JANTAR DOS ALCÂNTARAS

Anônimo

Em um dos finais de semana da família Alcântara*, Sonia*, a esposa do Eduardo*, comunicou que no final de semana seguinte a família faria um viagem e como eles levariam o filho Arthur* de 6 anos, eu teria que ir junto. Não podia dizer não, afinal era recém contratada precisava mostrar que estava a disposição a qualquer momento.

Partimos na sexta-feira a noite, o destino era a cidade vizinha. Segundo Sonia, estavam viajando para tratar de negócios – a família é dona de um Resort numa praia –  mas aproveitaríamos a viajem para curtir a região. Chegamos ao destino na madrugada do sábado. Sonia pediu para que cuidasse de Arthur, que ela e Eduardo precisavam sair. Com a ajuda de Mario*, o motorista, eu subi e acomodei o Arthur e deixei as malas para desfazer quando acordasse.

Acordei pouco depois das 06:00. Desfiz as malas e aprontei o garoto. Descemos para a piscina, ficamos por la cerca de 2 horas, quando Sonia chegou sem Eduardo. Pediu para arrumar o Arthur que sua mãe estava chegando para busca-lo. Sonia avisou que o garoto iria para uma festinha com a avó e que eu não me preocupasse e aproveitasse as horas de folga que eu teria até o retorno do Arthur.

Alojada, no Resort da família no quarto ao lado ao do casal, comecei a fazer planos para a noite, quando o telefone toca. Era Eduardo, até então ele não havia aparecido. Ele avisou que teríamos um jantar logo mais a noite :

-Juliana, sou eu, Eduardo. Hoje a noite sairemos. Um jantar. Nada formal, casual. Por favor, arrume-se e esteja no hall as 20:00, Mario passará ai para lhe buscar. Tudo bem?

Sem pensar muito, respondi: Tudo bem, estarei lá as 20:00. – Tinha um jantar e não sabia o que vestir. E para piorar, comecei a pensar quem estaria nesse jantar e o que poderia esperar de um jantar desses. Eduardo não me deu detalhes e foi tão direto que não deu para supor nada, além de um simples jantar. E Sonia, estará presente? Preciso me vestir. O que vestir?

Corri para a mala e comecei a tirar tudo de dentro dela, quando já estava sem esperanças eis que surge um vestido preto, comportado e sensual, tubinho. Já eram 18:00, precisava correr. Eduardo estaria la nas 20:00. Vestido, salto, maquiagem discreta, perfume e um suspiro seguido de”nada mal para uma babá”. Desci para o hall e aguardei. O carro apareceu, mas o motorista não era Mario, era o Eduardo. Fiquei surpresa, mas entrei no carro sem dizer nada. Seguimos, em silencio, até que ele parou o carro. Nesse momento meu coração acelerou. Eduardo é um homem alto, cabelos grisalhos, um olhar negro e profundo, sua voz é firme e deixa qualquer mulher hipnotizada, naquele momento, não sabia para onde olhar, notando o meu nervosismo ele disse: – Calma, já vamos seguir.

Dois toques na janela do carro, a porta é aberta e Sonia aparece atras de nós.

Pensei que não viriam – Disse Sonia, num tom descrente.

Demoramos por causa da Juliana, ela se atrasou um pouco – Eduardo falou, me olhando com um olhar bem provocador.

Ouvi tudo sem dar uma palavra, engoli seco quando Sonia disparou: Tudo bem, estamos aqui. Vamos?

Eduardo ligou o carro – Para onde vamos? – perguntei, desconfiada.

Sonia sorriu – vamos aproveitar a noite –  disse.

Eduardo sugeriu uma venda, perguntou se eu aceitaria. Falei que só faria isso se nada de mal acontecesse comigo. Ele prometeu que não fariam nada contra minha vontade e que se eu preferisse iriamos apenas jantar, mas garantiu que se aceitasse colocar a venda iriamos para um lugar muito melhor que um restaurante. Aceitei.

Com a venda nos olhos, escutei quando um homem disse – Boa noite Dr., está tudo do jeito que o senhor pediu. Se precisar de mais alguma coisa, estou a disposição. Meu coração acelerou. O que estava do jeito que ele pediu?

Ao descer do carro, ainda com a venda, Sonia me aconselhou a tirar o salto pois iriamos andar na areia da praia. Tirei e os coloquei no carro. Sonia fez o mesmo.

Seguíamos pela areia, quando paramos e Sonia tirou minha venda. Ao abrir o olhos me deparei com uma tenda, com tapetes e almofadas e uma mesa com comidas e bebidas.

Eduardo serviu a mim e a Sonia cálices de vinho. Bebemos e comemos. Eles conversavam sobre varias coisas enquanto eu só observava e pensava no quão sortuda eu estava sendo aquela noite. Notando meu Silencio Eduardo sentou-se ao meu lado e perguntou se estava gostando, respondi que sim quando senti sua mão quente tocar minhas costas por cima do vestido. Neste momento procurei por Sonia e não a vi. Querendo sair daquela situação antes que Sonia chegasse, Eduardo falou, antes que eu encontrasse saída – não se preocupe, Sonia não voltará agora – Ainda querendo sair, mas já sentindo o efeito da bebida, apenas me afastei e continuei sentada e incrédula – Como um homem como Eduardo, meu patrão, estaria se insinuando para mim, uma babá? – pensei.

Foi quando Eduardo começou – Sabe, Juliana, eu sempre te achei um espetáculo de mulher – suas mãos acariciavam meu queixo. Eu evitava seus olhos mas ele trazia meu rosto para junto do seu – Você tem um corpo delicioso, cheio de curvas, suas pernas movem sua bunda em ritmo quente – Sua mão estava em minha perna. Queria evitar o contato, mas era difícil resistir as encantos de Eduardo. Então deixei que sua mão subisse até alcançar minha virilha e enquanto ele sussurrava os desejos que sentia por mim sua outra mão abriu o vestido. Quando me dei conta, estava com a minha mão por cima da calça acariciando o pau dele. Com movimentos de vai e vem, senti o pau de Eduardo querendo explodir de tesão. Com uma mão ele segurou e apertou meu peito e com a língua acariciou o mamilo, me arrepiei do cóccix  até a nuca. Minha buceta estava latejando de tanto desejo. A adrenalina e o medo de ser pega por Sonia me faziam gemer baixinho. Eduardo me tirou o vestido, arrancou minha calcinha, abriu minhas pernas e agachou na minha frente. Com beijos, lambidas e mordiscadas na buceta, me segurei para não gozar. Há essa altura eu só queria ser fodida.

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De quatro, eu empinei minha bunda e ele chupou mais um pouco minha buceta e passou a língua no meu cuzinho. Eduardo abaixou a calça e o que vi foi um pau lindo, gostoso e muito duro querendo me foder. Ardendo de prazer eu engoli aquele pau com a buceta. Enquanto entrava e saía devagarzinho eu escutava os gemidos de Eduardo. E quando mais eu pedia ele fodia com força, me deixando ainda mais molhada. Naquele ritmo seguimos explorando nossos corpos. Chupadas, mordidas e excitação. Meus mamilos eram acariciados enquanto eu recebia aquela foda. De olhos fechados eu sentia toda a virilidade localizado no membro delicioso de Eduardo entrando e saindo da minha buceta rosada. Suspiros e eu abri os olhos.Um par pernas abertas na minha frente, era Sonia se masturbando enquanto via o marido fodendo a baba do filho.

Quer mais, mais quer? Então pede vai! – sussurrava Eduardo em meu ouvido, enquanto eu pedia pra que ele me esfolasse e Sonia se aproximava para começar a chupar meu peito. Eduardo puxava meu cabelo enquanto me fodia com força. Num movimento, Eduardo empurrou minha cabeça e caí de boca na buceta de Sonia. Enquanto eu recebia a vara de Eduardo Sonia recebia minha língua.

Saímos daquela posição e coloquei o pau de Eduardo todo na boca, lambia da base a cabeça. Sonia se juntou a mim, enquanto uma chupava o pau a outa lambia o saco. Eduardo não aguentou e gozou na nossa cara, seu gozo foi delicioso. Sonia e eu nos beijamos lambuzadas de toda aquela gala. Fomos nos beijando até que começamos nos chuparmos, Sonia com seu clítoris rígido de tanto desejo abocanhou minha boceta toda molhada e não bastou muito para que chegássemos a um orgasmo inesquecível. Eduardo assistia a tudo acariciando o pau, quando caímos ou seu lado num misto de ressaca e gozo.

Deixei de ser baba de Arthur e virei o prato principal das fodas de Sonia e Eduardo.

  • Nomes trocados.

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