CHOREI DEMAIS, MAS NÃO ME ARREPENDO.

Até hoje, quando eu me lembro, sinto um friozinho na barriga. minhas pernas ficam meio bambas e me dá um nó na garganta. Ao mesmo tempo, meu coração acelera e um estranho langor se apossa do meu corpo e um doce prazer me envolva, como um gozo suave e gostoso. Verdadeiramente, eu me sinto como se em mim habitassem duas pessoas diferentes. Uma, que ao recordar o que aconteceu, sofre e se apavora. Uma outra que se regozija e se delicia. Quanto a ele, eu acho que nem deve mais ter nenhuma recordação. A sua vida simplesmente seguiu o seu rumo.

A data em que aniversariamos é sempre um marco importante em nossa vida. Mesmo acontecendo todos os anos, a cada aniversário comemoramos como se fosse o primeiro e o mais especial. Aquele, sim, foi especial. Eu completava dezoito anos. Maioridade, enfim. Estava eufórica. Seria independente. Iria para a faculdade. Ia ter minha CNH. Ia poder viajar sozinha. Essas eram alguma das coisas que eu poderia fazer ou desfrutar sem precisar dar satisfações a mais ninguém, se não quisesse. Hoje sei muito bem que nada disso tem tanta importância. Mas, naquele dia, ao completar dezoito anos em uma cidadezinha pacata, ordeira e muito tradicionalista do interior, era o máximo que se podia desejar.

Estávamos em Dezembro. Meu aniversário é no dia 16. A minha casa estava um alvoroço, com gente entrando e saindo, um vozerio intenso. Estava muito agitada, preocupada em fazer uma festa que ficasse marcada como de arromba.

Meus avós tinham chegado da Capital e concordado em que, quando voltassem, eu iria para morar com eles e fazer faculdade. Este era o meu melhor presente. Eu sonhava muito com aquele momento. Já estivera lá, quando em férias, e tinha adorado. Os velhos eram bastante evoluídos, com pensamentos modernos e me deram, na época, toda a liberdade que eu nunca tinha tido. Sem horas marcadas para nada. “Você está de férias, então aproveita”. E assim eu fiz. Aproveitei tanto que até perdi a virgindade lá, na Capital, no caralho de um menino da minha cidade que estudava medicina. Durante o tempo em que fiquei na casa dos meus avós, Cláudio me fez companhia. Tornou-se, assim, o meu guia turístico, o companheiro de copo, o amigo de bate-papo, o segurança e, naturalmente, o namorado e o amante. Todos essas características afloraram nos momentos próprios. Claudio foi, naquelas férias,sem nenhuma dúvida, tudo o que eu precisava ter para ser feliz em meus dezesseis anos. Há dois anos não sabíamos mais um do outro.

Para celebrar os meus dezoito anos meus pais fizeram reserva do salão nobre do clube social, onde meus convidados começaram a chegar às dezoito horas. No centro do salão nobre estava colocada uma mesa com variada gama de comestíveis, um barril de chopp em cada canto do salão e um freezer na salinha de  limpeza, cheio de cerveja, refrigerantes e sucos. Numa prateleira garrafas de cachaça.

Eu me desdobrava para dar atenção a todos, parando com uns, acompanhando outros pelo salão, sentando nas mesas, enfim, tentando ser boa anfitriã. É claro que, embora tivesse vivido praticamente a vida inteira ali, algumas daquelas pessoa não eram minhas conhecidas. Eram amigos dos meus pais, dos amigos dos meus pais, amigos de meus amigos e assim por diante. No palco, uma banda da cidade começou a tocar e as pessoas começaram a dançar ao redor da mesa, colocada no centro. Eu observava despreocupada quando  senti alguém, por detrás, tocar no meu ombro. Ao me virar, vi Claudio me sorrindo com os braços abertos. Eu o abracei. “Mas que surpresa agradável, Cláudio. Eu estava com muitas saudades de você. Que bom que está aqui”. Ele me disse que tinha chegado naquela tarde e que ao saber que eu ia fazer festa de aniversário, arranjou logo um jeito de ir. E, chegando para o meu lado, acenou para alguém. “Quero que conheça um amigo. Este é o Conrado. É médico também, e trabalha comigo na Santa Casa, em São Paulo”. O amigo de Cláudio era um cara normal, desses que em uma roda de homens não chamaria muito a atenção de nenhuma mulher. Nos abraçamos e eu lhe disse que se é amigo do Claudio, é gente boa e meu amigo também” e continuei “venham comigo,precisam beber alguma coisa. Afinal de contas, esta não é uma festa de crianças”. E os levei até a salinha do freezer.

Como  o salão estava muito cheio, deixei os dois bebendo e conversando com outras pessoas num canto do salão e fui cuidar de atender aos outros convidados. De vez em quando, eu procurava dar uma olhada onde estavam Cláudio o seu amigo. Foi quando percebi que todas as vezes que eu me virei para eles, Conrado estava com os olhos me observando.

Lá pelas tantas, eu, de tanto bebericar com uns e outros, de mesa em mesa, já estava um tanto quanto alta. Eu, quando bebo, rio à toa, fico com o rosto muito vermelho e me sinto corajosa, perco totalmente a noção do que seja perigoso. Me considero capaz de qualquer coisa. E foi o que aconteceu. Sem saber como, de repente me vi sentada em um dos degraus da escadinha que levava ao palco, onde a banda agitava o povo com musicas de todos os estilos. Ao meu lado estava Conrado. Eu podia ver o Cláudio dançando com alguém que eu não identifiquei. “Você está gostando da festa?” perguntei. Ele me disse que sim, que estava. Mas que o melhor mesmo era poder estar ao meu lado, que eu estava muito bonita e que agora podia confirmar tudo o que o Cláudio já tinha falado de mim com ele. “Como assim, perguntei. O Cláudio já falou de mim com você”. “Sim várias vezes” ele disse. Sei muito sobre você”. Eu senti que ele estava ficando muito interessado em mim. E provoquei “O Cláudio só falou coisas boas, não foi? O que ele falou?” Abaixando a voz, colocou a mão no meu ombro e me falou olhando nos meus olhos “Ele disse que foi o primeiro a comer você. Que estourou o seu cabaço. E que você fode muito gostoso”. Eu senti um calor correndo o meu corpo e fiquei olhando para ele, sem dizer nada.

Ele pegou a minha mão e falou me olhando nos olhos  “Porque a gente não sai e você me leva pra algum lugar onde possamos ficar sozinhos. Tô te querendo”. Sem pensar em nada eu falei “Não dá. Está doido? Essa gente minha convidada.” Amanhã a gente sai. Eu te busco. Onde você ficou? Ele me disse que estava na casa do Cláudio. Combinamos que eu o buscaria às vinte horas, o dia seguinte.

A festa do meu aniversário só terminou às quatro da manhã.

No outro dia passei o dia descansando e às oito horas fui de carro até a casa do Cláudio onde Conrado já esperava por mim do lado de fora. Sem muita conversa dirigi até o Motel. Já começamos uma amasso ainda no carro. Quando entramos no quarto eu já estava querendo muito que ele me fodesse.

Ele me ajudou a tirar a minha roupa e deitei-me na cama enquanto ele se despia de costas para mim. Eu já estava molhadinha e minha boceta se comprimia de tesão.Quando Conrado se virou eu vi que seu caralho estava duro e não pude deixar de escapar um “Meu Deus” com avoz trêmula e abafada. “Eu acho que não vou aguentar isso tudo” . Percebendo o meu susto ele procurou me tranquilizar “Calma, não precisa ficar assim. Sei que meu cacete é grande mas você vai aguentar, sim. Eu vou por com cuidado, com paciência.” É que eu nunca vi uma pica tão grande e tão grossa. Até hoje, eu só dei pro Cláudio. E o pau dele eu aguentei bem porque é muito menor que o seu”. Enquanto ele me tranquilizava, ia alisando a cabeça do caralho que ia ficando cada vez mais duro. Ele deitou ao meu lado, de barriga pra cima e aqule mastro ficou empinado como se esperasse por uma bandeira. Incrível. Ele me disse que tinha 32 centímetros. Ele me perguntou, com a maior simpatia, se eu queria desistir. Se eu quisesse, poderia só bater nele uma punheta e ele iria entender perfeitamente e nós iríamos embora. Eu fiz que sim, que ia bater nele uma punheta e a gente iria embora, pois eu estava com muito medo daquele enorme caralho entrando em mim.

Apanhei aquela monumento em minhas mãos e comecei bater nele uma punheta. Era tão grosso que minha mão não o cobria todo. Ele foi relaxando e o pau ficava cada vez maior. Eu quis chupara aquela piroca monstruosa e ela não entrou na minha boca. Fiquei uns minutos lambendo. Enquanto lambia, minha boceta estava enlouquecendo de vontade de foder. Meus pensamentos se embaralharam. A vontade foi crescendo e o medo sumiu como por encanto. Fiquei de quatro e falei “Vem e me fode. Quero sentir você me rasgando com essa pica todinha. Eu não estou com medo mais não. Me come”.

Ele me pegou por trás, segurou minha cintura, eu abri bem as pernas, encostei o meu rosto no colchão e levantei bem a bunda. Ele pegou um óleo na mesinha, besuntou o seu caralho e toda a minha bunda, boceta e cuzinho, e encostou aquela cabeça enorme, que mais parecia um goiaba vermelha de tão grande e começou a enfiar em mim. Senti que não seria possível fazer entrar tudo aquilo na boceta que, a essa altura, ardia, queimava, faiscava e se esticava procurando abrir cada vez mais. Ele foi rompendo, apertando a mina bunda e enfiando o pau. Até que não deu mais. Parou de entrar e ele começou a socar, socar, tirando e enfiando. Eu fui sentindo uma mistura de horror pela dor que o pau me fazia sentia, como se me rasgasse toda a bunda e um prazer doido, como nunca tinha sentido antes, querendo que ele não parasse. “Ai, meu Deus, tá doendo muito. Enfia mais, vai, me come. Ai ai que dor. Não para. Me rasga. Eu vou gozar de novo. Tô gozando, Ai, que dor do caralho. Filho da puta. Você tá me matando de dor. Que gostoso, agora, agora, tô gozando de novo, Goza você na minha boceta. Faz esse pauzão gostoso me fazer gozar de novo. Vem, amor, enche a minha boceta de porra quentinha.” Eu chorava copiosamente enquanto ia falando besteiras no seu ouvido. Ele ia me enfiando o ferro sem dó, calado, mudo. Quando gozou e encheu a minha boceta de porra, a sua pica já tinha entrado tão fundo na minha boceta que não tinha mais nem um pouquinho fora dela e o seu saco ficava batendo na minha bunda quando o pau entrava até o fim.

Pensando bem, hoje eu considero que a pica descomunal do Conrado foi que tirou, de verdade, o meu cabaço. Porque dar a boceta para o Cláudio foi como brincar de casinha perto do que senti dando a boceta para o Conrado.

É verdade e não nego que chorei demais na ponta daquele pica. Mas juro que não me arrependo.

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