MEU IRMÃO E MEUS FILHOS SAFADOS

Anônimo

Minha filha era dessas gordinhas que tem um rabão grande e uma bucêta pata de camêlo e meu filho desses garotos que passam o dia inteirinho batendo punheta.

Jéssica costumava usar dessas calças coladas de tecido mole que deixava bem visível o talho do rasgo da sua xereca. Seus peitinhos eram bicudos e apontados para cima quase que furando a blusa. Na época em que ocorreu esse episódio ele tinha 12 anos e ela 16. Ela costumava pedir pra ver suas revistas pornográficas enquanto enfiava uma linguiça mortadela da Perdigão na xereca. Sabia disto porque já havia presenciado ela levando uma para o quarto. E também sempre sentia falta de uma na geladeira e depois aparecia de volta lavada.

Na época não existia internet e nem videocassete. Quem quisesse ver putaria que fosse ao cinema. Inclusive rolava tantas sacanagens nos banheiros que vocês nem imaginam. Sempre que alguém fosse lá tinha um viadão levando rôla na bunda, outro chupando um cacete e mais uns cinco de calças arriadas e de costas esperando aparecer alguém para receberem no rabo. E não precisava dizer nada, era colocar o viadinho encostado na parede, mandar ele abrir o cú, e meter na bichona.

Enfim, ela se trancava no quarto e ficava batendo siririca e enfiando a linguiça, enquanto olhava aquelas toras de picas grossas e cabeçudas esporrando esperma nas caras das putas…

Costumava tomar banho de sol de fio dental todo atolado no quintal de casa. Ricardinho ia toda hora na cozinha que dava acesso ao quintal só de arte para espiar o rabão de sua irmãzinha todo lambuzado de óleo e brilhando ao sol. Quando se punha de frente, lá estava aquele xoxotão carnudo com a tanga só tapando o rasgo daquele bucetão.

Numa certa feita, quando ela saiu do banho, depois de passar-se um tempo, Ricardo, meu filho e irmão de Jéssica foi até ao quarto dela achando que a mesma já tinha se vestido, e pra sua surpresa ela estava ainda de calcinha e sem sutiã. Ela olhou para ele com cara feia como se não estivesse gostando, levantou a perna e a pôs na cama propositalmente para que ele visse o volume de sua bucêta desenhada e repartida na calcinha que lhes dividia as bandas suculentas. O garotinho ficou alucinado.

Jéssica não raspava a xoxota, e os pêlos já saiam pelas laterais, além de dar aquele volume de encher os olhos.

Depois daquele dia suas punhetas na intenção dela se intensificaram e propositalmente ela sempre batia à porta do banheiro e dizia: “Eu sei o que você está fazendo aí. Foi pra isso que você foi me espiar no quarto?” Isso o excitava mais ainda e ele por estar ensaboado fazia de propósito aquele barulho na rôla de thaco thaco que todos nós conhecemos e que ele sabia que ela gostava de ouvir.

Agora não imaginava só o tamanho da bunda dela. Aquela visão de sua bucêta cabeluda não saiu nunca mais de sua mente até hoje…

Eles moravam com a avó, minha mãe. A coroa tinha problemas de audição por isso eles brigavam sem se importarem.

Ricardo ficou obcecado por incesto e por ter sabido que a avó já tinha sido prostituta num brega aqui de Salvador, foi lá que ela conheceu meu pai e pai desse meu irmão, tio deles, que é também personagem dessa história. Minha mãe era dessas pessoas desbocadas que vivem falando putarias, e além de já ter 60 anos ainda preservava aquele tamanho de rabo que fez com que tantos homens se deliciassem e gozassem fartamente. Sempre dizia, ainda com aquela cara de puta safada e bregueira de quem já chupou muita píca, que sexo é a melhor coisa da vida, enquanto despudoradamente alisava. o bucetão maliciosamente deixando Ricardinho excitado e com o pau durinho.

Um dia quando ela tomou um remédio forte para dormir, Ricardo foi até o quarto, levantou a camisola, abriu suas pernas, e lhe lambeu a bucêta.

Que por sinal era bastante alargada de tanta rôla que levava no brega. Depois esfregou sua rolinha de menino nos lábios carnudos dela, forçou um pouco a entrada e conseguiu fazer com que ela abrisse a boca. Colocou só a cabecinha e devagarinho a foi introduzindo. Após alguns vai e vem, tira e bota, voltou para o grelo e a penetrou fundo até bater os bagos dos ovos. Percebeu que ela fingia estar dormindo pois podia sentir seus lábios vaginais fazerem sucção no seu pênis e aquilo apertava seu cacete e o prendia como cola, além do caldo da vagina escorrer e sua respiração estar resfolegante. Ela procurava se controlar mas ele percebia leves carêtas que fazia em seu semblante e um sorrisinho sacana no canto da bôca. A “velha” estava gostando. Porém ela fingia estar dormindo profundamente para que ele pudesse continuar a fudê-la. Mas não pôde se controlar e, gemeu alto escancarando as pernas. Meu filho ficou feliz por estar fazendo minha querida mãe, sua avó, gozar gostoso.

Ela começou a remexer na cama, subia e descia os quadris, como fazia dentro das casas de prostituição nas quais ganhou muito dinheiro e vivia hoje uma vida de fartura. Foi quando Ricardinho não Se controlou e largou o doce na bucêta da minha mãe. Uma gozada espetacular e farta que meu menino deu no xerecão da avó.

Depois lhe deu um beijo carinhoso de língua. Ela estava com um leve sorriso angelical nos lábios.

Todos nós percebemos milagrosamente nos dias que se seguiram sua rápida recuperação. Ser fudida com amor pelo netinho lhe fez um enorme bem.

Voltando à minha filha putinha, após ela saber que Ricardinho a viu de calcinha e que batia punheta na intenção dela, quando ia cortar seus cabelos passou então a se esfregar com as coxas em seu braço em pé à sua frente com a xereca tão próxima do seu rosto com aquela lasca repartida em sua calça legue que só faltava esfregá-la em sua cara. Ele até podia sentir o cheiro exalando da sua bucêta. Sei que ela se excitava muito ao ver que ele estava gostando e sabia que logo, logo ele iria se acabar na bronha. Seu xoxotão ficava melado e seboso, por isso exalava aquele cheiro de peixe cru. Ele ficava louco para que ela baixasse o shorts, segurasse com força sua cabeça e lhe “obrigasse” a chupá-la.

Seu pauzinho de 13 centímetros (era esse o tamanho na época) ficava durinho, mas ele disfarçava cobrindo-o com o braço (pois tinha vergonha por saber que ela via nas suas revistas aquelas lascas de cacêtes grossos, cabeçudos e tesudos.

Hoje sua fonte de prazer mede 16 centímetros por 12. Está dentro da média dos brasileiros e não lhe causa nenhum desconforto, nem sua mulher reclama. Inclusive sempre proporciona a ela três gozadas consecutivas… Por isto está bem, apesar de querer ter puxado a meu irmão, seu tio e ter uma pica maior e mais grossa.

Uma vez meu irmão, tIo deles, e que nasceu num prostíbulo, tinha chegado do Ceará como sempre ocorria. Ele era muito brincalhão e sabia que Ricardo se punhetava direto, pois a safada da minha filha contava tudo a ele. Enquanto Jéssica ficava lavando roupas em frente à porta do banheiro, ele se masturbava. Com ela ali tão próxima, ele sentava no chão bem em frente à porta e podia ver a bunda dela com o shortinho atolado através das frestas com o cacetinho duro e cheio de “maldades”. Mas neste dia repentinamente meu irmão sacana forçou a maçaneta e a abriu. Ele foi pego pelos dois no flagra com a rôla dura na mão. Devido ao inesperado e por estar já prestes a gozar, uma onda de prazer descontrolada tomou conta do seu corpo, a píca começou a minar gala e escorrer como uma cachoeira… Fechou e apertou os olhos, o seu semblante fez carêta e seu corpo se contorceu. Gozou compulsivamente e a esporrada saltou e jorrou quase um metro de distância, os Golfos de gala foram cinco consecutivos. Eles deram gargalhadas. Não preciso dizer que meu filhinho ficou muito aborrecido e envergonhado…

Daquele dia em diante, sempre que eles brigavam ela dizia que ele tinha a piquinha pequena e que não devia nem fazer cócegas e que a do meu irmão e tio deles era bem maior que a sua. Foi aí quando ele soube que astolfo, (40 anos), quando ia lá casa metia a rôla nela.

E era verdade mesmo, meu irmão ostentava no shorts o volume de uma pica muito grossa. Devia ser por ele ser da cor negra e descendente de africanos. Minha mãe contou que ele parecia com o pai, um Negão que ia lá no brega fazê-la berrar na xibata grossa e cabeçuda. Ele era bastante alto, devia ter um metro e noventa e sua pele era tão negra que chegava a brilhar azulada de tão preta que era.

Ele usava muito daqueles shorts de lycra que na época estava em moda e quando era da cor branca dava até para ver o desenho das veias estufadas e alteradas, e só sentava de pernas abertas para mostrar seu pacote e o volume do saco de seus culhões. Esta mamãe safada que vos fala Já fudeu gostoso com esse meu irmão. Mas essa é outra história. Era por isso que quando ele ia lá casa minha filha ficava mais alegre e passava a usar shorts menores para destacar ainda mais a bunda e seu capô de fusca.

Ricardo logo desconfiou que era essa a causa dele lhe pedir sempre para ir ali comprar alguma coisa na rua. Quando ele voltava os dois estavam com a cara mais limpa do mundo e ela toda descabelada e suada. Era também por isso que quando ela sabia que o mesmo ia lá bronzeava aquele bundão. Se meu irmão já meteu aquele pauzão no furico de minha filhinha, sua sobrinha, como já fez comigo, eu não sei. Acredito que sim. Ele precisaria dar uma golfada de esperma dentro daquele cuzão, pois na bucêta poderia engravidá-la. Então tinha que ser no cú mesmo e com um Bundão bronzeado daqueles quem iria resistir não pegá-la de quatro e atolar no rêgo daquela puta vadia? A primeira vez as pregas dela deve ter doído, sangrado, ardido, melado e lambuzado o pau daquele negão todo do sangue do furico dela. Como aconteceu comigo. Fiquei bem lascada e fodida. Acredito que devia fazer lavagem no reto pra coisa ficar mais gostosa e quem sabe ela receber também umas lambidas e linguadas dentro daquela gruta gostosa que por ela ser bem branquinha devia ter um furico rosadinho.

Como vingança pelo que eles lhes fizeram, Ricardo esperou ele lhe pedir pra ir comprar alguma coisa. Como sabia que era para eles treparem, disse que iria demorar na rua, mas não foi e ficou em casa escondido no forro do teto (tinha uma escada no quintal que dava acesso). Nossa! Foi quando ele presenciou tudo. Teve dificuldade, devido ao seu ângulo de visão, de ver a princípio o tamanho do pau preto de Astolfo. Todo homem tem essa curiosidade e Ricardo era desses. Parecia a rôla de um cavalo. O cara era um jegue. A cor vermelha do cabeção fazia contraste com o resto do cacetão preto. Minha filha puxou a mãe. Pra quem gosta de pica quanto mais comprida, grossa e cabeçuda melhor. Ele estava sentado nu e ela ajoelhada a seus pés em frente a ele. Chegava a se babar diante daquele poste teso. A marquinha do biquíni, por ser fio dental, partia de dentro do rêgo e a linha ia até o meio das suas costas. Ela usava daqueles biquínis bem cavadão deixando o bundão escandalosamente de fora de fazer inveja a Mulher Melancia.

Pena que naquela época não existia celulares com câmeras. Iria postar aqui para vocês verem o que é uma chupada. Então ele lhe segurou a cabeça e ela caiu matando naquele cacête e pelo vai e vem e também por ela estar se engasgando, a lasca de tora devia ir até as profundezas de sua garganta.

Minha filha ajoelhada aos seus pés entre suas coxas abertas abocanhava seu caralho, chupava, babava, lambia e mordia seus culhões. Depois ele pediu para ela dizendo: “sobrinha pára senão eu gózo”. Ela nada lhe respondeu por que estava com a boca cheia e tão sedenta e enlouquecida que não queria parar e começou a chupá-lo mais avidamente ainda. Devido a isso ele puxou pelos cabelos a cabeça dela pra trás com fúria e lhe perguntou se ela queria que ele gozasse em sua bôca ou enchesse a cara dela de porra… Foi quando ela tirou uma das mãos da sua xibata e com a outra pegou na bucêta e começou a siriricar-se com força e ele jorrou feito uma cachoeira o que parecia ser um litro de esperma grosso e branco parecendo mingau de cremogema. Enquanto ela recebia as golfadas de esperma na cara, batia siririca com brutalidade rangendo feito um demônio das profundeza das trevas. Sua bucêta fazia um barulho semelhante aquele quando a gente balança a mão dentro d’água, tamanho era os esguichos do caldo que jorravam de sua gruta. Como ela inclinou a cara pra cima por ele lhe puxar os cabelos com força, meu filho pôde ver a cara dela se melando toda, abrindo a boca, lambendo os beiços e fazendo carêta diabolicamente. Seus olhos estavam revirados e via-se somente o branco do glôbo ocular de seus olhos, enquanto também gozava e eu podia ouvir o som do caldo esparramando-se no assoalho da sala e formando quase um lago. Também pôde ver o cabeção vermelho da píca dura jorrando gala fartamente por aquela fenda enorme como a de um echú das encruzilhadas satãnicas.

Depois perdeu de novo o ângulo de visão, mas pôde perceber pelo som que saia da boca de minha filhinha que ela estava lambendo toda porra que escorreu pelos culhões do tio negão enquanto seu saco balançava de um lado a outro e batiam nos peitos dela. Pra vocês terem uma idéia do quanto o sacão dele era pesado e arriado. O cheiro forte de rôla sebosa junto com os odores da bucêta melada de minha Jéssica subiram até as narinas do meu filho que a tudo espiava fascinado com o pau mijando em gôzo. Ela passava língua dos culhões até em cima, chupava a cabeça e descia de novo até o saco dos ovos. Aquele barulho de chupa chupa, lambe lambe, baba baba, nunca mais saíram dos seus ouvidos e até hoje ecoam em sua imaginação. O pau dele foi amolecendo enquanto ela ia lambendo, lambendo e lambendo. Ela parou por alguns instantes e ficou ali imóvel com a cara toda lambuzada e com a rola do tio mole dentro boca que mesmo assim estava inchada e ainda pulsava em gôzo.

Depois ele fingiu que voltou da rua e não deixou que eles desconfiassem de nada para poder ter outras oportunidades.

Procuraram disfarçar mas não puderam esconder o semblante cansado daquela gozada. Seus olhos estavam vermelhos como brasas e o cheiro de porra misturada com caldo de bucêta daquela gozada empestiava todo o ambiente.

Fiquei orgulhosa por ter uma filha que como sua mãe sabia chupar uma píca daquela forma e com mestria.

Pena que ele não conseguiu se segurar e gozou ali mesmo. Queria que Ricardinho presenciasse ela de quatro, rebolando, remexendo e gemendo naquela chibata preta de cavalo para depois me contar e eu pudesse narrar o fato a vocês. Meu filho me contou esse acontecimento enquanto eu o punhetava com ele sentado ao meu colo e o obrigando a contar toda a verdade sob pena de eu lhes espremer os ovos. Após concluir, como recompensa, deixei que ele gozasse dentro de minha boca.

Posteriormente ele contou também a ela que tinha visto tudo e pra sua surpresa ela contou que ele também comia a mim que era a mãe deles e irmã do seu tio..

A Partir dali ficaram mais íntimos e por saberem que nossa família era incestuosa, passaram a ficar os dois sem roupas em casa e Ricardo não precisava mais se trancar no banheiro para me masturbar. Faziam isso os dois no meio da sala um na frente do outro sem nenhum pudor. Às vezes ele batia uma siririca pra ela enquanto ela lhe punhetava, ora com as mãos, ora com a boca. Também a seu pedido colocava aquele fio dental e rebolava na sua frente. Passou a desfrutar daquele rabo diariamente e ela ficou viciada em levar no cuzinho pelo seu irmãozinho. O Amor erótico de irmãos depravados, indecentes e imorais aumentou extraordinariamente.

Meu irmão negão ficou sabendo através de mim e agora vinha à nossa casa todo final de semana. Jéssica lhe contou o tesão que tinha pela rolinha de seu irmãozinho, que apesar de pequena lhe causava fascínio e ele lhe confessou que sentia desejos de come-la junto com seu sobrinho e irmão dela e que eu também já havia rasgado a mim, essa mamãezinha aqui, na descomunal tora de nervos dele.

E a fudelança começava pela manhã e varava a madrugada. Passavam as tardes num 69 de pura e extasiantes chupadas. Gozou muito da boca de sua irmã que bebia todo leitinho do irmãozinho enquanto o tio picudo lhe enterrava na bunda. E Ricardinho fartou-se muito do caldo daquela bucêta. O Amor erótico de irmãos depravados aumentou extraordinariamente. E assim a família permaneceu unida.

Aqueles foram dias de orgias e surubas e não preciso lhes dizer a bagaceira que ficou a tora grossa de nervos de Astolfo e quantas esporradas quentes Jéssica levou na bunda e na cara…

Que final feliz. Mas não termina aí.

Jéssica não muito tempo após se converteu e virou crente e decidiu se batizar. Casou-se com um pastor da Igreja Batista daqui de Salvador à qual ela já vinha frequentando.

Essas pessoas que frequentam igrejas quando resolvem fuder fazem isto desesperadamente como se fosse a última vez. Meta rôla numa crente evangélica para você ver o que é uma foda demoníaca e satânica, e ela vai berrar na xibata chamando por Deus. Tranque-se num quarto com um evangélico fervoroso que ele vai fazer você ajoelhar-se na frente dele e aceitar Jesus na tora.

Hoje minha filha e seu marido pastor vivem felizes com seus seis filhos, três rapazinhos e três mocinhas, que inclusive nasceram um após o outro. Minha filha devia fuder muito com seu marido sacerdote.

Por incrível que pareça ela dá esse testemunho todos os domingos na igreja e acrescenta tudo aquilo que eles faziam para o desfrute dos irmãos em cristo. E lhes dizem: “O precioso sangue de Cristo cobre todos os pecados da carne, irmãos. Vivam cada um de vocês a sua verdade e esta libertá-los-á e verdadeiramente sereis livres”.

A sua Congregação chama-se: A Santa Gozada Dos Últimos Dias.

A cada domingo quando ela acaba de testemunhar o que faziam, na hora da oração os homens se recusam a ficar de pé para esconderem o pau duro sob as calças e os jovens correm quase já se gozando para o banheiro da igreja e lá dentro rola todo tipo de putaria e sacanagem. As mulheres usam longas saias com anáguas para disfarçarem o caldo que lhes escorrem pelas coxas e escondem por baixo as mini tangas enfiadas no rabo, enquanto imaginam serem elas a receberem a tora de Astolfo…

A partir de então a igreja passou a lotar de fiéis todos os domingos. Isso é que é um testemunho excitante.

Minha filha Jéssica só não sabe explicar a seu marido porque cinco dos dos seus filhos são neguinhos e só um é branquinho que nem o pastor…

Vocês desconfiam de alguma coisa?

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s