FELIZ ANIVERSÁRIO INESQUECÍVEL PARA MINHA ESPOSA.

Ksal menage

Estou de volta para contar a vocês uma surpresa que fiz para a Cintia no dia de seu aniversário, no ano passado (março de O aniversário da Cintia caiu numa quarta-feira. Nesse dia ela saiu mais cedo da empresa, eu cumpri o horário normal. Naquela manhã pedi para ela se arrumar que iriamos jantar para comemorar seu aniversário.

Cheguei em casa por volta das 19:30, ela estava “quase pronta”, dei aquela apressada básica (se não o jantar ia virar café da manhã). Terminei meu banho e comecei a me arrumar (Camisa, cueca, calça e sapato, em média 20 min.). Enfim, ela estava pronta, estava linda como sempre, tinha comprado um vestido novo, muito bonito (sem saber de nada, acabou acertando no modelito). Seguimos para uma cantina que ela adora, no bairro do Bexiga. Como sempre, comida maravilhosa.

Saímos da cantina por volta das 23:00. Quando entramos no carro, disse para ela: – Tenho uma surpresa para você, espero que goste. Ela riu e respondeu: – Vindo de você, meu amor, só pode ser coisa boa.

– Liguei para o Marcio (um rapaz que conhecemos no Club swing que frequentamos, stripper, muito gente boa) – Disse para ela.

– Sério?! Quer dizer que depois de um jantar desse, ainda vou ganhar duas pirocas?! O que mais eu quero da vida?! Você é maravilhoso! – Disse ela com os olhinhos brilhando.

Segui para o apartamento do Marcio, que fica perto de onde estávamos (para quem conhece Sampa, do Bexiga para a Consolação – praça Roosevelt – é um pulinho). Estacionei o carro num estacionamento em frente ao prédio e seguimos para portaria. Quando disse meu nome ao porteiro, já fui autorizado a subir. A porta do apartamento estava aberta, Marcio nos esperava à porta.

– Olha ela ai!! Parabéns!! Linda como sempre!! Linda e gostosa!!

Virando para mim disse ele: – E você meu querido, como está?! Niver da princesa!! Eu que tenho sorte, ela faz aniversário e quem ganha o presente sou eu. Estar com vocês é sempre muito prazeroso! Entra, vocês já conhecem a casa.

Marcio vestia um roupão preto, podíamos sentir o perfume do sabonete, seus cabelos curtos estavam molhados ainda.

– Vocês querem beber alguma coisa? Perguntou para nós. Recusamos.

Cintia não perdeu um minuto se quer: – Eu quero!

O que você quer princesa? Perguntou Marcio.

– Quero o meu presente! Essa rola deliciosa que está escondida ainda! – Disse ela, esticando os braços em direção a rola do Marcio.

Ele se aproximou dela, que estava sentada no sofá. Ela abriu a parte de baixo do roupão, que estava amarrado na cintura, deixando o cacete dele à amostra.

– Olha só que delicia de rola! – Disse ela, segurando o cacete e levando-o em direção a sua boquinha.

A rola do Marcio ainda estava mole, ela colocou a rola inteira na boca, mamando o cacete inteiro. Em poucos segundos a rola dele já não cabia mais na boquinha dela. Ela mamava com vontade, sugava como um filhotinho esfomeado. Chupava e batia punheta com a rola em sua boca. Tirava a rola da boca e apertava, fazendo minar o leite na ponta, lambia e engolia novamente. Soltou a rola e segurou ele pela bunda, mamava a rola segurando-a apenas com a boca (o que modéstia à parte, ela faz maravilhosamente bem).

– Princesa, a surpresa não ainda não acabou. – Disse ele, segurando-a pelas mãos e fazendo ela se levantar. Segurando a Cintia pelas mãos e, andando de costas, foi em direção ao quarto. Abriu a porta, o quarto estava escuro. – Feche os olhos. Disse ele. Ela não questionou, fez o que ele pediu. Entramos no quarto e ele fechou a porta. – Calma. Não abre ainda. Espera. – Disse ele.

De repente ela ouve: – parabéns pra você… Ela abriu os olhos e se deparou com mais 3 amigos nossos (todos strippers da casa e que já rolamos brincadeira) Marcos, Renato e Alex.

– Não acredito!! Vocês estão aqui também!! – Disse ela sorrindo feito criança que ganha seu primeiro cãozinho. Veio em minha direção, abraçou-me e beijou-me (eu sei que alguns vão dizer: – Vixe… chupou rola por tabela foda-se, faz parte da putaria).

– Amor você é incrível. Você me surpreende quando penso que não tem como me surpreender mais. – Disse ela, ainda agarrada ao meu pescoço.

– Princesa, vai brincar com seus presentes, vai. Aproveita. – Disse a ela, dando-lhe um beijo bem molhado.

Todos estavam pelados e de rola dura. Ela tinha 4 rolas para se divertir e dar conta. Eu jogaria de libero, dando suporte para aquele que precisasse sair por tempo técnico.

Cintia se colocou de cócoras, os rapazes fizeram um círculo ao redor dela. Ela mamava todos, revezando rola por rola. Rindo e se divertindo. O papo corria solto junto com gargalhadas. Alex era o mais moreno.

– Cintia; não vai morder minha rola! – Disse Marcos.

– Se ela morder e cortar, a gente corta um pedaço da rola do Alex e emenda. – Disse Marcio. (Alex era o pau maior da turma.

– Vai ficar lindo. Rajadinho! – Respondeu Renato.

As brincadeiras corriam solta entre eles e ela. Muita liberdade mesmo. Cintia dava uma mordidinha aqui e ali.

Alex deitou no chão e se encaixou embaixo dela e começou a chupar a buceta dela. Ela ainda estava de roupa. Seu vestidinho estava levantado até a altura da cintura, sua calcinha tinha sido posta de lado. Marcio curvou-se e puxou o vestidinho para cima. Marcos desabotoou seu sutiã e deixou que caísse ao chão. Ela chupava firme e forte, os 3 cacete a sua volta. Alex chupava sua buceta, suas mãos alcançaram seus peitinhos e os massageavam. Marcio puxou Cintia, colocando-a em pé. Alex aproveitou e segurou sua calcinha, descendo-a até seus pezinhos. Cintia, agora, estava só com seu sapato de salto, estava linda, salto alto e completamente nua, sua bunda esteva empinada, sua cintura ficava mais fina ainda.

Marcio foi em direção ao colchão (não tinha cama, o colchão estava no chão), esticou o braço e apanhou uma camisinha e vestiu a rola. Delicadamente trouxe a Cintia para cima do colchão e manobrou seu corpinho, deixando ela de 4. Os rapazes se ajoelharam a sua frente (um ao lado do outro). Marcio a penetrou.

– Puta que pariu! Que rola gostosa! – Disse ela quando Marcio empurrou a rola em sua buceta.

Marcio começou no vai vem. Seu corpinho acompanhava os movimentos dele. Os outros rapazes mantinham as rolas para ela mamar. Marcos deitou de atravessado no colchão e começou a mamar nos peitinhos dela. Sua mão foi até sua bucetinha e a brincar com o clitóris. Cintia gemia abafado com uma rola na boca. Marcio metia gostoso na buceta da minha esposinha.

– Caralho Cintia, como você deixa meter gostoso na sua buceta! – Dizia Marcio enquanto fodia a Cintia. Renato se levantou e sentou-se ao meu lado, num sofá que ficava num canto.

– Cara; é muito gostosa! Puta que pariu! Olha que linda! É uma delícia ver ela metendo! Ela mete muito gostoso! – Disse ele. Continuou – Entendo você aqui, só admirando, ela é maravilhosa! Olha só essa cinturinha! Que bunda linda! Parece um violão! – Renato estava extasiado vendo aquele corpinho sendo possuído pelos amigos.

Marcio, segurou-a pela cinturinha e enfiou toda a rola em sua bucetinha. Seus joelhinhos saíram do colchão, Marcio puxou Cintia com força para trás e explodiu dentro dela.

– caralho!!!! que delicia de buceta!!! – Dizia ele enquanto sua porra jorrava de seu mastro.

Marcio se levantou e veio em direção ao banheiro, tirando a camisinha do cacete, ao passar por mim, disse – Caralho! Gostosa para cacete! Puta que pariu!

Marcos saiu debaixo dela e pegou uma camisinha, vestiu a rola e deitou de barriga para cima, trazendo ela para encavalar-se nele. Ela foi sem titubear. Marcos alinhou a rola na entrada da buceta da Cintia, ela soltou o corpo e fez com que o cacete a penetrasse.

Minha esposinha safada, estava muito vagabunda, seus quadris se moviam para frente e para trás, subia e descia, alternadamente. Alex foi até eles, afastou as nádegas dela e deu vários beijos grego nela. A língua dele movimentava-se em círculos no buraquinho dela. Ele colocou camisinha e ajoelhou até dela, roçando a rola no cuzinho dela. Ela levou a mão para trás e barrou o rapaz. Virou-se para ele e disse: – Você não dá para entrar aí não, vontade não falta, mas, sua rola é muito grossa, só na buceta. Ele riu e entendeu perfeitamente, voltando a beijar o cuzinho dela.

Marcos acompanhava os movimentos do corpinho dela, metendo firme da buceta da Cintia.

– Eu vou gozar, Cintia! – Marcos jorrou na buceta dela. Ela sentou com vontade, engolindo a rola dele por inteira com a buceta. Marcos se levantou e seguiu em direção ao banheiro (Marcio estava sentado ao meu lado, no braço do sofá, assistindo a performance.

Chegara a vez de Alex, que virou a Cintia de barriguinha para cima, dobrou seus joelhinhos e apoiou – os nos ombros, arrumou a rola na buceta dela e soltou seu quadril.

– Caralho Alex! Que rola grossa! Encheu minha buceta de rola! – Disse ela abraçando-o pelo pescoço.

Levantei e fui até eles. Renato também veio comigo. Deitamos ao lado dela, eu do lado esquerdo, ele do lado direito. Enquanto Alex fodia sua bucetinha, nós revezávamos sua boquinha e peitinhos. Deslizávamos a mão pela pele macia de suas pernas. Fui até seu clitóris e comecei a acaricia-lo, podia sentir a rola do Alex entrando e saindo de dentro de sua buceta. Alex fodia, enfiando o tarugo inteiro dentro dela. Ela gemia gostoso, dentro da minha boca ou, dentro da boca do Renato. Suas mãozinhas brincavam com a rola de Renato e a minha.

– Quer porra!? Quer?! – Perguntou Alex.

– Goza! Goza dentro de mim! Goza! – Respondeu ela.

Alex empurrou a rola pra dentro dela e jorrou. O ritual era o mesmo; terminou, cai fora e abre a vaga

Cochichei no ouvido dela. Ela concordou.

Levantei e apanhei uma camisinha e vesti o cacete. Deitei de costas no colchão e puxei ela para cima de mim. Ela segurou minha rola na entrada da buceta e a engoliu, sua buceta estava quente e molhada. Começamos a foder. Renato beijava suas costas e passava mão pelo corpinho dela. Segurei a bunda dela e afastei suas nádegas.

Renato, já com o cacete encamisado, veio rapidinho para trás dela, curvou-se e beijou seu cuzinho lindo. Ouvi a voz de Alex ressoar pelo quarto: – Preciso afinar minha rola, só eu que não como cu nas surubas. Ninguém aguentou, até a gente que estava fodendo paramos para dar risadas. Mas, não perdemos o foco, o meu era comer a buceta da Cintia, Renato focava em comer o cuzinho dela, ela, bem, ela focava em se preparar para levar outra rola, dessa vez no cuzinho.

Alguém se movimentou no quarto (depois entendi o que aconteceu). Senti a rola do Renato entrando lentamente no cuzinho da Cintia. Sua rola entrando deixava a buceta dela mais apertada. Estava difícil para ele penetrá-la atrás, facilitei a vida dele. Tirei meu pau da buceta, deixando o cuzinho mais livre, ela gemia e puxava o ar por entre os dentes. Seus quadris se movimentavam num rebolado circular, lento e contínuo.

– Pronto, entrou, mete na minha buceta! – Pediu ela. Voltei a penetrar sua bucetinha.

Renato era um cara experiente com casais, as rolas entravam e saiam com movimentos sincronizados (quando uma entra, a outra tem que sair). Enquanto mentíamos nela, seus quadris continuavam a se movimentar, facilitando o movimento das rolas dentro dela, principalmente a rola do Renato, que estava em seu cuzinho.

– Puta que pariu! Que delícia! Tô recheada de rola! Que porra é isso!? Eu vou gozar! Vou gozar! – Disse ela, gemendo deliciosamente.

Não tivemos dúvidas, metemos fundo, Renato com maior delicadeza. Gozamos os três juntos.

As rolas latejavam dentro dela, sua bucetinha apertava minha rola em espasmos, Renato dizia a ela: – Isso! Pisca esse cuzinho delicioso com meu pau dentro! Caralho! Puta que pariu! Que putaria gostosa da porra!

Renato terminou de gozar, tirou delicadamente o pau de dentro do cuzinho da Cintia e, cumpriu o ritual, seguiu para o banheiro. Ela tombou de lado, eu não sabia o motivo, mas, cumpri o ritual, fui para o banheiro. Ela foi a última a se levantar. Marcio perguntou a ela: – Você quer tomar um banho, princesa. Ela respondeu que não, iria só se limpar (depois que acabamos nas brincadeiras, não ficamos por muito tempo, é o tempo de se limpar e seguir nosso caminho).

Ficamos no quarto esperando ela voltar. Ah! Sim! O ritual! Perguntei ao Marcio: – Por que depois todos vão ao banheiro?

– Cara, esse é o meu colchão, se alguém ficar de pau mole e cair porra nele, eu tô fudido. – Respondeu ele. (Está explicado o ritual?).

Cintia Voltou vestida e pronta para irmos embora. Deu beijos em todos.

– Meninos! Vocês são maravilhosos. Principalmente o meu marido, que me proporcionou uma comemoração maravilhosa.

Seguimos para casa. A quinta feira foi difícil, mas, estávamos lá, firme e forte atendendo nossos clientes com toda dedicação e profissionalismo.

Sim, como isso tudo aconteceu. Ela tinha comentado comigo que tinha fantasia de participar de um gang bang.

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