FERNANDA, A FÊ.

José Araujo de Souza

        O Bar do Paulo, ficava bem no meio da praça principal da minha pequenina cidade, situada no centro oeste de Minas Gerais. Era lá que, enquanto a turma de amigos tomava cerveja, eu, que não bebia nada que tivesse teor alcoólico, tomava suco e refrigerante enquanto conversávamos sobre assuntos variados. Pura filosofia de botequim. Sabedoria de mesa de bar. Conversa jogada fora. Fofocas, muitas fofocas.

        Dessas, as mais interessantes, eu tomei conhecimento através da boca da minha amiga Fê, que estava sempre muito bem informada. E que fazia parte do nosso grupo pela importância que lhe dávamos por nos manter informados sobre tudo e sobre todos da cidade ou, quem sabe, pelo temor que tínhamos lá no fundo do nosso íntimo, de virar notícia, um dia, em sua boca, se não a tratássemos muito bem.       Antes, porém, de relatá-las, é preciso que conheçam, como eu conheço, a Fê. Para que possam acreditar ou não acreditar nela. Afinal de contas, fofocas são frutos de conversas apenas entre amigos.
        Os pais da Fernanda, Fê para os amigos, como gostava de dizer, tinham mudado da minha cidade para Goiânia quando ela ainda era criancinha, com dois anos.
        O pai, Seu Horácio, tinha sido aprovado em concurso para o INPS e nomeado para a Capital do Estado de Goiás.
        A mãe, Dona Carlinha, que na minha cidade era professora primária, acompanhou o marido como simples dona de casa. Mas, chegando em Goiânia, um tempo depois, conseguiu um lugar como professora municipal.         Moraram em Goiás por dezessete anos, até que Seu Horácio conseguiu uma transferência para o Posto do INPS em uma cidade vizinha da minha. Mas, como a distância entre as duas cidades, a minha e a que ia trabalhar era só de doze quilômetros, preferiram morar na minha cidade, onde já moravam todos os seus parentes.

        Seu Horácio trabalhava lá e passava os finais de semana e os feriados em casa, junto com Dona Carlinha e a Fé. Como ele próprio dizia: “Até que conseguisse transferir-se mais uma vez. Ou até que se aposentasse”.
        Aos dezenove anos Fé jurava com os pés juntos que ia fazer dezessete, na maior cara de pau. E fechava a cara se alguém dela duvidasse. Mas todo mundo gostava dela e ninguém queria que ela ficasse aborrecida. Principalmente porque, se ela não gostasse de alguém, ai, coitado desse alguém. Ela era viciada em fofoca. E o vício da fofoca e da bisbilhotice aos olhos da maioria das pessoas mostrava ser muito pior que o pior de qualquer outro vício.

        Mas a Fê, sempre que ia falar de alguém, se desculpava e começava dizendo “Vão me desculpar, mas embora eu saiba muito pouco da vida de fulana…” e logo soltava a língua pelo tempo que fosse necessário para esgotar todo o assunto sobre aquela pessoa. Depois, reiniciava com outra.

         Para quem dizia saber muito pouco da vida de alguém, até que ela estava sempre maravilhosamente bem informada.
        No geral, fui me informando dos namoricos escondidos, quem traía quem com quem, quem estava brigado com o marido a ponto de não se falarem mais, mas procurava manter as aparências para que não houvesse escândalos, essas coisas assim. Mexericos. Bisbilhotices. Fofocas. Muitas fofocas.

        A Fê tinha por princípio falar qualquer coisa que soubesse que todo mundo, de qualquer pessoa, amiga ou não mas, ao mesmo tempo, escondia a sete chaves as partes mais íntimas e interessantes da sua própria história,         Assim, o que sabíamos de sua vida estava mais relacionado à vida de seus pais do que dela própria. E sempre narrado por ela. Mas, como ocorre com todas as pessoas, sempre existe alguém mais íntimo com quem nos abrimos e confiamos os nossos segredos e pecados.  Então, tudo vai sendo desvendado aos poucos e o que antes era considerado um segredo eterno vai se tornando conhecido, por alguns privilegiados no início, até tronar-se de conhecimento do público em geral.

        Fiquei conhecendo a verdadeira história secreta da Fê através do relato indiscreto da Amora, uma nossa amiga comum, com quem eu já tivera um caso de pouca duração, mas que deixara entre nós uma certa atração que nos tornava mais que amigos. Amora sabia tudo da Fê.

” _ O que houve, Fê? Estou achando você meio triste hoje. Aconteceu alguma coisa? Posso ajudar?”

“_ Não foi nada não, Amora. Hoje eu não estou me sentindo muito bem. São umas lembranças que me fazem ficar mal.”

_ Porquê não me conta? Quem sabe só de falar você melhora. Vamos, põe pra fora.”

_ “Sabe, Amora. Hoje eu devia estar comemorando o aniversário de uma pessoa que foi muito importante na minha vida. Mas que está tão longe”

_” Em Goiás?”

_ “É, Amora, lá em Goiás”.

“_ Namorado?”

_”Não, Amora. Mais que namorado. O único amor da minha vida. Escuta, Amora. Vou te contar umas coisas que ninguém jamais ficou sabendo mas que estou sentindo que preciso desabafar com alguém. Vou falar com você, que é discreta e da minha confiança. O nome dele é Pedro e mora em Goiânia, se ainda não mudou de lá.”.

Eu tinha terminado naquele ano o primeiro grau e ia assistir o meu primeiro dia de aulas no segundo grau, numa escola particular de Goiânia. Meus pais não me deixaram estudar em escola pública porque, segundo eles, como tinham condições de custear os meus estudos, preferiam deixar uma vaga para alguém que não tivesse essas condições. Assim, lá fui eu para o meu primeiro dia de aulas. Tinha quatorze anos, já tinha namorado escondido um garoto mais velho, durante dois meses, quando tinha doze anos. Com ele já tinha tido uns pegas, deixado ele chupar meus peitinhos que ainda eram bem pequeninos, mas durinhos, e até pegado no pau dele e batido nele algumas punhetas. Também já tinha sentido a sua mão alisando o meu corpo todo, terminando sempre no meio das minhas pernas, cobrindo a minha bucetinha e fazendo caricias nela que me deixavam muito excitada. A gente fazia muita sacanagem. Tudo sob a sua orientação, sempre me ensinando, como ele me dizia. Durante dois meses eu encontrava com esse meu namorado duas vezes na semana e sempre rolava alguma coisa nova. Mas ele nunca tentou me comer de verdade. Embora em algumas vezes estivesse quase. Principalmente quando tirava a minha calcinha e ficava relando o pau na minha bucetinha. Eu, nesses momentos, sentia um enorme tesão e uma vontade danada de que ele me comesse. Eu cheguei até a pedir, insistentemente, que me comesse. Mas ele sempre dizia que não, que eu era muito nova. Que ia me ensinar muita sacanagem mas que não ia me comer. Um dia ele arranjou um emprego no interior e mudou-se. Assim, quando entrei naquela sala do primeiro ano do segundo grau, eu ainda era virgem mas já era bem sacana. Como tinha chegado bem mais cedo, escolhi uma carteira lá no fundo da sala, de onde podia ver todos e não ser muito vista. Nesse primeiro dia o Pedro sentou-se numa carteira ao lado da minha. Não saiu mais do meu lado até a nossa formatura. Viramos unha e carne. No princípio, como amigos. Até que um dia ele me disse que não aguentava mais ser só meu amigo, que me queria toda vez que me via e que de noite, toda noite, batia punheta no quarto, antes de dormir, pensando que estava me fudendo. Falou assim mesmo, como eu estou falando, de forma bem clara, sem nenhuma vergonha de mim. Nós estávamos na escola, num corredor que dava pro pátio e pros banheiros e, quando terminou de falar ficou de pé e me mostrou o volume do seu pau estufando a calça e me disse: _”Olha como você me deixa todo dia quando te vejo”. Ele pegou minha mão e começou passar em sua pica que estava dura e quase rasgando a calça jeans. Naquele momento eu senti que ia dar pra ele. Minha buceta começou a pulsar, a vibrar e senti que estava ficando molhadinha.  Fomos para os sanitários e entramos no feminino. Nós nos beijamos abraçados, meu corpo colado no dele, sentindo seu pau cada vez mais duro me espetando. Logo abri sua calça, puxei seu pau para fora enquanto ele ia passando a mão pela minha bunda e desabotoando a minha blusa, afastando o meu sutiã para  ficar mordiscando os meus peitinhos. Eu não me aguentava mais. Ele se afastou, foi até a porta que estava com a chave na fechadura e chaveou por dentro. Voltou, me fez virar de costas para ele, de frente para a parede e, enquanto me acariciava, ia passando a mão na minha buceta, cada vez mais molhada. Eu estava cada vez mais mole e ia me entregando aos seus carinhos sem resistir. Ele guiou a minha mão para o seu pau enquanto ia passando a mão na minha bunda, afastando as minhas pernas devagarinho, até colocar um dedo sobre o meu cuzinho. Quando tocou nele, senti que ele reagiu, fechando e abrindo, fechando e abrindo sem que eu pudesse controlar. Ele foi enfiando um dedo bem de leve, rodando enquanto entrava mais e mais fundo. Senti que tinha enfiado todo o dedo e aquilo me enlouqueceu. Só me lembro de ir me abaixando para ficar de quatro enquanto pedia a ele que me comesse, que comesse o meu cuzinho, que me fodesse todinha. Ele abriu as minhas nádegas e foi enfiando o caralho em meu cu, enquanto  me falava pra  ir mexendo a bunda, rebolando. Ele comeu o meu cu ali, naquele momento. De uma forma dolorida no começo. Mas que foi se tornando tão gostoso na medida em que ele ia enfiando e tirando, enfiando e tirando, que no fim eu só queria que ele não tirasse mais o pau do meu cu, de tão gostoso que estava. No fim, ele estava metendo a pica todinha no meu cu, tão fundo que eu podia sentir o seu saco batendo na minha bunda quando ele enfiava tudo. Só sei, Amora, que foi muito gostoso dar o cu para o Pedro pela primeira vez. Daquele dia em diante, não erramos mais só amigos. Até a gente formar, a gente fodeu muitas vezes. Nem dava pra contar.

“_ Mas esse tal de Pedro só comia o seu  cu, Fê?”

Durante um longo tempo, não deixei ele por na minha buceta. Só no meu cu. Quando ele queria, eu dizia que não, que queria casar virgem. Que o meu cu era sempre dele e de mais ninguém. Mas que a buceta não dava até casar. Idéia colocada na minha cabeça pela minha mãe. Depois que terminamos o segundo grau, Pedro e eu engatamos de vez uma relacionamento mais sério e acabamos noivos. Marcamos o casamento. E continuamos a foder agora mais à vontade por sabermos que íamos nos casar. Então, um belo dia recebemos um convite para passarmos o final de semana em um sítio de um amigo  nosso, alguns poucos quilômetros distante de Goiânia. Fomos numa tarde de sexta-feira para voltarmos na segunda-feira pela manhã. Lá no sitio nos encontramos com mais dois casais: os donos e o nosso amigo comum, com a sua esposa. Deixamos a parte da alimentação por conta dos homens, que planejavam preparar um churrasco e nos dispusemos a curtir apenas o passeio, sem nenhuma obrigação caseira. Como eu era a única solteira, fiquei uma pouco separada das demais que, por serem casadas, tinham mais coisas em comum para conversar. Ainda na tarde do  dia em que chegamos, resolvi   desfrutar da linda vista que se podia observar da beira de um lago artificial situado a uns cinquenta metros da casa onde estávamos. Lá, sentada em um banquinho de madeira feito sobre um tronco de árvore, eu me pus a contemplar a paisagem. Estava tão distraída, Amora, que só  percebi que não estava mais só, quando ouvi um arranhar de garganta ao meu lado. Quando me virei, estava frente um homem aparentando ter uns quarenta e poucos anos, bonito e todo sorridente.

 “_ Assustei você? Me desculpe. Não tive a intenção. É que estava tão ligada na paisagem que nem percebeu quando cheguei. Eu sou o Quincas, amigo do Aparício, dono do sitio.” Estendeu-me a mão e quando eu a peguei _ “Ai, Amora’, foi como se eu tivesse tomado um choque de 220 volts” – olhou-me bem nos olhos e me disse, sem soltar a minha mão  “Vai me desculpar de novo, mas você é linda, muito bonita. Deve ser a namorada do Pedro. Ele tem muita sorte. Muita mesmo”. A única coisa que consegui dizer foi um “Muito obrigada” que saiu meio arranhado da minha garganta. De verdade, Amora, nunca eu tinha me sentido daquele jeito. Eu queria ele. Eu queria ele dentro de mim, de qualquer maneira. Achei que estava ficando doida quando falei ” Você também é lindo. E muito gostoso”. Não sei porque eu tinha falado aquilo, mas falei. Quando dei por mim, ele tinha me lavado para uma espécie de pomar, onde havia umas mangueiras que pareciam bem antigas de tão grandes que eram. Sem dizer nada, me abraçou, cobriu minha boca com os seus lábios num beijo molhado gostoso, colocou a língua na minha boca até quase me sufocar e me apertou de encontro ao tronco da árvore. Quando fui entender o que estava acontecendo, estava segurando na mão uma pica grandioso, grossa e quente que pulsava entre os meus dedos, latejando. Ele empurrou-me delicadamente para baixo, me fazendo ficar agachada enquanto enfiava aquela beleza de cacete pela minha boca a dentro, até a garganta. Eu chupei aquele caralho cada vez com mais vontade. Tirava e lambia, mordiscava de leve enquanto ele enfiava e tirava aquela gostosura de  pau na minha boca como se estivesse fodendo. Sem falar nada, enquanto eu tremia da cabeça aos pés, tirou a minha calcinha e, me fez ficar de quatro. Eu tinha certeza de que ia me foder e queria por que queria dizer que não podia, que eu era virgem, que havia prometido que a primeira vez na minha buceta seria do Pedro, mas não consegui falar nem uma palavra. Apenas comecei a gemer quando senti que ele estava enfiando aquele caralho em mim, com cuidado, enquanto eu gemia e me agarrava a ele. Senti quando ele me rasgou de uma vez e  não me importei com a dor que  isso  provocou. Depois de enfiar, ficou empurrando e tirando  o pau dentro de mim. De quatro, como me colocou, eu fiquei  sem nenhuma reação contrária. Ele me fodeu durante muitos minutos até que o ouvi gemer alto, me apertar com força, dar uma estocada que quase me jogou ao chão e estremecer enquanto um líquido quente escorria dentro de mim e pelas minhas pernas. Eu não sei dizer, Amora, se eu gozei. O que eu sei dizer é que gostei muito mesmo daquele cara me fodendo a buceta que eu guardava, com tanto carinho, para o Pedro. Posso dizer que a minha primeira foda na buceta não poderia ter sido mais gostosa e poderia ter sido divina.

 “_ Uai, Fê, se foi como você contou, foi mesmo divina.”

Teria sido mesmo, Amora, teria sido se quando o Quincas tirou o pau de dentro de mim e nos levantamos eu não tivesse dado de cara com o Pedro, parado a uns dez metro da gente, nos olhando com os olhos arregalados, branco como um defunto.

Quando me recuperei do choque daquela visão, ele já tinha se distanciado em direção à casa onde os outros nossos amigos estavam. Eu corri, ainda com as pernas bambas, ao encontro dele mas quando lá cheguei, ele já estava acelerando o carro e voltando para Goiânia. Ninguém entendeu a sua volta nem o meu choro. Nunca mais nos vimos. Hoje, é o dia do aniversário dele.

_” Mas, e o Quincas?”

O Quincas, Amora, ficou lá no sitio todo o final de semana, me consolando com sua pica enquanto a mulher dele só queria saber de dar umas braçadas na piscina.

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