SORAIA E A ATMOSFERA CARNAL DO APARTAMENTO DE RUBENS

Anônimo

Cabelos negros, seios fartos, quadris largos, cintura fina, uma boca carnuda, 22 anos e  vontade de uma boa transa, muito prazer, o meu nome é Soraia.

Largando da faculdade, no ponto de ônibus, me deparo sempre com a figura de um cara misterioso, que vivia sempre com um cigarro entre os dedos. Sério. Enigmático. Barbudo. Excitante. Aquilo era como ver a virilidade personificada.

Apenas com olhares, Rubens, aquele poço de perversão, me deixava excitada. E para melhorar a situação, quando passou por mim, ele parou na minha frente e me fitou com um olhar profundo. Eu retribui o olhar, com ar de provocação. O ônibus da linha que eu pego chegou, ele subiu depois de mim.

Sentei e logo em seguida aquele corpo cheio de calor acomodou-se do meu lado. Me chamo Rubens, tudo bem? Sempre te observei durante as viagens e gostaria de te fazer um pedido. Posso? – Disse Rubens, reproduzindo o mesmo olhar do ponto de ônibus. – Tudo bem. Claro que pode – respondi, sorrindo.

Você aceitar sair comigo, amanha? – Perguntou                                                                            Claro que aceito- respondi. Não acreditei, ele me convidou pra sair – Você pode me dizer para onde vamos? – questionei, intrigada. Só se você me disser o seu nome – ele replicou. Soraia – eu disse, quando ele se levantou e seguiu até a porta do ônibus. Até amanhã, Soraia – ele se despediu sorrindo.

Boquiaberta com toda aquela cena, eu simplesmente sorri. Quando cheguei em casa, conclui que Rubens me deixava mais excitada do que eu podia imaginar. Foi quando comecei acreditar que o mistério sobre esse encontro me traria forte sensações.

Sem saber como prosseguir até o encontro, apenas fiz o de sempre. Segui o caminho que me fazia encontrar Rubens: O ponto de ônibus. Rubens estava lá, e me surpreendeu com um embrulho na mão. Olá, Soraia. Pela sua presença, suponho que nosso encontro esteja de pé. Então, acreditando que você viria eu te trouxe isso – Ele me entregou o embrulho e pediu que só abrisse quando ele indicasse o momento. Sim, ainda está de pé. Para onde vamos? – perguntei. O ônibus vem ai, vamos? – falou , referindo-se ao ônibus que sempre pegamos.

Intrigada, apenas balancei a cabeça e subi no ônibus com ele. Estava tensa, o ônibus, o embrulho, tudo me deixava ansiosa na mesma intensidade que a figura de Rubens. Ele colocou a mão na minha perna, na parte em que a saia não cobria minhas coxas, e me pediu pra relaxar, nesse momento eu só pensava em ir pra cama com ele.

Na mesma parada de sempre, Rubens se levantou e me chamou. Nós descemos e ele me conduziu por uma ou duas ruas. Numa delas, uma parada. Beijos e mãos bobas. Foi quando Rubens disparou – vou ser bem direto. Já faz um tempo que venho te observando e cheguei a seguinte conclusão: Você não passa de uma putinha que gosta de levar vara, que gosta de dar a bucetinha – ele falou sussurrando no meu ouvido, encostando a boca na minha orelha e fazendo meu clitóris aumentar o tamanho de tanto tesão.

Em resposta eu peguei no pau dele com força, caminhamos por mais uns 100m e chegamos a um prédio,  era o apartamento dele. Passamos pelo porteiro e aguardamos o elevador. O ascensor chegou e entramos nele. Foi quando ele me empurrou forte na parede do elevador, me beijou e apertou o meu pescoço quase me deixando sem ar. Segurava minhas mãos, me deixando como presa. Eu cedia a todos os estímulos, me entregando para ele. 

O elevador chegou ao andar e saímos sem nos desgrudarmos. Já dentro do apartamento, ele me virou de costas e segurou meus braços me deixando mais uma vez vulnerável aos seus ataques, puxando meu cabelo e lambendo minha nuca, ele dizia baixinho – a putinha adora um coito, né? Adora levar uma dura, nessa bucetinha! Então vem cá, deixa eu ver esse peito – num movimento rápido, ele me virou e rasgou minha blusa, arrancou meu sutiã e abocanhou meu peito e com a mão apertava forte o outro. Nesse momento eu já estava toda molhada, sentia como se fosse explodir de desejo.

Quanto mais ele chupava mais eu puxava sua cabeça pro meu peito, ele chupava gostoso e estimulava meu mamilo fazendo meu corpo todo se arrepiar. Ele me jogou no sofá da sala e prosseguiu com beijos até o meu umbigo, ele beijava minha barriga e apertava meus braços me deixando imóvel, eu gemia querendo mais.

O embrulho, abre, gostosa! – imperou, Rubens. Peguei o embrulho na bolsa, rapidamente o abri, dentro tinha uma calcinha fio dental. Vermelho. Renda na frente e apenas um fio na traseira.  – coloca! – disse Rubens. Não demorei, troquei a calcinha sem tirar a saia.

Ele tirou a roupa e ficou apenas de cueca na minha frente, me sentei no sofá e comecei a massagear aquele caralho, a cueca já estava molhada igual estava fio dental vermelho que ele comprou na certeza de que eu estaria ali com ele.

Não aguentei e coloquei aquele pau todo na boca. – chupa, vai! Chupa, gostosa! – ele dizia ao mesmo tempo que segurava meu peito e puxava minha cabeça. Eu sugava aquela vara com gosto, colocava tudo na boca até sentir na garganta. Ele gemia e quanto mais eu chupava mais ele puxava meu cabelo e empurrava minha cabeça. – Vai puta! Tu gosta é de cacete, chupa gostoso, vai.

Ele me empurrou novamente no sofá e sentou em cima de mim colocando o pau entre meu peito, fizemos uma espanhola deliciosa. Ele apertava meu pescoço e roçava o pau entre meus peitos – Essa tua carinha de santa nunca me enganou. Santa do tipo putinha, o meu tipo preferido. Adora uma vara – ele dizia me apertando cada vez mais até me deixar quase sem ar.

-Bate na minha cara vai! – eu disse com olhos dissimulados e ávidos por uma rola. Ele deu um tapinha na cara e me chamou de cachorra. Eu sorri e pedi pra ser fodida – Me fode agora, vai. Me fode bem gosto. Soca essa vara toda na minha buceta! Ele me colocou de costas, pegou pelo meu pescoço e me conduziu até a cozinha.

Lá ele levantou minha saia. Me debruçou na mesa, me deu dois tapas na bunda  e com meu tronco e uma das pernas sobre a mesa, ele segurou meus braços, se ajoelhou, afastou minha calcinha e começou a lamber minha buceta lisinha. Eu gemia alto, gemia pelos poros, eu queria explodir de tanta excitação. Ele colocou os dedos na minha buceta e quando ameacei gozar, ele socou aquela vara e parou por uns 10 segundos.

Sentir todo o pau de Rubens na minha buceta foi fantástico. Ele era tão quente quando a atmosfera carnal daquele apartamento – Me fode, caralho! – Eu disse, já não suportando esperar mais um segundo. Eu estava subindo pelas paredes quando ele começou com os movimentos de entrada e saída. Bem devagarzinho, me fazendo delirar.

Uma das mãos de Rubens segurava meus braços atrás das costas, e a outra mão alternava entre tapas na minha bunda e apertadas na minha cintura. – Me fode, caralho. Me fode bem gostosinho. Assim, bem gostoso, vai! – eu dizia olhando em seus olhos. O suor de Rubens escorria pelo seu abdômen, ver aquilo era delicioso.

Soltando meus braços, ele me virou e começou a me chupar. Minha mão segurou a sua, pedindo que ele apertasse meu peito – Ai, delicia. Ta gostoso, assim. Bem gostosinho – eu dizia, involuntariamente. Mais uma vez Rubens trocou a língua pelo membro inflexível dele. – Soca tudo, vai gostoso. Soca Tudinho nessa buceta. Acaba com ela puta, vai. 

– A putinha gosta de rola né, então vem aqui. Mama aqui, vai- disse Rubens, tirando o pau da minha buceta, me puxando pelo pescoço e socando o pau na minha boca. Eu chupei aquele pau, bem gostoso até Rubens anunciar o gozo. Puxou minha cabeça pelo cabelo e jorrou toda a gala em mim. Me lambuzou toda e bateu com o cacete na minha cara.

Ser fodida por Rubens foi o melhor que poderia ter acontecido aquela noite. E aquele foi o primeiro de muitos encontros que tive com ele.

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