I FUCKED HER

She was a very naughty girl. Of these restless girls, who are never satisfied with anything. Inconsequent, she was always ready to challenge the most different situations, as long as the result was contrary to what was normal. I like to break paradigms “, he was always saying. I’m not sure if she had a perfect idea of ​​what it would be like to break paradigms. Able to hold interesting debates on various subjects. And he liked to talk to me. And to contradict me, almost always, challenging me. The most important thing, however, was the respectful way in which we treated each other. young, she behaved, when she was with me, as if we were the same age. As for me, whenever we were together, she treated her in the same way, but we knew that there was a silent dispute between us for space and power.
Our conversations were constant and always took place in the evenings, almost daily, on the square’s benches, where, always accompanied by a group of friends, we exchanged ideas, always ending matters by expressing our opinions. That when they resulted in someone’s most serious disagreement, it would be discussed the next night.
It was customary that we were the last to leave the group, every night. This is because we lived a block from the square and spent no more than a few minutes to get to our homes. My house was right in front of yours. I lived alone and she lived with her mother, since her father had passed away.
One night, when the last of our friends said goodbye, going home, before I got up from the bench, she said to me “Don’t you think it’s too early for us to leave?” and added “If you want, we can talk for a while. Or as long as you want”. I asked him “Wow, won’t your mother be worried, waiting for you?” Then she told me no, that her mother had traveled to deal with some matter in the Capital and that she would stay there for three days. So, she could come home anytime she wanted. “Oh, I had an idea. How cold it is, why don’t we go home and keep talking there? I’m really sleepy. What do you think? Topa?” And finished “When you can’t stand to stay up anymore, you can go to bed, sleep. I don’t know how to spend the night, even “. I got up from the bench, bowed, indicating that she could take the lead, and we headed for our street. When we arrived in front of our houses, I asked “Yours or mine?” and I laughed. She turned and walked over to my house, standing at the door and waiting for me to open it.
The clock on the wall in the living room said fifteen minutes to eleven at night.
While we were talking, I made a hot chocolate, put some goodies on the table, sat down and ate lunch and then went to the living room. Sitting on the couch, we watched the television.
Without saying anything, she lay down on the sofa, resting her head on my lap. “Do you mind?” I told him no, that I could be at ease and feel more comfortable. Then she lifted her head, put her hand on the back of her neck, and straightened up. It was when his hand was resting on my cock, that he immediately reacted, hardening. I felt it when she shivered. Eyes closed, he moved the hand that held the back of the neck and turned it over to hold my dick in it, which had nowhere else to get hard. He raised his other hand, pulled my head and we kissed. Greedily. Madly. Ardently. Tongue with tongue. Tongue versus tongue. One mouth wanting to swallow the other, tightened, crushed into a deep kiss. A crazy, endless kiss, while mouths caress.
We got up from the couch and I took her to the room where we undressed. We hugged and she, spreading her legs slightly, placed my cock between her. We kissed, one body pressed to the other as if they wanted to merge. With one hand I caress your small, hard, while with the other I squeeze your ass, running my fingers lightly over your ass. She rolls very slowly, hugging me, as if dancing to music that only she could hear.
I lay on the bed on my stomach forever, the hardened cock pointing high. She eagerly snatched it up and sucked with all her will, with rhythmic movements, sometimes taking and licking her head, going down to the sack, now sticking it to the bottom of her throat. When he felt like he couldn’t take any more lust, he sat on my cock and let it into her pussy inch by inch, until his ass rested on my bag. He was poking up and down, moving his body as if he couldn’t balance and was going to fall. I let her control it and she commanded the fuck as she pleased. Quickly, without cutting the lust, she lifted her ass, held my dick in her hand and put it in her ass, sitting up so that he could get in first, with a groan. I was pumping him until a wave of pleasure invaded me and I felt a jet of cum squirting, hot and strong. She received my cum in her ass with a moan and a shudder.
The sun was about to rise in the sky when she went to her home. I simply turned to the corner, adjusted the pillow and slept. That night I had tapped the slap.

SAPEQUEI A SAPECA

Ela era uma garota muito sapeca. Dessas garotas inquietas, que nunca estão satisfeitas com nada. Inconsequente, estava sempre pronta a desafiar as mais diferentes situações, desde que o resultado fosse contrário ao que fosse normal. Gosto de quebrar paradigmas”,estava sempre dizendo. Não sei bem se ela tinha a perfeita noção do que fosse quebrar paradigmas.Mas não posso negar que ela, embora fora dos padrões normais de comportamento social, era bem educada e aparentava ter um educação sólida e ampla. Capaz de sustentar interessantes debates sobre vários assuntos. E gostava de conversar comigo. E de me contradizer, quase sempre, me desafiando. O mais importante, no entanto, era a forma respeitosa como nos tratávamos. Ela, mesmo sendo muito mais nova, comportava-se, quando estava comigo, como se tivéssemos a mesma idade. Quanto a mim, sempre que estávamos juntos, a tratava da mesma maneira. Mas sabíamos que havia entre nós uma silenciosa disputa por espaço e poder.

Nossas conversas eram constantes e ocorriam sempre nas noites, quase que diariamente, nos bancos da praça, onde, sempre acompanhados de um grupo de amigos e amigas, trocávamos idéias, sempre finalizando os assuntos emitindo as nossas opiniões. Que, quando resultavam em alguma divergência mais séria de alguém, esta seria discutida na noite do dia seguinte.

Já era de praxe que fossemos os últimos a deixar o grupo, todas as noites. Isto porque morávamos a um quarteirão da praça e não gastávamos mais que alguns poucos minutos para chegar em nossas casas. A minha casa era bem em frente à sua. Eu morava sozinho e ela morava com a mãe, já que o pai  havia falecido.

Uma noite, quando o ultimo dos nossos amigos despediu-se, indo para casa, antes que eu me levantasse do banco, ela me disse “Não acha que ainda está muito cedo pra gente ir embora?” e completou “Se você quiser, a gente pode ficar conversando mais um pouco. Ou o tempo que você quiser”. Eu lhe perguntei “Uai, sua mãe não vai ficar preocupada, te esperando?” Aí ela me disse que não, que sua mãe havia viajado para tratar de algum assunto na Capital e que lá ficaria por três dias. Então, ela podia chegar em casa a qualquer hora que quisesse. “Oh, tive uma ideia. Como está muito frio, porque a gente não vai pra casa e continuamos a conversar lá? Estou sem sono , mesmo. O que você acha? Topa? ”  E finalizou “Quando você não aguentar mais ficar acordado, pode ir pra cama, dormir. Sei  não aguenta virar a noite, mesmo”. Eu me levantei do banco, fiz uma mesura indicando que ela podia tomar a frente e seguimos para a nossa rua. Ao chegarmos em frente a nossas casas,  perguntei “Na sua ou na minha?” e dei uma gargalhada. Ela virou-se e andou para a minha casa, parando na porta e esperando que eu a abrisse.

O relógio na parede da sala marcava quinze minutos para onze da noite.

Enquanto conversávamos, fiz um chocolate quente,  coloquei na mesa algumas guloseimas, nos sentamos e lanchamos e depois fomos para a sala. Sentados no sofá, ficamos assistindo a televisão.

Sem falar nada, ela deitou-se no sofá, apoiando a cabeça no meu colo. “Se importa?” eu lhe disse que não, que poderia ficar à vontade e como se sentisse mais confortável. Ela, então, levantou a cabeça, colocou a mão apoiando a nuca e ajeitou-se. Foi quando sua mão ficou apoiada sobre o meu pau, que imediatamente reagiu, endurecendo. Eu senti quando ela arrepiou-se. Olhos fechados, movimentou  a mão que segurava a nuca e a virou para segurar nela o meu pau, que já não tinha mais onde ficar duro. Ergueu a outra mão, puxou a minha cabeça e nos beijamos. Avidamente. Loucamente. Ardentemente. Língua com língua. Língua contra língua. Uma boca querendo engolir a outra, apertado-se, esmagando-se em um beijo profundo. Um beijo louco, sem fim, enquanto as bocas se acariciam.

Nos levantamos do sofá e eu a levei para o quarto onde nos despimos. Nos abraçamos e ela, abrindo levemente as pernas, colocou entre ela o meu pau. Nos beijamos, um corpo apertado ao outro como se quisessem se fundir. Com uma das mãos eu acaricio o seu peitinho, durinho, enquanto que com a outra aperto a sua bunda, passando os dedos levemente sobre o seu cuzinho. Ela rebola bem devagar abraçada a mim, como se dançasse uma musica que só ela ouvia.

Deitei na cama de barriga para sempre, o caralho endurecido apontando para o alto. Ela o abocanhou com avidez e ficou chupando com toda a vontade, com movimentos cadenciados, ora tirando e lambendo a cabeça, descendo até o saco, ora enfiando até o fundo de sua garganta. Quando sentiu que não aguentaria mais de tesão, sentou-se sobre o meu pau e o fez entrar em sua buceta centímetro por centímetro, até sua bunda se apoiar no meu saco. Ficou bucetando para cima e para baixo, mexendo o corpo como se não conseguisse se equilibrar e fosse cair. Eu a deixava controlar e ela comandava a foda conforme a sua vontade. Rapidamente, sem cortar o tesão, ela levantou a bunda, segurou em sua mão o meu cacete e o colocou no cu, sentando-se para que ele entrasse de primeira, com um gemido. Eu fiquei bombando nele até que uma onda de prazer me invadiu e senti um jato de porra esguichar, quente e forte. Ela recebeu a minha porra em seu cu com um gemido e um estremecer do corpo.

O sol estava para nascer no céu quando ela foi para a sua casa. Eu, simplesmente, virei para o canto, ajeitei o travesseiro e dormi. Naquela noite eu havia sapecado a sapeca.

FRIDAY

Feliz sexta-feira. mão, lettering | Vetor Premium

TO BE READ IN THE MORNING

I challenge myself to do only good; I don’t care how hard I have to work to achieve the goal I set myself to be good at; evil will not be accepted in me; I will not be bad at any time; Everyone who depends on me will be awarded my best performance.

PSALM 45:17 – I will perpetuate your memory from generation to generation, for which the peoples will praise you forever.

TO BE READ DURING THE DAY

I will not let myself depart from the Lord and his teachings; I will work hard and dedication; I will be patient and harmonious; I will share my happiness and joy with my family. I will leave no doubt to my relationship. Everything about me will be clear and easy to understand.

PSALM 107: 8 – Give thanks to the Lord for his constant love, and for his wonders for the children of men.

TO BE READ BEFORE SLEEPING

I will have no trouble sleeping, because I had a happy day and I am safe; The comfort of my home is my guarantee of a good sleep; I will fear nothing this night, for my heart is calm and beating neatly; No nightmare will disturb my peace during my sleep; my sleep will be calm, without restlessness.

PSALM 121: 2 – My help comes from the Lord, who made heaven and earth.
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SEXTA -FEIRA

Feliz Sexta-Feira pra Você !! mensagem - YouTube

PARA SER LIDO PELA MANHÃ

Eu me desafio a praticar apenas o bem; Não me importa o quanto precise trabalhar para cumprir  a meta que me impus de ser bom; o mal não terá acolhida em mim; Não serei  em nenhum momento, mau; Todos os que dependerem de mim serão agraciados com o meu melhor desempenho.

SALMO 45:17 – Perpetuarei a tua memória de geração em geração,pelo que os povos te louvarão para sempre.

PARA SER LIDO DURANTE O DIA

Não me deixarei afastar do Senhor e de seus ensinamentos; Trabalharei com afinco e dedicação; Serei paciente e harmonioso; Compartilharei com os meus familiares a minha felicidade e alegria. Não deixarei nenhuma dúvida empanar os meus relacionamentos. Tudo em mim será claro e fácil de entender.

SALMO 107:8 – Dêem graças ao Senhor pelo seu constante amor, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens.

PARA SER LIDO ANTES DE DORMIR

Não terei dificuldades para dormir, porque tive um dia feliz e estou seguro; O conforto do meu lar é a minha garantia de um bom sono; Nada temerei nesta noite, pois o meu coração está calmo e bate ordenadamente; Nenhum pesadelo importunará o meu sossego durante o meu sono; o meu sono será calmo, sem agitação.

SALMO 121:2 – O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra.