Last Walk

Motorista de carro placas de Bastos fica ferido em acidente em ...

In the beginning, the light was just a small ray of light so faint, that its brightness did not go beyond that of a child’s gaze, lost in
night. (Buté)

I

The car was parked at the central avenue. He was the only one there, at this time of night. Headlights off, wet with rain, seeming to have been abandoned by the owner.
As it was late, and also because it had rained, the sky was dark and the poor lighting of the streetlights only gave a yellowish spectrum of light at night, as if a thousand candles had been lit around the car. There was also a dense fog, making vision more difficult.
Few vehicles circulated along the avenue, always passing at high speed, raising splashes of wet asphalt.

II

He looked at the stationary car, completely disinterested, and continued walking.

Then, the little flame spread out, quickly, a huge beam was made, and the intensity of its brightness took over everything, making a red sun rise in the middle of the night. (Buté)

The last sound he heard before the impact was a squeak of tires.

Última Caminhada

Acidentes dramaticos em auto estradas vias publicas mortes - YouTube

            No princípio,a luz era apenas um  pequeno raiozinho de luz  tão tênue,que seu brilho não ia além  do brilho de um olhar de criança, perdido na

noite. (Buté)

I

            O carro estava estacionado, junto ao canteiro central da avenida. Era o único ali, àquela hora da noite. Faróis apagados, molhado de chuva, parecendo ter sido abandonado pelo dono.

            Por ser tarde, e também por haver chovido, o céu estava escuro e a fraca iluminação dos postes apenas dava, à noite, um espectro amarelado de luz, como se mil velas tivessem sido acesas, ao redor do carro. Havia, ainda, uma densa neblina, dificultando mais a visão.

            Poucos veículos circulavam pela avenida, passando, sempre, em alta velocidade, levantando respingos do asfalto molhado.

II

            Ele olhou o carro parado, de maneira totalmente desinteressada, e continuou a caminhar.

            Depois, a pequenina chama estendeu-se, rápida, fez-se um facho imenso, e a intensidade de seu brilho tomou  conta de tudo, fazendo nascer um sol vermelho no meio  da noite. (Buté)

            O último som que ouviu antes do impacto foi um ranger de pneus.

IT’S VERY GOOD WHEN IT HAPPENS


My fiance and I had our wedding date set, we had already bought all the furniture and appliances and, practically, we didn’t lack much to create a life together. It was when we had an unforeseen problem that has become a huge hassle. The apartment we had bought, still in the plant, scheduled for delivery before our wedding date, was going to be delayed in delivery. There were some incidents and the construction company decided that, not being able to meet the deadline that had been established in the contract with us, we would assume the cost of renting an apartment where we could live until ours was finally delivered. Thus, we were allowed to find a location that was to our liking.
As my fiance worked in another city and only had Sunday to be with me, I was in charge of making contact with real estate agents and visiting available apartments. We decided then that I would not make any choice in a hurry, since we still had a reasonable time until the date we had set. I set up an agenda for the visits I would make and started looking for places to live.
Everything was going smoothly and I had already marked three apartments as feasible and possible to rent, when, one afternoon, I received a call from one of the real estate agencies that I had scheduled, informing me of the vacancy of an apartment on one of the streets of my preference, in a neighborhood very close to the center. I agreed to take a look and was told that someone would be waiting for me, with the key and the information I would need to know.
It was an old building with only two floors. At the entrance I was greeted by a man who appeared to be in his fifties or fifties, strong and very friendly, with an easy smile and beautiful teeth. “Hi, you must be Luana. I’m Francisco and I’m here to show you the apartment”. When he took my hand, something happened that had never happened to me and that made me very uncomfortable. At his first touch on my hand, I felt as if an electric shock had run through my entire body from feet to head, making my hair stand on end. It was instantaneous. The most incredible thing is that I felt that my pussy had become wet. “My God, what is this?” I thought terrified. It all happened in a time that seemed huge to me. But that was not more than seconds. During a handshake. When he let go of my hand, I realized that I was completely lost, that I was no longer my lady, that I would be able to do anything because I no longer had a will of my own. He kept talking and I didn’t know anything anymore because I didn’t hear what he was saying. I just wanted to look at your mouth, your eyes, everything in it.
When I found out, we were walking around the living room of the apartment. He was moving forward, opening the windows, opening the blinds and doors while I followed him. While he was talking to me about the conditions of the rent and I no longer listened to him. I went into one of the bedrooms, which seemed to be a double, and closed the door. I took off all my clothes and was completely naked. He trembled as if he were burning with fever. My thoughts were messy, shuffled, illogical. The only thing I had was that I wanted to fuck, I wanted to be fucked, I wanted that Francisco to fuck me for nothing.
When he opened the door I could have sworn he was neither surprised nor scared. It was very natural, as if I had expected all this.
He hugged me and we started to kiss. At first, in a natural way. Then, little by little, we became animals. Our tongues fought a fierce and brutal fight in our mouths. We bit where we kissed leaving marks on our skins. I moaned loudly and my moans echoed in the emptiness of the apartment. He took off his clothes, sat on the floor and sat me on his lap while he kneaded my titties and gave hickeys on my neck. I felt it when his cock, hard as stone, entered all, at once, in my pussy. I felt, at the time, a sensation of invasion, abandonment and pleasure so great that I enjoyed the penetration. He started to get me up and down on his cock, with his hands holding my ass, I feel like I’ve never felt before. After I don’t even know how long he got me on all fours and put the cock in my pussy hard, while calling me a bitch, a slut, a bitch and I just kept asking him to fuck harder, eat me whole, fill my my fucking pussy and make me come.
When he came I had already come, I don’t know how many times.
To make matters short, today I am married and I live with my husband in that apartment. Sometimes I think that Francisco is a sorcerer.

É MUITO BOM QUANDO ACONTECE DO NADA

Eu e o meu noivo estávamos com a data do nosso casamento marcada, já tínhamos comprado todos os móveis e eletrodomésticos e, práticamente, não nos faltava muita coisa para coneçarmos uma vida a dois. Foi quando tivemos um problema imprevisto que se tornou um enorme aborrecimento. O apartamento que havíamos comprado, ainda na planta, com previsão para entrega antes da nossa data ajustada para o casamento, ia ter um atraso na entrega. Ocorreram alguns incidentes e a construtora decidiu que, não podendo cumprir o prazo que havia estabelecido no contrato feito conosco, assumiria o custo da locação de um apartamento onde poderíamos morar até que o nosso fosse entregue em definitivo.Assim, fomos autorizados a encontrar um local que fosse do nosso total agrado.

Como meu noivo trabalhava em outra cidade e só dispunha do domingo para estar comigo, fiquei com o encargo de fazer contato com  imobiliárias e visitar apartamentos disponíveis. Resolvemos então que eu não faria nenhuma escolha de forma apressada, uma vez que ainda dispúnhamos de um tempo razoável até a data que havíamos marcado. Estabeleci uma agenda para as visitas que faria e comecei a buscar onde morar.

Tudo estava transcorrendo com a maior tranquilidade e eu já tinha marcado três apartamentos como viáveis e possíveis de alugar, quando, uma tarde, recebi um telefonema de uma das imobiliárias que eu tinha agendado, me informando da desocupação de um apartamento em uma das ruas de minha preferência, em um bairro bem pertinho do centro. Combinei que iria dar uma olhada e me disseram que alguém estaria me esperando, com a chave e as informações que eu precisaria saber.

Era um predio antigo de apenas dois pavimentos. Na portaria fui recebida por um senhor aparentando ter uns cinquenta ou cinquenta e poucos anos, forte e muito simpático, com um sorriso fácil e dentes bonitos. “Olá, você deve ser a Luana. Eu sou o Francisco e estou aqui para mostar a você o apartamento”. Quando ele pegou a minha mão, aconteceu uma coisa que nunca tinha me acontecido e que me deixou muito sem jeito. Ao seu primeiro toque na minha mão eu senti como se uma descarga elétrica tivesse percorrido todo o meu corpo dos pés até a cabeça, me arrepiando todos os meus pelos. Foi instantâneo. O mais incrível é que senti que a minha boceta tinha ficado molhadinha.“Meu Deus, o que é isto?” eu pensei apavorada. Tudo aconteceu em um tempo que me pareceu enorme. Mas que não passou de segundos. Durante um aperto de mão. Quando ele soltou a minha mão eu percebi que estava completamente perdida, que não era mais senhora de mim, que seria capaz de fazer qualquer coisa porque já não tinha vontade própria. Ele continuava falando e eu não sabia mais nada porque não ouvia o que ele me dizia. Eu só queria olhar para a sua boca, para os seus olhos, para tudo nele.

Quando dei por mim, estávamos andando pela sala do apartamento.Ele ia se adiantando,  abrindo as janelas, abrindo as persianas e as portas enquanto eu o seguia. Enquanto ele ia me falando sobre as condições do aluguel e já não o ouvia. Entrei em um dos quartos, que me pareceu ser o de casal, e fechei a porta. Tirei toda a minha roupa e fiquei inteiramente nua. Tremia como se etivesse como se ardesse em febre. Meus pensamentos estavam bagunçados, embaralhados, ilógicos. A única carteza que eu tinha era a de que queria foder, queria ser fodida, queria que aquele Francisco me fodesse toa.

Quando ele abriu a porta eu podia jurtar que ele não estava surpreso, nem assustado. Estava muito natural como se já esperasse por tudo aquilo.

Me abraçou e começamos a nos beijar. A princípio, de uma forma natural. Depois, aos poucos, fomos nos tornando animais. As nossas linguas travavam uma briga feroz e brutal em nossas bocas. Mordíamos onde beijávamos deixando marcas em nossas peles. Eu gemia alto e meus gemidos ecoavam no vazio do apartamento. Ele tirou a sua roupa, sentou-se no chão e me sentou em seu colo enquanto amassava os meus peitinhos e dava chupões no meu pescoço. Senti quando o seu pau, duro como pedra, entrou todo, de uma vez, na minha boceta. Senti, na hora, uma sensação de invasão, de abandono e de prazer tão grande que gozei na penetração. Ele se pôs a me levantar e abaixar no seu pau, com as mãos segurando a minha bunda, eu me sentir como nunca havia sentido antes. Depois de nem sei quanto tempo ele me fez ficar de quatro e meteu com força o caralho  na minha xota, enquanto me chamava de vadia, de vagabunda, de puta e eu só ficava pedindo para ele foder mais forte, me comer todinha, encher a minha boceta de porra e me fazer gozar.

Quando ele gozou eu já tinha gozado nem sei quantas vezes.

Pra encurtar o assunto, hoje estou casada e moro com o meu marido naquele apartamento. Às vezes eu penso que aquele Francisco é um feiticeiro.