VOCÊ JÁ BEIJOU NA ESCADA?

Silhuetas de casal se beijando, silhueta de casal se beijando ...

Ela aparecia na lanchonete pelo três vezes, todos os dias. Lanchava pela manhã, almoçava sempre ao meio-dia e lanchava à tarde. E sempre era eu quem a atendia, no balcão. Ou porque ela me  esperava para fazer o seu pedido, quando o balcão estava cheio ou porque eu arranjava um jeito de estar disponível para ela, quando a via chegando. Depois de servida, ela sempre se sentava em alguma mesa de onde ficávamos nos vendo.

Quase não falávamos porque , sempre, um de nós dois estava sempre com muito ocupado. Eu, correndo pelos corredores do shopping entregando os pedidos por telefone e ela atendendo os clientes na loja onde trabalhava.

Quando podia eu passava por lá, para vê-la. Nesses momentos, eu me encostava na vitrine e ficávamos conversando bobagens. Mas sempre por pouco tempo e raramente sozinhos. A loja sempre estava cheia ou o dono estava presente.

Eu sabia que ela era noiva. Ela exibia no dedo uma aliança bem visível.  Mas eu não podia negar que já tinha algum tempo que flertávamos. Nossos olhares eram certeiros e um achava o outro muito rápido. Ela me instigava. Adoro mulher que encara, olha nos olhos, não titubeia nem foge de um olhar insistente. Ela encarava. Ela olhava nos olhos. Ela nunca fugiu do meu olhar. Sim,ela uma mulher atrevida. Muito segura de si. Embora demonstrasse ser exatamente o oposto da maioria das garotas que trabalhavam no shopping. Ela era séria, estava sempre amável mas não deixava nenhum espaço para que se engraçassem com ela. E, sempre que fosse necessário,fazia com que sua aliança fosse percebida pela pessoa com quem falava. Eu era, com certeza, o único ali que brincava e gracejava com ela, mas sempre sem ultrapassar um certo limite, nos gestos e nas palavras. Mas os nossos olhos estavam sempre se olhando para além de todas as fronteiras. Para eles não havia nenhum limite.

Uma manhã eu fui fazer uma entrega e passei em frente a loja e, quando ela me viu, fez um sinal e foi encontrar-se comigo no corredor. Estendeu a mão e me entregou um envelope pedindo que o entregasse ao meu patrão. Explicou que era o convite para o seu casamento, que seria em vinte dias. Eu disse que o entregaria com prazer e ela virou-se e voltou para a loja. Não sei o que deu em mim na hora. Simplesmente fui atrás dela e lhe perguntei, de supetão, olhando nos seus olhos “Você já beijou na escada?”. Ela me encarou, séria, e respondeu “Eu já, sim. Mas aqui, nunca”. Demos, os dois, uma risada e eu fui fazer a minha entrega.

Na volta parei na loja e esperei que ela atendesse a uma cliente. Finalmente, quando ficamos só os dois eu lhe disse “Vou te esperar lá”, virei as costas e saí. Parei em um ponto da escada e fiquei esperando que ela aparecesse.

Não passou muito tempo eu a vi subindo os degraus vagarosa mas decididamente, sem olhar para os lados, sem nenhuma hesitação, sem aparentar insegurança ou medo. Quando se aproximou de onde estava, abri uma porta na qual estava encostado e fiz sinal para que entrasse. Estávamos em um quartinho que era usado como depósito da lanchonete e do qual eu tinha a chave. Lá de dentro, ouvíamos as pessoas subindo ou descendo os degraus da escada. Então, silenciosamente nos abraçamos e nos beijamos. No começo foi um beijo leve, de reconhecimento, de aproximação. Mas rapidamente nossas línguas começaram uma batalha em nossas bocas se enrolando, empurrando, cada uma querendo engolir a outra. Nós nos apertávamos ao ponto de quase nos esmagar. O meu pau foi ficando tão duro que era impossível ela não sentir que ele estava comprimindo as suas pernas. Bem devagar ela o pegou em sua mão e , enquanto nos beijávamos, ela foi brincando com ele, apertando, puxando. Abri o zíper da minha calça e ela tirou meu caralho, abaixou-se e se pôs a chupar, lambendo e engolindo com avidez e muita categoria. Eu acariciava os seus peitinho, que já tinha tirado para fora do sutiã e passava a mão pela sua bunda. Enfiei a mão por dentro da sua bermuda e fiquei alisando sua boceta, brincando com ela, deixando o meu dedo fazer carinho nos seus lábio carnudos, apertando de levinho seu clítoris. Ela, sem poder dar sequer um gemido, me apertava, fechava os olhos, tremia, se contorcia de prazer. Sem falar nada, tirou a bermuda e a calcinha, encostou-se em um engradado ficando de quatro, abriu as pernas e, pegando o meu cacete encostou-o na sua boceta. Eu o enfiei gostosamente e a fui fodendo com movimentos ritmados enquanto ela rebolava, afastava e empinava a bunda e ia fazendo o meu pau sair e entrar. Até que gozamos. Ninguém nos viu sair. Ela me disse que nunca tinha sido fodida a não ser pelo seu noivo.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s