CURTO E GROSSO

Anônimo

Foi por intermédio de uma amiga que conheci Carlos, um gaúcho de 3O anos, 1,80m, fofinho mais daqueles fortinhos, coxas grossas, cabelos curtos e um pau curto e Grosso e por sinal bem cheiroso também rs .
O nosso primeiro encontro foi num barzinho, Carlos foi ficando cada vez mais alegre e safadinho.
-Acho que você esta passando da conta na cerveja, Carlos!
-Gosto muito de cerveja e ficar desinibido!

-Comigo você pode falar, a vontade, estou acostumada ouvir de tudo!
– Delícia, você é uma delícia!
Ele esticou o braço, e com a ponta do dedo indicador acariciou a minha orelha e como um risco até o V do decote da minha blusa, levou o dedo na boca, dizendo:
-Porra, você é muito mais gostosa que eu imaginava, deliciosa!
-Rs rs rs rs, muito criativo sua cantada!
-Me deu vontade de sentir o gosto de sua xaninha!
-Bem que eu disse que você já bebeu demais, está falando com a língua mole!

-A língua mole, lambe melhor a sua xaninha, e só em pensar, fiquei pronto para  arrombar seu cuzinho! GARSOM, TRÁS A CONTA!
-Já quer ir embora, Carlos?
-Sim, vou seguir seu conselho, chega de cerveja, agora tenho que comer!
-O que pretende comer, onde?
-Você, no motel, olha a situação que você me deixou! Se elogiou minha cantada, só tenho que dizer vamos!
Confessei a ele que estava muito excitada também e que queria sair dali o mais rápido possível. Carlos apenas deu um sorriso e disse que estava demorando muito para fazer o convite. Pagou a conta do bar e fomos direto para o motel mais próximo. Entramos no quarto e nos atiramos na cama, arrancando rapidamente nossas roupas.
Seu pau já estava duro como pedra, isso só aumentou o meu tesão, não via a hora de provar a competência de Carlos, a xoxota molhadinha, já escorrendo mel.
Carlos veio por cima de mim e me atacou com uma língua espetacular

Lambendo cada parte da minha xaninha quente, levando o mel na ponta da língua para o meu anel. Mandou eu ficar em pé, em cima da cama e começou a chupar .
Sugava o meu grelo como se fosse um canudinho de refrigerante, já tive vergonha de ser greluda, porém, com tantos elogios recebidos, hoje me sinto privilegiada com o tamanho do meu clitóris.
-Puta que pariu, que coisa linda, porra é muito gostoso chupar esta piroquinha de mulher, se as piriguetes descobrem que você tem um grelo deste tamanho, não vão lhe dar sossego!
-Para de falar, vai, chupa, está muito bom, humm, muito bom, uuiiii.
Parecia gay, de tanto que ele gosta de chupar, comparando com vídeos pornô, isto não foi por muito tempo em pé, mandou que deitasse, e veio com aquele pau, CURTO E GROSSO ( imagina, quase uma lata de cerveja Skol de 259ml ) babando mel salgadinho tentando introduzir em minha pequena boca, e ele não deixou meu grelo por uns cinco minutos, enquanto eu teimava em abocanhar o pau, não tinha jeito, os meus dentes arranhava a torra e ele desistiu de ser chupado (experimenta abocanhar uma latinha)
Colocou-me de quatro, e teve que recorrer a recepção para pedir KY, minha lubrificação natural e a saliva não era suficiente para escorregar aquele caralho , CURTO E GROSSO no túnel do amor, e enquanto não chegava, ele foi enfiando os dedos, alargando minha buceta.
Acho que doeu muito mais de quando perdi o cabaço, aquilo foi entrando, rasgando, chorei na pica, gritei muito, ainda bem que não tinha comprimento, ele foi carinhoso, esperou eu acostumar para lentamente iniciar o vai e vem, gozei muito, e como ele estava cheio de cerveja, custou a gozar, o que me proporcionou gozar não sei quantas vezes.
Tomamos um banho e na cama, com o pau mole consegui colocar tudo aquilo na boca, por uns poucos minutos, ele tirou, disse que os dentes estava machucando.
Chupou mais meu grelinho, muito carinhoso, confessou que nunca em toda sua vida nunca comeu um cu igual ao meu.
-Gosto muito de você, não deixo mesmo, li esta semana o relato:
“Não avisou, que era virgem no cu e ficou sem as pregas”

-E foi com uma piroquinha que qualquer formiguinha leva para o seu buraquinho.

O QUE ELAS DIZEM QUANDO ESTÃO FODENDO

Aiiii, amor!

Aiiiii, amor, me fode!

Aiiiii, amor, me fode gostoso!

Aiiiii, amor, que delícia!

Aiiiii, amor, me fode, vai!

Aiiiii, amor, me fode , vem!

Aiiiii, agora, me fode!

Aiiii, amor, tá me fodendo, tá?

Aiiii, amor, tá me fodendo!

Aiiii, amor, tá me fodendo, porra!

Aiiii, amor, me fode, porra!

Aiiii, amor, que porra, me fode!

Aiiii, amor, me fode agora!

Aiiii, amor, quero que você me fode!

Aiiii, amor, quero que você me foda!

Aiiii, amor, me enfia esse pau!

Aiiii, amor, que pau gostoso!

Aiiii, amor, não tira!

Aiiii, amor, tá gostoso!

Aiiii, caralho, que porra!

Aiii, meu amor!

Aiiii, cacete, enfia tudo!

Aiiii, filho da puta!

Aiiii, que pica gostosa!

Aiiii, enfia, jumento!

Aiiii, que  pau grosso, amor!

Aiiii, não vô aguentar.

Aiiii, para, para, para!

Aiiii, não para, não para, não para!

Aiiii, fode sua cadela, fode!

Aiiii, fode essa buceta!

Agora, amor, mete nessa buceta.

Me come gostoso!

Me come agora, vem, me fode!

Ah, como eu gosto dessa pica!

Âh, tá entrando!

Âh, tá gostoso demais!

Âh, não para que vou gozar!

Âh, tô gozando, ai, amor!

Âh, bate na minha bunda, amor!

Vem, amor, goza comigo!

Ai, caralho, que pau gostoso!

AQUELE VERÃO DE 96

Garota Oculta

Seguindo a onda de escritoras e escritores da quarentena, mais uma vez vou tentar meu regresso à vida de escritora. Explico… Comecei a escrever relatos na época longínqua do Orkut, e migrei aqui para a Casa dos Contos. Postei aqui no site apenas um conto, e tinha outros em produção, mas graças ao meu ritmo de vida, acabei por abandoná-los por um tempo. Muita coisa foi acontecendo na minha vida, e acabei perdendo/esquecendo tanto do login como da senha aqui do site. Não teve jeito, tive que fazer outro login para poder continuar postando.

Adoro escrever relatos. Não gosto de chamar esses textos de “contos”, pois são transcrições da minha vivência real, portanto a palavra “relato” encaixa-se mais ao propósito. Outra observação – os nomes que eu uso são reais, porém obviamente omito sobrenomes, e as localizações são na medida do possível imprecisas (às vezes é inevitável falar em localizações, portanto, às vezes até falo).

Meu único outro conto publicado aqui tem o título “Ainda sou a Chefe” (o link está na minha lista de favoritos). Sugiro lê-lo, pois foi um relato que fala de relação com colega de trabalho, muito gostoso tanto de escrever, quanto de relembrar…

O relato que preparei aqui fala de uma época um pouco mais distante. Tive minha infância nos anos 80, e adolescência nos anos 90. Foi entre 1995 e 2000 que tive minhas descobertas e experiências mais ousadas e inspiradoras. Acredito que possam deduzir minha idade agora. Meus pais sempre foram muito abertos quanto a sexualidade. Não tive grandes problemas com isso. Eles se conheceram nos anos 70, e acredito que essa época influenciou bastante no comportamento “cabeça aberta” deles. Minha mãe sempre teve um cuidado bacana comigo, e um comportamento digno de uma grande mulher da sua época. Nunca forçou a barra para que eu casasse virgem, com véu e grinalda (na verdade nunca casei…), e educou meu comportamento para que eu encarasse sexo como uma relação humana fisiológica, como um exercício físico e mental para ser feito com pessoas de alta confiança. Obviamente não éramos depravados em casa, mas sexo nunca foi tabu. Desde minha primeira experiência sexual, que não foi deixada em segredo com a minha mãe, fui levada ao ginecologista da família, que sempre cuidou direitinho da minha saúde e ajudou muito na minha educação sexual.

Por ter uma educação sexual bacana, minha iniciação sexual não foi traumática como com a grande maioria das meninas da época. Não houve tanta dor. Não houve trauma, desespero nem medo. Foi bem bacana, com uma pessoa incrível (com quem tenho amizade até hoje), mas não vou entrar nesse relato hoje. Aliás, relatos de “primeira vez” são tão piegas e desprovidos de erotismo para que possa interessar para um relato, que eu acredito que nunca vou contar pra ninguém como foi. É uma experiência que prefiro deixar entre eu e o felizardo (fui felizarda também)…

Mesmo com tudo isso, fiz algumas merdas, como qualquer adolescente que se preze. Mas sou grata à minha mãe por ter me conscientizado a não pôr um filho no mundo por pura imprudência.

Minha mãe é dentista (ainda trabalha), e meu pai tinha na época uma pequena produtora de vídeo, que produzia comerciais de TV para os canais locais, bem como gravações de casamentos, aniversários e afins. Ambos eram bem conhecidos na região, e graças à sólida clientela, viviam bem, e me deram muito conforto na infância e adolescência.

Quando nasci, lá no início dos anos 80, eram muito amigos de um casal uns 10 anos mais velhos que eles. Na quela época, meus pais estavam na faixa dos 20/22 anos, enquanto a tia Roberta e o tio Alfredo tinham seus 30 e pouquinhos. Minha mãe, Fátima, conheceu a tia Roberta na sala de espera do obstetra onde fizeram o pré-natal. Minha mãe grávida de mim, e a tia Roberta grávida do Bruno.

A amizade cresceu a ponto de tornarem-se quase irmãs, dado o grau de confiança que uma tinha na outra naquele momento tão lindo que é uma gravidez. Eu nasci no início do ano, em fevereiro, e bruno nasceu pouco mais de duas semanas depois. Foi inevitável – meus pais foram padrinhos do Bruno, e a tia Roberta e o tio Alfredo foram meus padrinhos. A amizade perdurou até hoje. Claro, sem nos vermos mais com tanta frequência nos dias de hoje, mas a tia Roberta é uma irmã para minha mãe até hoje.

Os dois casais tinham por hábito, todo verão desde a nossa infância nos anos 80 até meados dos anos 90, alugar uma casa no litoral norte de Santa Catarina, numa praia perto do que é hoje o Beto Carrero. Era uma casa grande de madeira, bem típica da época em Santa Catarina, pertíssimo da praia, de ondas baixinhas e água quentinha. A badalada Balneário Camboriú fica um pouco mais ao sul, mas não muito longe.

Entre 1995 e 1996, nossos amigos iam muito para as baladas em Balneário Camboriú. Tanto eu como o Bruno estávamos deslocados da nossa turma durante aquele verão. A maioria tinha apartamentos em Camboriú, Itapema e praias lá naquele reduto. Nós em Penha, mais ao norte, morrendo de saudades da galera.

Eu, pelo menos ainda pude curtir a galerinha bem no início daquele verão. Lá pra novembro/dezembro de 1995, antes do tradicional aluguel da casa que meus pais e meus padrinhos faziam todo ano, eu fiquei quase duas semanas em Balneário Camboriú na casa da Larissa, uma amiga da escola. Foram dias intensos, cheios de memórias (vou relatar alguns episódios aqui, daqui a uns dias, caso vocês queiram).

Toda manhã íamos de bicicleta até o extremo sul da praia. Lá pegávamos uma balsa, que atravessava um rio e dava acesso a outras praias da cidade, bem menos movimentadas e conhecidas. Sempre cedinho tinha uma turma de surfistas com quem fizemos amizade, e acabei entrando numa onda de “surfistinha”, com direito a tererê no cabelo, gosto musical peculiar e um namoro interrompido pelo início da minha estada em Penha, lá no norte.

Até dava pra ir de Penha pra Balneário Camboriú de ônibus, mas gastava-se cerca de 4 horas de ida, mais o mesmo de volta. Dava tanto trabalho, que tive que ficar longe do meu surfista por uns dias.

E em dezembro, lá pelo dia 15, pouco antes do natal, iniciava-se mais um verão de nossa “família buscapé”, junto com meus padrinhos e seu filho Bruno.

Bruno é um bom amigo. Não tínhamos na época aquela relação fraterna como nossas mães têm, mas ele é um dos meus melhores amigos. Um dos poucos que me chama pelo apelido “de dentro de casa”… Enquanto meus amigos me chamam de Soninha, em casa sou conhecida como Tininha. Coisa de bebê – eu tinha dificuldade de pronunciar meu nome quando pequena, eu me auto-referia como “Tininha”.

Bruno estava meio chateado como eu – também foi separado do grupo dele, e pra piorar, a namoradinha dele tava na casa dos parentes no interior de São Paulo.

Vocês, adolescentes de hoje, não viveram a época do telefonema interurbano caro, e das filas dos orelhões nas praias. A internet não se carregava no bolso como hoje, nem se pensava em smartphone. Ir para uma praia isolada naquela época aos 16 anos podia virar uma tortura se não houvesse companhia adequada.

Ao menos Bruno era um garoto querido, com quem eu tinha bastante carinho, mas a vibe dele era mais “nerd” de computadores e videogames, enquanto eu tava mais pra “surf”, atletismo e corridas na praia.

Para os nossos pais, praia naquele contexto era celebração diária. Todos os dias cedo abrindo janelas, fazendo café, som no pátio, fogo, carne… As mulheres na cozinha cortando cebola, tomate, legumes, cozinhando arroz, batata… Quando a gente é criança, isso é uma delícia. Ainda mais porque dura um mês inteiro. Mas quando adolescentes com turma e programas próprios, isso podia se tornar uma tortura depois de alguns dias.

Como eu tava naquela vibe de surfistinha, saúde, atletismo, aproveitava esse momento barulhento em casa e ia correr na praia (na real, na escola eu tava na equipe de atletismo, e adorava aquilo – torrei a paciência dos meus pais pra comprarem um “Rainha System”, que era o tênis com amortecimento mais cobiçado na época).

Tomava um copo de água bem gelada, comia uma banana, vestia meu top fitness (não existiam esses Calvin Klein e Speedo moderninhos de hoje, e pra quem tem peitão, simplesmente amassavam os seios com força. Desconfortável, mas pelo menos permitia a corrida sem “bater o peito na testa”), minha bermudinha Adidas, meu Rainha System, garrafinha d’água e ia correr das 7 até as 10 da manhã, intercalando com caminhadas.

Pessoal do resto do Brasil não imagina, mas o verão no sul é bem quente e abafado, às vezes mais quente do que o nordeste. Dez da manhã já está um sol escaldante, e eu chegava de volta da minha corrida matinal simplesmente fedorenta. Ia direto pro banho.

Uma rotina diária – abria o chuveiro quente, acho mais confortável quando venho com a pele quente. Ainda faço desse jeito no verão até hoje – vou da água bem quente baixando a temperatura até ficar refrescante, porém morno. Não gosto de banho frio, mesmo no calor. Nesse momento, com a água menos quente, eu dava uma revisada na depilação da virilha e axilas. Nos anos 90 ainda não se usava tanto a depilação zerada como hoje – nós deixávamos uma listra retinha, ou guiada pelo formato de triângulo invertido do biquíni. Eu tomava o cuidado de não deixar pelos muito altos, porque ficava molhado sob o biquíni quando mergulhava, e não era legal. Lavava bem as partes íntimas sob o chuveiro, ficava um tempão me molhando com água quente, abrindo os poros e só me ensaboava no final, fazendo espuma pelo corpo todo, enxaguando logo após com uma água um pouco mais fria. Praticamente um ritual, que me fazia muito bem.

Saía do banho refrescada, com sensação de dever cumprido após a corrida, e com meu biquíni arrumadinho pra praia do resto do dia.

Era ali entre dez e meia e onze horas que Bruno normalmente saía do quarto dele, um trapo com os cabelos desgrenhados. Todos pegavam no pé dele, principalmente o pai dele, que era muito brincalhão e espirituoso – “apareceu a margarida olê olê olá”, cantarolava às vezes o tio Alfredo, já com alguma pinga na cara.

Na primeira semana já dava pra ver que o Bruno não tava muito legal. Não estava muito de papo comigo. Conversávamos um pouco depois do almoço. Eu sempre convidava ele pra ir à praia. Posso contar nos dedos de uma mão as vezes que o Bruno topou me acompanhar na praia à tarde. Correr de manhã, nem pensar! Ficava no computador e no vídeo-game tardes e noites a fio. No ano anterior ele estava mais divertido, mas esse ano ele estava realmente mais recluso. Não era natural dele, porque embora nerd, quando jovem o Bruno era um garoto divertido.

E eu aproveitando a solidão pra pegar um bronze e observar os gatinhos da praia. Fiz amizade com a mulherada da vizinhança, e ia em grupo com ‘as tia’ tudo pra praia. Às vezes minha mãe e a tia Roberta iam também. Não era a minha turminha, mas tava me divertindo também. As véia safada de olho nos coroas, e eu de olho em todos! Rolava sempre aquela caixa de isopor com caipirinha e cerveja… ah, o verão!

Teve um dia que o Bruno acordou cedo. Tinha dormido cedo realmente, pois não ouvi os barulhos de videogame na madrugada. A casa era de madeira, e dava pra ouvir os plic-plocs eletrônicos do quarto dele.

Quando fui à cozinha tomar meu copo d’água matinal com banana, estava lá o garoto sentado comendo sucrilhos.

– Vamos correr, Bruno?

– Ah, Tininha, você sabe que eu não aguento correr nem até à esquina. E uma boa caminhada, você toparia?

– Topo, querido, vamos caminhar e respirar um ar puro da manhã, Bruno!

Minha corrida diária, naquela idade, era uma maravilha pra minha forma física. Hoje meu preparo físico ainda é bom, mas nada comparável aos meus 16/17 anos, com 10kg a menos e 100% a mais de energia pra queimar. A corrida diária era praticamente uma necessidade pra manutenção da minha saúde mental, porque esse tempo todo longe do meu boy, sem sexo, sem gastar energia a dois, era também complicado.

Comi dessa vez duas bananas. Fiquei observando o Bruno com a cara amassada comendo aquele prato de sucrilhos lentamente. Não observei antes, mas acho que ele comia aquilo todos os dias. Gosto de sucrilhos, mas acho enjoativo. Com a quantidade de açúcar e carboidrato, nem sei como Bruno era tão magrinho na juventude mesmo sedentário. Saímos mais tarde, não mais nas minhas habituais 7h, mas já era quase 8h. Descemos pela rua da nossa casa, andamos uns 100 metros até a via principal da praia, que já dava acesso em poucos metros à esquerda para a orla. Dia meio nublado, lembro que estava até mais abafado do que quando o sol brilhava forte. Não era corrida, mas o Bruno até que caminhava forte. Ele é bastante mais alto que eu, acho que uns 1,90 contra meus 1,65. No fim das contas, foi um bom exercício. Acabei não perdendo a manhã de corrida.

Estávamos pra começar o terceirão. Estudávamos na mesma escola, mas não na mesma turma. Começamos conversando sobre as provas finais do segundo ano, opções de vestibular para o próximo ano. Tínhamos o mesmo ódio pela professora de geografia, sempre tentando colocar suas opiniões políticas no meio da aula. Na caminhada de ida, conversamos muito sobre estudos, faculdade… Bruno ainda naquela viagem padrão dos adolescentes da minha época – “medicina ou direito”. Eu, talvez por influência do meu pai, não pensava apenas em faculdade. Pensava mais em algum curso técnico que pudesse me render grana mais cedo, pra depois fazer faculdade.

Na caminhada de volta, conversávamos sobre banalidades, relacionamentos e afins. O Bruno já conhecia minha fama. Num colégio conservador, menina que não fosse virgem tomava fama de vagabunda muito rapidamente. O paradoxo criado é que eu não negava, e não ligava pra isso. Talvez por isso eu não tivesse tantas amigas, e tivesse mais amigos. Enquanto eu dificilmente conversava sobre isso com minhas amigas (a Larissa era a única que me conhecia tão bem quanto Bruno), Bruno sabia de todos os garotos da escola com quem eu tinha transado naquele ano.

Bruno tava de rolo com uma menina de outra escola. Ele me contou que conheceu a Sandrinha numa locadora de vídeo-game. Eu a conhecia, tinha conversado com ela em alguma festa em que os dois estavam juntos. Ele não falava muito dela. Perguntei como estava esse rolo. Aí ele começou a desabafar. Que a Sandrinha era muito colada à família, que era difícil de convencê-la a sair de casa e ficava dando desculpas que a mãe dela não deixava, que era metida a gótica depressiva. O que eles tinham em comum era o gosto por games e rock metal. Aí no verão a Sandrinha foi pro interior de São Paulo. Foi ali que o Bruno começou a ficar mais sério:

– É, Tininha… nossa relação foi pro brejo. Confesso que não tô muito legal com isso. Conversei com ela por telefone ontem. Fiquei quase uma hora na fila do orelhão pra conversar menos de três minutos. Ela só dizia “uhum uhum”, nada de conversa. Tô triste, Tininha, não sei mais o que fazer.

– Meu, Bruno, estamos na praia, vamos aproveitar pra nos divertirmos! Foda-se a Sandrinha, desde quando vocês estão assim?

– Ah, desde novembro…

– E vocês estão juntos desde quando?

– Desde as férias de julho, quando a gente ia todos os dias na locadora.

– Tá, Bruno, o que aconteceu em novembro pra ela se transformar assim? Porque até então ela me parecia uma menina legalzinha!

– Ai, nem sei como dizer isso… é que… é que…

– Já sei! Vai dizer que só em novembro que vocês começaram a transar?

– Porra, Tininha, assim você me deixa sem graça! – disse Bruno corado de vergonha.

– Bruno, na boa, a menina linda daquele jeito e você só comeu ela quatro meses depois de começar o namoro?

– Tá, Tininha, eu não sou descolado como você… Eu era virgem… – falando agora quase chorando de vergonha. A gente tem intimidade pra esse tipo de assunto até hoje.

Eu ri. Tadinho do Bruno, o que será que teria acontecido pra Sandrinha começar a rejeitá-lo depois de transarem… E eu acho bem difícil que ela fosse virgem…

Chegamos em casa pouco depois das 10 horas. Bruno pediu pra ir ao banheiro antes. Esperei um pouco, e assim que ele saiu, parti para o meu ritual. Não estava tão fedorenta quanto as vezes que eu corria, mas também não queria dar chance de ficar malcheirosa.

Quando saí do meu banho, fui à sala de TV e deparei com o Bruno deitado no chão, apenas com uma almofada como travesseiro, desmaiado de sono, e a TV num canal passando desenho. Deitei no sofá, e adormeci também.

Acordei com minha mãe gritando lá da cozinha que o almoço estava pronto. Bruno já tinha levantado. Fomos à mesa lá de fora. Nossos pais não estavam bebendo as tradicionais ‘cerveja e pinga’ e não estavam com roupas de praia. Os quatro iriam depois do almoço a Florianópolis resolver algum problema de cartório do tio Alfredo. Não teve carne assada. Pra agilizar, mamãe fez uma torta de liquidificador e salada.

Ajudei a recolher os pratos e talheres, enquanto minha mãe e a tia Roberta já estavam lavando e enxugando, apressadas para pegar logo a estrada. Já passava das 14h, o movimento até Floripa seria intenso.

As “tia da praia” iriam passar em alguns minutos. Convidei Bruno pra ir junto à praia conosco. Ele topou. Eu já tava pronta desde quando saí do banho. Ele foi trocar a bermuda de caminhada dele por uma sunga preta e uma camiseta regata horrível. Detesto camiseta regata. Combina com pouquíssimas pessoas. A sunga preta, porém, é o básico – acho que a maioria dos homens ficam gatos com sunga preta. O Bruno é magrinho e alto, a bundinha pequena dele fica fofa demais com sunga preta! Quem aqui não vai à praia especificamente pra ficar de olho nas bundas?

Nossos pais já tinham saído. Pegamos a caixa térmica, jogamos um pacote de gelo, umas duas caixas de latinhas de cerveja e seguimos à praia pra nos encontrarmos com as tias, que acho que já estavam lá, pois não as vi passando enquanto limpávamos a mesa do almoço.

Chegamos lá, estavam as cinco tias já com uma caixa térmica, mas bebendo caipirinha. Nós chegamos com a cerveja. Acho que era Brahma. Quando a gente é nova, bebe qualquer coisa. Hoje me recuso a beber Brahma com a quantidade de opções de ótimas cervejas artesanais.

Tirei minha camisetinha e bermuda, e convidei o Bruno pra dar um mergulho. A praia de Penha, onde estávamos, tem água quentinha e poucas ondas. Praticamente uma piscina. E o bom de estar em turma grande é que dá pra deixar as coisas, tipo carteira, chave de casa, com a galera e ir mergulhar despreocupada.

Fui eu e o Bruno dar um mergulho. Tava uma delícia naquele dia, mesmo tendo amanhecido nublado, a água tava quentinha. Bruno ficava plantando bananeira e eu gostava de ficar boiando. Não tinha onda, então nada de surf ou pegar jacaré. Ficamos cerca de meia hora batendo papo na água, aí bateu a sede. Voltamos pra areia.

Abrimos nossa caixa, pegamos cada um uma latinha. As tia tudo sentadas, umas fumando, outras passando um copo enorme, daqueles feitos de meia garrafa de vidro, com uma caipirinha maravilhosa.

Foi ali que começou. Eu dava um gole, Bruno dava outro, e dá-lhe cerveja em cima. Comecei a ficar alta, bateu a tontura e a xixizeira. Cutuquei o Bruno e falei no ouvido:

– Bruno, preciso mijaaaaaar…!

– Ué, vai Tininha!

– Porra, Bruno, você não precisa mijar não? Vamos pra água, meu!

– Tá bom, Tininha! – levantando meio cambaleante. Acho que tava mais bêbado que eu…

Entrei na água, fui até o nível da água que bate nas “saboneteiras”. Bruno me acompanhando. Só puxei um pouco o elástico da parte de baixo do biquíni, e aliviei. Nossa, a sensação de aliviar o xixi quando a gente tá apurada demais é fantástica. Só perde para um orgasmo!

– Bruno, me diz uma coisa. Fala a verdade pra mim, pra mim você pode. O que aconteceu pra Sandrinha te maltratar só depois que vocês começaram a transar?

– De novo esse assunto, Tininha? Deixa eu esquecer ela!

– Não, Bruno, ninguém mexe com amigo meu!

– Tininha, vira essa página!

– Bruno, a gente tá bêbado, vai… Amanhã a gente esquece essa história. Eu quero detalhes sórdidos, me conta, vai! Quero saber de tudo!

– Tininha, é muito constrangedor, eu tenho vergonha até de lembrar o que me levou a terminar com ela…

– Bruno, você TERMINOU com ela? Você não tinha falado isso!

– Terminei. Já comecei minhas férias solteiro. E terminamos por telefone.

– Porra, mas você é um cafajeste, garoto! Não se termina por telefone! Regra número um do gentleman!

– Mas ela mereceu. Não tenho remorso, e acho que nem ela.

– Vai, o que aconteceu?

– Então… eu tava achando tudo muito divertido. Sabe como é, perder a virgindade é um negócio bom demais! Eu queria transar todos os dias, comprei estoque de camisinha. Foi ela que tomou a iniciativa, lá na casa dela. Clássico, né… aproveitamos a saída dos pais dela, e nosso amasso foi evoluindo até que transamos. Eu não conseguia acreditar, uma gata daquelas transando comigo, um nerd estranho como eu!

– É, a Sandrinha é lindona mesmo, mandou bem Bruno! Mas e aí?

– E aí que começou a ficar complicado transar. Na minha casa sempre tem alguém. Na casa dela a mesma coisa. Aí quando tudo dava certo, ou ela tava com dor de cabeça, ou menstruada. Tentei de tudo…

– Poxa, que triste, Bruno – pra mim, transar não era tão complicado como era pra ele. Saía sempre com caras mais velhos, e era normal morarem sozinhos, ou com pais mais liberais. Na minha casa não rolava, minha mãe era liberal, mas sempre deixou claro pra mim que casa não é motel. Na real, acho que era a forma dela de ser liberal e manter limite.

Bruno continuou – Triste? Isso não é nada. Minha tristeza começou semana passada, quando dei uma passada na casa dela, e ela não tava. Tinha saído pro mercado, que não é muito longe da casa dela. A mãe dela insistiu pra que eu entrasse e esperasse, pois ela logo voltaria.

– A mãe dela é gente fina?

– Sim, a dona Solange é muito querida, gosta de mim. Confia muito. Nem imagina que a gente tava transando. Aí naquele dia, enquanto esperava a Sandrinha voltar, fui na salinha do computador, que ficava ao lada da sala de TV, e resolvi usar o computador, que tava ligado, mas não estava conectado na Internet naquele momento. Tinha uma tela de ICQ aberta*, e a conversa ainda estava lá. Sei que é errado, mas li. Não que eu estivesse vasculhando. A tela estava aberta, e eu li. Eu nem ia mexer no computador. Ela conversava com uma menina, não lembro do nome, mas acho que era alguém da turma dela. O trecho que li me deixou sem chão, meu corpo gelou, fiquei até tonto. Ela falou que não sabia como fazer pra terminar comigo. Que eu era legal e tal, mas sexo tava sofrível. Que eu tinha um problema muito difícil de resolver.

*pausa para esclarecimento – quem viveu os anos noventa entendeu essa. Os computadores não ficavam o tempo todo conectados na Internet. A gente tinha que usar um dispositivo ligado na linha telefônica que fazia um monte de barulhos pra conectar na Internet, e não podia ficar muito tempo conectado, porque saía caro. Tempos difíceis! ICQ era um comunicador instantâneo, um Whatsapp rudimentar.

– Ai, credo, Bruno! Meu, que problema é esse tão difícil de resolver!?

– Tininha, é por isso que eu tô tão constrangido, mas meu… tô bêbado, foda-se, vou te contar. – falando e quase chorando, Bruno baixou o tom de voz – ela disse que o meu pau é muito pequeno, que parece de um bebê. Poxa, Tininha, eu sei que o meu pau é pequeno, mas não precisa contar pra todo mundo!! – avermelhando bem os olhos, mareados de lágrimas.

Confesso que eu acho que fiquei mais constrangida que ele. Nunca imaginei que um garoto pudesse desabafar esse tipo de coisa pra uma amiga. Provou que, embora ele fosse nerd e meio estranho socialmente, ainda cultivava uma amizade profunda comigo. Comecei a entender porque ele tava tão recluso naquele início de férias.

O clima ficou estranho, eu realmente não sabia o que dizer pra ele. Mesmo bêbada, eu ainda mantinha consciência suficiente pra não brincar com isso. Voltamos pra areia com as tias. Continuamos bebendo de forma imprudente pra nossa idade. Ficamos um pouco mais quietos depois daquele papo. Apenas ríamos das piadas da mulherada.

Eu era sexualmente bem mais experiente que ele, mas ainda assim, nunca tinha tido nenhum problema sexual que envolvesse algo mais complexo psicologicamente, portanto nunca tinha me preocupado com nada além da minha própria autoestima, que como toda garota de 16 ou 17 anos, nunca é das melhores.

Não ostentava um corpão lindo. Nunca fui a gostosona da turma nem nada. Tinha uma leve tendência a engordar, por isso cuidava muito de preparo físico. Sempre tive seios grandes, que eu considerava desproporcionais para o meu corpo e cheguei até a pedir pra minha mãe me levar a um cirurgião plástico pra falar sobre redução. Minha mãe sempre buscava o caminho de tentar me fazer enxergar o lado bom disso. Mas sabem como é, nessa idade, parece que nada é suficiente.

Mas tadinho do Bruno! Eu sabia muito bem que não tem como “aumentar” o pau. Eu já tinha visto alguns paus na minha vida, e já tinha alguma noção do que poderia ser “grande” ou “pequeno”. Fiquei remoendo a história, pensando na crueldade da Sandrinha. Ainda bem que ele terminou. Ainda vai achar uma garota legal!

Já passava das 17:30h. Naquele dia meio nublado, o final de tarde começou a ficar frio. Estávamos os dois bêbados, tontos, e com frio. Voltamos pra casa, ele carregando a caixa térmica.

Chegando em casa, bateu aquela canseira de praia com bebedeira, e acabamos desmaiando no sofá, com a TV ligada em algum programa aleatório, ainda de trajes de banho. Ele de sunga, mas sem camisa. Eu tava com uma camiseta bem comprida por cima do biquíni, tinha tirado a bermudinha porque estava desconfortavelmente molhada.

Não sei quanto tempo dormimos. Acordamos os dois, ao mesmo tempo, com o estouro do escapamento de alguma moto que passava na rua. Ele estava sentado, pés no chão, encostado bem no cantinho direito do sofá. Eu estava deitada com a cabeça sobre uma pequena almofada, no colo dele, sobre a coxa.

Passava o jornal local. Era talvez umas 19h de horário de verão, estava ainda claro. Eu ainda tava sob efeito do álcool. Ele, que tava com a cabeça pendida pra trás ao dormir, parecia estar com dor no pescoço.

Não falamos nada. Só acordamos, um olhando pro outro. Ele fez um cafuné perto da minha orelha. Não sei se isso foi um gatilho, não sei se foi a bebedeira. Me ajeitei de uma forma que, agora com as pernas encolhidas, fiquei de rosto perto do rosto dele. O beijo foi como um mergulho em outro mundo. As coisas giravam ao meu redor. O beijo dele ia explorando minha boca. Beijo bem alcoólico, dava pra sentir gosto de bebida.

Aquele beijo foi memorável. Estou conseguindo escrever com detalhes porque marcou demais. Era uma mistura de sensações, pois envolvia algo proibido – ele, um amigo de infância, filho da melhor amiga da minha mãe. Não haveria problema em namorarmos. Mas é que eu tinha namorado! E ele, teoricamente, também. Não era muito certo, e ainda assim, tava rolando.

Meu corpo inteiro levitava. Ele estava vulnerável. Eu segui o fluxo da energia. Paramos o beijo, cara a cara, olhando fundo nos olhos dele. Ele quis falar alguma coisa. Fiz aquele sinal de “shh” com meu dedo indicador na frente da boca dele.

Enquanto eu tava apoiada no braço do sofá, de frente pra ele, com o corpo torto, minha mão direita mergulhou dentro da sunga dele, que era folgada. Sem cerimônias, fui direto no pau dele. Tava muito duro. Apertei, com as bolas junto. Tenho certeza que doeu. Apertei por impulso, por tesão mesmo.

Tirei a mão de dentro da sunga, e falei baixinho – “Tira” – ele entendeu. Baixou a sunga devagarinho, com vergonha. Tava realmente com muita vergonha, tadinho. Ele não tirou a sunga totalmente, deixou nas coxas. Prudente, vai que nossos pais chegassem.

O pau dele saltado pra cima, muito duro, branquinho, veias ao redor meio esverdeadas, quase como varizes. Olhei com atenção, curiosa. Realmente pequeno, bem pequeno. Abracei com a palma da mão direita e os quatro dedos, com o polegar bem na pontinha. Sumiu na minha mão. Apertei, com força, dessa vez só o pau, sem apertar as bolas. Ele respirou mais fundo, me observando quieto. Puxei a pele pra baixo. A cabecinha, cor de chiclete, rosa, pulou brilhante. Nesse momento saltaram as veias. Saiu uma gotinha bem na ponta. Toquei a gotinha transparente, e afastei formando um fiozinho comprido. O pau deu um pulinho. Bruno suspirou mais fundo.

Olhei pro rosto dele, ele olhava minha mão. Desviou o olhar pros meus olhos. Voltei o olhar pro pau dele. Aproximei meu rosto do pau. Dei um beijinho só de lábio bem na pontinha da cabecinha dele e fechei os olhos. “Puta merda, o que fui fazer” – pensei rapidamente, sabendo que agora não tinha volta.

Mergulhei de vez na situação. Saí do sofá. Ajoelhei na frente dele. Puxei a sunga até as canelas dele, e pude abrir melhor as pernas dele. Com a mão esquerda, segurei com delicadeza as bolas dele. O pau deu outro pulinho. Abri a boca formando com os lábios tipo a letra “O”, aproximando-me do pau. Entrou inteiro, até perto da garganta. Tava salgado de praia ainda. Estiquei a língua o máximo que pude, e consegui tocar o saco dele com a pontinha da língua. Aí comecei a pressionar o pau com a parte de trás da língua, formando aquele colchãozinho por baixo do pau, e o pau encostado no céu da boca.

Acho que dá pra dizer que é um privilégio que só homens com pau pequeno têm – uma versatilidade incrível pra qualquer tipo de boquete.

Eu me esforcei pra fazer um um boquetinho lindo pro Bruno. Um menino tão querido, tão bacana, merece um boquete feito com capricho.

Fiz sem as mãos. Apenas segurando o saco com a mão esquerda, eu lambuzei bem aquele pau com saliva. Ele fez um carinho gostoso na minha bochecha, no meu queixo. Respirava forte, mas não gemia. Dava pra ver que ele tava se concentrando e se divertindo.

Quando ele fez aquele carinho, soltei o saco dele, puxei o pau pro ladinho, e comecei a forçar o pau contra a parte de dentro da bochecha, dando aquele desenho do formato da cabeça do pau na bochecha. Escapou. Puxei de volta. Tava muito molhado, escapou outra vez, e quando puxei o pau de volta ele falou “nã…”, e nem deu tempo.

Deu só um espasmo, e tentando segurar, saiu o segundo espasmo. Ali, minhas amigas e amigos, ele metralhou com força. Comecei a rir, meio bêbada, meio voltando à razão. O pau dele pulava e a cada pulo voava uma gota volumosa de porra densa, que fez barulho de gota de chuva quando uma delas acertou o chão. Não sei quantos espasmos ele deu.

Congelamos. Voltamos a si. Ele puxou rápido a sunga, vestiu de volta. Eu não tinha tirado uma peça de roupa sequer, tava de camiseta comprida e biquíni, exatamente como voltei da praia.

Corri para o banheiro. Minha camiseta tinha uma quantidade considerável de porra. Tinha um fio comprido que vinha da testa, passando perto da orelha que fazia a curva até debaixo da minha mandíbula.

Gritei do banheiro – “Vou tomar banho, tá?”. Ele respondeu só – “Tá”.

Minha buceta batia palminhas. Ensopada. Bem na hora da gozada dele, tive sensação de “quase” orgasmo, sem nem mesmo ter me tocado.

Tirei a roupa rápido. Joguei no cantinho debaixo da pia, deixei pronta pra jogar no tanque de molho. Se secasse aquela porra, ia ficar estranho pra mim.

Abri o chuveiro bem quente, me enfiei debaixo da ducha. Fiz bastante espuma com qualquer sabonete que estava por ali. Tirei aquela porra toda do rosto. A tontura da bebedeira foi sobreposta pela adrenalina do momento. Pensei… Caralho, foda-se.

Voltei pelada pra sala. Bruno ainda sentado, ainda em choque, mas de sunga vestida. Ele me olhou pelada, nunca tinha me visto nua. Levou meio que um pequeno susto e ficou congelado.

Falei – “Tira” – num tom do tipo “faça rápido”…

Ele tirou a sunga, pau meio encolhido meio duro, todo babado. Me encaixei de frente pra ele, ele ainda sentado. A penetração foi muito rápida, não havia tempo a perder. Nossos pais podiam estar já na esquina e nem sabíamos. Foi sem camisinha mesmo (tá aí a cagada que vez ou outra eu fazia, embora tomasse anticoncepcional).

Fui ajeitando o ângulo, pra frente, pra trás, não achava o encaixe certo. Na boa, nunca falei pra ele, mas realmente nem senti a penetração direito naquele momento.

Mas aí teve um momento que inclinei o corpo pra trás, fazendo ele esticar as pernas, e nesse ângulo, ele enfiando o máximo que conseguia, o saco tocando meu cu, comecei a fazer pequenos movimentos de oito, deu o encaixe. Não sei do quê com quê exatamente, mas o pau dele tocava uma região da minha vagina, bem no topo, pouco pra dentro da entradinha, que meus amigos…. Não precisou muito tempo, eu precisei de concentração pra seguir me segurando nas pernas dele pra não cair de costas e gozar ao mesmo tempo. Foi um orgasmo forte, de fechar os olhos e prender a respiração.

Voltei pro ângulo ereto, sentadinha de frente pra ele, joelhos no sofá, com o pau dele ainda penetrado. Ele então teve a chance de pegar meus seios. Juntou os dois, deu um beijinho em cada um e encheu meu ego…

– Com todo respeito, Tininha… Que peito lindo!

Dei uma “piscadinha” com a buceta, um pequeno “pompoar”, e ele sentiu e respondeu com um pulinho do pau. Abriu um sorriso. Não gozou de novo não.

Levantei. Voltei pro banho. Saí bem cheirosa, enrolada na toalha. Fui ao meu quarto, vesti uma roupinha leve. Voltei à sala, e ele continuava sentado, novamente com a sunga vestida.

– Bruno, vai tomar banho. Você tá com cheiro de mar, com porra, com buceta, querido…

Levantou gargalhando de rir… Foi ao banho, enquanto fiquei ali na sala.

Bati um papo com ele. Mandei a real – esse negócio de pau pequeno é assim mesmo. Não tem jeito, você vai ter que conviver com isso. Esse é o seu corpo. Vamos manter esse acontecimento entre a gente. Será nosso segredo, a chave da nossa amizade.

Hoje mais madura, eu tenho minha experiência, meus gostos, minhas taras. Mas sei que homem pra ser homem, tem que saber trepar. E mulher também! Mulher tem que saber trepar! Não dá pra deixar a responsabilidade só pra um.

Naquela época, éramos adolescentes, com muito tesão acumulado. Mas se não déssemos jeito de aliviar aquele tesão, aquela transa não teria acontecido daquele jeito. Hoje sei que cada um, numa trepada, é responsável pelo seu orgasmo. Foi o que fizemos na prática, sem a experiência que tanto eu como ele temos hoje. Ele gozou na minha cara, teve o orgasmo dele. Eu voltei lá e busquei o meu orgasmo. O pau dele era pequeno? Era, mas serviu pra eu gozar também!

Homens e mulheres de verdade se entregam ao momento. Autoestima faz parte, cada um tem que resolver a sua. Assim como o orgasmo!

A trepadinha mais rápida de toda a minha vida.

Casada Curiosa  
Olá a todos! Meu nome é Giselle, tenho 30 anos, sou casada, tenho uma filha de 10 anos e um esposo muito maravilhoso, com quem faço sexo bem gostoso. Desde o nosso namoro eu nunca tinha sido infiel ao meu marido, e essa idéia nunca passou pela minha cabeça.
Há alguns meses saí de férias com o meu marido. Moramos em Curitiba e fomos passar uns dias em São Luís do Maranhão, já que queríamos trocar um pouco o frio pelo calor. Minha mãe se prontificou a ficar com a nossa filha, de forma que eu pudesse ficar mais tranquila com o Vinicíus, meu esposo. Antes de viajarmos eu procurei me informar um pouco mais sobre a cultura do povo de São Luís, e de todo o Maranhão em geral. Me chamou a atenção o fato de haver muitos negros, vários deles muito bonitos por sinal. Fiquei empolgada também por Reggae, e disse ao meu marido que eu queria dançar muito quando chegássemos lá.
Finalmente viajamos, e eu estava curtindo muito as praias, os lugares, o povo. Nossa! Fiquei fascinada. Tivemos a oportunidade de fazer vários amigos, e foi justamente um destes amigos que nos indicou um show de Reggae que ia acontecer em uma das praias próximas ao nosso hotel.
Insisti com o meu marido e ele finalmente concordou em me levar. Assistimos ao show e dancei muito mesmo. Os homens me olhavam com muito desejo, já que eu era uma branquinha no meio daquela imensidão de homens e mulheres morenas. Bastava meu marido sair de perto para um negão safado se aproximar de mim e tirar uma casquinha.
Eu estava apenas de biquíni, bem minúsculo, e uma sainha saída de praia de crochê, dançando bem provocativa, e isso bastava para as mãos bobas apertarem minha bunda o tempo todo. Eu já tinha perdido a conta de quantas dedadas eu já tinha levado na minha buceta. E, por incrível que pareça, eu estava adorando aquilo.
É claro que quando meu marido estava do meu lado os caras ficavam mais atentos e mantinham uma certa distância de mim. Eram mais ou menos 8:00hs da noite quando convidei meu marido para irmos para um local fechado que chamou minha atenção.
Percebi que o local era um tipo de boite, bem fechada, escura e entravam e saiam pessoas o tempo todo, quase todos vestidos como nós estávamos, ou seja, biquínis, bermudas e outras roupas curtas e provocantes.
Entrei com o meu marido e logo procuramos uma mesa para nos sentar. Ficamos durante um tempo bebendo, conversando e vendo uma banda de Reggae que se apresentava. O local era muito escuro mesmo, tendo uma pequena iluminação apenas no palco e no bar.
A pista de dança estava lotadíssima, e não demorou muito para um rapaz se aproximar e me convidar para dançar com ele. Meu marido fez “cara de bunda” na hora, mas o garoto deu um sorriso e perguntou a ele se eu podia ir. Olhei para o meu marido e ele entendeu que eu também queria.
Com a permissão do meu marido eu fui dançar com o rapaz. Meu marido não é ciumento e nem desconfia de mim, mas acho que ele estava era com medo das encoxadas que eu ia levar no meio daquele mundo de gente dançando.
Começamos a dançar e logo percebi que o rapaz estava todo suado, mas estava cheiroso, com um perfume muito excitante. Ele era negro, como a maioria dos outros homens, não tinha mais que uns 17 ou 18 anos, e era forte, com os braços e pernas bem malhados.
No início ficamos dançando ali mesmo, perto do meu marido. Mas, depois de uns minutos o rapaz foi me puxando e nos misturamos aos demais. Olhei para o meu marido e ele estava concentrado vendo a banda tocar. O rapaz percebeu também, pois começou a me apertar contra o corpo dele.
Nossaaa!! O som da música, o suor daquele menino cheiroso, a forma como ele me segurava pela cintura, o membro dele crescendo em sua bermuda e me tocando. Tudo isso estava me deixando louca. Não demorou muito e ele encostou a boca no meu ouvido, perguntando o meu nome.
Falei o meu nome e ele falou o dele. Em seguida ele deu um beijo no meu pescoço, bem próximo à minha nuca.
– Ei!!… você ficou doido?… meu marido pode ver! – falei, demonstrando um certo receio.
Ele apenas sorriu e me apertou ainda mais contra ele. O safadinho já estava com uma ereção que parecia querer rasgar sua bermuda de tecido fino. Eu sei que os meninos nessa idade são realmente cheios de tesão, mas ele estava demais. Estávamos dançando há apenas uns dois minutos e aquele pinto ficava cada vez mais duro.
As pessoas ao nosso redor pareciam nem se importar, e meu marido bebia tranquilamente, parecendo hipnotizando observando a banda tocar. Toda a situação começou a me parecer divertida, e resolvi “brincar” um pouco mais com aquele rapaz safadinho e cheio de tesão.
Sou pediatra, e minha vida sempre foi monótoma no trabalho, e sem muitas coisas novas no meu casamento e na vida familiar. Assim, a idéia de me divertir um pouquinho ali naquela boite escura me pareceu muito boa. Meu marido estava distraído, bebendo sua cervejinha. Por que não, né?
O menino me arrastou um pouco mais para o fundo da boite e me apertou contra a parede. O escuro e aquele mar de gente dançando e rindo contribuiam para que ninguém se preocupasse com o que estávamos fazendo. Ele me agarrou com vontade mesmo, fazendo com que meu quadril e minha rachinha ficassem bem na altura de sua pica.
– Guri… meu marido vai te matar, sabia? – falei sorrindo no ouvido dele. O pau do moleque estava duro como uma barra de ferro. Comecei a gemer descontrolada enquanto ele me segurava firme pela cintura e beijava meu pescoço. Me abracei a ele, com meus braços ao redor do seu pescoço.
– Tú e muito gostosa, dona…!! – ele sussurrou no meu ouvido. Eu estava usando um biquíni cuja parte de baixo era muito pequena mesmo, mal cobrindo minha bucetinha toda depiladinha. Levantei minha sainha e coloquei minha pelvis bem em cima do pau dele, e ficamos nos movimentando lentamente. Minha intenção era deixá-lo com mais tesão ainda. – Ohhhhh… a gente não pode fazer isso…!! – soltei um gemido e tentei falar. Mas já era tarde. As mãos dele já estavam na minha bunda, apertando minhas nádegas e me fazendo tremer toda, de tanto tesão que senti. Senti a calcinha do biquíni ser puxada pra cima, entrando todinha na racha da minha bunda.

Não consegui falar mais nada. Enquanto uma de suas mãos apertavam minha bunda, a outra fez com que seu pau saísse pela perna de sua bermuda de tecido fino. “Deus do céu! Não posso fazer isso!”, pensei apavorada. Mas minha buceta estava toda melada, e eu não consigo raciocinar bem nessas situações.
– Menino de deusssss… não faz issoooooo…!! – falei, tentando lutar contra os meus desejos. Ele nem se importou, apenas me deu um beijo na boca e senti seus dedos puxaram a calcinha do meu biquíni para o lado. Ali, em pé e de frente pra ele, espremida contra a parede daquela boite escura, eu cedi. Abri minhas pernas e aconteceu.

O pau dele deslizou entre os lábios molhados da minha xoxota, e fui abrindo minhas pernas mais e mais.- Ohhhhhhhhhhhhh… me perdoa, amorrrrrrrr…!!! – falei baixinho quando o pau do menino encontrou a porta da minha grutinha e afundou pra dentro de mim.

Nossaaaaa!! A pica entrou todinha, fazendo minhas pernas tremerem. Rebolei o corpo, tentando encaixar ainda mais. Procurei a boca dele, e nos beijamos deliciosamente, enquanto ele me abraçava fortemente e começava um vai-e-vem cadenciado e firme, aumentando o rítmo a cada metida.

– Esperaaaaaa… p-p-preciso… v-v-ver meu m-m-marido…!! – consegui falar e empurrei ele um pouquinho, fazendo o pau dele sair da minha buceta e ficar balançando entre minhas pernas. Ele percebeu meu desespero e enfiou a pica na bermuda novamente, enquanto eu ajeitava a calcinha do biquíni.
– Você volta? – ele perguntou.
– S-s-sim… meu deussss… que loucuraaaaa… sim… eu volto…!! – falei e ri completamente sem graça. Saí um pouco tonta no meio daquele mar de pessoas dançando e se divertindo. Quando cheguei próxima ao meu marido vi que ele estava conversando com duas meninas que tentavam vender algo a ele.
“Vai dar tempo!”, pensei e voltei correndo para onde o rapaz estava. Me encostei na parede e ele me abraçou novamente. Ficamos frente a frente, nos agarrando. De imediato ele tirou o pau pra fora de novo e eu mesma puxei a calcinha do biquíni para o lado.
– Meteeeeeee, meu queridoooooo… mete bem gostoso nessa bucetaaaaa…!! – gemi e falei, enquanto o pau do rapaz abria caminho xoxota adentro. Eu nunca tinha transado em pé, daquele jeito, de frente um para o outro. Abri minhas pernas e joguei meus quadris para a frente, para permitir uma penetração bem profunda.
Desta vez o menino meteu em mim com vontade mesmo, mais forte, mais duro. Minha racha estava aberta o máximo que podia, pois ninguém nunca tinha me enfiada um pau grande e grosso como aquele. Além disso, até aquele dia eu só tinha transado com o meu esposo.
Um fogo foi tomando conta de mim. Coloquei minhas mãos nas nádegas do rapaz e o puxei contra mim.
– Fodeeeeee… seu gostosooooo… fodeeeee… mais rápidoooo… por favorrrrr… mais rápidoooo…!! – falei e gemi alto. A música cobria os meus gemidos, e as pessoas ao redor nem ligavam para o que estava acontecendo.
O safadinho estava tarado, e a pélvis dele batia forte contra o meu ventre.
– Ohhhhhhhh… meu deussssss… estou gozandooooo… estou gozandoooooo…!! – gritei e o abracei fortemente. Eu estava tendo um dos mais deliciosos orgasmos de toda a minha vida.
– Nãooooooo… nãoooooooo… por favorrrrr…!! – tentei impedí-lo. Mas eu estava gozando tão gostoso que não consegui detê-lo quando ele arrancou a parte de cima do meu biquíni e caiu de boca nos meus seios. Nossaaaaa!! O guri chupou meus peitos de tal forma que um novo orgasmo me atingiu, me deixando com as pernas bambas.
Os bicos dos meus seios são grandes e rosados, e o rapaz mamou nos dois, alternando entre eles. Enquanto isso o pau entrava e saía da minha buceta, sem me dar tempo nem para respirar. Aquela posição em pé e de frente, e encostada na parede, facilitou para o pênis dele tocar o meu “ponto G”, pois comecei a ter orgasmo um após o outro.

O prazer era tanto que comecei a chorar e sentir uma vontade incontrolável de fazer xixi. Senti que da minha buceta saia um líquido abundante, muito diferente do orgasmo normal. Eu sei que quando o “ponto G” de uma mulher é estimulado, ela literalmente “ejacula” como um homem.
– Já está bom… p-p-preciso voltar para o meu m-m-marido… por favor…!!! – falei e tentei me livrar do rapaz. Nessa hora ele me agarrou mais forte ainda e, mordendo minha orelha, deu umas bombas mais fortes, de baixo pra cima. Ele ia gozar! Ele ia gozar dentro de mim!
“Estou nos meus dias férteis… não estou tomando nada… vou engravidar!!!”, pensei desesperada.
– Tiraaaaaaa… tiraaaaaa… não goza dentro… vai me engravidarrrr…. deus do céu… tiraaaaa!! – falei e o safado nem ouviu, e continuou metendo.
Não tive alternativa, e fiz algo que me doeu até a alma. Coloquei a mão no ventre dele e o empurrei para trás. Em seguida peguei o pau dele com a outra mão e o masturbei rapidamente. Que loucura!!! Bastou umas cinco punhetadas e o pau dele cuspiu porra para todos os lados, atingindo minha racha, minhas coxas e meu ventre.
Rapidamente arrumei meu biquíni (tanto a parte de cima quanto a de baixo) e a minha sainha saída de praia. Saí quase correndo para o banheiro. Com a ajuda de uma menina eu encontrei um banheiro nos fundos que tinha um chuveiro.
Me lavei rapidamente, tirando qualquer vestígio da porra do menino em meu corpo. Depois fui para perto do meu marido.
– Ué… estava com calor? – ele me perguntou com um sorriso.
– Sim… muito calor mesmo, amor!… mas já passou! – falei e o abracei, dando-lhe um longo beijo na boca.
Essa foi a primeira e única vez que traí meu marido, e só por uns oito minutos no máximo. Até hoje fico morrendo de vontade de repetir a dose. Já tive muitas oportunidades, mas a razão falou mais alto que a emoção. Quem sabe na nossa próxima ida ao Maranhão?

SAFADA ADORA SEXO ORAL

Anônimo

Sou mais uma casadinha do Recife claro que casada com um corno manso e conformado. Adoro ser chupada em meus buracos mas com meu marido tenho problemas. Ele até me chupa mas tem algumas restrições. Como gozo muito com a buceta ele não curte então é foda. Quando começa a ficar bom ele para e no cu é a mesma coisa. Por mais limpinho que esteja quando fico excitada com uma língua nele um cheirinho natural começa a exalar. A maioria dos machos fica malucos mas meu marido não curte então ele me libera para fazer isso. Mas só aceito machos super tarados por oral mesmo machos chupadores de bucetas e cuzinhos só os experts. Adoro receber pica em todos os meus buracos e em várias posições mas não dispenso uma longa e gostosa chupada. Me abro toda e a buceta e o cu ficam piscando para o macho assim ele pode explorar todos os cantos com a sua língua quente e molhada. Sentir o sabor de meu gozo saindo da buceta em sua língua cada vez mais. Quando chupa meu clítoris chego a ejacular de tesão logo o macho lambe meu cu. Adoro os machos que ficam excitados com isso e enviam suas línguas bem fundo em meu anelzinho de couro. Olho para a cara deles e vejo como devem estar achando delicioso. Minhas primeiras gozadas sempre prefiro assim com chupadas em meu cuzinho e buceta depois rola de tudo.

BANANAS NO CU

Anônima

Olá galera vi ontem no site o material de uma amiga casada aqui do Recife ela gosta de anal mas o marido não comparece em seu buraco. Sou Andressa e partilho com a amiga Valéria o mesmo drama. Mas já compartilho isso há mais de 20 anos onde sempre dei a bunda mas faz mais de 20 anos que casei e meu marido não curte por nojo. E aí me satisfaço com bananas sempre que estou sozinha, vi o filme de Valéria e adorei. Mas já faço isso ha tanto tempo que as bananas que uso são as compridas meu marido até estranhou de um ano para cá eu comprar tantas dela. Disse que é porque estou gostando mas na verdade ele nem imagina o que faço quando ele sai para o trabalho. Também uso manteiga passo muito na bunda e na banana aí vou enfiando e sentindo ela dilatando meu buraquinho quente. Parece que vai rasgar mas dá um prazer do caralho isso e enfio o máximo. Adoro as que tem talos grande onde enfio até ela se perder dentro de meu intestino. Me masturbo até gozar umas duas vezes depois puxo ela devagar e fazendo forcinha para colocar ela para fora. É bom demais isso e o filho da puta do marido desperdiça essa minha bunda. Também nunca o traí mas tenho muita vontade de sentir um caralho de verdade aqui na minha bunda.

A CASADA PROVOCANTE

Anônima

Oi meus amores do site. Sou uma casadinha e resolvi participar. Moro com meu marido no bairro de Prazeres e temos uma vida simples. No momento estou desempregada e ele trabalha como Motorista de Micro ônibus. Vi as fotos e relatos de duas amigas casadas que são frustradas. Apesar de diferente delas eu me sinto um pouco assim. Tenho apenas 24 aninhos e muito fogo no rabo. Sempre dei minha bunda. Até para o irmão de meu pai que fodeu meu cu bem gostoso. Desde jovem dou o cuzinho. Mas também meu marido não gosta. Também pensei que isso ia mudar com o casamento, sei que sou até bonita adoro cuidar de meus cabelos e sei que minha bunda chama a atenção dos machos. Com meu marido uso o short bem normal. Quando vou às compras ou na padaria eu puxo o short e a calcinha para ficar bem dentro de minha bunda e aí começo os meus fetiches gosto de provocar meus vizinhos casados bem como os machos no mercado publico aqui perto. Sei que ficam loucos quando estou com calcinha e short todo socado assim me faço de séria mas quem vê uma mulher na rua assim já sabe que é uma casada puta. Dou muito essa minha bunda tenho dois amantes fixos mas também já dei para entregador de pizza e água quando atendo eles assim sei que não resistem. Apesar de ser rápido eles adoram foder minha bunda na cama do corno mesmo. Claro que tenho medo de meu marido chegar de repente o horário dele é meio maluco. Mas sou muito safada e chifradeira mesmo e dou a bunda com vontade. Fico arrombada como o corno não chega no meu cuzinho eu nem me preocupo em eles desconfiar. Ele sempre soube que eu dava a bunda e gostava e não vou parara de levar vara na bunda de jeito nenhum.

Gozando muito no ônibus lotado

Anônimo

Uma das minhas maiores fantasias é ser bolinada dentro de um ônibus lotado! Então, quando estou na seca, coloco uma roupinha bem de periguete, saia bem curta, uma calcinha minúscula, uma blusinha “tomara que caia” que deixa bem à mostra as minhas marquinhas de biquíni e pego algum ônibus coletivo bem cheio! Só ando cheirosa e raspadinha, pois sou tarada, ninfomaníaca mesmo… E nunca se sabe quando pode acontecer uma transa casual!

Então, por volta das cinco e meia da tarde, eu subi em um coletivo que já estava meio cheio. Parei ao lado de um rapaz um pouco mais alto do que eu e dei uma olhada pra ele. Ele correspondeu imediatamente me secando de cima a baixo. Passamos por mais alguns pontos e logo o ônibus já estava totalmente lotado, afinal era o horário do pessoal sair do trabalho. O rapaz, espertinho, sacando meu jeito de piranha, foi se chegando até ficar atrás de mim. Então começamos um “roça-roça” embalado pelo chacoalar do busão! Nessa hora eu senti seu membro, que estava colado no meu rabão, ir crescendo e ganhar tamanho de um mastro de responsa!

Seu pau já estava duro como uma pedra e eu achando aquilo tudo uma delícia! De repente, senti sua mãozona acariciando minha coxa e senti a calcinha ensopar na hora!!! Nossa! Que tesão que me deu!!! No balanço do ônibus, ele ia roçando em mim e dava pra perceber cada vez melhor o tamanhão daquele pênis. Eu estava doida, imaginando aquele pau me preenchendo, que delícia seria transar com ele ali mesmo, de quatro, no chão sujo daquele busão, trepando igual a dois cachorros no cio e na frente de todos! Eu pensava como isso seria gostoso e aquela cena que eu imaginava me deixava cada vez mais molhadinha.

A mão dele passou pra minha bunda, dando um beliscão delicioso… Devagar, ele pegou minha calcinha pequenina, colocou de ladinho e enfiou um dedo com tudo em minha bucetinha raspada e lisinha que já estava mergulhada na minha excitação… Revirei os olhos de tanto tesão! Ele começou um movimento de vai e vem e minhas pernas foram ficando bambas. Nisso, ele começou a sussurrar sacanagens no meu ouvido, me chamando de vadia e de gostosa ao mesmo tempo! Uma loucura!!! Eu empinava minha bunda pra facilitar a masturbação, mas talvez nem fosse necessário, de tão molhada que eu estava o dedo entrava e saia facilmente.

Senti dois dedos me invadirem e em seguida, o polegar dele entrou no meu cuzinho que também já estava piscando… Nessa hora, eu não quis nem saber da senhora sentada na nossa frente, que parecia já ter percebido nossa sacanagem, coloquei minha mão pra trás segurando naquela caceta e comecei a punhetar o rapaz por cima da bermuda sem nenhum pudor. Nossa! Gozei na hora, com o ônibus lotado e nem me importei se alguém viu a cena! Mas acho que ele gozou também!!! Depois que ele me viu gozar, tirou os dedos de dentro de mim e chupou, dizendo que meu sabor era delicioso e que eu precisava provar o dele. Senti a buceta latejar de novo, louca de vontade de ter aquele pauzão me preenchendo…

Trocamos mais alguns olhares sacanas e ele desceu logo depois. Eu desci uns dois pontos mais pra frente, satisfeita por ter chegado ao orgasmo, mas querendo uma pica de verdade dentro de mim. Atravessei a rua e fui pra parada de ônibus esperar que na volta pra casa eu encontrasse alguém pra me fazer gozar no ônibus de novo!

A Confissão, uma história real

Safadinho

Uma garota que não que revelar o nome dela, vou chama-la”Ana”, um nome de fantasia, me contou no chat a história dela. No início ela se apaixonou pelo caralho de um colega e depois…

Eu tinha vinte e oito anos, e cinco anos antes eu saí da minha cidade natal para encontrar um emprego em uma grande metrópole do Brasil. Encontrei trabalho como chefe do repartição para os contatos com o exterior em uma grande empresa do setor automotivo. Meu parceiro Francisco, uma pós-graduação de engenharia, se alistou no exército brasileiro, com o grau de tenente. Assim, ele foi muitas vezes transferido por um lado e o outro do País e eu vivia pela maior parte do tempo sozinha, dispersa naquela grande cidade.
Desde quando fui contratada, passaram cinco longos anos, os fatos de encontros semanais e as vezes quinzenais, com Francisco. Ele chegava na manhã de sábado e ia embora na tarde de domingo.

Dentro desse espaço de tempo, a gente tinha nossos relacionamentos amorosos, em maneira bastante agitada, com a intenção recíproca de recuperar o tempo perdido. É claro que durante a semana eu estava em abstinência sexual e recebia cantadas de vários amigos e colegas que, sabendo que eu estava sozinha, queriam aproveitar da situação e me levar para a cama.
Então, talvez estava escrito na minha cara, a partir de terça-feira eu estava assanhada mesmo e tinha um desejo louco de foder! Esta tortura desgastante e frustrante durou cinco anos, até quando finalmente Francisco conseguiu deixar o exército sem pagar as pesadas multas previstas aqueles que pediam para sair antes do tempo e por isso pouco tempo depois ele conseguiu um trabalho importante em Goiás, nosso estado de procedência, eu pedi demissão do trabalho e após a devida notificação, saí com meu amor por nosso estado nativo.

Agora, no entanto, gostaria de começar a história a partir de cinco anos antes. Como escrevi anteriormente, fui contratada por esta empresa e o primeiro dia de trabalho, eu apareci na firma e um dos proprietários me levou para minha sala. Junto comigo estava uma garota alta, um pouco gordinha, agradável e amigável. Eu, meu nome é Ana e sou magra fisicamente, mas com as formas no lugar certo, loira com cabelo curto, uma bela bunda e pernas bonitas também. Olhos claros e um rosto muito feminino.

Durante meu primeiro dia de trabalho, me apresentaram a quase todos os outros funcionários. Um deles era “S…o” ele, a meio da manhã, desceu do primeiro andar, vi diante de mim um homem de cerca de quarenta anos, careca, mais de um metro e oitenta de altura, sarado, um rosto bonito, sorridente e muito jovial também. Então, você podem me considerar uma tarada, assanhada, mas daquele homem a primeira coisa que reparei foi o tamanho do pau dele. Ele estava vestindo calça jeans que se tornava quase branca naquele ponto.

Com o passar do tempo, falando com as meninas no armazém e nas oficinas, percebi que todas estavam curiosos para saber se aquela protuberância tão avassaladora, era simplesmente um acolchoamento ou se era realmente um caralho de tamanho inusitado. Algumas, estudaram um plano e atribuiram a uma delas a missão de “tocar” o colega no meio das pernas, talvez por causa acidental, fingindo algo completamente não intencional e acidental.

Aconteceu então que uma garota peituda de nome “D…a” quando viu o nosso homem chegando fingiu tropeçar e colocou a mão no pênis” de S…o”. Claro que ela se desculpou imediatamente, mas, infelizmente, o contato foi muito rápido e ela não tinha como saber se era um pênis real ou não. Então, numa tarde, uma mulher, já bastante velha com o nome de” A….a” nos disse que ela resolveria o problema. Quando eu a vi sair de seu escritório” S…o” corri para o para o estoque para assistir à cena. Ele, que era o responsável pelas compras, veio para falar com ela por razões de trabalho e ela, sem motivo algum tocou o caralho dele – beliscando-o entre o polegar, o indicador e o dedo médio – bem na ponta. Ele olhou para ela com curiosidade, inacreditavelmente surpreso, perguntou-lhe o que diabos ela estava fazendo e ela sorriu e disse que estava apenas brincando. Em suma, aquela coisa que elas viam em sua calça jeans não era um acolchoamento mas era definitivamente um grande caralho!

Eu tenho algumas memórias do que eu, nesses anos, aprontava para provocá-lo, vê-lo ficar com o pau duro em suas calças, e devo dizer que, às vezes, eu consegui.
Por exemplo, uma vez eu tive que fazer um trabalho no primeiro andar, sentei-me à mesa em frente dele e, em seguida, à mesinha com o PC. A mesa tinha um separador e ele não conseguia ver nada, mas a mesinha do PC era discretamente aberta e então, eu, que sempre usava vestidos leves e muito curto, fingindo não saber que ele podia me ver, fiquei com as pernas aberta mostrando minha calcinha muito pequena que mal escondia minha doce intimidade. Também naquela ocasião, o provoquei mais deixando cair, aparentemente distraída, uma mão entre as minha coxas tocando minha bucetinha, afastando um pouco o tanga, de maneira que ele pudesse vê-la.
Vi-o levantar-se, o cilindro que se expandiu à sua direita, uma vara incrível, ah que vontade que eu tinha aquela vez de segui-lo até o banheiro, onde ele, com certeza animado, ia se masturbar.
Nasceu entre nós, no entanto, um forte vínculo de amizade verdadeira e leal. Ele gostava de mim e eu, por aquela sua grande exuberância, gostava dele, mas, infelizmente, quase até o fim, ele me considerou apenas e sempre uma grande amiga e uma colega.

Com o nascimento de amizade muitas vezes eu desabafei com ele, dos vários problemas, incluindo aqueles relacionados com o casal formado por mim e Francisco. Contei-lhe sobre a distancia, a falta de sexo, o tamanho do pauzinho do meu companheiro, de muitas coisas também muito íntimas e pessoais. Juntamente com o meu amigo e colega, passei dias e noites inesquecíveis, especialmente durante exposições no exterior, onde reinou a amizade. Eu me lembro que uma vez, em Paris, no Boulevard Sebastopol, ele tirou a jaqueta e me abrigou do frio, me abraçou e a gente andou por um bom tempo abraçados. Então, as oportunidades não faltaram, e eu longe de Francesco e ele longe da sua esposa, a gente poderia ter transado um monte de vezes. Eu tentei fazê-lo entender alguma coisa, bastante explicitamente deixei entender que estava a fim de fazer sexo com ele, mas ele, confessando a sua admiração, talvez para respeitar a amizade, nunca quis tentar algo alem de um abraço apertado ou uma piscada cúmplice.

Chegou assim meu penúltimo dia de trabalho, levei bolos para almoço, refrigerantes e vinho espumante, os colegas me entregaram um presente e todos brindaram juntos desejando-me boa sorte para minhas futuras experiências de trabalho. Cumprimentei um por um todos os outros e deixei como último meu amigo e colega “S…o”. Eu disse na frente de todos que “last but not least” ia cumprimentar o grande “S… o”. Abracei-o muito apertado, e ele me cumprimentou em seus braços poderosos igualmente carinhoso. Mesmo lágrimas apareceram e ficamos abraçados por um longo tempo. Quando nos separamos do abraço, o refeitório estava agora vazio. No dia seguinte, eu teria que trabalhar até o meio-dia, em seguida, com a permissão dos proprietários deixaria para minha nova experiência.

Lembro-me que, às nove horas da manhã, eu fui para o primeiro andar, no escritório dele para fazer umas copias xerox. Eu usava um vestido vermelho, como sempre, muito curto, estava virando as costas para “S… o”, ele estava sentado a sua mesa, a primeira cópia estava errada e eu amassei-a e joguei no lixo o que estava ao lado da copiadora. Eu era, na verdade uma jogadora de basquete muito ruim e a bola de papel caiu fora do lixo. Depois de arremessar o papel e errar, quero evidenciar que fiz isso de propósito, eu dobrei as pernas esticadas para fora para pegar o papel amassado, consciente de que o vestido teria subido sobre minhas nádegas.

Eu fiquei nessa posição alguns segundos a mais do que deveria, e quando levantei percebi sua presença atrás de mim. Ele me abraçou por trás, pegando com as mãos fortes nos meus peitos. Presa por aquele abraço macho, só virei o rosto e encontrei os lábios dele que se apoiaram animados e febris nos meus. Abri a boca, enquanto ele me deixou momentaneamente livre, me virei e ele novamente me segurou contra ele, estava sentindo sua masculinidade contra o estômago, nos beijamos novamente, e então ele me pegou pela mão e literalmente me arrastou para a sala de reunião, fechou atrás de nós a porta e me levantou, me fazendo sentar na mesa, tirou minha calcinha trazendo minha bucetinha à borda da mesa, com uma mão abriu o zíper e, em seguida, soltou o cinto, deixou cair as calças no chão e fez sair lateralmente seu magnífico canhão, aquele pau enorme que tanto tinha desejado. Encostou a cabeça gigante do seu pau no meu pequeno buraco, entrou em mim e começou me foder bem gostoso.

Meu Deus! Que diferença entre o pequeno palito de Francisco e o gigantesco pau de “S…u”, não entendi mais nada desde o primeiro segundo, ele sussurrou-me que estava muito apertada, eu lhe disse que estava morrendo, que estava gostando demais, disse-lhe para nunca mais parar, fiz ele um jurar que iria me seguir aos confins do mundo. Me fez gozar um par de vezes, em seguida, um momento antes de encher minha xoxota com seu esperma, ele me pediu uma confirmação do que já sabia há muito tempo, ele quis saber se eu sempre estava tomando a pílula, eu respondi com um sim demorado e ele me encheu com um rio de porra quente. Quando ele tirou o pau de mim, ele colocou a mão para evitar que a descida de seu esperma manchasse a mesa.

Ele me ajudou a me limpar e limpou o pau dele, então eu o abracei e me beijou com força, disse-me  me amar desde sempre e foi aí que eu disse a ele que eu o amava desde o primeiro dia.
Vi que ele estava vestindo as calças, eu rapidamente desci e o peguei na minha boca, enquanto eu sentia que alguém estava procurando por ele em seu escritório. Não me importei e começei um boquete legal, tentando usar todos os métodos e técnicas para fazê-lo gozar mais. Ele, em um ponto, me agarrou pelos cabelos e me fez levantar, em seguida, virou-me como se eu fosse um galho e me fez colocar meus seios na mesa, me deu uns tapinhas na bunda, logo em seguida senti aquela vara poderosa se encostar no minúsculo buraco do meu cu, com os dedos molhou de saliva dentro e fora do cuzinho e depois empurrou o pau para dentro.

Eu já dava o cu para meu namorado, mas meu esfíncter não estava acostumado a esse enorme pepino. Lutou dolorosamente até superar com a grande cabeça o anel do meu ânus, empurrou de novo e começou a me foder com força no cu. me falava baixinho palavras de fogo, que eu tinha uma bunda maravilhosa, que ele estava abrindo, penetrando, que teria enchido meu intestino de porra. Naquele momento eu entendi por que o socar dele era cada vez mais rápido, que estava para gozar, levei então as mãos para trás para abrir melhor as nádegas e ele enfiou-o dentro de mim até as bolas.

Senti que de repente ele tirou o pau de dentro de mim, pegou-me pelo cabelo, me fez voltar e agachar: seu pau que agora tinha um gosto amargo estranho estava de novo na minha boca. Ele gozou na minha boca, senti a porra quente inundar meu paladar. Logo em seguida tirou o caralho da minha boca e se masturbou e salpicou esperma no meu rosto, que eu avidamente lambi. Ele me fez sentar novamente na mesa, levantou minhas pernas no ar e insinuou sua boca no meu cu e na minha perereca molhada. Em seguida, começou a lamber o clitóris, meu ponto G, eu não fui capaz de resistir por muito tempo e chegou a minha vez de molhar profusamente a boca e o rosto dele.

Saímos um por um da sala de reuniões. Eu virei diretamente para o banheiro enquanto ele foi direto para a sua sala que estava ao lado da sala do nosso pecado.
Ao meio-dia, subi para cumprimentá-lo e, infelizmente, ele estava  com o  diretor, o abracei afetuosamente assim mesmo e fui embora. Na rua, antes de entrar no carro, olhei em direção à sua janela, ele estava lá para me cumprimentar com a mão.

A moral da história é: Melhor tarde do que nunca! É claro que se tivesse acontecido antes…………..

APRENDI A GOZAR COM UM TARADO E GOSTEI.

Morena Gyn

Quero compartilhar com vocês este fato que aconteceu comigo alguns anos atrás. Bom, vou usar o nome fictício Ana para mim, pois hoje tenho uma família e quero que este fato permaneça em segredo para meus familiares e amigos.
Tenho 37 anos, 1.59cm, uns 46 kg, eu sou o que chamam de falsa magra com pernas torneadas, bumbum durinho, seios grandes que modéstia a parte ficam ótimos com minhas marquinhas de biquíni, tenho cabelos longo preto cacheado apesar de que faço escova e quase nunca fica assim mesmo com os constantes pedido de meu marido que gosta dele cacheado.
Moro em Goiânia e fui casada anteriormente por oito anos e deste casamento tive um filho lindo e eu pensava que tinha uma família feliz e aquele era o meu mundo perfeito, mas descobri que o meu ex-marido me traia com a empregada que trabalhava em nossa casa nos dias em que eu estava viajando a trabalho, pois comecei a trabalhar muito nova e com 10 anos eu já trabalhava em casa de família e trabalhei ate conseguir entrar em um programa do governo de Goiás para jovens em uma empresa que prestava serviço para o estado e então após terminar o colegial fiz o concurso publico e passei a ser efetiva do estado e viajava para ganhar horas extras e dar mais conforto a minha família, mas depois desta traição descobri também que ele havia me dado um golpe e roubado tudo que nos tínhamos, desde o carro, a moto, o dinheiro na conta conjunta e ate os moveis da casa ele levou, deixando apenas as coisas do nosso filho e se mudou para o estado do Mato Grosso, fiquei vivendo de favor e recebendo ajuda de amigos e familiares por muito tempo ate conseguir pagar as dividas deixada por ele no cartão de credito e empréstimos consignados a minha folha de pagamento onde o salário entrava e já era todo bloqueado para pagar os diversos empréstimos feito em meu nome.
Passei oito anos desacreditada no amor e sem ter relacionamento algum, então passei a com mais freqüência a ir às viagens de trabalho do programa do governo estadual e tive o privilegio de conhecer diversas cidades de meu estado e aprendi novamente a ter prazer, em viver, em sair para dançar, beber uma cervejinha e conversar com as colegas de trabalho após o expediente. Em uma dessas saídas conheci o meu ex-namorado que vou chamá-lo de George, ele já tinha 38 anos na época era engenheiro e tinha uma vida estável financeiramente, mas apesar de ser uma boa pessoa ele bebia muito e isto afetava seu profissional e o convívio social, considerando que ele sempre gostou de freqüentar aqueles botecos bem simplórios e lá conviver com pessoas humildes e as ter como amigos, mas ele era divertido e eu já havia passado tanto tempo sozinha que me agarrei cegamente a esta paixão, passamos a sair quase todas as noites para bares juntamente com seus inseparáveis amigos que não desgrudavam dele, já que, George sempre pagava tudo e não faltam amigos querendo levar vantagem.
Após algum tempo de namoro achei estranho que ele quase não me procurava para sexo, apesar de estarmos juntos quase todas as noites nos dias de semana, e no final de semana ele não saia comigo e dizia ir ao futebol com os amigos e lá não era lugar para mulheres.
Certo fim de semana eu estava indo à casa de minha mãe que ficava no Conjunto Itatiaia que é um bairro ao de onde eu morava. Como fazia todos os sábados fui ao cento de estética onde eu faço bronzeamento artificial e fiz minhas desejadas marquinhas de biquíni e a depilação, depois no salão de uma amiga onde eu pagava por mês fiz escova no cabelo, as unhas, sobrancelhas e tal… Então segui para providenciar o jantar e acomodar o meu filho na casa de minha mãe como sempre fazia nas noites que saia para dançar com duas amigas de trabalho inseparáveis de longa data, já que não teria meu namorado como de costumes nos finais de semana.
A garota do salão demorou muito para fazer a escova no meu cabelo e já estava escurecendo então eu tinha que me apressar.
Fui para casa tomar um banho e me arrumar que de lá eu já iria para o compromisso, quando terminei e sai de casa percebi o quanto tinha demorado me arrumando e a noite já havia chegado, estava bastante escuro, segui andando pela rua escura iluminada apenas pelas poucas luzes dos postes que não estavam queimadas ouvindo apenas o som dos grilos ao longe e dos saltos de minhas sandálias no asfalto, a noite estava quente, olhei para o céu e estava negro com poucas estrelas a lua era crescente e eu mergulhada em meus pensamentos sobre como eu iria me acabar de dançar a noite toda e aquela porção camarão delicioso que servia lá e dava água na boca em pensar… e que como havia cortado meus cabelos nesta tarde deveria crescer ainda mais apesar de não acreditar nessas coisas de fase lunar, isso fazia passar o tempo enquanto eu caminhava por aquela rua sem uma alma vida alem da minha, estava de jeans colado de barriquinha de fora com um corpete preto que deixava as costas a mostra mostrando minhas marquinhas nas costas e no cós baixo da calça, com meu cabelo solto e bem maqueadinha, eu estava linda modéstia a parte. Mas para cortar caminho passei por um pasto que separava o bairro Jardim Pompéia onde eu morava e o Conjunto Itatiaia onde eu cresci e minha mãe morava como era de costume e todos faziam, e após entrar e seguir pela trilha e só então percebi o quanto o mato estava alto, bem mais alto que eu. Senti um frio no estomago, mas segui em frente, afinal eu morava naquele bairro desde criança e todos me conheciam nada de mal poderia me acontecer ali… engano meu!
Ouvi passos na mesma trilha que eu estava seguindo e tentei andar mais rápido para chegar logo do outro lado, mas o som estava se aproximando depressa, eu olhava para trás tentando visualizar quem era e não via nada no escuro deu vontade de correr, mas como correr com aquele salto 15 nos pés?! Tentei andar ainda mais rápido, senti meu coração disparar ao ouvir o som do mato balançando próximo a mim e então vi o vulto no escuro e um homem passou rapidamente por mim e dei um grito de susto e ele deu um sorriso irônico sem parar ou olhar para mim passando rapidamente por mim e seu braço roçou no meu ombro na trilha estreita e senti um cheio forte de uma mistura de álcool com sujeira então ele seguiu pela trilha e sumiu na escuridão.
Minhas pernas estavam tremulas do susto e meu coração disparado, continuei andando mais devagar agora tentando me acalmar e querendo sair logo dali, olhando as luzes dos faróis dos carros na estrada no outro lado do pasto, eu já estava na metade do caminho quando vi que alguém estava cruzado a trilha novamente e como já havia passado pelo susto imaginei ser alguém que assim como aquele homem e eu estava cortando caminho, a medida que foi se aproximando percebi que era o mesmo homem que já retornava com um cigarro aceso e como ele andava muito rápido e havia um bar próximo a outra extremidade do pasto imaginei que havia comprado cigarros e estava retornando e apenas cheguei mais para o lado, para ele não roçar novamente em mim quando passasse, pois o cheio dele estava terrível, parecia que não tomava banho a dias. Ele se aproximou e eu me afastei para ele passar e passou sem olhar para mim e eu cocei o nariz em um ato involuntário pelo cheiro e nesse momento senti os braços dele me segurando por trás, dei um grito e ele tampou minha boca e me puxou para trás na trilha eu tentei sair me debatendo enquanto ele me puxava para o meio do mato e então eu vi o brilho de uma coisa e senti ele colocar no meu pescoço, era uma faca daquelas que usam nos açougue do cabo branco e encostou a lamina fria no meu pescoço e mando eu ficar calada ou iria cortar minha garganta.
Senti o cheiro forte de álcool e cigarro com ele me segurando por trás e com o rosto colado ao meu falando no meu ouvido. Eu assustei muito e pedia para ele não me matar que eu tinha um filho, pedia para ir embora, senti minhas pernas ficarem bambas e fiquei sem ação e nem chorar consegui. Ate aquele momento ainda não tinha caído a fixa do que estava acontecendo,
Ele me mandou acompanha-lo com uma mão segurando a faça no meu pescoço e com o outro braço passando por minha cintura prendendo meu braço e segurando o outro pelo meu pulso, sentia o corpo dele todo colado ao meu enquanto andávamos em uma trilha estreita distanciando da avenida dos carros e assim seguimos mato adentro até um lugar onde o mato já estava amassado parecendo que alguém já teve ali antes, neste momento percebi que seria no mínimo estuprada ali e comecei a chorar e pedir, por favor, para me deixar ir embora, mas recebi um tapa no rosto em uma ordem para calar a boca e vendo ele alterado e com medo do que poderia acontecer eu obedeci.
Ele começou a passar a mão pelo meu corpo, apalpando minha bunda, meus peitos e parecia tentar enfiar os dedos na minha boceta por cima da calça o que fazia a costura da calça me machucar e eu empinava o bumbum em um ato involuntário e ele sorria atrás de mim com a lamina da faca no meu pescoço gostando de me ver forçar minha bunda contra ele na ânsia de tentar me livrar da mão dele na minha boceta. Sentia esfregar o seu pinto em minha bunda por cima da calça enquanto ele a apertava ainda mais minha boceta só para ver eu me contorcer e forçar a bunda para trás tentando tirar a mão dele e como eu estava sem calcinha, pois todas as minhas calcinhas eram pequenas e como iria dançar elas ficavam entrando no bumbum e me incomodava então quando saia para dançar não usava calcinha e a costura da calça pegava bem em cima dela e doía muito quando ele apertava..
Ele começou a tentar tirar meu corpete, mas era trançado e ele não conseguia soltar e ficou nervoso começou a forçar a faca no meu pescoço na tentativa de puxar o corpete para solta-lo senti que estava me cortando e pedi para ajudar a tirar o corpete, ele aceitou, mas antes me advertiu que se eu tentasse fugir ele cortaria minha garganta e como não era dali ninguém iria saber quem foi ou o paradeiro dele. Concordei em ficar quieta, pois sabia que não conseguiria correr mais que ele, pois ele era bem maior e mais forte e eu tinha visto a rapidez com que ele passou por mim, então comecei a abrir o corpete, mas ele estava muito excitado e mal deu tempo de abrir a metade e já puxou o bojo para baixo e começou a chupar meus peitos, e falar que eram grandes e me chamar de vaca gostosa e dizer que eu tava no lugar certo, pois vaca trepava no pasto. Ele apertava meus peitos como se nunca tivesse visto um e dava chupões nos bicos deles que eu achava que iria arrancá-los e me controlava para não grita de dor a cada chupão que ganhava.
Tentou enfiar a mão na minha calça, mas era muito justa não entrava e mandou me abrir o os botões dela, comecei novamente a pedir para me deixar ir embora e levei outro tapa no rosto, mas desta vez com muita força e cai no chão e ele me mandou levantar e abrir os botões da calça o que eu fiz sem questionar mais nada. Sentia meu rosto arder com o tapa e não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo passou um monte de coisas em meu pensamento em flash de segundos então senti meu rosto ficar dormente em seguida com outro tapa e uma ordem para abaixar a calça, e percebi que havia ficado fora de mim em pensamentos em alguns instantes.
Foi quando ele viu as marquinhas do bronzeamento e a boceta toda depilada ficou doido de tesão e me colocou em pé de pernas abertas com os peitos de fora e doloridos de tantos chupões e a calça abaixada nos tornozelos e começou a passar os dedos no meu clitóris e a unha pegava nele e dava uma sensação ruim e sentir vontade de tirar a mão dele e por instinto de preservação segurei a mão dele e ganhei outro tapa no rosto, mas desta vez mais leve e mandou eu colocar as mãos para trás e não atrapalhar ou iria apanhar de verdade. Meus olhos já estavam acostumando com a escuridão e já conseguia enxergar o lugar onde eu estava e vê-lo melhor. Ele deveria ter 1.78 de altura e uns 80 quilos tinha aparecia jovem de uns 25 anos, mas bem castigado pela vida e não era bonito, alem de ter um cheiro péssimo e um hálito de bebida misturado com cigarro horrível vestido com aquele jeans sujo e aquela camisa que um dia foi branca, parecia ate que tinha um mês que estava vestido na mesma roupa.
Ele continuou a mexer na minha boceta e eu com as mãos para trás como ele havia mandado e de pernas abertas em pé ele ajoelhou na minha frente e começou a lamber minha virilha, senti nojo daquela língua úmida babando em mim e me lambendo igual a um cachorro, ate que ele começou a chupar minha boceta, minhas pernas sumiram por um instante e eu quase cai em cima dele, tentei disfarçar e ele percebeu e mandou-me apoiar as mãos nos ombros dele, que estava ajoelhado entre minhas pernas se servindo da minha boceta como um banquete, mas eu não quis e fiquei ali com os braços para trás de pernas abertas sem poder reagir aos chupões no meu clitóris e as linguadas que parecia que ele iria engolir minha boceta sugando—a.
Por mais que eu tentasse lutar contra aquela sensação, pois eu julgava que não poderia sentir prazer em um sexo forçado meu corpo dizia o contrario, eu tentava me controlar e minha mente dizia que era errado sentir prazer naquilo e era nojento, mas meu corpo tremia todo e não me obedecia mais, sentia minha boceta molhada escorrer e não apenas pelas lambidas que aquela língua nojenta dava nela.
Eu tentava controlar minha respiração para ele não perceber e focava meus pensamentos em outra coisa na tentativa de não sentir prazer, mas não conseguia e veio um espasmo muito forte quando ele passou a esfregar a língua em cima do meu grelinho e sumiu tudo na minha frente quando vi estava gozando na boca dele e tentando disfarçar com medo de apanhar caso ele percebesse então ouvi sua voz no meio de minhas pernas dizer: Goza vagabunda, quero ver você gozar sua puta!
Abriu minha boceta com uma das mãos e chupou meu grelo sugando-o e senti como se tivesse engolindo meu grelinho com aquela boca nojenta e não agüentei mais segurar e gozei na boca dele ali em pé e o meu corpo todo tremia e ele continuava me chupando, sentia todos os músculos de minhas pernas tremendo, saltando, eu tentava me equilibrar em pé, mas não consegui e cai para trás no mato amassado sem força. Por um momento senti meu corpo relaxar, e olhei para aquele céu escuro sem estrelas e o medo tinha passado, estava em uma espécie de transe, há muito tempo eu não gozava assim, e nunca tinha chegado a um orgasmo tão forte com um homem, somente nas noites solitárias quando me tocava no banheiro ou na cama fantasiando diversas situações inimagináveis para uma mulher de respeito, ate mesmo um estupro já tinha fantasiado algumas vezes pensando em algum colega de trabalho bonito que havia visto no dia ou mesmo um desconhecido, mas nunca imaginei passar realmente por uma situação como esta, já havia ganhado algumas encoxadas no ônibus sempre lotado na volta para casa do trabalho e algumas vezes eu ate facilitei para eles sarrarem e mim e ate já a me masturbei ao chegar em casa relembrando deles esfregando o pinto na minha bunda por cima da calça no balando do ônibus ou tentando alisar meus peitos com os braços a cada curva que o ônibus fazia, nas nunca havia passado disso.
Quando passou aquela sensação de estase depois do orgasmo vi que ele permanecia ajoelhado a minha frente me olhando caída de pernas abertas esgotada e suada e ficou ali alguns minutos, eu ate pensei que já tinha terminado de me usar.
Engano meu… ele abriu o zíper da calça e tirou o pinto para fora, então vi que só tinha começado e tentei não olhar mas percebi que ele estava se masturbando me olhando caída ali de pernas abertas,
Ele se mexeu no mato e eu olhei para ele no reflexo por causa do barulho e vi o pinto dele, era muito grosso e bem avantajado comparado aos dois que conhecia que era o do meu ex-marido e do George, meus olhos não conseguiam parar de olhar por mais que eu tentasse, achei enorme e quanto mais ele masturbava maior ficava e foi dando medo então ele começou a passar a mão no meu corpo novamente enquanto se masturbava com a outra mão e apertava o bico dos meus peitos e descia ate minha boceta e esfregava-a, mas eu já tinha gozado e não sentia mais nada, então ele enfiou dois dedos nela e gritei por que ela já estava seca considerando que eu havia gozado a poucos minutos e esquivei o corpo no chão chegando um pouco para trás, ele parou de se masturbar por um momento e pegou a faca que estava no chão ao seu lado e colocou a ponta dela na minha barriga e ele puxou minha calça terminando de retirar e eu fiquei nua da cintura para baixo, e com os peitos de fora do corpete. Mandou eu abrir bem as pernas e eu fiz com medo da faca encostada na minha barriga sabendo que ele iria esfolar minha boceta, não demorou nem eu terminar de pensar e já enfiou novamente os dois dedos dentro de mim ate o fim sem piedade com aquela mão áspera que parecia de peão, senti arder tudo e me controlei para não gritar enquanto ele fazia um movimento de vai e vem com aqueles dedos sujos e grandes dentro de mim, então ele foi enfiando um a um dos dedos ate que colocou os quatro dedos dentro de mim, sentia a mão dele me abrindo toda e doía muito, ele deixou a faca do lado dele no chão varias vezes enquanto apalpava e chupava meus peitos e me lambia toda como um cachorro lambendo um osso e apesar do nojo que sentia, isso foi me excitando e senti minha boceta me trair novamente ficando molhada e quando mais ela molhava mais intenso era o movimento de vai e vem que ele fazia com os quatro dedos dentro.
Doía muito e sentia que ele estava arrombando minha bocetinha que nunca tinha entrado mais de dois dedos dentro. Eu tentava não gozar e por instinto fechava as pernas num ato involuntário, mas ele me mandava abri-las novamente me chamando de puta e falando um monte de palavrões no meu ouvido enquanto lambia minha orelha e meu pescoço segurando minha cabeça pelos cabelos me obrigando a beijá-lo enfiando aquela língua imunda dentro da minha boca, eu nunca fui puta, mas ouvir aquilo me excitava e sempre quis transar ouvindo pornografias no meu ouvido, mas não daquela forma, e sim, com meu namorado e tinha vergonha de pedir e parecer vulgar. Aquilo foi me aumentando em mim e quando vi eu estava gozando novamente na mão daquele tarado fedido, e desta vez não segurei e gemi alto e com a mão dele enfiada ate os dedos dentro de minha boceta e escorrendo meu gozo pela minha virilha ate a bunda e melando a mão dele com meu gozo e quando viu que eu estava gozando enfiou a mão com mais violência e fazendo os movimento de vai e vem mais forte e rápido e eu me contorcia toda deitada no chão de pernas abertas com os braços para trás como ele havia mandado eu fazer totalmente entregue aos abusos daquele tarado, e a única coisa que eu poderia fazer era me entregar ao gozo e assim fiz, mas ele continuou a me masturbar com os dedos dentro mesmo depois de eu ter gozado e eu já estava sem pernas, sem fôlego, sem força alguma e mesmo assim ele não parava ate que minha boceta mais uma vez me traiu e se rendeu ao novo orgasmo e gozei novamente e ainda mais intenso, senti meu corpo todo tremer sem parar, ate minha voz não saia e apesar de tudo eu gostei, fui uma sensação que eu nunca havia sentido antes, nem mesmo quando me masturbava sozinha e chegava a diversos orgasmos que eu achava que era o Maximo que poderia haver, não sentia mais nada, minha boceta estava dormente de tanto gozar e apenas sentia que ela estava inchada e deveria estar esfolada, mas não sentia mais dor. Fiquei caída ali de pernas abertas totalmente entregue a tudo o que ele quisesse fazer sem conseguir esboçar reação alguma, enquanto ele me lambia como um cachorro e me beijava a força na boca, apesar que nessa altura dos acontecimentos eu nem lutava mais para evitar o seu beijo amargo de cigarro apesar do nojo que sentia e foi então que ele percebendo o nojo que eu estava em beijá-lo, ou melhor, deixá-lo enfiar a língua na minha boca quis e sacanear e esfregou a mão suja do meu gozo em meu rosto e enquanto lambia meu ouvido e rosto novamente, começou a passar nos meus lábios e colocar os dedos na minha boca como se masturbasse minha boca e falou no meu ouvido que era para mim chupar o pinto dele, pois eu tinha cara de vadia e queria ver aquela boquinha de chupar rola lambendo o pau dele igual um picolé.
Senti muito nojo, pois se ele estava fedendo daquele jeito imagina o pinto dele como deveria estar?! Pedi para masturbar ele e disse que nunca tinha feito aquilo e tinha nojo, apesar de já ter chupado meu ex-marido e o George, menti na tentativa de comovê-lo e não fazer aquilo, mas ele não quis nem saber e colocou a faca novamente na minha barriga me puxou pelos cabelos me fazendo ficar sentada no mato e me mandou abrir a boca e disse que se eu o mordesse me mataria e começou a esfregar o pinto no meu rosto me chamando de boqueteira e mandando-me mamar no pinto dele e forçando a cabeça do pinto nos meus lábios ate eu abrir a boca e ele enfiar aquele pinto fedorento e grosso dentro.
Era enorme e a cabeça quase não cabia na minha boca, mas ele não importava e segurava minha cabeça pelos cabelos e enfiava com força na minha boca me fazendo engolir ate a metade, eu sentia tocar na minha garganta e dava ânsia de vomito, eu não conseguia respirar e sufocava com ele dentro então quando ele via que eu já tinha perdido o fôlego tirava por alguns instantes e mal dava tempo de respirar e já colocava novamente o pinto na minha boca, fez isso por uns dez minutos aproximadamente e eu quase desmaiei sem ar algumas vezes com ele literalmente fodendo minha boca e fazendo de minha boca uma boceta.
Quando eu não estava mais agüentando chupá-lo ele tirou o pinto da minha boca e me empurrou me fazendo deitar novamente no mato, então se sentou entre minhas pernas colocou novamente os dedos dentro de mim e retirou de uma vez, senti como se meu útero fosse sair junto com os dedos dele, não tinha mas força nem para gritar e só acudi a minha boceta passando a mão na acariciando na tentativa de minimizar a dor e percebi que ela estava muito inchada e esfolada, bem mais que eu imaginava aquela mão dele havia machucado muito minha boceta.
Ele abaixou a calça ficando vestido só em uma perna e tirou a camisa, ele tinha um corpo ate bonito, era forte e queimado de sol como se trabalhasse em algum serviço braçal durante o dia e cheguei a pensar que era mecânico, ou borracheiro de alguma das diversas borracharias de caminhão que havia no bairro, considerando que o bairro ficava entre duas rodovias e o trafego de caminhoneiros e andarilhos procurando carona ali era constante.
Pedi novamente para ele colocar camisinha ao menos e ele sorriu com deboche e disse que não usava isso.
Ele deitou em cima de mim, e já tentou enfiar o pinto de uma vez dentro de minha boceta, mas não entrou e ele forçou aquela cabeça enorme eu tentei afastar e ele deitado em cima de mim me segurando pelo pescoço forçando o pinto contra a minha bocetinha ate que passou a cabeça e foi entrando rasgando tudo ate sentir bater no meu útero e ele continuava forçando na tentativa de enfiar mais e tinha entrado pouco mais da metade, sentia minha boceta toda preenchida por aquele pinto enorme, a cada tirada e colocada dele o couro da minha boceta como ele mesmo dizia saia junto com o pinto dele e entrava novamente, eu ficava quieta na tentativa de doer menos, pois quanto mais eu mexia mais doía e parecia que tava rasgando os lábios da minha bocetinha, de tão grosso que era quase não entrava direto e como eu já estava toda esfolada doía ainda mais as roçadas e socadas com violência que recebia dele sem piedade alguma, pelo contrario ele parecia gostar de me ver sentir dor e se excitava ainda mais com meu sofrimento.
Eu não via à hora dele gozar e acabar logo com meu sofrimento e pedia pra ele parar que não iria contar nada a ninguém e que eu não estava mais agüentando e doía muito, mas quando mais eu dizia que estava doendo mais forte ele socava em mim e falava que não importava se eu comentasse com alguém, pois ninguém o conhecia ali e cadeia para ele era hotel e já fazia tempo que ele não comia uma bunda de cadeia.
Nem sei quanto tempo ele ficou me comendo ali deitada brincando de colocar e tirar o pinto e forçando na tentativa de enfiar todo na minha boceta, mas era muito grande pegava a cabeça no meu útero eu acho, só sei que doía muito onde encostava. Sentia o suor dele escorrendo no meu corpo e nos meus peitos enquanto ele esfregava seu corpo neles no vai e vem socando minha boceta me deixando impregnada com aquele cheiro horrível de suor e sujeira, meu suor se misturava com o dele naquela noite quente e meu corpete todo estava todo molhado de suor embaraçado envolto a minha cintura, meus cabelos grudados na minha costa suada, e minha respiração que eu não conseguia mais controlar e não fazia esforço algum para tentar em vão. Sentia aquele animal respirando ofegante no meu ouvido enquanto socava sem piedade na minha bocetinha dolorida e apalpava meus peitos e nisso gozei mais duas ou três vezes com ele em cima de mim me usando como bem queria.
Estava completamente entregue a ele apesar do medo que tinha de pegar alguma doença, considerando que ate para usar um vaso sanitário eu não sentava nele, ate mesmo o da minha casa que era alugada e eu não sabia quem tinha usando antes de mim, então pedi novamente para ele colocar camisinha ao menos para me usar e ele sorriu com deboche e disse que gostava de sentir o couro do pinto roçando na xana das vagabundas e no anelzinho dos cabras e forçou a entrada do meu cu com o dedo e doeu porque sua unha estava um pouco grande, dei um gemido involuntário e ele gostou e continuou a brincar com meu cuzinho para me ver gemer, disse que tava cheio de tesão em me comer de quatro.
Nessa hora eu gelei, pois se estava literalmente arrombando minha boceta que já era acostumada a levar pinto dos dois homens com quem fui pra cama, imagina no meu cu quase virgem que só tinha entrado pinto uma vez com meu ex-marido e mesmo assim não consegui ir ate o final!
Pensei e gritar para ver se alguém que por ventura tivesse passando no pasto ou mesmo no bar lá na avenida me ouvia, mas a musica estava alta lá e certamente não conseguiriam me ouvir, ainda mais que o bar ficou ainda mais distante do lugar para onde aquele tarado me levou e eu só conseguia ouvir a musica que tocava bem distante. Estava indignada, pois naquele pasto havia gente atravessando toda hora, mas justo no momento que eu mais precisava não aparecia ninguém e não ouvia se quer vozes ou passos de nem uma alma viva passando pelas trilhas e parecia ate combinado.
Sentia minha boceta escorrer a cada vez que ele tirava o pinto de uma vez e recolocava novamente com força dentro de mim, mas não sabia se era sangue ou outra coisa que saia dela.
Colocou-me de quatro me ajudando a levantar e me virar, pois minhas pernas já não me obedeciam mais e encostei minha cabeça no chão sobre meus braços, ele começou a lamber minha boceta e senti um alivio com a língua dele passando nela umedecendo-a e fiquei quietinha para não parar, pois refrescava muito depois de tanto tempo levando mão e pinto gigante dentro dela, estava muito gostoso eu confesso e ate comecei a ficar molhada novamente com ele me chamando de cadelinha e lambendo com carinho minha bocetinha esfolada.
Eu já estava quase gozando novamente quando ele alisou meu grelinho com a cabeça do pinto e começou a enfiar ate onde entrava e falando que era assim que se come cadelas, eu sentia aquele pinto preencher toda minha boceta e bater no meu útero a cada socada que ele dava, mas já não sentia mais dor estava anestesiada e inchada. Ele me mandava empinar a bunda e eu fazia e ele metia em mim com tanta força que eu sentia o saco dele bater ma minha boceta, então percebi que ele tinha enfiado todo o pinto dentro de mim e imaginei que tinha me rasgado toda, e ficamos assim por um longo tempo com ele me comendo de quatro e as vezes me puxando para trás e me colocando de joelhos encoxada nele me comendo ajoelhado.
Estávamos ambos grudentos molhados de suor e aquela pegada forte que ele me dava e a virilidade que tinha no sexo e que nem um dos dois homens com quem estive nunca teve, sendo o sexo com eles por no máximo quinze minutos e alguns minutos depois já estava dormindo e eu frustrada na cama como ocorria diversas vezes.
Eu estava sentindo prazer sim, seria hipocrisia dizer que eu não estava gostando de gozar como nunca havia gozado antes com aquele sexo forte que me deixava sem chão a cada orgasmo que eu tinha, embora não fosse o sexo ideal para meus conceitos, mas aquilo me excitava sentindo aquelas estocadas fortes na minha bocetinha, com suas mãos oras apalpando meus peitos como se fossem os últimos do mundo oras me segurando pelo quadril e me puxando para trás enquanto me comia com socadas fortes na minha bocetinha esfolada e o meu suor escorrendo do meu pescoço descendo pela costa, meus cabelos pregado no suor das costas com a escovinha que eu tinha feito há horas atrás e estava toda estragada, mas isso não importava naquele momento eu me sentia desejada por um homem e isso era novo para mim, pois nunca havia sentido isso antes.
Ficou me comendo assim por longos minutos ate que eu gozei de quatro e senti meu gozo escorrer e melar meus tornozelos comigo de quatro e ele saciando sua tara em minha boceta de quatro, toda entregue a ele, continuou a socá-la batendo seu corpo contra minha bunda com força a cada vez que enfiava o pinto inteiro dentro de mim empurrando me para frente ate que eu não agüentei e deitei no mato de costas para ele e ele continuou a me comer deitada, sentia o mato pregar no meu corpo suado enquanto ele ficava em seu vai e vem dentro de mim ate eu gozar novamente tão fraca que acho que ele nem percebeu, pois não consegui esboçar reação alguma, alguns minutos depois ele deu algumas socadas muito forte em mim que chegou a me arrastar no mato e soltou um urro parecendo um animal e então senti o jato de porra quente dentro de minha boceta que estava e ele deu mais umas socadas fortes e senti escorrer na minha virilha aquela gosma quente.
Ele tirou o pinto de dentro de mim e deitou ao meu lado, eu não tinha força para nada e não conseguia se quer sentar, imagina levantar dali. Então senti o braço dele me puxando para perto dele e me abraçando me colocando com a cabeça no peito dele.
Ficamos ali por uns quinze minutos assim sem falar nada apenas ouvindo o silencio com uma musica sertaneja do bar bem ao longe e alguma buzina de carro na avenida do outro lado do pasto com ele acariciando meus cabelos.
Pensei em perguntar por que ele fazia isso com as mulheres, mas ele estava com um semblante sereno e não quis quebrar aquela paz, ate mesmo por que eu não sabia o que ele faria comigo depois. Então ele quebrou o silencio e me perguntou o meu nome e disse que já havia me visto varias vezes, inclusive passeando com meu filho e me achava gostosa e disse que não iria me machucar e que eu poderia ir embora a hora que eu quisesse. Falei para ele que ficaria mais um pouco ali se ele não se importasse, tanto por pensar que era um blefe dele como por não conseguir se quer vestir minha calça de tão fraca que eu estava e precisava de um tempo para me recompor. Ele me abraçou, me deu um beijo na cabeça e continuamos na mesma posição que estávamos comigo com a cabeça em seu peito, não sentia mais o cheiro ruim que senti no começo, talvez por meu nariz já ter acostumado com aquele cheio horrível que me dava náusea, ou talvez por agora eu também estar com aquele cheio impregnado em meu corpo, mas permaneci ali com ele alisando meus cabelos e minhas costas por mais algum tempo, então perguntei se ele me ajudaria a vestir minha calça, pois eu estava sem forças para isso e ele me ajudou com cuidado e desembaracei meu corpete e ele amarrou atrás, levantei com a ajuda dele e ouvi um barulho da minha boceta e senti ela escorrer, então percebi que ele havia gozado dentro de mim igual a um cavalo e eu estava cheia de porra dele e não parava de escorrer pelas minhas pernas, mas estava muito relaxada e meio zen, acho que depois de todo aquele estresse que passei e tantos orgasmos eu estava meio passada tentei dar uns passos de salto, mas tava difícil andar em linha reta naquela estreita trilha escura e quase cai, mas ele me segurou, tirei a sandália e ele me puxou para ele novamente e me deu um abraço e um beijo na boca, foi tão rápido que não deu tempo de pensar nada ou assustar, correspondi o beijo, pois queria sair dali logo antes que ele mudasse de idéia e quisesse me matar e sai dali com minha sandália na mão seguindo pela trilha tentando transmitir tranqüilidade enquanto me distanciava dele e a medida que andava ouvia minha boceta fazer um barulho e em seguida sair jatos de porra de dentro dela e escorrer pelas minhas pernas, fiquei com receio de minha calça está molhada, mas tentei disfarçar e não olhei, ate mesmo por estar muito escuro e não dá pra ver nada ali naquela trilha.
Não olhei para trás e não sei se ele ficou ali me olhando ou para onde ele foi, só sei que segui meu caminho em direção a minha casa novamente, pois não sabia que horas eram e não podia ir ver meu filho suada e suja de sexo, enquanto eu andava sentia minha boceta toda inchada roçando na calça, minhas pernas estavam muito tremulas e tinha a impressão de estar andando de pernas abertas e sentia o esperma dele escorrer pelas minhas pernas por dentro da calça, mas para minha sorte não havia ninguém na rua e ficava imaginando que horas poderia ser para esta tão deserta assim a rua . Por varias vezes pensei em parar e sentar em alguma calçada por um tempo para descansar, pois estava difícil caminhar, mas queria chegar logo em casa e tomar um banho e tentava não pensar no que havia acabado de acontecer comigo, só sabia de uma coisa, ninguém da minha família e amigos nunca saberiam o que aconteceu nesta noite, eu somente andava mesmo com dificuldades na direção da minha casa e parecia que esta mais distante que de costume.
Chegando lá fiquei com medo de entrar, pois ele disse que já e conhecia e era um lote grande todo murado e eu morava em um barracão que ficava no fundo do lote e para chegar ate lá havia algumas arvores e era muito escuro, mas fui assim mesmo olhando para todos os lados mesmo não vendo nada no escuro. Entrei rápido em casa e já tirei a roupa e entrei em baixo do chuveiro, eu sabia que se quisesse prestar queixa do estupro não poderia tomar banho, mas só queria riscar essa pagina da minha vida e morreria de vergonha se alguém da minha família ou algum amigo soubesse, e eu ficaria conhecida com a estuprada. Nunca, jamais!
Liguei o chuveiro e fiquei em baixo dele por um bom tempo apenas deixando a água cair sobre mim sem pensar em nada, só me limpando mesmo, comecei a passar o sabonete em mim e vi os chupões nos meus peitos e o bico de um rachado doía com a água quente passei sabonete nele e doeu ainda mais, mas nada comparado quando a água com sabonete escorreu ate minha boceta, ardeu muito e quase sentei no chão de dor. Passei os dedos e vi o tamanho do buraco que ele tinha deixado em mim, o cara tinha me arrombado literalmente e estava muito inchada, ainda mais que eu tinha imaginado e muito vermelha irritada, mas mesmo assim eu insisti e passei sabonete nela tentando limpa aquela porra e tirar todo vestígio daquele pinto nojento dela, acho que passei quase uma hora no banheiro me ensaboando e limpando aquilo que impregnou em mim, mas o cheiro estava gravado em minha mente e esse não saia por mais que eu me lavasse. Enrolei-me em uma toalha e fui para a cama, olhei no radio relógio e pensei que ele estava errado, pois já passava das duas horas da manha e eu tinha saído de casa não era oito da noite ainda, e percebi que passei mais de cinco horas nas mãos daquele tarado.
Por mais que eu tentasse não pensar nisso as cenas, a voz dele, o cheiro, não saia de minha cabeça e ate mesmo sentia os movimento dele me comendo de quatro por trás, isso sem falar na minha boceta que doía muito, então lembrei que tinha uma pomada vaginal na gaveta do armário de roupas e passei, senti um alivio enorme me refrescando e apaguei.
Acordei no outro dia que era domingo e por alguns instantes pensei que era um pesadelo que tive, mas quando me mexi na cama para levantar senti minha boceta doer e tive a lucidez que era real, fui ao banheiro e quase chorei de dor quando urinei e ardeu tudo, mas como eu tava com muita vontade de urinar continuei e coloquei em minha mente que não iria parar minha vida ou deixar de fazer nada por esse fato, abri as pernas e forcei, pois tava travando de dor e mijei com vontade apesar da dor, levantei sequei minha boceta vesti minha calcinha e segui minha vida.