Totosinha- Como eu ganhei meu apelido

Aline Totosinha

Oi muito prazer, se você ainda não me conhece, pode me chamar de Aline Totosinha.
Fiz o Ensino Médio em uma escola bem tradicional de Brasília. Em contrapartida ao nível de exigência acadêmica, o colégio oferecia aos alunos acesso livre a uma grande área de recreação. Podíamos passar os horários vagos entre aulas, laboratórios e almoço relaxando um pouco. Além das quadras de esportes, neste pátio havia duas mesas de pingue-pongue, um “espirobol”, várias mesas com tabuleiros para xadrez e três mesas de totó.
Eu sempre fui boa no totó. Minhas amigas mais próximas preferiam pingue-pongue e vôlei. Toda vez que elas se arriscavam no totó perdiam feio e os garotos tiravam sarro delas. Mas eu dava trabalho pra eles, e por isso era mais respeitada e desejada nas mesas de totó.
Com 17 anos, cursando o terceiro ano do ensino médio, vivíamos em festas, e uma das partes mais legais era juntar nossa panelinha pra se arrumar na casa da garota cujo pai nos daria a carona de ida. Nossas famílias se revezavam, e cada fim de semana nós passávamos a tarde de sábado na casa de uma das quatro garotas do nosso grupinho. Foi aí que começamos a tomar gosto por maquiagem e outras coisas do universo feminino.
Numa dessas tardes de sábado, estávamos na casa da Camila- a Cami. Naquela semana minha mãe tinha me levado pra fazer compras no Pátio Brasil e escolher meu presente de aniversário, que já estava atrasado. Já pensando no agito de sábado, escolhi um vestido com um estilo diferente dos que eu já tinha: decotado nas costas. Na casa da Cami, ansiosa, fui logo mostrando o vestido novo pras minha amigas, que adoraram e me pediram pra experimentar e fazer o desfile dele.
Tirei o All Star branco de cano baixo, o top preto e o short jeans e vesti minha roupa nova. O vestido era azul royal, de tecido bem levinho. Era mais frouxinho na parte de cima, com um decote bonito nas costas, e mais colado embaixo, na parte da saia. A Dani, a engraçadinha do grupo, já foi logo falando:
– Nossa, Line. Você só não vai poder usar esse sutiã, né amiga? Por que isso aí tá o ó! Agora eu quero é ver você passar a noite toda com essas tetonas pesadas balançando livres, nada leves e totalmente soltas. Hahahahaha! Os caras vão adorar ver seus peitos… quer dizer,ver VOCÊ dançar hoje, não vai sobrar nada pra nenhuma de nós!
A gente riu da palhaçada maldosa e eu soltei os ganchos do meu sutiã, tirando a peça sem tirar o vestido.
– Porra, não é justo! Olha esses peitos da Line!- Disse a Maju agarrando meus dois peitos sobre o vestido e sacudindo-os de um lado pro outro. Olhei no espelho. Como meus seios já eram bem grandes, mesmo sendo soltinho o vestido ficou bem agarrado nos peitos. Dava pra ver bem as formas redondas deles pelo tecido leve, e os bicos estavam bem evidentes através do tecido fininho. Na cintura o vestido ficou soltinho, e abaixo dela colou nas minhas coxas e na minha bunda. Minha bunda não era muito grande, mas no vestido as nádegas pareciam mais redondas e volumosas, a calcinha fio dental apertada demais estava bem marcada. Me senti gostosa e bonita.
– Ficou muito lindo! Deixa eu experimentar?- A Cami pediu.
– Eu vou querer também!- A Dani falou em seguida.
Tirei o vestido, fiquei só de calcinha. A Cami levantou da cama e começou a tirar a roupa, ficando só de calcinha também. A Dani e a Maju assistiam a troca, sentadas no carpete do quarto. O corpo da Cami era bem diferente do meu. Os peitos dela não eram pequenos, mas definitivamente não eram grandões e pesados, nem redondos como os meus. Os peitos dela eram mais pontudos, bem empinados, aréolas grandes e bem rosadinhas, porém os bicos não ficavam tão proeminentes como os meus. A bunda era pequena e ela estava usando um caleçon de renda branca. Apesar das luzes nos cabelos compridos, pela renda dava pra ver a periquita semi-depilada, com pelos bem negros formando um triângulo somente acima dos lábios, que estavam lisos e marcados no meio da renda.
Quando ela colocou o vestido, a roupa parecia outra completamente diferente da que eu tinha provado. Nela ficou mais delicado, e os bicos dos peitos não ficavam visíveis através do tecido. Calçou um par de scarpins bege de meia-pata e começou a andar pelo quarto. Apesar da bunda ela ser meio achatada, as coxas eram grossas, e quando ela andava o vestido encolhia e subia pelas pernas. Sentada no chão, a Dani disse:
– Daqui dá pra ver a dobrinha da sua bunda.
A Dani e a Maju também tiraram as roupas e provaram o meu vestido, e no corpo de cada uma ele parecia uma peça diferente. As quatro só de calcinha, conversamos sobre nossos corpos. A Maju era bem magrinha, pele morena, e a mais alta de nós, tipo modelo. A Dani, apesar da cintura fina, era um pouco mais roliça, com quadril largo e umas gordurinhas nos culotes, e era a mais gatinha de rosto. Tinha olhos cor de mel, cabelos castanhos escuros lisos e a pele bem branquinha. O rosto lembrava essas atrizes americanas, com lábios grossos e redondos.
De todas nós, meus peitos eram sem dúvida os maiores. Conversando sobre o que os garotos gostavam, a Dani e a Cami pediram pra tocá-los, pra ver como era. Juntas, cada uma começou a apertar um dos meus peitos. Apesar de não me interessar por garotas, a sensação dos meus dois peitos sendo apalpados começou a me deixar um pouco excitada. A Maju assistia tudo, agora sentada na cama com as pernas cruzadas como uma índia, de calcinha amarela flúor contrastando com a pele. A posição deixava suas pernas bem abertas e apesar de magrinha, a Maju tinha uma baita duma pata de camelo.
De repente, a Dani apertou a base do meu peito direito com uma mão e caiu de boca. Ficamos todas surpresas. Com a boca muito molhada, ela chupava e soltava o meu mamilo, várias vezes seguidas, o que deixou minha xoxota quente na hora. Olhei pra baixo e vi sua boca carnuda sugando a minha teta. Naquele dia ela estava provando um batom vermelho, que ficava perfeito naquela bocona me mamando. Depois, botou a língua pra fora e começou a lamber a minha aréola pequena de baixo pra cima, acariciando com a língua molhada o bico entumecido do meu peito. A Cami e a Maju nos assistiam quietinhas. Quando eu achava que não podia ficar mais intenso, ela abriu bem a boca, abocanhou o quanto conseguiu do meu peito grande e chupou afastando a cabeça de mim, puxando e levantando ele com a sucção. Fez isso com muita força, até o peso do meu peito ser demais e a gravidade vencer a sucção que ela estava fazendo. Com um estalo meu peito escorregou pra fora da boca da Dani, molhado da saliva dela, e balançou pesado.
– Eu adoro melão!- A Dani falou, quebrando o gelo e nos fazendo rir.
Eu amo ter os peitos acariciados e chupados, e apesar de ter sido muito estranho ser tocada por uma garota, com a Dani a sensação não foi menos gostosa. Os lábios carnudos pintados de vermelho, a boca quente e a sua língua macia me deixaram excitada, ela realmente chupou a minha teta como se fosse uma fruta suculenta. Agora a sua boca estava com o batom todo borrado, e compartilhava seu vermelho vivo com a pele do meu seio. Aposto que ela, a Maju e a Cami também estavam com as calcinhas molhadas iguais a minha. A Dani passou a mão no meu peito babado, secando a sua saliva, e completou, rindo:
– Desculpa amiga, com todo respeito, não resisti a esse melãozinho totoso!
– É por isso que os garotos só gostam de jogar totó com ela. Porque ela é a mais totosinha!- A Maju arremedou a piada, ao mesmo tempo elogiando o meu corpo já bastante desenvolvido para a idade e desmoralizando completamente minhas habilidades no pebolim. Continuamos conversando, nos arrumamos juntas e nos divertimos muito na festa aquela noite.
Na terça-feira seguinte, horário do almoço, depois de muito me procurar pela escola as meninas me encontraram jogando totó com alguns garotos. A Cami mandou a nossa piadinha interna bem alto pra todo mundo ouvir:
– Claro, olha lá onde ela tá. Jogando totó, a Aline Totosinha!
O apelido de duplo sentido pegou e até hoje o pessoal com quem estudei no ensino médio me chama assim.

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