THE HOUSEHOLD

In December 2009 I went to Brasilia on business, staying, as I had done on other occasions, at the Hotel Nacional, in Asa Sul, chosen because of its proximity to the Central Bank, where I had problems to solve. I had planned to stay in the Federal Capital all week.
I took the first day at the hotel to organize the documents I would need to take with me to meetings at the Central Bank. So I stayed in my room on the first floor for most of the time. In order not to waste time, I asked for my meals to be served in the room and this was done. After lunch, I dedicated myself entirely to work on the notebook, concerned only with fulfilling my mission.
Without any other concern, I didn’t even give faith to the time that was passing. Until I heard a light knock on the door and a female voice “Hello, I’m the maid, can I come in? From the table where I was standing, I could observe her. She was light brown, short, skinny with a beautiful body, small and juicy breasts, uniform that highlighted all your sensuality. I said yes, that I could come in and be comfortable and I continued what I was doing. “Oh, I see you’re busy. Do I get in the way? “I said no, that it didn’t get in the way and added” Do you need me to leave the room? “She smiled” No, it’s not necessary, you don’t get in the way. I told her I could do her job while I continued to do mine. She proved to be very efficient and finished everything she needed to do in a few minutes and left. I worked the rest of the day and a good part of the night.
I spent all morning at the Central Bank, returned to the hotel still for lunch and went to my room. As I would not have any more meetings in the afternoon, I decided to take a shower and take a nap.
I heard a knock at the door. Then I got out of the bath, wrapped in a towel and when I opened the door I saw that it was the same maid from the previous day.
She then smiled at me and asked, “Good afternoon, sir, will you want to tidy up your room today?” I said yes and asked to apologize for being half naked and she laughed and told me not to worry, that I was used to taking guests out of the bath and that I should be sorry for that. We laughed at each other, I told her to come in and she passed me by going straight to the bathroom. Standing at the bathroom door, I started talking. “How long have you been working at the hotel here? I don’t remember seeing you here the other times I came.” She told me that she had only been working at the hotel for ten months. I asked if I was enjoying it and she said yes.
Finishing cleaning the bathroom, she passed me and went to the bedroom and started making the bed. I followed her. At a certain point she bent down to pick up something not on the floor, the dress lifted and I could see that she was wearing white panties, tucked in the bottom of her ass. I felt my cock grow, puffing out the towel. I wanted her to see me with a hard cock. Do me a favor? Can you give me that shorts on top of the bed? “. She said yes, she picked up the shorts and turned to hand me over. I dropped the towel at my feet and was completely naked, with a hard-on, in front of her. Then her eyes hit directly on my dick, she looked at him for a few seconds and looked away, I walked over to the fridge and poured myself a glass of water. I filled another one and took it to where she was making the bed and She took it without taking her eyes off my dick. Then I started to wank. Without saying anything I stopped the wank and held out my hands to her. She approached me and I hugged her. we didn’t part it was a kiss on the mouth, wet, with tongue, with a few bites on the lips … sucks, squeezes … I lifted her dress and I could see what beautiful panties! little thread of fur, a delicious little grelinha I took off her clothes. She knelt down, opened my pants and fell u with my mouth on my dick, which by that time was already super hard, sucking eagerly and willingly for about three minutes. She was on all fours in bed “Come, fuck me hot, put this cock in my pussy, put everything inside, make me moan with pleasure, shove it”. I put the cock in the beautiful and delicious pussy and with the sight of that ass blinking … she just moaned and said, “fuck, fuck …. I love being eaten on all fours like a bitch, I love”, I took the dick from her pussy, I brushed her ass …. she liked it, she took my dick, she reared her ass and she was shoving it in her ass until she had nothing else to come in, moaning and saying “go, put it, go …. wow how nice. Fuck in that ass, with him all over, over there “until we both come at the same time.
My stay at the Hotel Nacional was wonderful. My business with the Central Bank was successful. I came back very happy to Belo Horizonte.

A ARRUMADEIRA

Em Dezembro de 2009 fui a Brasília a serviço, ficando hospedado, como já fizera em outras ocasiões, no Hotel Nacional, na Asa Sul, escolhido em função da sua proximidade com o Banco Central, onde tinha problemas a resolver. Havia previsto ficar na Capital Federal toda a semana.

Tirei o primeiro dia no hotel para organizar os documentos que precisaria levar comigo nas reuniões no Banco Central. Assim, permaneci durante quase todo o tempo em meu quarto, no    primeiro andar. Para não perder tempo, pedi que minhas refeições fossem servidas no quarto e assim foi feito. Após o almoço, dediquei-me inteiramente ao trabalho no notebook, preocupado apenas em cumprir bem a minha missão.

Sem nenhuma outra preocupação, nem dei fé do tempo que ia passando. Até que ouvi leves batidas na porta e uma voz feminina “Olá, sou a arrumadeira, posso entrar? Da mesinha onde estava eu pude observá-la. Ela era morena clara, baixinha, magrinha com um lindo corpo, seios pequenos e suculentos, um uniforme que realçava toda a sua sensualidade. Respondi que sim, que podia entrar e ficar à vontade e continuei o que estava fazendo.  “Oh, vejo que o senhor está ocupado. Atrapalho?” Eu disse que não, que não atrapalhava e acrescentei “precisa que eu saia do quarto?” Ela sorriu “Não, não é necessário, o senhor não me atrapalha.Mas se preferir, posso deixar para fazer a arrumação depois”. Eu lhe disse que podia fazer o seu trabalho enquanto eu continuaria a fazer o meu. Ela demonstrou ser muito eficiente e terminou tudo o que precisava fazer em poucos minutos e saiu. Trabalhei o restante do dia e uma boa parte da noite.

Passei toda a parte da manhã no Banco Central, retornei ao hotel ainda para almoçar e fui para o meu quarto. Como não teria mais reuniões à tarde, resolvi aproveitar para tomar um banho e tirar um cochilo.

Ouvi um batido na porta. Saí então do banho, enrolado na toalha e ao abrir a porta vi que era a mesma camareira do dia anterior.

Ela então sorriu para mim e perguntou: “Boa tarde senhor, vai querer arrumação do quarto hoje?”. Eu lhe disse que sim e pedi que me desculpasse por estar seminu e ela riu e me disse que não me preocupasse, que já estava acostumada a tirar hóspedes do banho e que eu é que devia desculpá-la por isso. Rimos um para o outro, eu lhe disse para entrar e ela passou por mim indo direto para o banheiro. Em pé, na porta do banheiro, eu puxei assunto.“Trabalha aqui no hotel há quanto tempo? Não me lembro já ter visto você aqui, nas outras vezes que vim.” Ela me disse que tenha só dez meses que estava trabalhando no hotel. Perguntei se estava gostando e ela disse que sim.

Terminando a limpeza do banheiro, ela passou por mim e foi para o quarto e começou a arrumar a cama. Eu a segui. Em determinado momento ela abaixou-se para apanhar alguma coisa não chão, o vestido levantou e pude ver que usava uma calcinha branquinha, enfiada no rego da sua bunda. Senti o meu pau crescer estufando a toalha. Quis que ela me visse de pau duro. Me faz um favor? Pode me dar essa bermuda que está encima da cama?”. Ela disse que sim, apanhou a bermuda e virou-se para me entregar. Eu deixei a toalha cair aos meus pés e fiquei completamente nu, de pau duro, na sua frente.  Então seus olhos bateram direto no meu pau, Ela ficou por alguns segundos olhando para ele e desviou os olhos. Eu andei até o frigobar e me servi de um copo d’água. Enchi um outro e levei até onde ela estava arrumando a cama e o ofereci. Ela o pegou sem tirar os olhos do meu pau. Então, comecei a bater uma punheta. Sem dizer nada eu parei a punheta e estendi para ela as minhas mãos. Ela se aproximou de mim e eu a abracei. Nos beijamos e não nos separamos foi beijo na boca molhado, de língua, com algumas mordidinhas nos lábios… chupadas, apertões… levantei o vestido dela e pude ver que calcinha linda! ajoelhei e cai de boca na bucetinha dela, depiladinha, só um fiozinho de pêlo, um grelinho delicioso Tirei a sua roupa. Ela se ajoelhou, abriu a minha calça e caiu de boca no meu pau que, àquela altura, já estava  super duro, chupando com avidez e vontade por uns três minutos. Ela ficou de quatro na cama  “Vem, me fode gostoso, mete esse caralho na minha buceta,coloca tudo pra dentro, me faz gemer de prazer, enfia”. Eu meti a pica sem dó naquela buceta linda e deliciosa e com a visão daquele cuzinho piscando… ela só gemia e dizia, “fode, fode…. adoro ser comida de quatro como cadela, amo”, Tirei o pau da sua buceta,  pincelei no cuzinho…. ela gostou, pegou o meu pau, empinou a bunda e foi enfiando gostoso no cu até que não tinha mais nada pra entrar, gemendo e dizendo “vai, põe, vai…. nossa que gostoso. Fode nesse cu, com ele todinho, ai ai ai” até que nós dois gozamos ao mesmo tempo.

A minha estadia no Hotel Nacional foi uma maravilha. Meus negócios com o Banco Central tiveram sucesso. Voltei bem feliz para Belo Horizonte.

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DRUMMOND

Contos de Aprendiz - Carlos Drumond de Andrade - Livro de leitura ...

Drummond
from the hill
mining ore
became man
and poet lived
among us.

From the Steel Valley
to the valley of dreams
a world of doors
wide open
It’s a smile
left staying
perpetual
in time.

It’s the world
recognized
charmed
stayed every day
more
your.

DRUMMOND

Carlos Drummond de Andrade: jamais poeta do mundo caduco ...

Drummond

do monte

minério mineiro

se fez homem

e poeta habitou

entre nós.

Do Vale do Aço

ao vale dos sonhos

um mundo de portas

escancaradas

e um sorriso

deixado ficando

perpétuo

no tempo.

E o mundo

reconhecido

encantado

ficou cada dia

mais

seu.

MISSING

Young mother with her 2 years old little son dressed in pajamas are relaxing and playing in the bed at the weekend together, lazy morning, warm and cozy scene. Pastel colors, selective focus.

Ah! I miss you, how sad,
you miss me
  upon waking up, in my bed,
and not feel, in my chest,
the golden head
of my daughter, dear,
who I was dreaming of.

I confess I was laughing
stroking your face,
as if it were possible,
as if it were real.

Ah! I miss you, how sad,
remained in my sad eyes,
knowing how to be everything a dream
and that it no longer exists
except in this memory,
except in this longing,
that invades me at all times
the heart.

SAUDADE

Triste, Coração Partido, Plano De Fundo

Ah! saudade, que tristeza,

você, saudade, me deu

 ao acordar, no meu leito,

e não sentir, no meu peito,

a cabecinha dourada

da minha filha, querida,

com quem estava sonhando.

Confesso que estava rindo

acariciando seu rosto,

como se fosse possível,

como se fosse real.

Ah! saudade, que tristeza,

restou nos meus olhos tristes,

ao saber ser tudo um sonho

e que ela não mais existe

a não ser nesta lembrança,

a não ser nesta saudade,

que a todo instante me invade

o coração.

DUCKS OF MINES

Prefeitura de Patos de Minas - Compromisso com o povo.

From the top of the mountain
Paranaíba runs
Paranaíba runs
and the traveler arrives smiling.

There are people
who thinks he died
and that is entering
in Paradise.

Paranaíba runs
and I miss playing
in the chest of those who go.

The city rises in the morning sun
and shake slightly
in life.

And Patos de Minas
awakens in the Valley
from Paranaíba.