REGAÇO NO CARNAVAL

                               

                                  

Era sábado de Carnaval e estávamos em um sítio que alguns amigos tinham alugado, na periferia de Belo Horizonte. Eu tinha terminado recentemente o meu namoro de oito meses com o Otávio por causa das suas crises constantes de ciúmes e, até então, estava sem beijar ninguém muito menos sarrar ou foder.

Agora, aproveitando aquele feriado, eu estava indo para aquele sítio com más intenções, querendo fazer o que fosse possível e necessário  para tirar o atraso.
Logo quando cheguei, notei que já tinha gente movimentando-se animadamente  pela casa e, em um canto, dei de cara com o meu primo, o Tiago Luiz. Ele é muito bonito, tem 1,70m, é branquinho, meio forte, mas corria um boato de que ele era gay, porque nunca era visto com uma garota.

Nós nos cumprimentamos apenas com um ligeiro gesto de cabeça mas eu fiquei feliz por ele também estar no sítio. Nós não nos víamos há mais de um ano.

Fui para o quarto onde ficaria com mais três garotas, em beliches, arrumei minhas coisas no guarda-roupa, tomei um banho e coloquei um short bem apertado e curto, a parte de cima de um biquíni. Em seguida, fui para varanda em frente a piscina, onde algumas pessoas estavam sentadas em cadeiras de descanso.

Lá estava o meu primo  tranquilamente sentado no chão teclando num notebook. Eu me dirigi até onde ele estava e perguntei
Oi, Tiago, vamos na cachoeira rapidinho dar um mergulho?”  Ele levantou a cabeça e molhou respondendo “Agora não, Gabi. Estou sem vontade“. Eu insisti  mais um pouco ” Ahhh… vamos sim. A gente não demora. Vai ser rápido” complementando o meu convite com um sorriso safado. Ele topou.
Quando chegamos na cachoeira eu me joguei logo dentro d água, e ele se jogou logo em seguida. Nadamos um pouco e depois ficamos conversando sentados em um pedra.

Papo vai papo e papo vem e eu acabei falando que todo mundo achava que ele era gay. Ele virou-se de frente, deu uma risadinha e me respondeu você também acha, Gabi?”. Eu levei um susto com a indagação dele mas antes que eu respondesse ele completou. ” Você quer saber se sou ou não sou realmente gay?
Demorei um pouco para responder mas lhe disse que sim. Ele veio logo me puxando pelos cabelos e me beijou, e com uma mão foi tirando o meu peitinho  para fora e começou a passar nele a  língua e a chupar. Eu senti que sua outra mão já estava apertando com toda força a minha bunda por cima do   meu biquíni. Eu, então, coloquei logo a minha mão no pau dele e logo percebi que estava quente e crescendo na minha mão. Ele ficou mamando o meu peito por um tempo. Nos deitamos numa toalha que eu tinha levado comigo e estendido na grama, debaixo de uma árvore na beira do rio. Ele tirou o meu biquíni. Em seguida tirou a sua sunga, encostou o pau na minha bucetinha e começou a me enfiar bem devagarzinho, até que entrou tudo.
Ele começou com um vai e vem bem gostoso, e depois só foi aumentando de velocidade, e aquilo foi aumentando também o meu prazer. O peso dele em cima de mim, seus beijos. Nossaaaaa!! Estava delicioso. Quando eu ia gozar ele parou e tirou o pau de dentro de mim. Pensei que já tivesse acabado.
Ele me colocou de bruços e veio novamente. Eu estava esperando que ele me enfiasse o caralho na buceta mas ele deu uma só estocada e atolou pra dentro do meu cu. Soltei um grito, meio com raiva e de dor.
“Ai ai Tiago. Que porra.  Devagar. Doeu demais, filho da puta.Não pode ser tão bruto assim não”.  Ele me deu uma palmada na bunda e falou “Você não achava que eu era gay? Agora não reclama.” O pau dele não era muito grosso mas também não era fino e como eu não estava esperando, a pica dele entrou toda, indo bem fundo mesmo. Senti uma dor terrível quando meu cú tentou trancar. Ainda bem que eu já tinha feito sexo anal antes. Isso amenizou um pouco o meu sofrimento. Mas meus olhos se encheram de lágrimas. Ainda bem que eu já tinha feito sexo anal antes. Isso amenizou um pouco o meu sofrimento.
Ele começou a meter rápido e bem forte. Eu gritava de dor pedindo para ele parar e ele me apertava a cintura e continuava com mais força e velocidade.
Em pouco tempo  eu já estava gozando e ele ainda estava me fodendo no cú.
Quando, felizmente, depois de mais alguns minutos ele gozou e eu senti sua porra escorrendo dentro do meu cuzinho, eu estava toda dolorida. Ele ainda ficou um tempo falando umas besteiras no meu ouvido, depois ele tirou o pau do meu rabo e foi calmamente para a cachoeira, e eu fiz o mesmo.






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