Liberei a bucetinha pro caipira da roça

Anônimo

Meu nome é Daisy, tenho 35 anos, morena clara 1,70, 70 kg bem distribuídos, corpão, pernas bem torneadas…cabelos pretos e longos ondulados e olhos castanhos.
Fui morar no interior, cidade pequena, às vezes ajudava o pessoal de casa a colher verduras no sítio e notava que o caseiro ficava me olhando e sinceramente não ia com a cara dele de jeito nenhum, ele era um homem comum, sem nenhum atributo que me despertasse interesse, era casado com uma mulher muito descuidada com a aparência.
Quando o pessoal de casa viajou o caseiro apareceu na roça e começou a me ajudar a colher verduras e me ofereceu chocolate eu aceitei e notei o volume na calça dele, não era um volume WOW, (eu gosto de homem bem dotado…)mas dava pra ver que ele estava de pau duro, não fiquei animada com aquela homenagem…desci para a casa e fui tomar banho, desliguei o chuveiro e ouvi um barulho de pisadas no chão e estalos de folhas secas…. Fui para o quarto e me arrumei passei hidratante no corpo todo, fiquei bem cheirosa, toda vez que eu tomo banho fico com tesao e me masturbo com uma deliciosa siririca e fiquei lembrando do caseiro de pau duro, comecei a fantasiar ele fazendo carinho na minha bucetinha, aquelas mãos rústicas me apertando toda, foi quando buzinaram no portão e fui atender e ao voltar para a casa passei pelos fundos e foi aí que eu vi a tela da janela do banheiro, fui ver de perto e estava esporrada …o caipira tinha batido punheta enquanto eu tomava banho…entrei em casa sem acreditar, voltei pro quarto e tirei toda a roupa e nua e me tocava gostoso a minha bucetinha melada de tesão , sentada na beirada da cama de pernas abertas me penetrando com o dedo médio e depois só pontinha dele e o polegar girando sem parar no meu grelinho duro …tudo isso ao ver que estava sendo desejada, por um caipira da roça.
Anoiteceu e eu fui chamar minha gata para entrar e nada dela aparecer, foi aí que eu bati na porta do caseiro e perguntei se ele tinha visto minha gata, ele disse que não e que se achasse a levaria para mim….o estranho é que eu olhava nos olhos do caseiro e sentia meu grelo latejar….agradeço e voltei pra casa já estava totalmente escuro e passado um tempo o caseiro me chama na porta e me entrega minha gata.
Agradeci mais uma vez ele me ofereceu pêssegos e eu pedi que ele colocasse em cima da mesa de jantar. Eu usava um vestidinho e minhas coxas de fora bem torneadas e o caseiro não tirava os olhos delas…e disse “esconde isso dona Daisy “e eu perguntei : esconder o que ? Ele respondeu: aqui na roça a gente não está acostumado a ver pernão bonito assim e eu respondi: ” Vc gosta ? Quer passar a mão nelas?” Ele disse sim e foi me agarrando e me encostando na mesa, me apertando e passando a mão na minha coxa, e foi subindo e eu sem calcinha e ele enfiou logo um dedo na minha buceta e arregalou os olhos e me disse ” nossa mas já ta assim? Toda meladinha…que tesão” e levantou meu vestidinho e começou a chupar e morder meus seios e eu tremendo de um tesao louco viramos para a parede e eu adoro beijar na boca, mas estava receosa dele ter mau hálito, mas na hora era tanto fogo que eu arrisquei e nossa que beijo delicioso que língua gostosa, e eu enquanto beijava tentava alcançar o pau dele e não achava… Apesar de termos quase a mesma altura não conseguia nos encaixar de pé…foi aí que fomos pro quarto ele me deitou na cama e foi logo chupando minha bucetinha, chupava com vontade e lambia e eu me contorcendo ele chupava forte e eu gemia de dor e tesao e ele falava : que bucetinha sensível vc tem…um e cheirosa nem passa perfume….(ué pensei, mas pra que passar perfume na buceta…buceta tem que ter o cheiro natural …rs) foi aí que toquei o pau dele e para a minha decepção era pequeno…fiquei por cima dele beijando sem parar aquele corpo gostoso que eu nem imaginava que ele tinha…e comecei a passar a língua na cabecinha do pau de leve e a roçar os lábios e a punhetar, babei na minha mão para ela deslizar bem gostoso e comecei a girar minha língua sem parar, punhetando subindo e descendo com a minha boca e chupando com vontade aquele pau e para minha surpresa o caipira era todo depilado …humm eu amo chupar …o caipira me empurrou para baixo dele e de uma vez só me penetrou, era um pau pequeno, mas ele penetrava forçando a minha buceta de um jeito que eu comecei a gemer de puro tesão louco…e ficando por cima dele agachada com as pernas abertas para ele ver minha buceta devorando o seu pau …e ele falava que bucetao gostoso eu tinha e comecei a apertar bem gostoso enquanto cavalgava (faço pompoarismo rs) e o caipira dizia sua bucetinha e apertada que nem de menina nova….voltei a ficar por cima de joelhos cavalgando muito…eu não demoro a gozar, mas como era um pau pequeno demorou, mas para a minha surpresa consegui liberar uma cachoeirinha (tenho ejaculação feminina ou squirt )bem gostosa e quente é o caipira não acreditava no que estava vendo… Ele espalhava com a mão o meu gozo pela barriga dele…no seu peito e lambia os dedos…Virei de quatro ele  começou a meter sem parar na minha bucetinha e gozou rápido…eu queria mais…Deitei de costas com as pernas abertas e ele enfiava o dedo na minha buceta pedindo para eu apertar e eu apertava e ele falava que fazia pressão e me beijando sem parar… Ai deu um sono nele e ele dormiu com o dedo dentro da minha buceta, por uma tempo..depois desse dia transamos no mato um fetiche que eu tinha e realizei …uma delicia, transamos depois na cachoeira também..

Um conto sobre acasos e fotografias

Amanda Armelin

Av. João Pessoa, 54 – sobreloja. O local parecia bem trash, ficava em cima de uma sex shop.

Estava uns 15 minutos adiantada e só conseguia pensar consigo mesma: “Ainda dá tempo de fugir, tu não nasceu pra isso, guria! Modelo fotográfica? Onde já se viu, não leva nenhum jeito!” – E quando finalmente decidiu virar-se para ir embora, abriram a porta:

– Oi, Julia! Chegou bem na hora, o Rodrigo acabou de chegar. Vem, vamos subir.

Droga! Já estava até suando. Sessão de fotos…onde ela estava com a cabeça quando aceitou aquilo? Ah sim, era pelo cachê. Dinheiro de meio mês de trabalho em um dia.  E né? Disseram que não é nada pornográfico, que só tem uma pegada sensual, que não haverá nudez, apenas quase.  “Porque eu vim fazer isso, se tenho vergonha de ficar pelada até na frente do espelho? Como eu sou idiota! E esse tal Rodrigo deve ser um ridículo, desses fortões tatuados que só pensam no próprio corpo. Será que ele vai tirar sarro de mim? Estou alguns quilos desconfortável comigo mesma…”

Foi interrompida:

– Esse é o Rodrigo, que vai fotografar contigo na sessão de hoje. Rodrigo, essa é a Julia. Como eu já expliquei antes, é um ensaio para um catálogo de tatuagens, com uma temática mais sexy. A intenção é basicamente retratar o amor entrelaçado com a arte da pele de vocês, entre lençóis. Sem mais enrolações, podem ir lá pra dentro se trocar, vocês tem 10 minutos enquanto eu monto o estúdio.

“Ah, até que ele é normalzinho…E tem tattoos bonitas. Pensando no lado artístico da coisa, vai ficar bonita a foto e…EITA! É ISSO que eu vou ter que usar? Será que não tem um maior? Gente, que treco minúsculo, vai ficar tão atochado! Ai, que vergonha!”

Já no estúdio, o fotógrafo dirigia quase que mecanicamente para onde deveriam ir, como deveriam movimentar-se e que pose deveriam fazer. A mão mais pra cima, unha mais apertada na costela dele, boca mais perto da nuca dela, levanta a blusinha dela só mais um pouquinho e…isso!

E em meio à tanta vergonha ela se deu conta que não tinha trocado uma palavra com o tal Rodrigo. O cara estava ali, apalpando sua bunda, seduzindo seus olhos e tocando seus seios toda hora e ela nem sabia como era a voz dele.

– Desculpe o silêncio, é que estou meio envergonhada. Nunca fiz isso antes.

– Não tem problema, linda. Eu faço isso há 3 anos e nunca me acostumo. Com todo respeito, seu corpo é muito bonito: combinou com esse seu estilo meio oriental. Muito bom gosto.

– O-o-obrigada.

–  De nada. Quer uma dica? Apenas relaxe. Imagine que estamos numa dança e deixa que eu te conduzo. Finge por um instante que tudo isso aqui é de verdade, e que não tem ninguém ali assistindo a gente. Finge que essas são nossas preliminares. Aliás, nada mal para um primeiro encontro, né?

E em um instante, a vergonha foi embora. A vontade de ser de verdade fez todo o medo ir embora, e as fotos ficavam cada vez mais perfeitas: agora tinha olho no olho, movimentos voluntários, olhos fechados, beijos de nuca e língua por entre as coxas. Tinha arrepio real, suor involuntário e algumas mãos bobas espertas. Tinha vontade e todo o tesão (ou mais) que eles foram contratados para fingir ter. E o fato de precisar fingir que estava fingindo deixou tudo ainda mais excitante: uma tortura com gosto de sexo que precisava parecer de faz de conta.

Sentiu-se cada vez mais quente, mais molhada e mais encaixada naquele corpo que fazia caras e bocas não mais para as câmeras. Era “pela arte” que quase se despiam de verdade enquanto o faziam de mentirinha.

Três horas de tortura depois, era finalmente hora de conversar feito duas pessoas que recém se conheceram e voltar para o estágio da “paquera”, se é que nesse ponto e nesse caso, isso ainda era possível. Saíram lanchar. Ele descobriu que ela gostava de bacon e maracujá. Ela descobriu que ele não gostava de cebola.

Uma hora mais tarde, ambos descobriram que a posição favorita na cama era bem parecida. Que o gosto do beijo dele era quase doce e bastante molhado. Que ela adorava sexo oral. Que ele gemia quando ela o apertava com mais força. Que ela podia gozar várias vezes seguidas. Que ele tinha arrepios na nuca e cócegas nas coxas. Que seus corpos se encaixavam perfeitamente enquanto ele se contorcia para gozar.

E que todas aquelas fotos da tarde refletiram exatamente o que as lentes da câmera captaram.

JANTAR DOS ALCÂNTARAS

Anônimo

Em um dos finais de semana da família Alcântara*, Sonia*, a esposa do Eduardo*, comunicou que no final de semana seguinte a família faria um viagem e como eles levariam o filho Arthur* de 6 anos, eu teria que ir junto. Não podia dizer não, afinal era recém contratada precisava mostrar que estava a disposição a qualquer momento.

Partimos na sexta-feira a noite, o destino era a cidade vizinha. Segundo Sonia, estavam viajando para tratar de negócios – a família é dona de um Resort numa praia –  mas aproveitaríamos a viajem para curtir a região. Chegamos ao destino na madrugada do sábado. Sonia pediu para que cuidasse de Arthur, que ela e Eduardo precisavam sair. Com a ajuda de Mario*, o motorista, eu subi e acomodei o Arthur e deixei as malas para desfazer quando acordasse.

Acordei pouco depois das 06:00. Desfiz as malas e aprontei o garoto. Descemos para a piscina, ficamos por la cerca de 2 horas, quando Sonia chegou sem Eduardo. Pediu para arrumar o Arthur que sua mãe estava chegando para busca-lo. Sonia avisou que o garoto iria para uma festinha com a avó e que eu não me preocupasse e aproveitasse as horas de folga que eu teria até o retorno do Arthur.

Alojada, no Resort da família no quarto ao lado ao do casal, comecei a fazer planos para a noite, quando o telefone toca. Era Eduardo, até então ele não havia aparecido. Ele avisou que teríamos um jantar logo mais a noite :

-Juliana, sou eu, Eduardo. Hoje a noite sairemos. Um jantar. Nada formal, casual. Por favor, arrume-se e esteja no hall as 20:00, Mario passará ai para lhe buscar. Tudo bem?

Sem pensar muito, respondi: Tudo bem, estarei lá as 20:00. – Tinha um jantar e não sabia o que vestir. E para piorar, comecei a pensar quem estaria nesse jantar e o que poderia esperar de um jantar desses. Eduardo não me deu detalhes e foi tão direto que não deu para supor nada, além de um simples jantar. E Sonia, estará presente? Preciso me vestir. O que vestir?

Corri para a mala e comecei a tirar tudo de dentro dela, quando já estava sem esperanças eis que surge um vestido preto, comportado e sensual, tubinho. Já eram 18:00, precisava correr. Eduardo estaria la nas 20:00. Vestido, salto, maquiagem discreta, perfume e um suspiro seguido de”nada mal para uma babá”. Desci para o hall e aguardei. O carro apareceu, mas o motorista não era Mario, era o Eduardo. Fiquei surpresa, mas entrei no carro sem dizer nada. Seguimos, em silencio, até que ele parou o carro. Nesse momento meu coração acelerou. Eduardo é um homem alto, cabelos grisalhos, um olhar negro e profundo, sua voz é firme e deixa qualquer mulher hipnotizada, naquele momento, não sabia para onde olhar, notando o meu nervosismo ele disse: – Calma, já vamos seguir.

Dois toques na janela do carro, a porta é aberta e Sonia aparece atras de nós.

Pensei que não viriam – Disse Sonia, num tom descrente.

Demoramos por causa da Juliana, ela se atrasou um pouco – Eduardo falou, me olhando com um olhar bem provocador.

Ouvi tudo sem dar uma palavra, engoli seco quando Sonia disparou: Tudo bem, estamos aqui. Vamos?

Eduardo ligou o carro – Para onde vamos? – perguntei, desconfiada.

Sonia sorriu – vamos aproveitar a noite –  disse.

Eduardo sugeriu uma venda, perguntou se eu aceitaria. Falei que só faria isso se nada de mal acontecesse comigo. Ele prometeu que não fariam nada contra minha vontade e que se eu preferisse iriamos apenas jantar, mas garantiu que se aceitasse colocar a venda iriamos para um lugar muito melhor que um restaurante. Aceitei.

Com a venda nos olhos, escutei quando um homem disse – Boa noite Dr., está tudo do jeito que o senhor pediu. Se precisar de mais alguma coisa, estou a disposição. Meu coração acelerou. O que estava do jeito que ele pediu?

Ao descer do carro, ainda com a venda, Sonia me aconselhou a tirar o salto pois iriamos andar na areia da praia. Tirei e os coloquei no carro. Sonia fez o mesmo.

Seguíamos pela areia, quando paramos e Sonia tirou minha venda. Ao abrir o olhos me deparei com uma tenda, com tapetes e almofadas e uma mesa com comidas e bebidas.

Eduardo serviu a mim e a Sonia cálices de vinho. Bebemos e comemos. Eles conversavam sobre varias coisas enquanto eu só observava e pensava no quão sortuda eu estava sendo aquela noite. Notando meu Silencio Eduardo sentou-se ao meu lado e perguntou se estava gostando, respondi que sim quando senti sua mão quente tocar minhas costas por cima do vestido. Neste momento procurei por Sonia e não a vi. Querendo sair daquela situação antes que Sonia chegasse, Eduardo falou, antes que eu encontrasse saída – não se preocupe, Sonia não voltará agora – Ainda querendo sair, mas já sentindo o efeito da bebida, apenas me afastei e continuei sentada e incrédula – Como um homem como Eduardo, meu patrão, estaria se insinuando para mim, uma babá? – pensei.

Foi quando Eduardo começou – Sabe, Juliana, eu sempre te achei um espetáculo de mulher – suas mãos acariciavam meu queixo. Eu evitava seus olhos mas ele trazia meu rosto para junto do seu – Você tem um corpo delicioso, cheio de curvas, suas pernas movem sua bunda em ritmo quente – Sua mão estava em minha perna. Queria evitar o contato, mas era difícil resistir as encantos de Eduardo. Então deixei que sua mão subisse até alcançar minha virilha e enquanto ele sussurrava os desejos que sentia por mim sua outra mão abriu o vestido. Quando me dei conta, estava com a minha mão por cima da calça acariciando o pau dele. Com movimentos de vai e vem, senti o pau de Eduardo querendo explodir de tesão. Com uma mão ele segurou e apertou meu peito e com a língua acariciou o mamilo, me arrepiei do cóccix  até a nuca. Minha buceta estava latejando de tanto desejo. A adrenalina e o medo de ser pega por Sonia me faziam gemer baixinho. Eduardo me tirou o vestido, arrancou minha calcinha, abriu minhas pernas e agachou na minha frente. Com beijos, lambidas e mordiscadas na buceta, me segurei para não gozar. Há essa altura eu só queria ser fodida.

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De quatro, eu empinei minha bunda e ele chupou mais um pouco minha buceta e passou a língua no meu cuzinho. Eduardo abaixou a calça e o que vi foi um pau lindo, gostoso e muito duro querendo me foder. Ardendo de prazer eu engoli aquele pau com a buceta. Enquanto entrava e saía devagarzinho eu escutava os gemidos de Eduardo. E quando mais eu pedia ele fodia com força, me deixando ainda mais molhada. Naquele ritmo seguimos explorando nossos corpos. Chupadas, mordidas e excitação. Meus mamilos eram acariciados enquanto eu recebia aquela foda. De olhos fechados eu sentia toda a virilidade localizado no membro delicioso de Eduardo entrando e saindo da minha buceta rosada. Suspiros e eu abri os olhos.Um par pernas abertas na minha frente, era Sonia se masturbando enquanto via o marido fodendo a baba do filho.

Quer mais, mais quer? Então pede vai! – sussurrava Eduardo em meu ouvido, enquanto eu pedia pra que ele me esfolasse e Sonia se aproximava para começar a chupar meu peito. Eduardo puxava meu cabelo enquanto me fodia com força. Num movimento, Eduardo empurrou minha cabeça e caí de boca na buceta de Sonia. Enquanto eu recebia a vara de Eduardo Sonia recebia minha língua.

Saímos daquela posição e coloquei o pau de Eduardo todo na boca, lambia da base a cabeça. Sonia se juntou a mim, enquanto uma chupava o pau a outa lambia o saco. Eduardo não aguentou e gozou na nossa cara, seu gozo foi delicioso. Sonia e eu nos beijamos lambuzadas de toda aquela gala. Fomos nos beijando até que começamos nos chuparmos, Sonia com seu clítoris rígido de tanto desejo abocanhou minha boceta toda molhada e não bastou muito para que chegássemos a um orgasmo inesquecível. Eduardo assistia a tudo acariciando o pau, quando caímos ou seu lado num misto de ressaca e gozo.

Deixei de ser baba de Arthur e virei o prato principal das fodas de Sonia e Eduardo.

  • Nomes trocados.

SORAIA E A ATMOSFERA CARNAL DO APARTAMENTO DE RUBENS

Anônimo

Cabelos negros, seios fartos, quadris largos, cintura fina, uma boca carnuda, 22 anos e  vontade de uma boa transa, muito prazer, o meu nome é Soraia.

Largando da faculdade, no ponto de ônibus, me deparo sempre com a figura de um cara misterioso, que vivia sempre com um cigarro entre os dedos. Sério. Enigmático. Barbudo. Excitante. Aquilo era como ver a virilidade personificada.

Apenas com olhares, Rubens, aquele poço de perversão, me deixava excitada. E para melhorar a situação, quando passou por mim, ele parou na minha frente e me fitou com um olhar profundo. Eu retribui o olhar, com ar de provocação. O ônibus da linha que eu pego chegou, ele subiu depois de mim.

Sentei e logo em seguida aquele corpo cheio de calor acomodou-se do meu lado. Me chamo Rubens, tudo bem? Sempre te observei durante as viagens e gostaria de te fazer um pedido. Posso? – Disse Rubens, reproduzindo o mesmo olhar do ponto de ônibus. – Tudo bem. Claro que pode – respondi, sorrindo.

Você aceitar sair comigo, amanha? – Perguntou                                                                            Claro que aceito- respondi. Não acreditei, ele me convidou pra sair – Você pode me dizer para onde vamos? – questionei, intrigada. Só se você me disser o seu nome – ele replicou. Soraia – eu disse, quando ele se levantou e seguiu até a porta do ônibus. Até amanhã, Soraia – ele se despediu sorrindo.

Boquiaberta com toda aquela cena, eu simplesmente sorri. Quando cheguei em casa, conclui que Rubens me deixava mais excitada do que eu podia imaginar. Foi quando comecei acreditar que o mistério sobre esse encontro me traria forte sensações.

Sem saber como prosseguir até o encontro, apenas fiz o de sempre. Segui o caminho que me fazia encontrar Rubens: O ponto de ônibus. Rubens estava lá, e me surpreendeu com um embrulho na mão. Olá, Soraia. Pela sua presença, suponho que nosso encontro esteja de pé. Então, acreditando que você viria eu te trouxe isso – Ele me entregou o embrulho e pediu que só abrisse quando ele indicasse o momento. Sim, ainda está de pé. Para onde vamos? – perguntei. O ônibus vem ai, vamos? – falou , referindo-se ao ônibus que sempre pegamos.

Intrigada, apenas balancei a cabeça e subi no ônibus com ele. Estava tensa, o ônibus, o embrulho, tudo me deixava ansiosa na mesma intensidade que a figura de Rubens. Ele colocou a mão na minha perna, na parte em que a saia não cobria minhas coxas, e me pediu pra relaxar, nesse momento eu só pensava em ir pra cama com ele.

Na mesma parada de sempre, Rubens se levantou e me chamou. Nós descemos e ele me conduziu por uma ou duas ruas. Numa delas, uma parada. Beijos e mãos bobas. Foi quando Rubens disparou – vou ser bem direto. Já faz um tempo que venho te observando e cheguei a seguinte conclusão: Você não passa de uma putinha que gosta de levar vara, que gosta de dar a bucetinha – ele falou sussurrando no meu ouvido, encostando a boca na minha orelha e fazendo meu clitóris aumentar o tamanho de tanto tesão.

Em resposta eu peguei no pau dele com força, caminhamos por mais uns 100m e chegamos a um prédio,  era o apartamento dele. Passamos pelo porteiro e aguardamos o elevador. O ascensor chegou e entramos nele. Foi quando ele me empurrou forte na parede do elevador, me beijou e apertou o meu pescoço quase me deixando sem ar. Segurava minhas mãos, me deixando como presa. Eu cedia a todos os estímulos, me entregando para ele. 

O elevador chegou ao andar e saímos sem nos desgrudarmos. Já dentro do apartamento, ele me virou de costas e segurou meus braços me deixando mais uma vez vulnerável aos seus ataques, puxando meu cabelo e lambendo minha nuca, ele dizia baixinho – a putinha adora um coito, né? Adora levar uma dura, nessa bucetinha! Então vem cá, deixa eu ver esse peito – num movimento rápido, ele me virou e rasgou minha blusa, arrancou meu sutiã e abocanhou meu peito e com a mão apertava forte o outro. Nesse momento eu já estava toda molhada, sentia como se fosse explodir de desejo.

Quanto mais ele chupava mais eu puxava sua cabeça pro meu peito, ele chupava gostoso e estimulava meu mamilo fazendo meu corpo todo se arrepiar. Ele me jogou no sofá da sala e prosseguiu com beijos até o meu umbigo, ele beijava minha barriga e apertava meus braços me deixando imóvel, eu gemia querendo mais.

O embrulho, abre, gostosa! – imperou, Rubens. Peguei o embrulho na bolsa, rapidamente o abri, dentro tinha uma calcinha fio dental. Vermelho. Renda na frente e apenas um fio na traseira.  – coloca! – disse Rubens. Não demorei, troquei a calcinha sem tirar a saia.

Ele tirou a roupa e ficou apenas de cueca na minha frente, me sentei no sofá e comecei a massagear aquele caralho, a cueca já estava molhada igual estava fio dental vermelho que ele comprou na certeza de que eu estaria ali com ele.

Não aguentei e coloquei aquele pau todo na boca. – chupa, vai! Chupa, gostosa! – ele dizia ao mesmo tempo que segurava meu peito e puxava minha cabeça. Eu sugava aquela vara com gosto, colocava tudo na boca até sentir na garganta. Ele gemia e quanto mais eu chupava mais ele puxava meu cabelo e empurrava minha cabeça. – Vai puta! Tu gosta é de cacete, chupa gostoso, vai.

Ele me empurrou novamente no sofá e sentou em cima de mim colocando o pau entre meu peito, fizemos uma espanhola deliciosa. Ele apertava meu pescoço e roçava o pau entre meus peitos – Essa tua carinha de santa nunca me enganou. Santa do tipo putinha, o meu tipo preferido. Adora uma vara – ele dizia me apertando cada vez mais até me deixar quase sem ar.

-Bate na minha cara vai! – eu disse com olhos dissimulados e ávidos por uma rola. Ele deu um tapinha na cara e me chamou de cachorra. Eu sorri e pedi pra ser fodida – Me fode agora, vai. Me fode bem gosto. Soca essa vara toda na minha buceta! Ele me colocou de costas, pegou pelo meu pescoço e me conduziu até a cozinha.

Lá ele levantou minha saia. Me debruçou na mesa, me deu dois tapas na bunda  e com meu tronco e uma das pernas sobre a mesa, ele segurou meus braços, se ajoelhou, afastou minha calcinha e começou a lamber minha buceta lisinha. Eu gemia alto, gemia pelos poros, eu queria explodir de tanta excitação. Ele colocou os dedos na minha buceta e quando ameacei gozar, ele socou aquela vara e parou por uns 10 segundos.

Sentir todo o pau de Rubens na minha buceta foi fantástico. Ele era tão quente quando a atmosfera carnal daquele apartamento – Me fode, caralho! – Eu disse, já não suportando esperar mais um segundo. Eu estava subindo pelas paredes quando ele começou com os movimentos de entrada e saída. Bem devagarzinho, me fazendo delirar.

Uma das mãos de Rubens segurava meus braços atrás das costas, e a outra mão alternava entre tapas na minha bunda e apertadas na minha cintura. – Me fode, caralho. Me fode bem gostosinho. Assim, bem gostoso, vai! – eu dizia olhando em seus olhos. O suor de Rubens escorria pelo seu abdômen, ver aquilo era delicioso.

Soltando meus braços, ele me virou e começou a me chupar. Minha mão segurou a sua, pedindo que ele apertasse meu peito – Ai, delicia. Ta gostoso, assim. Bem gostosinho – eu dizia, involuntariamente. Mais uma vez Rubens trocou a língua pelo membro inflexível dele. – Soca tudo, vai gostoso. Soca Tudinho nessa buceta. Acaba com ela puta, vai. 

– A putinha gosta de rola né, então vem aqui. Mama aqui, vai- disse Rubens, tirando o pau da minha buceta, me puxando pelo pescoço e socando o pau na minha boca. Eu chupei aquele pau, bem gostoso até Rubens anunciar o gozo. Puxou minha cabeça pelo cabelo e jorrou toda a gala em mim. Me lambuzou toda e bateu com o cacete na minha cara.

Ser fodida por Rubens foi o melhor que poderia ter acontecido aquela noite. E aquele foi o primeiro de muitos encontros que tive com ele.

SEXO ENTRE AMIGOS

Anônimo

Sou Maisa, tenho 1,53 de altura, seios pequenos, bunda carnuda, cabelos pretos e ondulados. Fui convidada por 2 amigas; a Cristiana e a Emanuelle, para ir numa festa, mas não ficamos pois a festa não estava boa. Saímos conversando quando chegamos na rua da casa de uma delas tinha uns rapazes eram 3 rapazes, Rodolfo, Ricardo, Juvenal conversando do lado de fora a gente ficou em frente a casa da Cris, eles se aproximaram conversamos e eles nos convidaram para entrar na casa deles. Fomos a Cris cismada disse que não ia entrar. Eu e a Manu ficamos e entramos na casa. Tomamos vinho, cerveja o Rodolfo sugeriu verdade ou consequência. Comecamos a jogar fui a primeira a responder o Ricardo perguntou se eu queria beijar algum deles e na primeira pergunta acabei tirando a blusa preferi consequência, fiquei com vergonha de dizer que fiquei interessada no Rodolfo. Seios a mostra porque eu estava numa blusa azul de alças finas e sem sutiã; veio outra pergunta se eu tocava siririca? Que vergonha, não quis responder tirei a calça fiquei só de calcinha. Enquanto isso a Manu já tinha ido “deitar” com o Juvenal caindo de bêbada. Também fiz perguntas que levaram eles a tirar a roupa também estávamos os 3 na sala. Eu, Ricardo e Rodolfo. e os dois ficaram fazendo perguntas difíceis de responder, tirei a calcinha. Com isso o Ricardo perguntou quem eu deixava chupar meus peitos, eu disse que era o Rodolfo e a brincadeira acabou por aí pois ele veio apalpou meus seios e me deu um beijo bem gostoso na boca desceu com a boca eu deitei e ele chupou meus peitos com muito carinho e vontade não aguentei de tesão abri as pernas e ele me penetrou fiz amor com ele ali na sala deitada num colchonete no chão e com o amigo dele olhando a gente enquanto batia uma punheta. Fiquei de quatro pelo Rodolfo emocionalmente e fisicamente. Mas ele tinha namorada ele tinha revelado durante a brincadeira depois de gozarmos ele saiu de cima de mim e o Ricardo veio pediu um boquete fiz, chupei o pau dele tanto e com tanta vontade que ele não aguentou segurou minha cabeça e gozou na minha boca. Depois de um tempo conversando sobre nossa brincadeira eles quiseram de novo como é bom ser penetrada por 2 e que delícia que é. O Ricardo quis meter em mim de 4 pra ele enquanto ele metia em minha buceta eu chupava o pau do Rodolfo, eles me chamavam de vadia, gostosa, rabuda, putinha, Ricardão tremeu fez um barulho e disse gozei tirou o pau melecado da minha buceta sentou e disse a puta é toda tua Rodolfo e ele me pediu pra deitar de lado quando percebi ele tava precionando meu ânus falei que era virgem do cuzinho ele disse que não tinha problema que ia ser o primeiro a tirar meu selinho do cu e eu ia adorar, ele meteu na buceta pra molhar o pau dele, pensei que ele tivesse desistido de meter no meu cu e quando menos esperei levei um susto ele enfiou de uma vez; dei um grito ele me segurou como se eu fosse uma égua me pôs de 4 socou , socou socou a rola grossa dele no meu cu até ele gozar o Ricardo não deixou por menos assim que o Rodolfo tirou a pica dele de dentro do meu cu ele veio pegou meus braços puxou pra trás e meteu a rola dele no meu cu também passamos a noite assim. Eu rodei nas mãos e picas dos dois amigos. Quando amanheceu o Rodolfo me deu um beijo foi embora. A Manu ainda estava apagada da cachaça que ela tomou então o Juvenal veio e perguntou que se eu dava pra ele também. Que ele tava com vontade de meter em mim todinha também. Eu tava cansada com o cu ardendo mas aceitei ganhar leitinho dele tbm na minha buceta e no meu cu. Depois de ter sido fodida pelos 3 tomei um banho, acordei a desmaiada da Emanuelle e fui pra casa feliz. Ficamos amigos e passei a visitar eles com frequência fui mulher deles por um ano inteiro. Depois desse tempo o Rodolfo noivou, o Ricardo e o Juvenal arrumaram outro aluguel numa cidade distante, acabamos perdendo o contato, mas ficou a lembrança dos amigos amantes e de todas as vezes que fiz rodízio com eles.

MEU IRMÃO E MEUS FILHOS SAFADOS

Anônimo

Minha filha era dessas gordinhas que tem um rabão grande e uma bucêta pata de camêlo e meu filho desses garotos que passam o dia inteirinho batendo punheta.

Jéssica costumava usar dessas calças coladas de tecido mole que deixava bem visível o talho do rasgo da sua xereca. Seus peitinhos eram bicudos e apontados para cima quase que furando a blusa. Na época em que ocorreu esse episódio ele tinha 12 anos e ela 16. Ela costumava pedir pra ver suas revistas pornográficas enquanto enfiava uma linguiça mortadela da Perdigão na xereca. Sabia disto porque já havia presenciado ela levando uma para o quarto. E também sempre sentia falta de uma na geladeira e depois aparecia de volta lavada.

Na época não existia internet e nem videocassete. Quem quisesse ver putaria que fosse ao cinema. Inclusive rolava tantas sacanagens nos banheiros que vocês nem imaginam. Sempre que alguém fosse lá tinha um viadão levando rôla na bunda, outro chupando um cacete e mais uns cinco de calças arriadas e de costas esperando aparecer alguém para receberem no rabo. E não precisava dizer nada, era colocar o viadinho encostado na parede, mandar ele abrir o cú, e meter na bichona.

Enfim, ela se trancava no quarto e ficava batendo siririca e enfiando a linguiça, enquanto olhava aquelas toras de picas grossas e cabeçudas esporrando esperma nas caras das putas…

Costumava tomar banho de sol de fio dental todo atolado no quintal de casa. Ricardinho ia toda hora na cozinha que dava acesso ao quintal só de arte para espiar o rabão de sua irmãzinha todo lambuzado de óleo e brilhando ao sol. Quando se punha de frente, lá estava aquele xoxotão carnudo com a tanga só tapando o rasgo daquele bucetão.

Numa certa feita, quando ela saiu do banho, depois de passar-se um tempo, Ricardo, meu filho e irmão de Jéssica foi até ao quarto dela achando que a mesma já tinha se vestido, e pra sua surpresa ela estava ainda de calcinha e sem sutiã. Ela olhou para ele com cara feia como se não estivesse gostando, levantou a perna e a pôs na cama propositalmente para que ele visse o volume de sua bucêta desenhada e repartida na calcinha que lhes dividia as bandas suculentas. O garotinho ficou alucinado.

Jéssica não raspava a xoxota, e os pêlos já saiam pelas laterais, além de dar aquele volume de encher os olhos.

Depois daquele dia suas punhetas na intenção dela se intensificaram e propositalmente ela sempre batia à porta do banheiro e dizia: “Eu sei o que você está fazendo aí. Foi pra isso que você foi me espiar no quarto?” Isso o excitava mais ainda e ele por estar ensaboado fazia de propósito aquele barulho na rôla de thaco thaco que todos nós conhecemos e que ele sabia que ela gostava de ouvir.

Agora não imaginava só o tamanho da bunda dela. Aquela visão de sua bucêta cabeluda não saiu nunca mais de sua mente até hoje…

Eles moravam com a avó, minha mãe. A coroa tinha problemas de audição por isso eles brigavam sem se importarem.

Ricardo ficou obcecado por incesto e por ter sabido que a avó já tinha sido prostituta num brega aqui de Salvador, foi lá que ela conheceu meu pai e pai desse meu irmão, tio deles, que é também personagem dessa história. Minha mãe era dessas pessoas desbocadas que vivem falando putarias, e além de já ter 60 anos ainda preservava aquele tamanho de rabo que fez com que tantos homens se deliciassem e gozassem fartamente. Sempre dizia, ainda com aquela cara de puta safada e bregueira de quem já chupou muita píca, que sexo é a melhor coisa da vida, enquanto despudoradamente alisava. o bucetão maliciosamente deixando Ricardinho excitado e com o pau durinho.

Um dia quando ela tomou um remédio forte para dormir, Ricardo foi até o quarto, levantou a camisola, abriu suas pernas, e lhe lambeu a bucêta.

Que por sinal era bastante alargada de tanta rôla que levava no brega. Depois esfregou sua rolinha de menino nos lábios carnudos dela, forçou um pouco a entrada e conseguiu fazer com que ela abrisse a boca. Colocou só a cabecinha e devagarinho a foi introduzindo. Após alguns vai e vem, tira e bota, voltou para o grelo e a penetrou fundo até bater os bagos dos ovos. Percebeu que ela fingia estar dormindo pois podia sentir seus lábios vaginais fazerem sucção no seu pênis e aquilo apertava seu cacete e o prendia como cola, além do caldo da vagina escorrer e sua respiração estar resfolegante. Ela procurava se controlar mas ele percebia leves carêtas que fazia em seu semblante e um sorrisinho sacana no canto da bôca. A “velha” estava gostando. Porém ela fingia estar dormindo profundamente para que ele pudesse continuar a fudê-la. Mas não pôde se controlar e, gemeu alto escancarando as pernas. Meu filho ficou feliz por estar fazendo minha querida mãe, sua avó, gozar gostoso.

Ela começou a remexer na cama, subia e descia os quadris, como fazia dentro das casas de prostituição nas quais ganhou muito dinheiro e vivia hoje uma vida de fartura. Foi quando Ricardinho não Se controlou e largou o doce na bucêta da minha mãe. Uma gozada espetacular e farta que meu menino deu no xerecão da avó.

Depois lhe deu um beijo carinhoso de língua. Ela estava com um leve sorriso angelical nos lábios.

Todos nós percebemos milagrosamente nos dias que se seguiram sua rápida recuperação. Ser fudida com amor pelo netinho lhe fez um enorme bem.

Voltando à minha filha putinha, após ela saber que Ricardinho a viu de calcinha e que batia punheta na intenção dela, quando ia cortar seus cabelos passou então a se esfregar com as coxas em seu braço em pé à sua frente com a xereca tão próxima do seu rosto com aquela lasca repartida em sua calça legue que só faltava esfregá-la em sua cara. Ele até podia sentir o cheiro exalando da sua bucêta. Sei que ela se excitava muito ao ver que ele estava gostando e sabia que logo, logo ele iria se acabar na bronha. Seu xoxotão ficava melado e seboso, por isso exalava aquele cheiro de peixe cru. Ele ficava louco para que ela baixasse o shorts, segurasse com força sua cabeça e lhe “obrigasse” a chupá-la.

Seu pauzinho de 13 centímetros (era esse o tamanho na época) ficava durinho, mas ele disfarçava cobrindo-o com o braço (pois tinha vergonha por saber que ela via nas suas revistas aquelas lascas de cacêtes grossos, cabeçudos e tesudos.

Hoje sua fonte de prazer mede 16 centímetros por 12. Está dentro da média dos brasileiros e não lhe causa nenhum desconforto, nem sua mulher reclama. Inclusive sempre proporciona a ela três gozadas consecutivas… Por isto está bem, apesar de querer ter puxado a meu irmão, seu tio e ter uma pica maior e mais grossa.

Uma vez meu irmão, tIo deles, e que nasceu num prostíbulo, tinha chegado do Ceará como sempre ocorria. Ele era muito brincalhão e sabia que Ricardo se punhetava direto, pois a safada da minha filha contava tudo a ele. Enquanto Jéssica ficava lavando roupas em frente à porta do banheiro, ele se masturbava. Com ela ali tão próxima, ele sentava no chão bem em frente à porta e podia ver a bunda dela com o shortinho atolado através das frestas com o cacetinho duro e cheio de “maldades”. Mas neste dia repentinamente meu irmão sacana forçou a maçaneta e a abriu. Ele foi pego pelos dois no flagra com a rôla dura na mão. Devido ao inesperado e por estar já prestes a gozar, uma onda de prazer descontrolada tomou conta do seu corpo, a píca começou a minar gala e escorrer como uma cachoeira… Fechou e apertou os olhos, o seu semblante fez carêta e seu corpo se contorceu. Gozou compulsivamente e a esporrada saltou e jorrou quase um metro de distância, os Golfos de gala foram cinco consecutivos. Eles deram gargalhadas. Não preciso dizer que meu filhinho ficou muito aborrecido e envergonhado…

Daquele dia em diante, sempre que eles brigavam ela dizia que ele tinha a piquinha pequena e que não devia nem fazer cócegas e que a do meu irmão e tio deles era bem maior que a sua. Foi aí quando ele soube que astolfo, (40 anos), quando ia lá casa metia a rôla nela.

E era verdade mesmo, meu irmão ostentava no shorts o volume de uma pica muito grossa. Devia ser por ele ser da cor negra e descendente de africanos. Minha mãe contou que ele parecia com o pai, um Negão que ia lá no brega fazê-la berrar na xibata grossa e cabeçuda. Ele era bastante alto, devia ter um metro e noventa e sua pele era tão negra que chegava a brilhar azulada de tão preta que era.

Ele usava muito daqueles shorts de lycra que na época estava em moda e quando era da cor branca dava até para ver o desenho das veias estufadas e alteradas, e só sentava de pernas abertas para mostrar seu pacote e o volume do saco de seus culhões. Esta mamãe safada que vos fala Já fudeu gostoso com esse meu irmão. Mas essa é outra história. Era por isso que quando ele ia lá casa minha filha ficava mais alegre e passava a usar shorts menores para destacar ainda mais a bunda e seu capô de fusca.

Ricardo logo desconfiou que era essa a causa dele lhe pedir sempre para ir ali comprar alguma coisa na rua. Quando ele voltava os dois estavam com a cara mais limpa do mundo e ela toda descabelada e suada. Era também por isso que quando ela sabia que o mesmo ia lá bronzeava aquele bundão. Se meu irmão já meteu aquele pauzão no furico de minha filhinha, sua sobrinha, como já fez comigo, eu não sei. Acredito que sim. Ele precisaria dar uma golfada de esperma dentro daquele cuzão, pois na bucêta poderia engravidá-la. Então tinha que ser no cú mesmo e com um Bundão bronzeado daqueles quem iria resistir não pegá-la de quatro e atolar no rêgo daquela puta vadia? A primeira vez as pregas dela deve ter doído, sangrado, ardido, melado e lambuzado o pau daquele negão todo do sangue do furico dela. Como aconteceu comigo. Fiquei bem lascada e fodida. Acredito que devia fazer lavagem no reto pra coisa ficar mais gostosa e quem sabe ela receber também umas lambidas e linguadas dentro daquela gruta gostosa que por ela ser bem branquinha devia ter um furico rosadinho.

Como vingança pelo que eles lhes fizeram, Ricardo esperou ele lhe pedir pra ir comprar alguma coisa. Como sabia que era para eles treparem, disse que iria demorar na rua, mas não foi e ficou em casa escondido no forro do teto (tinha uma escada no quintal que dava acesso). Nossa! Foi quando ele presenciou tudo. Teve dificuldade, devido ao seu ângulo de visão, de ver a princípio o tamanho do pau preto de Astolfo. Todo homem tem essa curiosidade e Ricardo era desses. Parecia a rôla de um cavalo. O cara era um jegue. A cor vermelha do cabeção fazia contraste com o resto do cacetão preto. Minha filha puxou a mãe. Pra quem gosta de pica quanto mais comprida, grossa e cabeçuda melhor. Ele estava sentado nu e ela ajoelhada a seus pés em frente a ele. Chegava a se babar diante daquele poste teso. A marquinha do biquíni, por ser fio dental, partia de dentro do rêgo e a linha ia até o meio das suas costas. Ela usava daqueles biquínis bem cavadão deixando o bundão escandalosamente de fora de fazer inveja a Mulher Melancia.

Pena que naquela época não existia celulares com câmeras. Iria postar aqui para vocês verem o que é uma chupada. Então ele lhe segurou a cabeça e ela caiu matando naquele cacête e pelo vai e vem e também por ela estar se engasgando, a lasca de tora devia ir até as profundezas de sua garganta.

Minha filha ajoelhada aos seus pés entre suas coxas abertas abocanhava seu caralho, chupava, babava, lambia e mordia seus culhões. Depois ele pediu para ela dizendo: “sobrinha pára senão eu gózo”. Ela nada lhe respondeu por que estava com a boca cheia e tão sedenta e enlouquecida que não queria parar e começou a chupá-lo mais avidamente ainda. Devido a isso ele puxou pelos cabelos a cabeça dela pra trás com fúria e lhe perguntou se ela queria que ele gozasse em sua bôca ou enchesse a cara dela de porra… Foi quando ela tirou uma das mãos da sua xibata e com a outra pegou na bucêta e começou a siriricar-se com força e ele jorrou feito uma cachoeira o que parecia ser um litro de esperma grosso e branco parecendo mingau de cremogema. Enquanto ela recebia as golfadas de esperma na cara, batia siririca com brutalidade rangendo feito um demônio das profundeza das trevas. Sua bucêta fazia um barulho semelhante aquele quando a gente balança a mão dentro d’água, tamanho era os esguichos do caldo que jorravam de sua gruta. Como ela inclinou a cara pra cima por ele lhe puxar os cabelos com força, meu filho pôde ver a cara dela se melando toda, abrindo a boca, lambendo os beiços e fazendo carêta diabolicamente. Seus olhos estavam revirados e via-se somente o branco do glôbo ocular de seus olhos, enquanto também gozava e eu podia ouvir o som do caldo esparramando-se no assoalho da sala e formando quase um lago. Também pôde ver o cabeção vermelho da píca dura jorrando gala fartamente por aquela fenda enorme como a de um echú das encruzilhadas satãnicas.

Depois perdeu de novo o ângulo de visão, mas pôde perceber pelo som que saia da boca de minha filhinha que ela estava lambendo toda porra que escorreu pelos culhões do tio negão enquanto seu saco balançava de um lado a outro e batiam nos peitos dela. Pra vocês terem uma idéia do quanto o sacão dele era pesado e arriado. O cheiro forte de rôla sebosa junto com os odores da bucêta melada de minha Jéssica subiram até as narinas do meu filho que a tudo espiava fascinado com o pau mijando em gôzo. Ela passava língua dos culhões até em cima, chupava a cabeça e descia de novo até o saco dos ovos. Aquele barulho de chupa chupa, lambe lambe, baba baba, nunca mais saíram dos seus ouvidos e até hoje ecoam em sua imaginação. O pau dele foi amolecendo enquanto ela ia lambendo, lambendo e lambendo. Ela parou por alguns instantes e ficou ali imóvel com a cara toda lambuzada e com a rola do tio mole dentro boca que mesmo assim estava inchada e ainda pulsava em gôzo.

Depois ele fingiu que voltou da rua e não deixou que eles desconfiassem de nada para poder ter outras oportunidades.

Procuraram disfarçar mas não puderam esconder o semblante cansado daquela gozada. Seus olhos estavam vermelhos como brasas e o cheiro de porra misturada com caldo de bucêta daquela gozada empestiava todo o ambiente.

Fiquei orgulhosa por ter uma filha que como sua mãe sabia chupar uma píca daquela forma e com mestria.

Pena que ele não conseguiu se segurar e gozou ali mesmo. Queria que Ricardinho presenciasse ela de quatro, rebolando, remexendo e gemendo naquela chibata preta de cavalo para depois me contar e eu pudesse narrar o fato a vocês. Meu filho me contou esse acontecimento enquanto eu o punhetava com ele sentado ao meu colo e o obrigando a contar toda a verdade sob pena de eu lhes espremer os ovos. Após concluir, como recompensa, deixei que ele gozasse dentro de minha boca.

Posteriormente ele contou também a ela que tinha visto tudo e pra sua surpresa ela contou que ele também comia a mim que era a mãe deles e irmã do seu tio..

A Partir dali ficaram mais íntimos e por saberem que nossa família era incestuosa, passaram a ficar os dois sem roupas em casa e Ricardo não precisava mais se trancar no banheiro para me masturbar. Faziam isso os dois no meio da sala um na frente do outro sem nenhum pudor. Às vezes ele batia uma siririca pra ela enquanto ela lhe punhetava, ora com as mãos, ora com a boca. Também a seu pedido colocava aquele fio dental e rebolava na sua frente. Passou a desfrutar daquele rabo diariamente e ela ficou viciada em levar no cuzinho pelo seu irmãozinho. O Amor erótico de irmãos depravados, indecentes e imorais aumentou extraordinariamente.

Meu irmão negão ficou sabendo através de mim e agora vinha à nossa casa todo final de semana. Jéssica lhe contou o tesão que tinha pela rolinha de seu irmãozinho, que apesar de pequena lhe causava fascínio e ele lhe confessou que sentia desejos de come-la junto com seu sobrinho e irmão dela e que eu também já havia rasgado a mim, essa mamãezinha aqui, na descomunal tora de nervos dele.

E a fudelança começava pela manhã e varava a madrugada. Passavam as tardes num 69 de pura e extasiantes chupadas. Gozou muito da boca de sua irmã que bebia todo leitinho do irmãozinho enquanto o tio picudo lhe enterrava na bunda. E Ricardinho fartou-se muito do caldo daquela bucêta. O Amor erótico de irmãos depravados aumentou extraordinariamente. E assim a família permaneceu unida.

Aqueles foram dias de orgias e surubas e não preciso lhes dizer a bagaceira que ficou a tora grossa de nervos de Astolfo e quantas esporradas quentes Jéssica levou na bunda e na cara…

Que final feliz. Mas não termina aí.

Jéssica não muito tempo após se converteu e virou crente e decidiu se batizar. Casou-se com um pastor da Igreja Batista daqui de Salvador à qual ela já vinha frequentando.

Essas pessoas que frequentam igrejas quando resolvem fuder fazem isto desesperadamente como se fosse a última vez. Meta rôla numa crente evangélica para você ver o que é uma foda demoníaca e satânica, e ela vai berrar na xibata chamando por Deus. Tranque-se num quarto com um evangélico fervoroso que ele vai fazer você ajoelhar-se na frente dele e aceitar Jesus na tora.

Hoje minha filha e seu marido pastor vivem felizes com seus seis filhos, três rapazinhos e três mocinhas, que inclusive nasceram um após o outro. Minha filha devia fuder muito com seu marido sacerdote.

Por incrível que pareça ela dá esse testemunho todos os domingos na igreja e acrescenta tudo aquilo que eles faziam para o desfrute dos irmãos em cristo. E lhes dizem: “O precioso sangue de Cristo cobre todos os pecados da carne, irmãos. Vivam cada um de vocês a sua verdade e esta libertá-los-á e verdadeiramente sereis livres”.

A sua Congregação chama-se: A Santa Gozada Dos Últimos Dias.

A cada domingo quando ela acaba de testemunhar o que faziam, na hora da oração os homens se recusam a ficar de pé para esconderem o pau duro sob as calças e os jovens correm quase já se gozando para o banheiro da igreja e lá dentro rola todo tipo de putaria e sacanagem. As mulheres usam longas saias com anáguas para disfarçarem o caldo que lhes escorrem pelas coxas e escondem por baixo as mini tangas enfiadas no rabo, enquanto imaginam serem elas a receberem a tora de Astolfo…

A partir de então a igreja passou a lotar de fiéis todos os domingos. Isso é que é um testemunho excitante.

Minha filha Jéssica só não sabe explicar a seu marido porque cinco dos dos seus filhos são neguinhos e só um é branquinho que nem o pastor…

Vocês desconfiam de alguma coisa?

EU E MEU MARIDO NO PUTEIRO

Karen

Sabe aquele parceiro que você não acredita que poderia encontrar na vida? Pois eu encontrei! Meu marido é um tesão de homem, juntos somos parceiros de vida e de putaria, pois gostamos muito rsrs

Somos frequentadores de casa de swing e amamos as experiências.

Como sempre conversamos de tudo sem medo de julgamento. Em uma dessas conversas falei da minha vontade de fuder com ele em um puteiro, na cama de uma prostituta de verdade. E ele, lógico, topou na hora. Ele vive dizendo o quanto eu sou a putinha dele e nada mais justo do que ele me comer no puteiro. Depois de muitas conversas pra acertarmos como e onde seria, enfim chegou o dia.

Fizemos uma viagem para Belo Horizonte pra conhecer um local chamado de SOBE E DESCE , uma área no centro de BH onde tem uns prédios que alugam quartos pra prostitutas trabalharem. Primeiro fomos até lá pra reconhecer o ambiente. E que ambiente!!! Vários homens subindo e descendo escadas, mulheres semi nuas nas portas dos quartos oferecendo seus serviços e muito tesão no ar. Nós amamos aquilo tudo e decidimos que seria ali nossa aventura. Meu marido foi resolver os detalhes com o responsável do estabelecimento. Pagamos mais caro pelo quarto para termos o direito de fazermos umas coisinhas a mais rsrs.

No dia seguinte já saímos do hotel em direção ao SOBE E DESCE com tudo esquematizado. Eu com uma calça apertada partindo minha buceta ao meio e uma blusa discreta, afinal a putaria é só lá dentro rsrs.

Ao chegarmos meu marido foi pegar a chave do quarto com o responsável, eu já tava melada só de imaginar tudo que faríamos naquele quarto. O que meu marido não sabia é que eu seria uma putinha por um dia, mas de um único cliente, ele. Quando entramos no prédio eu já fui dando um nó na blusa e baixando o decote pra deixar meus seios grandes e bunda durinha bem a mostra na hora de subir as escadas em direção ao nosso quarto. Já na subida fui comida pelos olhos dos mais diversos homens que já estavam doidos pra me pegar para um programa e eu só respondia que já estava com cliente.

Meu marido que ama exibir a putinha dela já tava de pau duro só de ver a situação.

Ao entrarmos no quarto, fiquei louca, não tava acreditando que estava ali pra realizar minha fantasia e o melhor de tudo, estava com o meu marido.

Com a porta aberta mesmo, demos uns bons amassos mas nada de tirar a roupa pois eu queria mesmo é endoidar meu homem

Pedi pra ele sair e fechei a porta.

Aí veio a real transformação de uma mulher comum do dia a dia para uma profissional do sexo, pelas quais tenho muito respeito. Primeiro meti um shortinho que só era um fio na parte debaixo que vai do cuzinho até buceta. Meu rabo ficou muito gostoso naquele short. Coloquei uma camiseta branca pra deixar evidente meus seios enormes com o biquinho todo pontudo de tanto tesão. Meti uma argola na orelha, um batonzão vermelho na boca e por último e não menos importante um salto agulha pra realça minhas pernas.

Caralho!!! Eu tava me sentindo maravilhosa e confirmei isso no olhar de tesão do meu marido ao me ver daquele jeito, naquele lugar.

Ele não aguentou, me pegou pelos cabelos me lascou um beijo que me deixou fora de órbita. Depois nos rimos da situação e começamos a brincadeira. Ele ficava na porta conversando comigo e pegando no pau, quando um homem se aproximava ele me pegava e me fazia dar uma voltinha pra mostrar todos os meus atributos. Eu deixava os caras passarem a mão no meu rabo e baixava a camiseta pra eles se deliciarem com meus seios. Os caras ficavam loucos e meu marido safado só dizia que tinha pago muito caro por aquela putinha safada que estava ali.

Nisso eu ficava sarrando na porta do quarto mesmo, chamando a atenção de quem tava passando.

Todos perceberam que eu não era daquele lugar, pois estava fazendo coisas que jamais as outras meninas fariam. Ali tem regras e eu quebrei todas rsrs.

Tava me achando a puta das putas rsrs. Pra melhorar, deixamos a porta aberta e fomos pra cama. Sentei na beira, puxei meu homem pela cintura, baixei suas calças e meti a boca naquele caralho enorme com caldinho saindo. Mamei gostoso e com vontade, o que não é novidade, pois ele sabe o quanto eu sou tarada nele.

E nessa mamada eu ficava cada vez mais excitada com os gemidos vindo dos quartos ao lado. Que delícia, que sensação maravilhosa, eu chupando meu homem ao som de gemidos de gozo de outras putas.

Nisso na porta do nosso quarto, homens que passavam paravam pra ver aquela cena. Tivemos algumas surpresas, uns dois caras pararam e bateram punheta ali mesmo, só observando. Aí eu dei uma ajuda pra eles gozarem gostoso. Levantei virei o rabo pra eles fui baixando o shortinho bem devagar pra mostrar aos poucos o meu cuzinho. Deitei meu marido na cama e fui com minha buceta direito pra cara dele, fazendo movimentos de vai e vem, fazendo a língua dele deslizar da buceta pro cu e vice versa.

Os caras uivavam de tesão. Vendo que a porra já ia sair daqueles caras, sentei na beira da cama e abri toda minha buceta pra eles, batendo uma siririca muito gostosa. Aí pronto!!!! Os caras gozaram na hora rsrs.

Mas nossa brincadeira sempre tem muito mais. Depois que ele me exibiu de todo jeito pra vários caras, fechamos a porta, aí sim a coisa pegou fogo. Ele deu um banho de língua na minha xoxota que me fez gozar na hora. Acho que eu era a única puta que tava gemendo e gozando de verdade rsrs.

Depois de chupar todo meu caldinho ele enfiou aquele caralho todo de uma vez na minha buceta. Eu me contorcia de tesão em um vai e vem frenético. Pedi pra parar, fiquei de quatro e pedi vara. Ele prontamente me atendeu. Eu rebolava gostoso nele e ele não parava de me falar: uta, minha. putinha ordinária, toma vara, não é isso que você quer? Eu respondia apenas sim, mete gostoso safado.

Não deu pra aguentar mais nada, gozamos gostoso. Agora eram dois corpos suados e gozados jogados em uma cama de zona.

Amamos nossa experiência e estamos prontos para muitas outras. Bjos

SENDO ENCOXADA NUM ESTÁDIO DE FUTEBOL

Anônimo

Sabe eu era noiva e me noivo adorava , era tarado por futebol, muitas vezes me deixando a ver navios, enquanto ia se divertir vendo jogos de futebol nos estádios. Ele gostava de ver jogos na geral, dizia que era mais emocionante, apesar do desconforto. Eu tinha curiosidade de ver como era um jogo desses na geral, mas ainda não tinha tido coragem, só que eu estava muito carente, subindo pelas paredes e dei um jeito de meu noivo me convidar para ir junto com ele ao estádio assistir um clássico de nosso futebol, mesmo eu não torcendo pelo mesmo clube que ele. E assim aconteceu.Num clássico me preparei psicologicamente para ir com o meu noivo ao campo, para ver a tão esperada partida de futebol. Preparei-me como se fosse para uma festa de gala. Acordei excitada e me masturbei muito na esperança de apagar o fogo, mas fiquei mais acesa ainda. Depilei a minha bucetinha rosada, de grelinho saliente e durinho, em seguida fui pegar um bronze na piscina, queria está muito tesuda, chamando a atenção mesmo quando fosse para o estádio. Usei um de meus biquínis menores, tipo fio dental de cortininha, deixando aquela marquinha pequena de meu bronze nos seios, xoxota e bumbum. Em seguida tomei um banho demorado e passei muito creme hidratante no corpo para refrescar e ficar bem cheirosa. Coloquei uma blusinha apertada com um decote e um sutiã de renda pink que realçava os meus seios e uma saia folgada tipo envelope, com uma abertura estratégica atrás e uma calcinha de renda minúscula, tipo fio dental, toda enterrada no bumbum, me olhei no espelho e fiquei toda arrepiada, de tanto tesão que sentia. Sabia que ia provocar muitos homens no estádio e isso me excitou muito. Fiquei esperando o meu noivo que vinha me pagar para almoçarmos juntos e depois irmos ao estádio ver o tão falado jogo.
Quando ele chegou e me viu disse que eu tava linda, parecia que nem ia a um estádio e eu para disfarçar disse que estava produzida para ele, era uma homenagem por ele me levar ao estádio para ver o jogo. Íamos almoçar em sua casa e no caminho eu tentei provocá-lo, alisando as suas coxas e fui subindo a mão em direção ao seu cacete, fiquei apertando, esperando ele alisar minhas coxas e minha buceta que estava ensopadinha, mas ele disse que tivesse cuidado, pois estava dirigindo e podia provocar um acidente. Eu morrendo de tesão e ele pensando em acidente, que noivo esse!!! Parou num posto de combustível para abastecer e calibrar o pneu e enquanto ele foi passar o cartão eu aproveitei para provocar o frentista que abasteceu o carro e depois calibrou os pneus, eu abri a porta e aproveitei para abrir também as pernas e deixei-o ver minhas coxas e minha calcinha, notei que ele ficou de cacete duro e até veio jogar uma água no para-brisa só para me ver de mais perto e eu aproveitei e abri mais as pernas para ele e mostrar a minha calcinha branquinha de renda, enfiada na buceta lisinha e o corno de meu noivo, vendo jornais e revistas na loja de conveniência do posto. Quando ele veio em direção ao carro eu me recompus e fiquei esperando, o frentista ainda abriu um sorriso e deu uma piscada para mim, que correspondi.
Chegamos a sua casa e fomos almoçar, já estavam nos esperando. Recebi elogios de pessoas presentes, de como eu estava bonita. E ele todo cheio de pernas disse que ia me levar ao estádio para ver o jogo. No almoço tomamos umas cervejas. Ele já estava ficando meio animado, não é muito de beber. Após o almoço nos deitamos um pouco e eu louca para dar a buceta a ele, para sentir um cacete me preenchendo e ele nada, eu já não estava mais aguentando. Deitamos um pouco e chega o tão sonhado momento de ir ao estádio, fui ao banheiro retoquei a maquiagem, me perfumei e antes de ir ainda tomei duas garrafinhas de bebida tipo ice, o que me deixou bem animadinha. No caminho ainda alisei as coxas e o cacete dele e ele só alisou um pouco as minhas pernas e coxas que estavam toda arrepiadinhas de tanto tesão. A multidão já se aglomerava nas imediações do estádio, percebi uns olhares que me despiam, me comiam com os olhos e isso me deixou toda molhadinha e ele nem ai com nada.
Entramos no estádio e fomos em direção a geral, que já estava bem lotada, procuramos um local, que em pouco tempo ficou bem apertado, as pessoas ficavam muito perto uma das outras. Começa o jogo e ele todo animado, vendo o jogo e ouvindo num rádio com fone de ouvido, nem me olhava mais. Ai que a coisa começou, senti um hálito quente em minha nuca e orelha, o que me fez ficar arrepiadinha. De repente começo a sentir algo mais, algo duro encostando-se a minha bundinha. Mas durou pouco tempo que pensei ser fruto de minha imaginação. Mas meu coração ficou acelerado. De repente sinto colar-se ao meu corpo um corpo atlético, bem maior que o meu. Encostou-se a mim e pude sentir um cacete duro encostando-se a meu bumbum. Colou-se e afastou-se em seguida. Olhei para o lado e meu noivo nem ai com nada, nem desconfiava que a sua noivinha estivesse começando a ser encoxada bem gostoso. Confesso que estava muito excitada com tudo, com o fato de está ali num estádio cheio de gente, com o meu noivo de lado, sendo encoxada, tudo isso só fazia a minha buceta ficar mais ensopada. Ele voltou a encostar e eu aproveitei para me esfregar, rebolava o meu bumbum, sentindo aquele cacete pulsar de encontro a minha bunda, eu ficava na ponta dos pés e em seguida descia, encaixando o cacete em minha bunda, estava muito gostoso. Senti uma mão percorrendo o meu bumbum por cima da saia, até que ele ousou mais se insinuou pela abertura de minha saia e enfiou a mão que parecia ser bem experiente e foi subindo e descendo acariciando minhas pernas e coxas e depois o meu bumbum, percorrendo a minha calcinha enterrada no bumbum. Meu coração parecia que ia sair pela boca, era muita adrenalina. Senti a mão dele afastando a minha calcinha, abri as pernas e fiquei na ponta dos pés e senti seus dedos percorrendo o meu reguinho, que piscava e tocando a minha buceta melada, ensopada pelo meu mel, de tanto tesão que estava. Os biquinhos de meus seios pareciam que ia furar a blusa e o corno do meu noivo nem ai comigo. Ele massageava o meu grelinho, e enfiava um dedo em minha buceta, eu rebolava gostoso, empinava o bumbum, subia e descia, mordia os lábios e sentia todos aqueles dedos mágicos a me preencherem. Ele aproveitou e enfiou um dedo em meu cuzinho, eu vi estrelas, e por pouco não gemi alto, de tanto tesão. E assim sentindo o seu cacete tremer pelo gozo em minha bunda e os dedos em meu cuzinho, buceta e grelinho, cheguei a um orgasmo delicioso, onde inundei os seus dedos com o meu mel e tive um dos melhores orgasmos de minha vida, ao lado de meu noivinho que assistia ao seu time de coração e nem desconfiava que sua noivinha puta estivesse sendo bolinada e encoxada por um estranho. O desconhecido se afastou um pouco, fiquei com vergonha de olhar para trás para ver quem era, mas quando olhei não deu para saber quem era o desconhecido que me fez gozar.
Recompus-me um pouco, mas ainda fui encoxada durante a partida por um adolescente taradinho, que ficou se esfregando em meu bumbum. Que delícia de partida de futebol.

Transando com o meu passado

Jade

Meu nome é Jade. Sou morena, pequena e magra. Não tenho um corpo exagerado, mas sou extremamente atraente por assim dizer. Tenho uma cor de pele que se fosse para caracterizar a cor do pecado, seria a minha, e um olhar da mais venenosa cobra. Eu estava namorando com o Jackson, mas por questões de muitas decepções, acabei me afastando dele, e voltando a me achegar próximo a Isaque, por quem fui apaixonada perdidamente em 2017 e que cheguei quase a namorar. Pra mim ele era, e é, o único homem capaz de me fazer sentir completa. Ele é negro, forte e de baixa estatura, tem um rosto sério e adulto, que me faz perder o ar. Conversa vem e conversa vai, descobri que ele estava namorando!

Meu mundo havia até parado de girar! Mas veja bem, era por uma garotazinha de outra cidade, e pelo o que ele dizia, não parecia estar satisfeito. Mesmo assim fiquei com o pé atrás. Marcamos de sair para a Avenida conversar e matar a saudade, por que sim, apesar de tudo sempre houve um entendimento e afeição entre nós.. porém no último instante ele mudou de ideia e pediu para que eu fosse para a casa dele! Que a mãe dele estava viajando! Congelei, pensei nas mil coisas que poderia acontecer, e não vou mentir: corri para me depilar e não deixar um único fio de cabelo na minha buceta. Vesti uma calça clara bem apertadinha coss alto, um sutiã de rendinha preto que está na moda e joguei um casaco por cima. Ele estava me esperando no ponto, maravilhoso com uma camisa colada que lhe caia bastante bem. Ficamos botando a vida em dia até chegarmos em sua casa, onde ele arrumou algumas coisas e depois foi tomar banho, dizendo pra mim me sentir em casa. Opa! Me deitei de barriga do chão, para que quando ele saísse do banheiro tivesse uma visão melhor da minha bundinha, que eu sei ele tanto adora. Queria que ele visse o que estava perdendo. Ele passou por mim com a toalha e foi para seu quarto, em frente a sala onde eu estava deitada, vestiu uma calça de moleton, e ficou sentado lá na cama apenas olhando para mim. Eu fiquei com vergonha, certa timidez, claro, sou apaixonada com ele. Levantei e fui para seu quarto onde escolhemos um filme, se não me engano foi Tiras da Pesada 2. Eu deitei em um tapete no chão para assistir e ele na cama. Para mim aquilo era o certo, já que ele namorava, não podia me dar tanta intimidade. Mas fiquei mal lá no fundo do coração. Passado algum momento, ele perguntou se eu precisava de mais travesseiros para me apoiar, e eu concordei. Ele levantou e foi até a sala pegar mais, voltou com 3 e para minha grande surpresa e espanto, ele se deitou ao meu lado. Ficou inquieto, logo se sentou , e eu fiquei sentada também abraçando as pernas. Todo instante ele se virava para me olhar, mas não para mim, e sim para debaixo de minhas pernas cruzadas. Puxou então o meu pé, e colocou no seu colo, elogiou e ficou fazendo carinho nele. Eu bobinha como sou e fico perto dele, retirei o pé na hora dizendo que ele estava procurando defeito nas unhas mal feitas, mas ele só ria e puxava de volta, dizendo que na verdade estava admirando como ele é delicado. De verdade, eu fiquei com vergonha apenas por não ter feito as unhas. Continuei assistindo o filme, tentando ignorar aquelas mãos fortes sobre mim, mas não consegui, tracei minhas pernas no seu tronco e o puxei pro meu colo, ele se achegou a cabeça nos meus seios e foi minha vez de trocar carinho nele, tocando delicadamente seu rosto e quando enjoei da posição, tirei seus braços de mim para que pudéssemos trocar de lugar, e foi aí que sem querer (realmente sem querer) minhas mãos roçaram o seu pau. Estava duro como pedra. Eu fingi que não vi, na esperança de que ele não tivesse se envergonhado. Fui para cima dele receber todo sua afeição, seus toques na minha pele, no meu cabelo…
Minutos depois nosso filme parou em uma cena que eu já havia visto e por isso comecei a contar a história, rimos bastante e em algum momento nossos olhos se cruzaram e espontâneamente nos beijamos! Beijamos lenta e longamente, deliciando cada segundo, com suas mãos grossas passando pela minha cintura, empurrando a para frente e para trás enquanto eu rebolava em seu colo.
-Seu beijo é muito gostoso. – Ele sussurrou.
Pegou na na minha bunda e a apertava com força enquanto metia o rosto entre meus seios tentando os abocanhar, todo guloso pela sua morena. A sua verdadeira morena. E eu continuava rebolando em seu colo, quicava e me estragava até o deixar louco, eu mesma já estava. Tirou minha blusa e nos levantamos, ele ficou nu, e eu apenas de calcinha, uma vermelha rendada, que ele, tirou com a boca enquanto me deitava, e sugou cada pedacinho de mim, lambeu cada centímetro e meteu a língua dentro da minha vagina. Pela primeira vez na vida eu gostei de um sexo oral, e não queria que ele parasse, mas sim apenas para que eu retribuisse. Ele não esperava por aquilo, já queria meter, porém eu queria que queria! Ele se deitou na cama e eu me ajoelhei fora dela e comecei a mamar aquela rola enormemente grossa e torta. Eu nunca havia visto algo tão roliço e gostoso. Mal percebi quando ele havia se erguido um pouco, até sentir seus dedos me bombardeando; não podia mais esperar, levantei e sentei em cima dele, pronto para aceitar todo aquele cacete! Centímetro por centímetro foi entrando dentro de mim, ocupando cada espaço, parecia o tamanho perfeito, e eu volto a repetir: Ninguém jamais vai me completar assim. Cada sentada, era acompanhada de uma bombeada dele, que não se aguentava. E eu gemia feito uma louca, feliz, sentindo a pessoa mais desejada do mundo. Em menos de 5 minutos ele gozou. Me tirou do seu colo, e gozou no canto do colchão. Lembro que me senti horrível. Foi tão rápido! Eu já ia me levantando para vestir minha roupa quando ele me perguntou o que eu iria fazer. Isaque me fez ficar onde estava, e me abraçou e voltou a me beijar e fizemos novamente, dessa vez foi ele quem comandou, e foi quando ele me colocou de quatro que gozei e gritei de prazer para toda a vizinhança ouvir. O safado teve a coragem de gozar na minha bunda, e ainda ficou ali, me olhando apenas como se eu fosse algo belo e raro. Ficamos então conversando, coisas aleatórias, coisas de nossa vida, séries, pessoas… E rindo e se beijando de mãos dadas. Só nos levantamos para tomar banho, que na verdade era só uma desculpa para ele me comer e ver pelo espelho a minha bunda enquanto socava em mim. Por uma coincidência começou a tocar a nossa música, pois ele havia colocado músicas aleatórias no YouTube para despistar meus gemidos. Tocou Oasis-Wonderwall. Que é a música da nossa história, dos nossos desencontros, e das nossas ficadas . Depois de duas semanas e alguns dias, recebi a notícia dele de que havia terminado com a garota da outra cidade. Mas e agora que eu voltei com Jackson, que implorou por uma chance e eu dei?

C R I M E E C A S T I G O

Maria Fernanda

Sou morena, com olhos e cabelos castanhos, sou alta, com 1,77 m, tenho quadril largo, bunda grande, os meus seios são grandes e volumosos. As minhas coxas são grossas e a minha buceta forma uma pata de camelo que
chama muito a atenção.

Sou enfermeira profissional de nível superior, trabalho num grande hospital privado na zona oeste de São Paulo. Moro num apartamento próprio. Tenho 49 anos, sou divorciada, sem filhos.

No final de semana do Feriado de Aniversário da Capital, consegui folga para o sábado e domingo, coisa rara na minha profissão. Como sempre faço fui para um Resort na Riviera de São Lourenço em Bertioga, na sexta-feira à noite.

O sábado amanheceu lindo e ensolarado, coloquei um biquini amarelo e depois do café da manhã fui direto para a praia. O Resort coloca à disposição dos hóspedes o guarda-sol, cadeiras, espreguiçadeiras, mesa etc.

No guarda-sol ao lado do meu estava um casal. Ela com uns 50 e ele com uns 60 anos de idade. Só de ouvir a conversa dos dois fiquei sabendo que ela se chamava Elza e ele Orlando.

O tal do Orlando não tirava os olhos dos meus peitos e principalmente da minha avantajada pata de camelo. O safado, de forma bem discreta, passava a mão na rola sob o calção de banho olhando para as minhas pernas.

Num dado momento quando eu voltei de um mergulho no mar para o guarda- sol, o Orlando quase não piscava olhando a minha pata de camelo sob o biquini molhado. O filho da puta ficava olhando e colocava a mão na pica.

Quando a tal Elza foi se refrescar no mar, o Orlando ficou de pé, e virando para o meu lado mostrou que estava de pau duro sob o calção.

Fiz de conta que não vi e aquilo durou até eu ir almoçar.

No domingo, coloquei um maiô branco, quase transparente, e fui para a praia. Novamente o casal estava no mesmo lugar. O Orlando quase babou ao me ver com o maiô. O tarado não saiu da cadeira a manhã inteira só de
olho em mim.

Depois do almoço, resolvi dar um susto no tal do Orlando. Liguei para a portaria e pedi para que alguém ligasse na suite dele, solicitando que ele viesse até a minha suite.

Minutos depois tocou a campainha. Eu estava só de camiseta, sem sutiã e de calcinha branca. Sabendo que era o Orlando, abri a porta e mandei ele entrar. Ele arregalou os olhos ao me ver.

Fiz cara de poucos amigos e disse: Orlando, o meu nome é Maria Fernanda e não gostei do seu comportamento na praia. Você já pensou se eu digo para a sua mulher que você fica excitado vendo outra mulher na praia. Ou pior ainda, seu eu chamar os seguranças para delatar o seu mal comportamento? Talvez eu devesse chamar mesmo era a polícia para fazer um Boletim.

Ele ficou muito assustado. Apenas disse que me achava muito bonita. Mas quero lhe pedir desculpas pelo meu mal comportamento.

Eu posso lhe desculpar. Mas você precisa fazer o que eu mandar. você concorda? Concordo sim, senhora, respondeu ele. Muito bem.

Eu quero ver o seu pau, tire esse calção, a camiseta e fique pelado na minha frente. Ele obedeceu o mostrou um caralho grande e grosso. Bata uma punheta para eu ver. Ele começou a alisar aquela rola que logo ficou bem dura. Sentei na cama abri as pernas e comecei a alisar a buceta sob a calcinha branca. A cena mexeu com ele. A pica logo ficou enorme e com uma cabeçona deliciosa. Tirei a calcinha e mandei ele chupar a minha buceta.

O tarado sabia chupar muito bem uma buceta e um grelo duro. Fiquei toda molhada.

Isso seu tarado, filho da puta, chupa essa pata de camelo,
seu puto. mete essa lingua nessa buceta, fode gostoso,
lambe gostoso põe o dedo na minha buceta lambe o meu cú,
fode com essa lingua dura chupa mais que eu vou gozar na
sua boca você que sentir o meu gozo, eu vou gozar, caralho, puta que pariu estou gozando, estou gozando, porra que gozada gostosa.

Vem aqui seu safado, eu quero chupar essa rola grossa.
Comecei uma punheta naquela pica grossa, dura e cabeçuda.
ele gemia de tesão. Meti aquela cabeçona na boca e chupei
com gosto. O caralho ficou duro como pedra. Ficou louca
de tesão e subi naquele mastro duro. Com a buceta encharcada a pica entrou inteira, até as bolas.

Sentada sobre aquela rola, eu tinha o comando das ações.
Subia até quase a rola sair da buceta e depois descia até
senti-lo inteiro dentro de mim. Você não queria me comer,
seu filho da puta, você não estava com tesão seu puto,
agora vai mete, fode que nem homem, seu tarado.

Ao ouvir as minhas palavras ele logo reagiu e começou
a me fuder doido para gozar e me encher de porra quente.

Vai fode, fode mais, eu quero a sua porra quente na buceta.
Ele enlouqueceu e começou a fuder com mais força e mais
rápido. Eu vou gozar na sua buceta, sua puta, sua vadia,
bucetuda do caralho, vou esporrar nessa bucetona.

Gemeu e gozou gostoso. Senti uns quatro jatos de porra
na buceta. Acho que ele não fudia uma buceta há muito tempo.

Tão logo ele gozou eu mandei ele ir embora e não se comportar mal
novamente. Ele saiu rapidinho da minha suíte.