobre outros assuntos que não sejam os tipicamente adolescentes.

Num certo dia de junho deste ano a escola estava um pouco vazia pois muitos alunos estavam participando de jogos escolares em outra unidade. Isabela, uma das meninas com as quais eu sempre conversava, estava sozinha, sem sua turma. Ela é baixinha, certamente menos de 1,60m. Tem 18 anos, pele bem clara e rosada no rosto, cabelo escuro, ondulado e cortado na altura dos ombros, tem olhos grandes e castanhos, enfeitados por um óculos com armação preta e relativamente grossa, uma boca grande e realmente linda, com lábios que parecem desenhados. Isabela tem uma bunda média e bem redondinha, coberta quase sempre pela calça de malha com o logo da escola. Mas o que deixa os homens caídos por Isabela está acima da cintura. Seus peitos são grandes, muito maiores do que suas colegas, e sua cintura é bem fina, o que deixa seu corpo desproporcional, da melhor maneira possível. Nunca havia visto Isabela com decote, pois era proibido na escola. Mas mesmo por baixo de camisetas dava pra perceber que eram incríveis.

Nesse dia eu estava passando pelo corredor e ela vinha na direção contrária. Parou para me cumprimentar (como sempre fazia) e me deu um beijo no rosto, coisa que nunca havia feito, o que me deixou um pouco desconcertado. Também nunca havia sentido seu cheiro, e percebi que usava um perfume bem suave e adocicado. Ela começou a conversar amenidades, sobre o que havia feito no fim de semana. Contou um pouco sobre o namorado, momento em que ficou menos eufórica e com olhar cabisbaixo. Para minha surpresa, ela terminou a conversa dizendo “tchau, professor gatinho”, me deu outro beijo no rosto e entrou na sala de aula.

Na semana seguinte, Isabela retuitou algo que eu tinha postado, e depois me mandou uma dm para conversar sobre o assunto, que era uma amenidade qualquer, algo sobre um filme em cartaz, nem lembro. Mas a conversa logo passou a ser o seu namorado, que eu não conhecia e era um pouca coisa mais velho que ela. Ela começou a se queixar, mas de forma muito genérica, e eu tentei orientá-la na medida do possível. Ela percebeu que eu tinha certa experiência e estava a fim de conversa. Nesse momento Isabela passou a dar detalhes intimos da relação.

– Ele é muito legal comigo, mas parece meio distraído na hora do sexo. Gosto muito dele, mas queria que ele me desse mais atenção, sexualmente falando.
– Explica melhor. O que ele faz? O que ele não faz?
– Ele não gosta muito de me chupar. Na verdade parece que não gosta nem que eu faça nele, é estranho. Ele gosta só de transar normal, e goza rápido.
– Mas você goza?
– Eu não sei, quer dizer, acho que sim. Mas acho pouco, fico sempre querendo
mais. Me masturbo de vez em quando, mas não sei direito como fazer, ou não fico motivada o suficiente. Não sei. É frustrante.

Eu não sabia se esse papo dela era realmente verdade, ou se ela estava interessada em mim e usando isso pra chegar mais perto. De qualquer forma, continuei conversando no sentido de tentar ajudá-la.

– E a sua esposa professor, ela goza?
– Muito, e de todos as formas possíveis.
Essa minha resposta gerou um silencio. A sua resposta, que era sempre instantanea, demorou alguns minutos para vir.
– Ela tem sorte.

Dessa vez fui eu que demorei para responder. Na verdade só fui responder no dia seguinte, durante a aula, quando ela me encontrou no intervalo.

– Oi, tá tudo bem? – ela perguntou. Estava com uma blusa branca que marcava muito seus seios e sutiã. Não consegui evitar de olhar por alguns segundos.
– Claro, tudo. E contigo?
– Continuo na mesma… Alguma dica?
Ri pela situação e ela também. Enquanto isso, pensava em uma resposta.
– Faz assim: convida ele pra ir no motel. De repente lá ele se solta mais…
– Já tentei, ele não quer. Ele diz que acha meio nojento, que ele ouviu histórias nojentas de quartos sujos…
– Ah, mas depende do motel, né?
– Eu sei, mas ele não curte. Acredita? Tenho 18 anos há 8 meses e nunca fui num motel! Todas as minhas amigas já foram… eu morro de vontade!
Ela mal terminou a frase e o sinal tocou. Nos despedimos e o dia correu normal. Na volta pra casa, resolvi mandar uma dm pra ela, em tom de piada.

– Eu te levo no motel, pronto, problema resolvido!
A resposta foi imediata:
– Oba! Quando?
– Quando vc quiser – respondi, com um smile com olho piscando.
– Amanhã as 9?

Era um sábado e minha esposa estava viajando. Perfeito.
– Combinado.

As horas demoravam pra passar, e eu não sabia direito o que me esperava. Mas o corpo de Isabela era tão incrível que valia a pena. Se eu pudesse ver seus peitos, já estaria feliz.

Fomos no meu carro, e Isabela apenas me olhava e sorria, com aquela boca carnuda e linda. Ela estava com um vestido solto, não muito curto, de alcinha, e tinha um leve decote. Ver ela assim já era uma novidade, pois na escola não permetiam esse tipo de roupa.
Entramos no quarto e ela estava muito feliz por estar ali. Mexeu nas luzes, no som, foi olhar a banheira. Encontrou um pacote com camisinha e lubrificantes e veio correndo me mostrar.

– Obrigada por me trazer aqui. É divertido. E agora?
– Agora a gente tem que usar cada centímetro desse espaço – disse isso e a puxei para perto de mim. A boca dela encostou na minha e logo senti sua lingua procurando espaço na minha boca. Nos beijamos em pé por um bom tempo. Seu beijo era molhado e sua boca grande dava vontade de morder.

É um tanto curioso, pois Isabela alternava momentos em que parecia muito experiente com outros completamente desajeitados, mas ainda assim mantinha certa graça. Por exemplo, quando se abaixou para tirar minha calça e fez isso olhando nos meus olhos e com cara de moleca, mas lambendo o lábio. Porém, quando meu pau ficou a mostra, ela não sabia o que fazer direito. Ora lambia a cabeça rapidamente, ora punhetava de maneira errada, movendo o pau na lateral e não na vertical.

Eu disse: “O que você está fazendo?” Ela respondeu, rindo, que não sabia muito bem, mas queria aprender. Eu estava obcecado em ver ela nua, então disse que depois ensinava. Ela tentou me beijar mas eu levantei a cabeça me esquivando só pra provocá-la um pouco, e foi então que ela deu um pequeno pulo e cruzou as pernas na minha cintura para alcançar minha boca. Como ela era pequena e leve, não tive nenhum problema em ficar nessa posição, que deixava seus seios numa altura ótima. A alça direita já estava meio caída, então não foi difícil baixa-la de vez. Finalmente, pude então ver seus peitos. Estavam a um palmo de mim, e eram realmente enormes e macios. As auréolas eram grandes, rosadas, quase brancas e eu encarei elas por alguns segundos antes que enchessem minha boca. Isabela soltava gemidos, e eu confesso que perdi a noção do tempo. Realizava meu desejo. Chupei os peitos de Isabela como se não houvesse amanhã. Obvio que eles não cabiam na minha boca, então eu alternava lambidas nos mamilos com beijos mais nervosos na parte de cima. Ela continuava com a cabeça sobre meu ombro, respirando de maneira ofegante e tentando me beijar quando eu dava breves intervalos.

Seu vestido curto já estava na altura da cintura, então foi fácil colocar a mão em sua calcinha. Senti o calor que vinha da região, e aproveitei para mexer seu clitóris com o dedo, ainda de maneira lenta. Isabela, que na escola era uma menina falante e desinibida, agora respondia com frases curtas e falava pouco.

– Hoje você vai gozar, e vai gozar muito, eu disse.
– Finalmente – ela respondeu, com um sorriso lindo no rosto, antes de me beijar novamente.

Pedi pra ela, ainda com as pernas cruzadas nas minhas costas, tirar o vestido. Ela fez, olhando nos meus olhos, e eu terminei de tirar seu sutiã. Pronto, ela estava só de calcinha, embora eu não conseguisse ver direito. Deitei ela na cama, com jeito, e vi que sua calcinha era daquelas tipo shortinho, branca, de algodão e não muito colada no corpo, o que combinava muito com seu estilo. E havia uma marca de umidade perto do clitóris. Beijei e chupei por cima da calcinha, ela riu e disse que fazia cócegas. Tirei a calcinha devagar e junto saiu um filete liquido pastoso que ligava sua calcinha a boceta. Que, aliás, não era depilada, mas seus pelos eram ralos e um pouco mais claros que a cor do cabelo. Sua boceta era pequena e gordinha nos lábios, que por sua vez eram bem fechados. Fiquei encantado. Meu pau já estava muito duro, então tirei minha roupa e num gesto instintivo aproximei meu pau da entradinha, fiz uma leve força e parei.

Para me torturar um pouco mais, comecei a chupar a boceta da minha aluna, agora totalmente entregue: deitada e nua. Eu não sou um senhor dotado de extrema experiência, mas sempre fiz minhas parceiras atingirem o gozo com sexo oral.

Comecei lambendo os lábios, sentindo cada milímetro com minha língua. Isabela, nesse momento, parecia um pouco nervosa. Parou de respirar de maneira ofegante e ficou me olhando, cabeça curvada para frente e corpo meio tenso. Recuei, beijei a parte interna das suas coxas, subi para a barriga até chegar no bico dos seus seios. Dei um beijo carinhoso e beijei também sua boca.

– O que foi? Você parece tensa. Não gosta de ser chupada?
– Não sei, nunca fui.

Apenas sorri e não disse nada. Então desci novamente pela sua barriga até parar no clitóris, onde lambi e fiz alguns movimentos circulares. Primeiro devagar, depois alternava entre lambidas rápidas e médias. Isso deve ter durado uns dois minutos, até que ela deixou a cabeça tombar no travesseiro, fechou os olhos e começou a gemer. Seus gemidos começaram a ficar ritmados, de acordo com os movimentos da minha boca. Percebi que ela estava feliz e satisfeita. Aquela menina, linda e com um corpo inacreditável, era toda minha. Lambi rápido seu clitóris, até que parei e apenas pressionei ele com a língua. Uma pressão leve, que logo passou a ser pesada. Isabela fechou as pernas, prendeu minha cabeça e começou a contorcer o corpo. Eu continuava pressionando seu clitóris com a língua. Ela respirou fundo e falou alguma coisa que eu não entendi. Seus gemidos pararam e ela soltou um grito abafado.

Continuei lambendo, agora de maneira mais lenta, a sua boceta encharcada. Não existe gosto melhor que o de boceta que acabou de gozar. Ela passava a mão no meu cabelo, e ficou por um tempo com os olhos fechados e quase desmaiada. Ficamos um bom tempo nessa posição. Eu ficaria ali pra sempre.

Até que ela começou a se recuperar e a gemer novamente, ainda fazendo carinho na minha cabeça. Levantei o corpo, coloquei meu pau novamente na entradinha da sua boceta e deixei meu corpo cair sobre o seu, de maneira lenta mas firme, sem paradas. Meu pau entrou todo de uma vez, e eu comecei a meter, segurando seus peitos. Ela finalmente abriu seus olhos até o final, sorriu e disse: obrigada. Eu apenas sorri de volta e continuei. Depois de tudo o que aconteceu, sabia que se metesse rápido, logo gozaria, então diminuí o ritmo. Ela fazia carinho nas minhas costas, e aos poucos notei que sua respiração estava ficando mais ofegante novamente. Levei sua mão até sua boceta e ela rapidamente aprendeu onde colocar o dedo.

Percebi que ela fazia movimentos circulares rápidos, e depois apertava por um tempo, do mesma forma que eu havia feito com a língua minutos antes. Não demorou muito e ela gozou forte mais uma vez, só que agora mordendo os lábios, apertando o seio com uma das mãos e me olhando nos olhos. Eu não aguentei mais nem um segundo, tirei meu pau da sua boceta e apontei para os seus peitos, ela fez uma cara de assustada, mas logo entendeu o que estava acontecendo e com as duas mãos juntou seus seios. Acho que não era a primeira vez que alguém gozava neles. Eu soltei o primeiro jato direto nos peitos de Isabela, mas o segundo e o terceiro saíram um pouco do controle e atingiram seu pescoço, a lateral do rosto e um pouco do seu cabelo. Ela deu uma gargalhada e ficou me olhando meio envergonhada.

Eu não disse nada, fiquei apenas observando e me recuperando. Ela passou o dedo na porra que estava no rosto, tateando para ver até onde tinha ido. Para minha absoluta surpresa, Isabela levou o dedo até a boca e chupou, como quem chupa leite condensado da latinha. Ela riu de novo e disse: é doce meio azedo!

Fomos para o banho, onde ela voltou a dizer que tinha adorado o gosto da minha porra. Eu disse: sério? E ela respondeu: porque, não pode? Você pareceu gostar do gosto do meu gozo.
Ouvir aquilo fez meu pau ficar duro imediatamente. Ela viu e se abaixou para chupar. Dessa vez eu fui ensinando, dizendo pra ela lamber as bolas também, passar a língua na base e tudo mais. Ela fazia exatamente como eu mandava, e eu logo avisei que ia gozar. Ela permaneceu chupando, e eu enchi aquela boca deliciosa com minha porra. Pedi para ela continuar chupando, lambendo, mas com mais calma e menos força, e assim ela fez, até limpar meu pau. Primeiro com a boca, depois ela fez questão de lavar com sabonete e secar com a toalha.

Ficamos no motel por mais umas três horas, e cumprimos o que combinamos na chegada: transamos em cada canto possível.