O Caseiro

Desde que havíamos comprado o sítio, passávamos lá todos os finais de semana, dias santos e feriados. Durante a semana os sítio ficava entregue a um caseiro, em quem confiávamos totalmente e a quem déramos autonomia e autoridade para resolver todos os assuntos, como se fosse o dono. Assim, quando íamos para lá era para aproveitarmos de verdade, e o fazíamos como se fôssemos hóspedes e não proprietários. Dessa maneira podíamos nos divertir sem qualquer outra preocupação. E descansar dos afazeres da semana, na cidade. Tudo corria conforme eu e Aderaldo, meu marido, tínhamos planejado, até então. Ai, um dia, aconteceu o inesperado.

Aderaldo precisou fazer uma viagem inesperada e não programada para resolver uns assuntos do banco em que trabalhava e só voltaria uma semana depois. Viajou numa sexta-feira, pela manhã e. naquela mesma noite fui para o sítio. Seria a minha primeira experiência sozinha, lá.

Acordei, no dia seguinte, bem cedo, como sempre fazia quando estava no sítio, fiz um café, me servi de um lanche reforçado e me pus a caminhar na direção do lago, sentando-me em um dos troncos de madeira que havíamos colocado estrategicamente lá, de onde podíamos observar a beleza das águas calmas e da natureza ao redor.

Absorta em meus pensamentos, só percebi que não estava sozinha quando ouvi um som como alguém limpando a garganta. Levei um baita susto e levante-me rapidamente. Ao vira-me deparei com Josemar, o caseiro, que me observava discretamente. “Ai, que susto Josemar. Não ouvi você chegando” eu lhe disse… “Me desculpe Dona Flor. Eu nã queria assustá-la” respondeu. “Eu não sabia que estava aqui hoje, Josemar”. Então ele me disse que Aderaldo, preocupado por não poder me acompanhar, tinha ligado  para ele informando que iria viajar e pedindo que me desse toda a assistência que eu precisasse, já que estaria sozinha naquele final de semana. “A senhora está precisando de alguma coisa?”. Eu lhe disse que não. “Se precisar, é só chamar. Vou limpar a piscina e depois devo estar dando uma arrumada no jardim.” Eu agradeci, ele saiu e continuei a curtir o sol na beira do lago.

Como não gosto de fazer minhas refeições sozinha, ao voltar do lago fui até onde estava Josemar e o convidei e perguntei se ele não gostaria de me fazer companhia no almoço. Ele concordou, acrescentando “Será um prazer, mas só aceito se a senhora me deixar ajudar na cozinha” . Já que vamos cozinhar juntos, acho que já chega de me chamar de dona e de senhora. Me chame só de Flor, tá bem?”. E lá fomos nós.

Deixei Josemar na cozinha e lhe disse que iria trocar de roupa e que ele podia ir colocando mais madeira no fogão de lenha que eu já tinha acendido pela manhã, para fazer café, antes de sair para o lago.

Quando voltei, vestia um shortinho mínimo, desses que ficam socados na regueira dividindo a bunda ao meio, tão apertado que destaca a testa da buceta e uma blusinha transparente, deixando ver um sutiã que, de tão pequeno que era, quase não cobria nada dos meus seios. Eu me sentia infinitamente sex. E atrativa. La Femme Fatale.

Acontece que eu tinha tido uns sonhos esquisitos durante a noite e acordado, aquela manhã, com um enorme tesão, razão pela qual tinha ido  a beira do lago, para acalmar o meu corpo. E estava conseguindo até que o Josemar apareceu. Aí, foi tudo por água abaixo. O tesão dobrou e eu senti que queria dar pra ele. Queria, não. Eu tinha que dar pra ele.

Durante o preparo do almoço Josemar não disfarçava o interesse por mim e já me comia com os olhos. Só de ver e sentir o quanto ele me desejava, eu já estava com a buceta toda molhada e a ponto de gozar ali, na sua frente, encostada no fogão. Eu sentia que não iria aguentar muito tempo. Nós sabíamos que íamos fuder e que faltava muito pouco para acontecer. Foi quando eu fui passar em sua frente para apanhar alguma coisa na geladeira. Ele me segurou pela cintura, por trás, e me apertou de encontro ao seu corpo.  Eu quase desmaiei quando o seu pau, durissimo, apertou a minha bunda, bme no meio dela, como se quisesse entrar em mim naquele instante, com roupa e tudo.

Ele me virou, me beijou, passou a mão pelos meus peitinho falando que eram lindos, apertava a minha bunda e mordia o meu pescoço. Desci a minha mão e senti o quanto o seu pau estava duro. Eu o tirei, peguei-o em minha mão e fiquei alisando, apertando, punhetando lenta e ritmadamente. Ele enfiou a mão dentro da minha bermuda e começou a passar os dedos por cima da minha buceta, de leve, fazendo um carinho que estava me enlouquecendo. Quando dei por mim, ele estava me fudendo com os dedos de uma forma tão gostosa que eu rebolava e o apertava tentando acompanhar o ritmo dos movimentos dos seus dedos dentro da minha buceta, entrando e saindo, de um lado para o outro, a palma da mão apertando entre as minhas pernas enquanto eu ia me abrindo cada vez mais para ele. Gozei varias vezes.

Com as pernas completamente bambas, peguei sua mão e o levei para o quarto. Tiramos a roupa, nos abraçamos e ele começou a chupar e morder os meus peitinhos. Eu me abaixei e comecei a chupara aquele seu cacete duro e babado. O pau dele parecia que ia explodir. Ele pediu pra eu sentar no colo dele frente pra ele, eu ficava subindo e descendo naquele caralho, sentando bem gostoso,  sentindo cada centímetro daquela rola entrando bem fundo na minha buceta. Ele não agüentando mais de tesão, encheu minha buceta de porra. Quando senti aquele jato quente me inundando, comecei a gozar naquele pau delicioso. Deitei sobre seu corpo e quando seu pau saiu de dentro de mim senti a porra escorrer pelas minhas pernas e pelo meu cuzinho. Bem rapidinho eu pus o seu pau na minha boca e comecei a chupar. Eu tremia a cada gota que saia do seu pau e só parei de chupar quando senti que tinha deixado ele molinho e limpinho.

Satisfeitos, tomamos um banho juntos e voltamos para a cozinha onde o almoço ainda estava por terminar.

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