REGACEI NO CARNAVAL

                                 

Eu estava sentado com alguns amigos em um sítio, no sábado de Carnaval. A minha única intenção era descansar o máximo possível. Dormir muito, nadar, caminhar sem destino e fazer tudo o que fosse possível para aproveitar o feriado, esquecer a cidade grande e o stress do trabalho.

De onde eu estava, na sala, podia ver as pessoas que chegavam e, em determinado momento, reconheci a minha prima Gabi. Ela me reconheceu, também, e nos cumprimentamos de longe, com um aceno. Nós não nos víamos há mais de um ano.

Como ainda não tinha nenhuma atividade programada para aquela manhã, apanhei meu notebook e me sentei no chão da varanda, onde ainda tinha  uma sombra e soprava  um ventinho gostoso.

Estava distraído verificando meus e-mails quando ouvi me chamarem. Levantei a cabeça para ver quem era e vi a Gabi. Ela vestia um shortinho curto e apertado que deixava à mostra um pedaço da bunda e a parte de cima do biquíni que deixava a idéia de que tinha belos seios. “Porra, a Gabi até que tá muito gostosinha” foi o que pensei na hora que a vi.  “Oi, Tiago, vamos na cachoeira rapidinho dar um mergulho?” ela perguntou dirigindo-se para aonde eu estava.  “Agora não, Gabi. Estou sem vontade” eu respondi erguendo a cabeça . Ela insistiu ” Ahhh… vamos sim. A gente não demora. Vai ser rápido“. Eu pude perceber que ela me dirigiu um sorriso que interpretei como sendo bem safado e cheio de promessas. Então, eu topei acompanhá-la.
Quando chegamos na cachoeira ela foi se jogando de pronto na água e eu me joguei logo em seguida. Nadamos e mergulhamos um pouco e depois ficamos conversando sentados em um pedra.

Papo vai papo e papo vem e ela acabou me falando, de uma forma fingidamente inocente, que todo mundo achava que eu era gay. Isso não me incomodou porque eu já sabia dessas maledicências que eram baseadas no fato de que nunca me viam com uma namorada. O que não sabiam é que eu tinha uma verdadeira obsessão por manter a minha privacidade preservada e não deixava que ninguém a invadisse. Assim, meus casos amorosos eram totalmente desconhecidos das outras pessoas.

Ao ouvir o que ela me disse eu a encarei e lhe disse, sorrindo com uma risadinha “você também acha, Gabi?”. Vi que ela levou um susto e antes que dissesse alguma coisa, completei olhando diretamente nos seus olhos. Que, por sinal, eram castanhos ” Você quer saber se sou ou não sou  gay?” Ela demorou  um pouco para responder mas me disse que sim.

Eu puxei-a pelos cabelos,  beijei sua boca, e com uma das mãos fui tirando o seu peitinho  para fora e comecei a passar nele a minha  língua e a chupar de uma forma bem cadenciada.  Com a outra mão eu ia apertando com toda força a sua bunda por cima do   seu biquini. Ela, então, enfiou a mão por dentro da minha sunga e pegou logo o meu pau. Eu senti que ele estava quente, duro e latejante e que foi crescendo ainda mais, na sua mão. Fiquei mamando o seu peito por um tempo. Nos deitamos numa toalha que ela tinha levado consigo e estendido na grama, debaixo de uma árvore na beira do rio. Tirei  o seu biquini. Em seguida tirei a sunga, encostei o pau na sua bucetinha e comecei a  enfiar nela bem devagarzinho, sem nenhuma pressa, até que entrou tudo.
Ela começou a remexer e a rebolar num vai e vem bem gostoso, enquanto eu ia aumentando de velocidade as minhas estocadas, aumentando, também, o meu prazer. Estava simplesmente delicioso. Antes que eu gozasse, parei e tirei o pau de dentro da sua buceta. Mas eu não tinha acabado.
A pus de bruços e quando ela estava esperando que eu  enfiasse o meu caralho na sua buceta, eu dei uma estocada forte e certeira e atolei o pau todinho de uma vez, pra dentro do seu cu. Ela soltou  um grito, meio com raiva. “Ai ai Tiago. Que porra.  Devagar. Doeu demais, filho da puta.Não pode ser tão bruto assim não”.  Dei uma palmada na sua bunda e falei “Você não achava que eu era gay? Agora não reclama.” O meu pau  não era muito grosso mas também não era fino e como ela  não estava esperando, a pica  entrou toda, indo bem fundo mesmo. Vi que os seus olhos se encheram de lágrimas. Mas ela até que aguentou bem, o que me deixou com a certeza de que ela já estava acostumada a ter um caralho sendo enfiado no seu cu.
Comecei a meter rápido e bem forte. Ela gritava de dor pedindo para parar e quanto mais ela pedia mais eu apertava a sua cintura e continuava a fuder, enfiando e tirando o cacete com mais força e mais velocidade.
Em pouco tempo, enquanto  ela já estava gozando, gemendo alto, apertando as minhas costas e rebolando alucinadamente, eu ainda  estava fudendo o seu cu.
Depois de mais alguns minutos eu gozei e senti a minha porra escorrer do meu pau para dentro do seu cuzinho, em golfadas. Ela devia estar toda dolorida pelo regaço que eu tinha dado.

Ainda  ficamos um tempo falando umas besteiras nos nossos ouvidos, depois eu tirei o pau do seu rabo e fui calmamente para a cachoeira, e ela fez o mesmo.

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