TRAÍ PARA GANHAR NOTA 10

TRAÍ PARA GANHAR NOTA 10

Anônimo

No colégio onde estudei, as aulas de Educação Física eram às terças e quintas, e cada trimestre tinha uma modalidade diferente: basquete no primeiro, seguido por handebol, vôlei e futsal. Já tinha um namoradinho, o Léo, e praticava bastante esporte com ele na cama. Não era muito bom na quadra, mas gostava de suar junto com os outros garotos. Certa vez, todos estavam sentados no centro da quadra e o professor Jonas ensinava movimentos de dribles e arremessos. Não conseguia tirar os olhos do seu short preto, principalmente da parte da frente. A regata branca também lhe caía muito bem. Seus braços morenos claros eram fortes e compridos, e suas pernas idem. Estava sentado na primeira fila e observava tudo atentamente: o gingado do quadril, a explosão muscular, a regata levando durante os saltos e mostrando o abdômen bem definido…Foi quando ele chamou eu e um outro aluno para uma demonstração de posicionamento no garrafão. Precisei conter minha imaginação naquele momento. No exercício, eu tinha que tentar fintar o colega e fazer a cesta, mas não sabia direito o que fazer.
– Para não ser desarmado, você tem que oferecer as costas para o marcador.
Todos começaram a rir quando um colega de classe gritou: “Nisso ele é bom, professor”. Na maior parte das vezes, eu aceitava as brincadeiras. Sempre quando vinha algum metido a machão querendo me intimidar, o Diogo e o César me defendiam dizendo que eu era um cara legal e que, se quisessem bater em mim, teriam que brigar com eles primeiro. Eu os ajudava nas matérias nas quais dominava, principalmente Matemática, mas nunca rolou sacanagem entre nós. Apenas em minhas fantasias, nas quais os dois sempre me salvavam e depois arrebatavam minha bundinha branca no sexo anal, um de cada vez. Já meu namorado sempre dava um jeito de sumir naquele horário no qual tanto odiava. De vez em quando, eu também cabulava só para lhe fazer companhia, mesmo não gostando de faltar.
No final daquela aula, o professor Jonas veio falar comigo.
– Ô, rapaz! Como é seu nome mesmo?
– Marcelo.
– Poxa, Marcelo. Eu não queria ter te colocado naquela situação chata. Não sabia que você era…
– Gay?
– Isto.
– Não tem problema, professor. Eu não me importo com o que eles falam.
– Você é corajoso, Marcelo. Muito mais do que eles pensam ser.
– Obrigado.
– Se precisar de alguma coisa, qualquer coisa, pode contar comigo.
– Nossa, professor. Muito obrigado.
Um dia, quando estava esperando o Léo para comermos esfihas em uma lanchonete, encontrei com o professor acidentalmente na avenida próxima ao colégio. Batíamos um papo descontraído até um sujeito esbelto e charmoso se aproximar discretamente. O lindão deslizou delicadamente os dedos da mão no braço do Jonas, que não tinha notado a sua presença. Fingi que não vi nada, mas o Jonas percebeu o sorrisinho discreto em meu rosto. Aquele era o seu namorado, que me ignorou como se eu não estivesse ali.
Descobri que o professor jogava no mesmo time que eu, e aqueles dois formavam uma bela dupla. Assustado, o Jonas começou a desfaçar e se despediu de mim rapidamente. Comecei a fantasiar com nós quatro em minha cama, amando-nos e suando mutuamente, com os safados gozando juntos em meu rosto no final. Como nem todos os sonhos são possíveis, voltei logo à realidade e olhei meu relógio de pulso, impaciente pela demora do Léo. O casal de gostosões já tinha se afastado e tido uma pequena discussão, quando o Jonas voltou com ar de preocupação, deixando seu belo parceiro esperando perto da esquina, para uma conversa séria comigo. Revelou que também era gay e pediu para eu guardar segredo. Até já desconfiava e jamais pensaria em prejudicá-lo, mas me arrependeria para o resto da vida se não tentasse lançar uma isca.
– Fica tranquilo. Eu juro que não falo para ninguém.
– Seria ruim para mim se…
– Tudo bem, professor. Ninguém vai ficar sabendo, nem mesmo o Léo. Eu juro.
– Posso confiar em você?
– Pode, professor. Sempre te admirei como pessoa, e agora mais ainda.
– Que alívio!
– Uma pena já ter namorado.
– Bem… Pois… Voltou indo, então.
– Tchau, professor.
O Jonas ficou todo encabulado, coitado, e pedi desculpas por isso logo no dia seguinte. Não faltei mais em nenhuma aula de Educação Física, e motivei o Léo a frequentar mais vezes também. Nos jogos, eu não acertava uma cesta sequer, nem ao menos um passe, mas me esforçava bastante na quadra. No futebol me dava melhor. Marquei um gol que fez os valentões da turma ficarem bravinhos e quietinhos, e comemorei de um jeito bem gayzinho só para provoca-los.
– Ka, ka, ka, ka, ka…
Até o professor caiu na risada. Eu e ele nos tornamos bons amigos. Anos depois, quando fui para a faculdade, a distância dele me entristeceu um pouco. Estudava do outro lado da cidade, e sentia saudades das nossas conversas, das gargalhadas que sempre arrancava dele com minhas histórias malucas, e principalmente do modo educado e atencioso dele tratar as pessoas.
Perto de completar 20 anos, liguei para o Jonas e convidei-o para minha festa de aniversário, no meu apartamento. Disse que poderia até levar o namorado, se quisesse, embora soubesse que o fresco jamais toparia ir. Não criei muita expectativa. Apenas perguntei e ouvi um decepcionante “talvez”. Também tinha dito que só queria conversar mais tempo com ele, sem compromisso, embora tivese noção de que isso não seria 100% garantido. Errei, mas quem nunca?
Imaginava o pau tesudo dele fazendo o meu cuzinho decolar em várias posições diferente, e minhas pregas suarem de prazer comigo gemendo feito um gatinho, gozando jatos e jatos de porra dentro de mim, para depois repetir a dose por várias vezes pela madrugada dentro. Em meu delírios de amor, o Léo entrava no quarto e se juntava a nós, e também deixaria o Jonas foder meu namoradinho sem dó, para ele não ficar chateadinho. Sonhar não custa nada…
 No esperado dia 28, estavam em casa meus pais, alguns familiares, o Léo e mais duas colegas da faculdade. Além deles, vieram o David e a Renatinha, meus melhores amigos do prédio. Ganhei umas lembrancinhas básicas das quais nem me recordo mais. Lembro bem do bolo, que era de chocolate e delicioso. Meu melhor presente seria ver o Jonas naquela noite. Por volta das 22 horas, para minha surpresa, ele chegou.
Cumprimentei-o formalmente, para não chamar a atenção do pessoal, mas com um sorriso de alegria por vê-lo desacompanhado. Mantendo o seu personagem, o Jonas disse a todos que era casado e que sua mulher não quis vir, pois estava cansada. Na real, o bofe ciumento dele sequer sabia daquela visita. O próprio Jonas admitiu, me dando a certeza de que ele confiava em mim, ou talvez até me amasse, quem sabe?
Durante a festinha, minha cabeça não parava de pensar naquele morenão alto e forte, com quem até minha mãe se atracou em uma dança bizarra ao som da lambada, que eu e a Renatinha tínhamos colocado para tocar quase no último volume. Foi hilário! O homem era mesmo irresistível. Só meu pai que não gostou muito da cena. No começo, meu namorado até olhou o professor meio desconfiado, mas também acabou se rendendo à personalidade cativante do Jonas. Se rendeu até demais, e fez o ciúmes mudar de lado em um determinado momento.
Como já previa, o Léo precisou sair mais cedo por causa do trabalho na parte de manhã. Quando meu queridinho foi embora, perto das 23 horas, me encostei no Jonas. Não conseguia mais resistir à ideia de tentar seduzi-lo. Fiquei com um copo na mão por vários minutos, só para ele ver. Já tinha uma justificativa pronta no caso de um possível fora. Fui esvaziando o copo na pia da cozinha umas três vezes, pois não gosto de cerveja.
– Você me acha atraente, professor?
– Marcelo…
– Ai, desculpa. Acho que a bebida me deixou um pouco emocionado.Ele não respondeu ao meu ataque inicial, mas também não disse não, então não custava nada tentar uma última vez. Minhas tias chatas, como sempre, foram as últimas a partir. Minha mãe só ouvia as tagarelas falarem sem parar, enquanto meu pai já cochilava de boca aberta no sofá. Quando o Jonas disse que já era tarde, desci com ele e fui até seu carro apenas para dizer tchau. Revelei minha real intenção ao me aproximar da janela do carrão vermelho.
– Professor, sabe que eu sou doidinho por você, né?
– Marcelo, se controla…
– Deixa eu te pagar um boquete, por favor! Seria o melhor aniversário da minha vida. Eu gosto muito de você!
– Eu já tenho compromisso, esqueceu?
– Só uma vez e prometo que não te incomodo mais. Confia em mim!
– Tá bom, entra.
– Legal!!!
Fingi que estava um pouquinho bêbado, mas só tinha ingerido um golinho de cerveja e detestei. Minha embriaguez era de amor, e essa sim me desnorteava. Era quase meia-noite e ninguém passava na rua. O muro ao lado impedia que alguém do prédio nos visse. Dei a volta e entrei pela porta do passageiro, como uma putinha que acabara de conseguir um programa.
 Com o Jonas ainda um pouco tenso no banco do motorista, abri o zíper de sua calça jeans azul com bastante cuidado, e vi um belo relevo em sua cueca branca. Encantei-me mais ainda com o que tinha nela.
– Caramba, professor! Que pênis bonitão você tem!
– Você não é mais meu aluno. Agora você pode me chamar só de Jonas.
– Tem razão. Vou te chupar com muito amor hoje, Jonas.
Sentado e com uma mão no volante, o morenão olhava para os lados e para o retrovisor, vigiando todos os cantos para ver se aparecia alguém. Quando comecei a dar bitoquinhas e percorrer o beiço em seu belo pinto carnudo, ele se acalmou rapidinho e começou a fazer carinho na minha nuca. Aproveitei o máximo que era possível.
Com gemidinhos bem femininos, beijava seu peitoral de atleta por debaixo da camisa e, ao mesmo tempo, batia uma punheta de mão cheia no pintudo. O membro era maior e mais grosso do que o meu e o do Léo. Só perdia para o do David, meu amigo negro do sétimo andar. Mas naquele momento, estava com meu ídolo da adolescência. Quando o grandão ficou totalmente ereto, o Jonas arriou a calça jeans até os joelhos para ambos ficarmos mais à vontade.
Na primeira investida para valer, meus lábios bem abertos e minha língua sentiram o pulsar e a espessura do seu pau volumoso, e foi maravilhoso. Caí de boca por uns dez ou quinze minutos, não sei ao certo, e cada segundo foi maravilhoso. Minha boquinha expressava todo o tesão que eu sentia, se deliciando com aquela torre grande e maciça erguida na minha frente. Engolia até onde conseguia, mas minha garganta queria sentir mais daquele cabeção gostoso.
No meio da safadeza, o professor mandou parar de repente. Surgiu do nada uma senhorinha levando o cachorro para passear no começo da rua. Eu ia me sentar no banco, mas o Jonas não deixou.
– Fica aí quietinho, Marcelo. Se ela ver você levantando e vai ser pior.
Mantive o rosto coladinho em sua barriga sexy, com a boca na botija. Já estava bem acostumado com o gosto da pica dele enfiada na minha boca, e não parei de mamar por nenhum instante, bem devagarinho. Como um verdadeiro ator canastrão, daqueles de novela mexicana, o Jonas simulou uma corversa ao celular e até acenou para a velhota, que caminhava lentamente com seu totó do outro lado da rua, como se nada de anormal estivesse acontecendo. Não me aguentava de tanto tesão. Passado o perigo, me ergui para recuperar o fôlego.
– Ufa! Seu pinto é muito, muito, muito gostoso, Jonas!
– Quase morri do coração… Que loucura!
– Quero mais, Jonas!
– Eu também.
– Vai me empurrando para baixo com força, tá? E quando você for gozar, me avisa. Adoro beber leitinho.
– Uau! Então mete bronca, safadinho!
Desinibido e sorridente, o Jonas se soltou de um jeito que eu nunca havia visto antes, e se entregou de vez aos meus caprichos. Continuamos então nossa sem-vergonhice em nível “hot”. O professor gay deu vários suspiros de homem durante o restante da aventura. Segurando-me pelos cabelos, ele enfiava minha cara em seu rolão apetitoso e enchia minha boca de prazer, como se estivesse preparando uma suculenta laranjada. Deixava o pauzão dele cada vez com mais saliva a cada engasgada, e tudo ficava mais e mais gostoso a cada engolfada. Minha sede por ele estava insaciável.
– Hummm… É agora, Marcelo!
Tomei bastante leite direto do pau moreno, que latejava de forma intensa e contínua. O Jonas urrava baixinho e mexia suas nádegas musculosas em ritmo frenético no banco do motorista. Fiquei ao seu lado, segurando em suas coxas fortes e mamando gostoso na pica em meio a tossidas e engasgos. Engoli tudinho e deixei-a toda babada, mas no final não ficou uma gota de esperma. Por muito pouco não gozei junto, mas consegui me controlar.
– Nossa, Jonas! Nunca havia bebido tanto leitinho assim antes. Você também é sem vergonha, hein!
– Acho que me empolguei.
Voltei descabelado e radiante de felicidade para casa, mas antes disse adeus ao professor gostosão.
– Retribui bem a visita, não foi? Que nota você me dá no boquete, professor?
– Nota 10, sem dúvida.
Meu vigésimo aniversário foi simplesmente inesquecível, mas também me corroeu a culpa por ter enganado o Léo. Só um boquete conta como traição?

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