FAZER EXERCÍCIO É TUDO DE BOM

                           

Quando a campainha tocou, fui atender a porta e lá estava a minha vizinha Carolina toda sorridente. “Olá, bom dia. Um dia desses eu passei aqui, a sua porta e ouvi um barulho que me pareceu ser de uma esteira. Você faz exercícios em casa?” Eu lhe disse que sim, que de fato eu caminhava em uma esteira todos os dia, pela manhã. Ela me perguntou se podia ver a esteira e eu a convidei a entrar e a levei até a sala, onde a esteira estava colocada. Surpreendeu-se ao ver, do outro lado da sala, uma bicicleta ergométrica. “Meu Deus. Você tem aqui uma verdadeira academia”. Então, ela me disse que era personal trainer e que, com a crise que estávamos vivendo, estava sem clientes e ficando só em casa, sem se exercitar devidamente, por falta de espaço e aparelhos. E que começava a se sentir fora de forma, o que não era bom porque seria um complicador caso alguém a quisesse contratar. Assim, tinha criado coragem para falar comigo para saber se eu podia alugar a minha esteira para que ela se exercitasse. No horário que eu achasse melhor, já que ela tinha o dia todo de folga. Eu lhe disse que podia usar a esteira e também a bicicleta à vontade, que não iria cobrar nada dela porque só eu que usava, mesmo, e nem era todos os dias e que, como eu trabalhava apenas no período da tarde, ela poderia fazer seus exercícios pela manhã. E acrescentei “Se quiser, você pode começar até agora,” Ela sorriu, agradeceu e me disse que começaria no dia seguinte.

Às sete e meia da manhã, Carol, como ela me pediu para chamá-la, começou a malhar na esteira. Eu lhe perguntei se podia ficar ali, na sala, lendo o jornal e assistindo sentado no sofá e ela permitiu.

Carol era uma loira de altura mediana e um corpo espetacular, verdadeira amostra de como deveria ser o corpo de uma personal trainer. Muito malhado. Vestia um short preto, um pouco largo, um top reforçado, meia e tênis. Ela começou a caminhar de uma forma lenta, foi graduando a esteira até alcançar uma velocidade bem alta.

Do sofá, onde estava, eu apreciava os seus movimentos e, vez por outra, ela me olhava sorrindo.    

Passada a primeira hora, ela desceu da esteira, passou para a bicicleta e começou a pedalar. Até completar mais uma hora.

Quando terminou, estava coberta de suor. Depois de muita insistência eu consegui fazer com que ela aceitasse usar o chuveiro da suíte para uma ducha. “Não é legal você sair toda suada desse jeito para tomar banho no seu apartamento. Faz de conta que estava malhando na academia. Toma uma ducha enquanto o seu corpo ainda está quente. Já deixei toalha limpa lá, prá você”. Enquanto ela se banhava, pui para a esteira e fiz os meus exercícios matinais. Depois que ela se foi, tomei uma bela ducha e bati uma gostosa punheta imaginando o que faria com ela, num dia desses.

No outro dia Carol, como ela queria que eu a chamasse, se apresentou para se exercitar vestindo um short branco, curtinho,tão colado ao seu corpo que parecia ser a sua própria pele. Dava para perceber que estava sem calcinha. Assim, quando o suor começou a correr pelo seu corpo, o volume de sua buceta foi se destacando entre suas pernas, como se estivesse nua.  Do sofá, eu a olhava com tanta intensidade que não pude mais conter o meu desejo e meu pau endureceu e ela, quando viu, me sorriu dizendo “Me desculpe, eu não queria te constranger. É que lá em casa estou acostumada a fazer meus exercícios pelada. Então, vim assim, mas não queria te deixar sem jeito. Achei que nem ia perceber. Me perdoa?”  “Não há o que te perdoar” eu falei quase sem voz. “Não estou constrangido. É que eu ainda não tinha percebido o quanto você é gostosa, Carol. Meu Deus. Se quiser, pode malhar pelada. Eu não me importo de jeito nenhum”. Ah, é?” ela respondeu descendo da esteira e tirando o top e o shortinho, ficando apenas de meia e tênis. “Que bom que você não se importa. Vou aproveitar pra ficar como eu gosto”.

Não deu outra, eu a beijei e a levei para o quarto. Ela fingiu que resistia mas logo logo estava abrindo as pernas lentamente e deixando que eu pegasse  na sua buceta, que já estava toda molhada. Tirei a minha roupa e ela pôde sentir que a minha pica já estava muito dura e quente, segura na sua mão.
Como eu pude perceber antes, quando ela estava na esteira, ela tinha a buceta  toda lisinha e eu me deliciei a chupando muito gostoso, passando a língua em todo o seu grelinho inchado, mordiscando seus lábios carnosos enquanto apertava sua bunda, beliscando forte e passando os meus dedos de leve sobre o seu cu. Ela corcoveava como uma louca e gemia como se estivesse chorando. Eu a deitei, fui pra cima dela e comecei a enfiar meu caralho em sua buceta. Ela abriu suas pernas ao máximo deixando ele entrar bem, cada vez mais fundo. Trocamos de posição e ela sentada sobre mim subia e descia no em pau, me deixando ao ponto de gozar. E a fiz erguer-se e a abaixei dizendo “Quero encher sua boca de porra”. Caprichosamente ela me chupou e quando sentiu que eu não aguentava mais, parou a chupada, virou-se de quatro e me disse “goza no meu cu, goza.”  Como ela estava com a bunda toda melada, foi só encostar o meu cacete no seu cu e empurrar de levinho que ele atolou todo de uma vez. Ela se pôs a rebolar e disparou a falar vai, vai, vai, estou abertinha pra você fuder, me come gostoso, enche o meu cu de porra, vai, não para, não para, vem guloso, come o meu cu, agora goza goza, goza comigo” eu senti quando um jato quente de porra saiu do meu pau e escorreu pra dentro do seu cu. Gozamos juntos loucamente.

Carol e eu tomamos um banho gostoso, juntos, ela foi para a sua casa e eu comecei a me preparar para ir trabalhar, como fazia todos os dias. Rotina, sabem, rotina.

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