C R I M E E C A S T I G O

Maria Fernanda

Sou morena, com olhos e cabelos castanhos, sou alta, com 1,77 m, tenho quadril largo, bunda grande, os meus seios são grandes e volumosos. As minhas coxas são grossas e a minha buceta forma uma pata de camelo que
chama muito a atenção.

Sou enfermeira profissional de nível superior, trabalho num grande hospital privado na zona oeste de São Paulo. Moro num apartamento próprio. Tenho 49 anos, sou divorciada, sem filhos.

No final de semana do Feriado de Aniversário da Capital, consegui folga para o sábado e domingo, coisa rara na minha profissão. Como sempre faço fui para um Resort na Riviera de São Lourenço em Bertioga, na sexta-feira à noite.

O sábado amanheceu lindo e ensolarado, coloquei um biquini amarelo e depois do café da manhã fui direto para a praia. O Resort coloca à disposição dos hóspedes o guarda-sol, cadeiras, espreguiçadeiras, mesa etc.

No guarda-sol ao lado do meu estava um casal. Ela com uns 50 e ele com uns 60 anos de idade. Só de ouvir a conversa dos dois fiquei sabendo que ela se chamava Elza e ele Orlando.

O tal do Orlando não tirava os olhos dos meus peitos e principalmente da minha avantajada pata de camelo. O safado, de forma bem discreta, passava a mão na rola sob o calção de banho olhando para as minhas pernas.

Num dado momento quando eu voltei de um mergulho no mar para o guarda- sol, o Orlando quase não piscava olhando a minha pata de camelo sob o biquini molhado. O filho da puta ficava olhando e colocava a mão na pica.

Quando a tal Elza foi se refrescar no mar, o Orlando ficou de pé, e virando para o meu lado mostrou que estava de pau duro sob o calção.

Fiz de conta que não vi e aquilo durou até eu ir almoçar.

No domingo, coloquei um maiô branco, quase transparente, e fui para a praia. Novamente o casal estava no mesmo lugar. O Orlando quase babou ao me ver com o maiô. O tarado não saiu da cadeira a manhã inteira só de
olho em mim.

Depois do almoço, resolvi dar um susto no tal do Orlando. Liguei para a portaria e pedi para que alguém ligasse na suite dele, solicitando que ele viesse até a minha suite.

Minutos depois tocou a campainha. Eu estava só de camiseta, sem sutiã e de calcinha branca. Sabendo que era o Orlando, abri a porta e mandei ele entrar. Ele arregalou os olhos ao me ver.

Fiz cara de poucos amigos e disse: Orlando, o meu nome é Maria Fernanda e não gostei do seu comportamento na praia. Você já pensou se eu digo para a sua mulher que você fica excitado vendo outra mulher na praia. Ou pior ainda, seu eu chamar os seguranças para delatar o seu mal comportamento? Talvez eu devesse chamar mesmo era a polícia para fazer um Boletim.

Ele ficou muito assustado. Apenas disse que me achava muito bonita. Mas quero lhe pedir desculpas pelo meu mal comportamento.

Eu posso lhe desculpar. Mas você precisa fazer o que eu mandar. você concorda? Concordo sim, senhora, respondeu ele. Muito bem.

Eu quero ver o seu pau, tire esse calção, a camiseta e fique pelado na minha frente. Ele obedeceu o mostrou um caralho grande e grosso. Bata uma punheta para eu ver. Ele começou a alisar aquela rola que logo ficou bem dura. Sentei na cama abri as pernas e comecei a alisar a buceta sob a calcinha branca. A cena mexeu com ele. A pica logo ficou enorme e com uma cabeçona deliciosa. Tirei a calcinha e mandei ele chupar a minha buceta.

O tarado sabia chupar muito bem uma buceta e um grelo duro. Fiquei toda molhada.

Isso seu tarado, filho da puta, chupa essa pata de camelo,
seu puto. mete essa lingua nessa buceta, fode gostoso,
lambe gostoso põe o dedo na minha buceta lambe o meu cú,
fode com essa lingua dura chupa mais que eu vou gozar na
sua boca você que sentir o meu gozo, eu vou gozar, caralho, puta que pariu estou gozando, estou gozando, porra que gozada gostosa.

Vem aqui seu safado, eu quero chupar essa rola grossa.
Comecei uma punheta naquela pica grossa, dura e cabeçuda.
ele gemia de tesão. Meti aquela cabeçona na boca e chupei
com gosto. O caralho ficou duro como pedra. Ficou louca
de tesão e subi naquele mastro duro. Com a buceta encharcada a pica entrou inteira, até as bolas.

Sentada sobre aquela rola, eu tinha o comando das ações.
Subia até quase a rola sair da buceta e depois descia até
senti-lo inteiro dentro de mim. Você não queria me comer,
seu filho da puta, você não estava com tesão seu puto,
agora vai mete, fode que nem homem, seu tarado.

Ao ouvir as minhas palavras ele logo reagiu e começou
a me fuder doido para gozar e me encher de porra quente.

Vai fode, fode mais, eu quero a sua porra quente na buceta.
Ele enlouqueceu e começou a fuder com mais força e mais
rápido. Eu vou gozar na sua buceta, sua puta, sua vadia,
bucetuda do caralho, vou esporrar nessa bucetona.

Gemeu e gozou gostoso. Senti uns quatro jatos de porra
na buceta. Acho que ele não fudia uma buceta há muito tempo.

Tão logo ele gozou eu mandei ele ir embora e não se comportar mal
novamente. Ele saiu rapidinho da minha suíte.

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