TRISTEZA DE AGOSTO

Tulipas, Espaço, Madeira, Vaso, Parede

O sonho se desfez,

fez ruir o meu mundo,

e o meu primeiro poema pós-morte,

nasceu, aqui, neste momento.

Cheio de uma luz desconhecida.

E fica, no tempo perdido,

o tempo que eu tinha,

familiar.

Uma saudade, eterna,

começou a tomar conta

de tudo o que é meu,

em agosto.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s