A VERDUREIRA

Ele trabalhava com o marido em uma banca de verduras em um bairro da periferia, bem distante de onde morava. Nós já nos conhecíamos de longo tempo, já que seus pais e eu éramos amigos. Apesar da enorme diferença de idade que existia entre nós, sempre nos demos muito bem. Era ainda adolescente quando eu a conheci. Eu sempre a achei muito inteligente, com uma cabeça muito avançada para a sua idade. Simpática e boa de papo. Muito boa companhia.

Quando nos conhecemos, namorava há muito tempo um antigo colega de escola e, como todos que os conheciam acreditavam, casou-se com ele.  Mudou-se para a casa que ela e o marido construíram num bairro afastado, mas todos os finais de semana eram divididos entre as casa de seus pais e de seus sogros. Dessa forma, continuamos a nos ver vez por outra, já que eu continuava a frequentar a casa de seus pais. Nessas ocasiões, mantínhamos quase sempre conversações de alto nível, livres de lugares comuns e de patrulhamento ideológico.

Como a família de seus pais viera do interior, sempre que podiam, estavam sempre viajando para visitar os seus avós. Então, um belo dia, me convidaram para acompanhá-los. Como estaria de recesso no serviço, aceitei e combinamos que, no dia anterior à viagem, eu dormiria na casa de seus pais, de onde sairíamos de carro bem cedinho, ainda de madrugada.

Estávamos assistindo a um filme na TV, na sala onde eu dormiria no sofá, quando ela chegou, dizendo que também dormiria lá  porque o marido iria no carro dele para o trabalho muito cedo e não teria como deixá-la e ela não teria como vir para a casa dos pais, ali. Pouco a pouco, todos foram se recolhendo para dormir. Fiquei sozinho na sala, já deitado no sofá, esperando o final do filme, quando ela chegou bem de mansinho e me perguntou alguma coisa. Quando me virei para responder, um choque de realidade se apossou de mim, de uma vez. Era verão e ela parecia não ter muita roupa para por sobre o corpo. Assim, apareceu vestindo uma blusa branca e uma saia com flores vermelhas que descia até a metade das suas coxas. Como a sala estava na penumbra, com a luza apagada e ela estava de pé, de costas para a cozinha onde uma lâmpada iluminava quase todo o ambiente, percebi que todo o conjunto que vestia era transparente, deixando delineado os seios rijos, empinados, firmes  e bem feitos e que aquela saia,fininha, iluminada por detrás, também deixava que se visse seu lindo corpo e uma calcinha, de tão pequenina, que ao invés de proteger e esconder suas partes íntimas, mais sugeria e estimulava a minha imaginação ao observá-la. A beleza física daquele corpo espetacular e harmonioso, dos olhos grandes, do rosto suave era algo de inacreditável. Mas havia também uma beleza interior que dava realce ao físico. Era uma espécie de luz que parecia brotar das pupilas e da pele. Uma beleza interior tão radiante que às vezes sobrepujava  a exterior. Ela sentou-se no sofá bem em frente do que eu estava, cruzando as pernas. Eu fiquei estarrecido, abobalhado, contemplando aquelas duas maravilhas. Contemplei, sem nenhuma discrição,não apenas as pernas, mas todo o conjunto. Ela tinha um colo encantador, delicado, muito exposto no decote da blusa que usava. Os ombros eram perfeitos. Os quadris, uma obra de arte. Os seios eram impecáveis, movimentando-se com naturalidade, refletindo o ritmo da sua respiração. Endoideci. Ela, que não perdia sequer nenhum instante do meu encantamento, sempre sorrindo maliciosamente, me cumprimentou e saiu em direção ao seu quarto me deixando alí, pasmo, para sofre o resto da noite.

Ela procurava mostrar-se indiferente aos problemas do mundo, mas era suficientemente inteligente para entender que, vez por outra, os homens são superados pelos acontecimentos e acabam convertidos em personagens ativos contra a vontade.

Antes da noite terminar e o dia amanhecer nos pusemos a caminho. Comigo, que dirigia, iam seu pai, no banco do carona, ela e sua mãe no banco de trás. Durante todo o percurso ficamos nos procurando um ao outro pelo retrovisor. Confesso que dirigi a maior parte do tempo de pau duro.

Na roça, naquele primeiro dia, deixei o carro com o seu pai para que fosse ver seus parentes e fiquei na casa de seus avós, descansando, fazendo palavras cruzadas. À noite, dormimos cedo.

No outro dia quando acordei, seus pais haviam saído à pé para visitarem alguém e, assim que chegue na cozinha, ela me perguntou s3e eu poderia levá-la para fazer umas compras na cidade. Era perto, uns vinte minutos. Deixamos um recado para os seus pais e saímos. Ela vestia uma bermuda de pano grosso, larga e curta, jeans, azul e uma blusinha branca com um casaquinho também azul de jeans, aberto na frente.

Logo quando saímos ela me disse para ir bem devagar senão levantaríamos um poeirão. Pedi a ela que colocasse o cinto, que ela parecia ter esquecido de colocar. Quando ela se virou para fecha o cinto, seu casaquinho entreabriu e vi que estava sem sutiã, com o peitinho empinadinho como se quisesse arrebentar tudo e saltar para fora. Nós estávamos calados. Mas já sabíamos o que iria acontecer. Estendi a minha mão e a coloquei na sua coxa. Ela colocou a sua mão em cima da minha e deixou ficar. Então, entrei com o carro num desvio que parecia levar até alguma fazenda. Parei no meio do nada e nos pegamos pra valer. Não falamos nem precisávamos falar nada. Beijos e abraços e amassos e mãos no meu pau duro e mãos na buceta molhadinha e gemidos e apertos e língua na língua e agarrões. Tiramos as bermudas. Eu a sentei no meu colo e ela encaixou sua buceta no meu pau, abaixando o corpo até que ela ficasse todas atoladinha e começou um movimento de sobe e desce gostoso enquanto eu apertava os seus peitinhos e a segurava pela cintura. Com cuidado, fiz que foicasse de quatro apoiada no banco do passageiro, e encostei o caralho no seu cuzinho e o fui enfiando enfiando de levinho, sem forçar, enquanto ela gemia baixinho e rebolava de uma forma linda, afastando e chegando corpo para a frente e para trás, sem deixar o meu pau sair do seu cu. Gozamos juntos. Calados. Sem falarmos nada, nem uma palavra.

Ficamos lá na roça por mais três dias. Fudemos em cada um deles em lugares diferentes, sempre no mato na beira de algum lugar da estrada.

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