MINHA INICIAÇÃO SEXUAL

Carla Cecília

Escrever conto erótico é uma experiência jamais pensada ser vivida por mim mas, como na vida não se pode dizer que dessa água eu nunca beberei, vamos lá.
Como toda boa estória, por mais que seja verdadeira, sempre irá ter um toque de fantasia e imaginação. A minha não seria diferente, mas mantive toda a realidade, só procurando apimentar alguns fatos sem deturpar o conteúdo. O objetivo é falar sobre os meus primeiros momentos vividos sexualmente. Até os meus 21 anos eu era virgem, pura e casta. Achava que se passassem a mão em mim eu podia deixar de ser virgem, o que só aconteceria quando eu me casasse ou realmente amasse alguém. Quis a vida que não fosse assim.
Sou professora e nessa época eu trabalhava em uma grande escola da minha cidade, onde trabalhava um professor de Educação Física que me encantava pela forma como ele lidava com as crianças, com muito zelo, carinho e atenção.
Acho que o meu encantamento foi percebido pelo professor, que começou a me paquerar, ao que eu retribuía cada vez mais envolvida.
Saímos uma primeira vez e ele, com toda educação e respeito, nem tentou me dar um beijo. Não sei se isso foi uma estratégia, só sei que me eu sentia cada vez mais encantada e atraída.
Na segunda vez que saímos a coisa começou a mudar. Quando terminamos de jantar, antes de irmos para casa, paramos na beira da praia para ver uma competição na água e rolou o nosso primeiro beijo, o que me deixou completamente excitada e com a buceta totalmente encharcada. Como se não bastasse, ele começou a me bolinar, passando as mãos nas minhas coxas, chupando meus peitos e me tocando uma siririca.
Acho que, percebendo que eu estava muito excitada, inclusive pela quantidade de líquido na minha buceta, ele colocou seu pau para fora e me direcionou para a minha primeira punheta da vida. Vendo que eu não esboçava nenhuma reação contrária e que estava totalmente entregue à sua vontade, ele colocou sua mão na minha cabeça e empurrando-a suavemente na direção de seu pau, paguei meu primeiro boquete.
Não demorou muito e senti sua porra quente e viscosa encher minha boca.
Fiquei assustada e não sabia o que fazer com o esperma que já escorria pelos cantos da boca. Tirei a boca do seu pau e levantei a cabeça pensando em cuspir tudo fora.
– Engole, Carla… engole tudo… não joga fora! – ele me pediu, muito sério, o que obedeci sem questionar.
Fui para casa muito confusa. Que ironia! Eu casta e pura, não deixava nem que botassem a mão na minha perna, tinha saído com um cara duas vezes e já tinha permitido coisas que eu achava que só faria com o meu marido ou com alguém que eu amasse muito, e mesmo assim depois de um certo tempo de namoro.
O problema é que eu tinha gostado muito de brincar com um pau e passei a ter uma briga interna comigo mesma.
Passados alguns dias, ele me convidou para acamparmos juntos. Eu sabia que se aceitasse perderia minha virgindade e minha primeira reação foi dizer não.
Quis a vida que não fosse assim e me preparou uma surpresa. No dia que seria a viagem, que eu já tinha dito que não iria, inclusive tinha marcado com uma amiga de irmos para outro canto, meu pai chegou totalmente bêbado, o que acontecia com uma certa frequência. Então, para me vingar do meu pai, resolvi perder minha virgindade.
“Vou dar!”, pensei. Pura infantilidade, pois essa vingança nunca abalou meu pai, que nem ficou sabendo que eu tinha deixado de ser virgem. Em compensação, isso me abalou muito, pois além de perder uma coisa que eu tanto prezava, tudo que eu imaginava de trepar foi por água abaixo. O professor, apesar de eu já estar super envolvida, além de não ter certeza se o amava, tínhamos pouquíssimo tempo de relacionamento.
Acabei perdendo meu cabaço em uma barraca de acampar, sem o romantismo que eu queria ter nessa hora. Não pelo fato de ter sido em uma barraca no meio do mato e muito menos sem orgasmo, que na época nem imaginava que era para eu ter, e sim pela forma como a coisa aconteceu.
A pessoa que eu havia escolhido para esse importante fato não me estuprou, mas não teve o menor cuidado nesse momento, resultando num ato ruim, dolorido, sem prazer e de muito choro no dia posterior.
A vida é engraçada. A gente passa por ações que jamais podíamos imaginar viver como os que vivi com esse rapaz.
A coisa piorou depois que relaxei e, mesmo sem gozar, passei a gostar do barato de trepar e, mais ainda, com uma pessoa que só de me dar a mão seu pau levantava e eu, percebendo isso, já ficava com minha buceta encharcada.
Acho que devido a esse tesão que ele sentia por mim, sempre que nós nos encontrávamos ele já vinha com seu pau duro querendo me meter, o que atrapalhava muito as preliminares. Apesar de chupar o seu pau toda vez que trepávamos, ele nunca chupou minha buceta e isso me frustrava um pouco.
Com esse professor, não só perdi minha virgindade como vivi momentos bem perigosos de tesão e sexo.
Apesar dele morar sozinho e termos a facilidade para trepar na sua casa, local onde mais trepávamos, muitas vezes na frente do seu cachorro, que ficava cheio de tesão e também queria entrar na brincadeira, sempre que nos encontrávamos procurávamos uma brecha e um local para trepar.
O tesão era tanto que não aguentávamos esperar até chegarmos a sua casa. Quando estávamos próximos a casa da sua mãe e sabíamos que ela não estava, era pra lá que nós íamos. Trepávamos na rua, dentro do carro, onde por muitas vezes chupei seu pau com um casal amigo dentro, no banheiro das casas de amigos que nos convidavam para algumas festas e algumas vezes na escola que trabalhávamos.
Uma das vezes num cubículo onde ele trocava a roupa, que mal dava para se mexer. Mas era ali com muito medo de sermos pegos e com muito tesão.
Quando trepávamos na escola, sempre que eu voltava à sala, as criancinhas, mesmo não percebendo o que tinha acontecido, ficavam super levadas. Acho que pelo cheiro de sexo que enchia o ambiente devido ao esperma do professor saindo da minha buceta, molhando minha calcinha e escorrendo pelas minhas pernas, misturando-se com o fluxo de fluidos vaginais, liberados pelo ato sexual.
E seguíamos com um animalismo que fazia por várias vezes masturbarmos, um ao outro, na hora do almoço da escola, no refeitório cheio, por baixo da mesa, até quase eu gozar. Ele sim, gozava muito e esporrava na minha mão, sem barulho e expressão para não chamar atenção. Mas como definiria isso: Somente sexo.
Talvez, devido ao envolvimento sexual que nos unia, pensei diversas vezes em me casar com esse rapaz, porque bom mesmo é viver essas emoções com o sentimento junto com o perigo, tesão e coração batendo forte sem parar. Como isso não aconteceu não demos continuidade a nossa aventura.
Não sei dizer se para mim isso foi benéfico, pois me abriu o caminho para outras relações sexuais sem o amor que eu gostaria de ter. Até que, alguns anos mais tarde e após alguns parceiros, consegui viver o sexo da maneira que eu sonhava, inclusive me permitindo chegar ao orgasmo. Mas esses fatos vão ficar para serem escritos em uma outra oportunidade.

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