O PAI DE MINHA AMIGA

Afrodite

Naquela tarde chuvosa Marina tinha ido fazer um trabalho de química na casa de Giulia mas, na verdade a química que levara ela até aquela casa era outra. E ele tinha acabado de abrir a porta da casa. Era tudo o que Marina esperava. O pai da Giulia era um escândalo de charmoso ! Um coroa muito bonito, alto, forte e tinha um sorriso muito safado que funcionava como ímã que atraia Marina até ele.

O trabalho tinha sido finalizado e Giulia tinha que se arrumar rápido para não perder a aula de inglês.

Marina por lá ficou enquanto sua amiga foi tomar banho e se arrumar.

A casa era muito grande e ela não sabia onde o pai da sua amiga poderia estar. A chuva fazia muito barulho e por isso ela conseguiu subir as escadas e entrar no quarto dele sem que ele percebesse sua presença.

Ouviu por várias vezes sua amiga chamar alto seu nome mas permaneceu calada até que ela desistisse e deixasse a casa.

Agora era só ela e ele naquela tarde fria e chuvosa dentro daquela casa enorme. Marina era terrível e criava diversas situações para realizar seus desejos. Percebendo que Renan estava no escritório, correu até a suíte dele e jogou água na própria blusa branca (que teve uma razão para ser vestida naquele dia) e deu duas batidinhas na porta chamando Renan suavemente.

Ao abrir a porta ele arregalou os olhos surpreso com aquela imagem da  jovem cujos seios estavam bem a mostra pela transparência que o efeito molhado causou. Impossível não notar e não sentir o calor instantâneo que aquilo causara nele. Marina faltou engolir Renan no traje de tênis. Aquele uniforme branco provocara os instintos mais safados dela. Eles ficaram alguns segundos calados se olhando e o gelo foi quebrado pela danadinha da Marina que perguntou se ele poderia ceder uma toalha para ela se secar já que tinha derramado água nela e estava com muito frio. Admito que a cara de safada que Marina fez para Renan deu o recado sem deixar dúvidas para ele.

Ele deu aquele sorriso dando ok para as investidas dela e a levou até o seu closet guiando-a pelo cinto. Lá dentro ele ordenou que ela tirasse sua blusa para que ele a secasse. Marina disse que não seria preciso pois ela mesmo faria isso.

Renan com suas mãos grandes pegou nos punhos dela e encostando-a na parede deixou claro que ele daria as cartas. Pediu para ele não se movimentar até que ele autorizasse. Ela ficou bem espantada com aquilo já que até então só tinha se envolvido com os garotos da idade dela.

Renan pegou uma  tesoura na bancada do banheiro e foi abrindo caminho na blusa que Marina vestia. Tão logo os pedaços de pano caíram no chão ele começou a lamber as gotas de água do seu colo. Foi secando toda a área sem se aproximar dos seios de Marina, sempre provocando ela.

Naquela altura, ela só de saia, calcinha e tênis e completamente incendiada por dentro. Marina sempre desejou se envolver com alguém mais experiente que ela. Tudo que ele estava fazendo era novo para aquela menina de 17 anos. Renan já estava sozinho a uns 6 meses desde que terminou um relacionamento. Nada mal ser atacado dentro do próprio quarto não é mesmo?

A aula de tênis podia esperar…

Ele abaixou-se e ajoelhado desamarrou os tênis dela, retirou e foi subindo viajando com sua língua pelas pernas e coxas de Marina que suspirava profundo, cravando as unhas nas costas dele a medida que  as lambidas e chupões se intensificavam. Ele brincou bastante tempo com sua língua próximo a virilha de Marina. Se era para ela ficar totalmente descontrolada o objetivo foi alcançado. Ah como ele tinha domínio do que podia causar com as investidas da sua língua naquele corpo ainda pouco explorado. Marina implorava para Renan comê-la, dizendo que talvez sua amiga pudesse chegar a qualquer instante e isso não podia terminar assim.

Ele parou de tocá-la de repente e abrindo o closet voltou com uma gravata preta que rapidamente vendou os olhos da menina. Marina ficou muito surpresa, ali seu coração tinha disparado! Pediu que ela segurasse em sua mão e confiasse nele. Marina só sabia dizer sim e sim e sim.

Juntos desceram a escada e ele a levou até a jacuzzi da casa. Era um cenário lindo! Ele a deitou em uma chaise e colocou uma música adequada para o momento. Começou a encher a jacuzzi com uma água quentinha bem gostosa, foi acendendo algumas velas aromáticas e vez ou outra ele repentinamente aproximava dela e lhe roubava um beijo, outra hora ele levantava seus longos cabelos negros e invadia sua nuca com beijos quentes. Sustos assim são maravilhosos não são, questiona Renan a Marina. Em um certo momento percebendo que Marina estava bem tranquila e acomodada na chaise, ele puxou arrancando de uma vez sua calcinha e começou a chupar sua fenda suavemente. Ela levou um grande susto! A sensação de ser surpreendida era muito boa! Deixava Marina muito excitada!

Ele a deitou no chão e respingou algumas gotas de água morna na barriga dela. Gostava de ver a pele dela se arrepiar. Marina já havia suplicado que ele a devorasse ali mesmo mas ele ria o seu riso mais cachorro e pedia calma a menina.

Trouxe a garota até a borda da jacuzzi, sentando-a com as pernas dentro d’água. O calor da água a esquentou mais ainda. Ele ajoelhou-se atrás dela e começou a massagear as costas dela enquanto lhe dizia safadezas gostosas de ouvir. O seu mastro ia encostando nas costas dela, ora ele pincelava aquele bumbum dela ora encostava sua haste rígida e viril com força nas costas dela, para que tivesse uma ideia do que a esperava.

E cada vez mais ela queria tê-lo dentro dela.

Ele entrou na água e antes mesmo dela se acostumar com o barulho da água ele a puxou para junto dele. Os beijos foram tão intensos, tão quentes, tão safados que a boca dela já estava ardendo, parecendo que tinha se queimado.

Ele arrancou a gravata de seus olhos e ela parecia querer em um segundo olhar tudo o que tinha ao redor. Os dois corpos na água, aquecidos pela água e pegando fogo de prazer.

Renan puxou Marina para a borda, virando-a de costas e erguendo a garota com suas mãos pela cintura, colocando metade do corpo dela para fora e então começou a penetra-la com leves estocadas que gradativamente foram aumentando a intensidade, os movimentos e os gritos dela se misturando com os gemidos e as frases picantes que ele falava para ela, tudo aquilo só aumentava o desejo e ela pedia mais e mais.

Renan  encostando seu peito molhado nas costas de Marina enquanto apertava seus lindos seios fartos, ia cada vez aprofundando mais sua vara nela matando a curiosidade que ela tinha de ser devorada por um homem mais velho que ela.

Eles ficaram nesse lance gostoso por muito tempo até que Marina pediu para ele beijá-la de novo. Um outro round estava iniciando e ele estava preparado a explorar cada pedacinho dela e saciar a curiosidade por completo daquela menina.

Ele resolveu massagear por completo o corpo dela e com suas mãos grandes, dedos longos e uma vontade incontrolável de desvendar os pontos de maior sensibilidade de Marina, Renan a deixou bastante relaxada e entregue quando aproximou-se de seu botão de rosa e ali com um toque suave, devagar, com movimentos variados e leves ele conseguiu ativar o vulcão que havia nela e que, ela tampouco sabia que possuía.

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