É MUITO BOM QUANDO ACONTECE DO NADA

Eu e o meu noivo estávamos com a data do nosso casamento marcada, já tínhamos comprado todos os móveis e eletrodomésticos e, práticamente, não nos faltava muita coisa para coneçarmos uma vida a dois. Foi quando tivemos um problema imprevisto que se tornou um enorme aborrecimento. O apartamento que havíamos comprado, ainda na planta, com previsão para entrega antes da nossa data ajustada para o casamento, ia ter um atraso na entrega. Ocorreram alguns incidentes e a construtora decidiu que, não podendo cumprir o prazo que havia estabelecido no contrato feito conosco, assumiria o custo da locação de um apartamento onde poderíamos morar até que o nosso fosse entregue em definitivo.Assim, fomos autorizados a encontrar um local que fosse do nosso total agrado.

Como meu noivo trabalhava em outra cidade e só dispunha do domingo para estar comigo, fiquei com o encargo de fazer contato com  imobiliárias e visitar apartamentos disponíveis. Resolvemos então que eu não faria nenhuma escolha de forma apressada, uma vez que ainda dispúnhamos de um tempo razoável até a data que havíamos marcado. Estabeleci uma agenda para as visitas que faria e comecei a buscar onde morar.

Tudo estava transcorrendo com a maior tranquilidade e eu já tinha marcado três apartamentos como viáveis e possíveis de alugar, quando, uma tarde, recebi um telefonema de uma das imobiliárias que eu tinha agendado, me informando da desocupação de um apartamento em uma das ruas de minha preferência, em um bairro bem pertinho do centro. Combinei que iria dar uma olhada e me disseram que alguém estaria me esperando, com a chave e as informações que eu precisaria saber.

Era um predio antigo de apenas dois pavimentos. Na portaria fui recebida por um senhor aparentando ter uns cinquenta ou cinquenta e poucos anos, forte e muito simpático, com um sorriso fácil e dentes bonitos. “Olá, você deve ser a Luana. Eu sou o Francisco e estou aqui para mostar a você o apartamento”. Quando ele pegou a minha mão, aconteceu uma coisa que nunca tinha me acontecido e que me deixou muito sem jeito. Ao seu primeiro toque na minha mão eu senti como se uma descarga elétrica tivesse percorrido todo o meu corpo dos pés até a cabeça, me arrepiando todos os meus pelos. Foi instantâneo. O mais incrível é que senti que a minha boceta tinha ficado molhadinha.“Meu Deus, o que é isto?” eu pensei apavorada. Tudo aconteceu em um tempo que me pareceu enorme. Mas que não passou de segundos. Durante um aperto de mão. Quando ele soltou a minha mão eu percebi que estava completamente perdida, que não era mais senhora de mim, que seria capaz de fazer qualquer coisa porque já não tinha vontade própria. Ele continuava falando e eu não sabia mais nada porque não ouvia o que ele me dizia. Eu só queria olhar para a sua boca, para os seus olhos, para tudo nele.

Quando dei por mim, estávamos andando pela sala do apartamento.Ele ia se adiantando,  abrindo as janelas, abrindo as persianas e as portas enquanto eu o seguia. Enquanto ele ia me falando sobre as condições do aluguel e já não o ouvia. Entrei em um dos quartos, que me pareceu ser o de casal, e fechei a porta. Tirei toda a minha roupa e fiquei inteiramente nua. Tremia como se etivesse como se ardesse em febre. Meus pensamentos estavam bagunçados, embaralhados, ilógicos. A única carteza que eu tinha era a de que queria foder, queria ser fodida, queria que aquele Francisco me fodesse toa.

Quando ele abriu a porta eu podia jurtar que ele não estava surpreso, nem assustado. Estava muito natural como se já esperasse por tudo aquilo.

Me abraçou e começamos a nos beijar. A princípio, de uma forma natural. Depois, aos poucos, fomos nos tornando animais. As nossas linguas travavam uma briga feroz e brutal em nossas bocas. Mordíamos onde beijávamos deixando marcas em nossas peles. Eu gemia alto e meus gemidos ecoavam no vazio do apartamento. Ele tirou a sua roupa, sentou-se no chão e me sentou em seu colo enquanto amassava os meus peitinhos e dava chupões no meu pescoço. Senti quando o seu pau, duro como pedra, entrou todo, de uma vez, na minha boceta. Senti, na hora, uma sensação de invasão, de abandono e de prazer tão grande que gozei na penetração. Ele se pôs a me levantar e abaixar no seu pau, com as mãos segurando a minha bunda, eu me sentir como nunca havia sentido antes. Depois de nem sei quanto tempo ele me fez ficar de quatro e meteu com força o caralho  na minha xota, enquanto me chamava de vadia, de vagabunda, de puta e eu só ficava pedindo para ele foder mais forte, me comer todinha, encher a minha boceta de porra e me fazer gozar.

Quando ele gozou eu já tinha gozado nem sei quantas vezes.

Pra encurtar o assunto, hoje estou casada e moro com o meu marido naquele apartamento. Às vezes eu penso que aquele Francisco é um feiticeiro.

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