QUERENCE

Amor, Casal, Dois, Lavstori, Namorados

I wish I could be now, precisely,
enjoying the silence of your lips,
messengers who are of love, even silent.

I wish I could have, for a moment,
at this time, the comforting contact
of your fingers, lightly.

I wish I was smiling, walking
paths that I know in your body,
that we have traveled together, slowly.

For an instant, just an instant,
I wish I could stroke your hair
bright, fragrant, beautiful.

I wish I never woke up from this dream of mine,
to live your affections with you forever,
wanted to. Ah, as I wished.

QUERENÇA

Casal, Que Efectua, Jovem, Pessoas

Quisera poder estar  agora, precisamente,

desfrutando o silêncio dos teus lábios,

mensageiros que são do amor, mesmo calados.

Quisera poder ter, por um momento,

nesta hora, o confortante contato

dos teus dedos, levemente.

Quisera estar sorrindo, percorrendo

caminhos que conheço no teu corpo,

que já percorremos juntos, lentamente.

Por um instante, apenas um instante,

quisera poder afagar os teus cabelos

brilhantes, perfumados, lindos.

Quisera nunca mais acordar deste meu sonho,

para, eternamente, viver contigo os teus carinhos,

quisera. Ah, como quisera.

ETERNAL SEARCH

Olhando horizonte Fotografias de Banco de Imagens, Imagens Livres ...

When the sun hides, indifferent
to everything that accompanied him, on the day,
giving the moon its place in the infinite,
I follow the path that leads me to you.

When my eyes close, slowly,
in dead spots, without any beauty,
making me sleep, irresistibly,
I follow the path that leads me to you.

When nature calms down, and birds
hosts in its green nests,
and the cicadas, singing, announce rain,
I follow the path that takes me to you.

And when noises around the world stop
and the machines, as at rest, stop
depopulating the streets, my steps, in walking safely
they travel through my dreams, taking me to you.

ETERNA BUSCA

Praia, Horizonte, Natureza, Oceano

Quando o sol se esconde, indiferente

a tudo que o acompanhou, no dia,

cedendo à lua o seu lugar, no infinito,

sigo o caminho que me leva à ti.

Quando os meus olhos se fecham, lentamente,

em pontos mortos, sem beleza alguma,

me fazendo dormir, irresistivelmente,

sigo o caminho que me leva à ti.

Quando a natureza se acalma, e pássaros

hospeda em seus ninhos verdejantes,

e as cigarras, cantando, anunciam chuva,

sigo a caminho que me leva à ti.

E, quando em todo o mundo os ruídos cessam

e as máquinas, como em descanso, param

despovoando as ruas, meus passos, em caminhar seguro

percorrem os meus sonhos, me levando à ti.

DISCOUNT

Meu Aconchego: Desalento

As much as I want
that you want me
make me sad
leave me alone.
I would live on dreams
if I didn’t dream about you.
But in my deep sleep
your lost image
dominant
and in an instant
hiccup.
I would live with you
if you only wanted.
But as much as I want
that you want me
make me sad
moving on.

DESALENTO

Desalentados: cada vez mais escolarizados desistem de procurar emprego

Por mais que eu queira

que tu me queiras

me deixas triste

me deixas só.

Eu viveria de sonhos

se não sonhasse contigo.

Mas no meu sono profundo

a tua imagem perdida

vem surgindo dominante

e num instante

soluço.

Eu viveria contigo

se tu quisesses somente.

Mas por mais que eu queira

que tu me queiras

me deixas triste

seguindo em frente.

MISMATCHNTS

O Maior Problema Do Amor Está Nos Desencontros – Blog do Allan Ribeiro

Leave the house
stay in the field
after the beach
love in a corner
and so and so
leave in space
the beginning and the end
of the hug.
After the break
surveillance
and the eternal return
in this match
and now now
In the end of the day
the rest.
And every thing
matter or not
in its eternal place
will be then.
And it’s white
spotting black
and the blue is blue and white.
At the end
there will always be mismatch
in love and peace.
And ready!

DESENCONTROS

Aplicativos facilitam encontros, desencontros, amizades e romances ...

Sair da casa

ficar no campo

depois da praia

o amor num canto

e assim e assim

deixar no espaço

o início e o fim

do abraço.

Depois da pausa

a vigilância

e a volta eterna

nessa partida

e agora agora

no fim do dia

o descanso.

E cada coisa

matéria ou não

no seu lugar eterno

estará então.

E fica o branco

manchando o preto

e fica o azul azul e branco.

No fim

haverá sempre o desencontro

no amor e na paz.

E pronto!

REGACEI NO CARNAVAL

                                 

Eu estava sentado com alguns amigos em um sítio, no sábado de Carnaval. A minha única intenção era descansar o máximo possível. Dormir muito, nadar, caminhar sem destino e fazer tudo o que fosse possível para aproveitar o feriado, esquecer a cidade grande e o stress do trabalho.

De onde eu estava, na sala, podia ver as pessoas que chegavam e, em determinado momento, reconheci a minha prima Gabi. Ela me reconheceu, também, e nos cumprimentamos de longe, com um aceno. Nós não nos víamos há mais de um ano.

Como ainda não tinha nenhuma atividade programada para aquela manhã, apanhei meu notebook e me sentei no chão da varanda, onde ainda tinha  uma sombra e soprava  um ventinho gostoso.

Estava distraído verificando meus e-mails quando ouvi me chamarem. Levantei a cabeça para ver quem era e vi a Gabi. Ela vestia um shortinho curto e apertado que deixava à mostra um pedaço da bunda e a parte de cima do biquíni que deixava a idéia de que tinha belos seios. “Porra, a Gabi até que tá muito gostosinha” foi o que pensei na hora que a vi.  “Oi, Tiago, vamos na cachoeira rapidinho dar um mergulho?” ela perguntou dirigindo-se para aonde eu estava.  “Agora não, Gabi. Estou sem vontade” eu respondi erguendo a cabeça . Ela insistiu ” Ahhh… vamos sim. A gente não demora. Vai ser rápido“. Eu pude perceber que ela me dirigiu um sorriso que interpretei como sendo bem safado e cheio de promessas. Então, eu topei acompanhá-la.
Quando chegamos na cachoeira ela foi se jogando de pronto na água e eu me joguei logo em seguida. Nadamos e mergulhamos um pouco e depois ficamos conversando sentados em um pedra.

Papo vai papo e papo vem e ela acabou me falando, de uma forma fingidamente inocente, que todo mundo achava que eu era gay. Isso não me incomodou porque eu já sabia dessas maledicências que eram baseadas no fato de que nunca me viam com uma namorada. O que não sabiam é que eu tinha uma verdadeira obsessão por manter a minha privacidade preservada e não deixava que ninguém a invadisse. Assim, meus casos amorosos eram totalmente desconhecidos das outras pessoas.

Ao ouvir o que ela me disse eu a encarei e lhe disse, sorrindo com uma risadinha “você também acha, Gabi?”. Vi que ela levou um susto e antes que dissesse alguma coisa, completei olhando diretamente nos seus olhos. Que, por sinal, eram castanhos ” Você quer saber se sou ou não sou  gay?” Ela demorou  um pouco para responder mas me disse que sim.

Eu puxei-a pelos cabelos,  beijei sua boca, e com uma das mãos fui tirando o seu peitinho  para fora e comecei a passar nele a minha  língua e a chupar de uma forma bem cadenciada.  Com a outra mão eu ia apertando com toda força a sua bunda por cima do   seu biquini. Ela, então, enfiou a mão por dentro da minha sunga e pegou logo o meu pau. Eu senti que ele estava quente, duro e latejante e que foi crescendo ainda mais, na sua mão. Fiquei mamando o seu peito por um tempo. Nos deitamos numa toalha que ela tinha levado consigo e estendido na grama, debaixo de uma árvore na beira do rio. Tirei  o seu biquini. Em seguida tirei a sunga, encostei o pau na sua bucetinha e comecei a  enfiar nela bem devagarzinho, sem nenhuma pressa, até que entrou tudo.
Ela começou a remexer e a rebolar num vai e vem bem gostoso, enquanto eu ia aumentando de velocidade as minhas estocadas, aumentando, também, o meu prazer. Estava simplesmente delicioso. Antes que eu gozasse, parei e tirei o pau de dentro da sua buceta. Mas eu não tinha acabado.
A pus de bruços e quando ela estava esperando que eu  enfiasse o meu caralho na sua buceta, eu dei uma estocada forte e certeira e atolei o pau todinho de uma vez, pra dentro do seu cu. Ela soltou  um grito, meio com raiva. “Ai ai Tiago. Que porra.  Devagar. Doeu demais, filho da puta.Não pode ser tão bruto assim não”.  Dei uma palmada na sua bunda e falei “Você não achava que eu era gay? Agora não reclama.” O meu pau  não era muito grosso mas também não era fino e como ela  não estava esperando, a pica  entrou toda, indo bem fundo mesmo. Vi que os seus olhos se encheram de lágrimas. Mas ela até que aguentou bem, o que me deixou com a certeza de que ela já estava acostumada a ter um caralho sendo enfiado no seu cu.
Comecei a meter rápido e bem forte. Ela gritava de dor pedindo para parar e quanto mais ela pedia mais eu apertava a sua cintura e continuava a fuder, enfiando e tirando o cacete com mais força e mais velocidade.
Em pouco tempo, enquanto  ela já estava gozando, gemendo alto, apertando as minhas costas e rebolando alucinadamente, eu ainda  estava fudendo o seu cu.
Depois de mais alguns minutos eu gozei e senti a minha porra escorrer do meu pau para dentro do seu cuzinho, em golfadas. Ela devia estar toda dolorida pelo regaço que eu tinha dado.

Ainda  ficamos um tempo falando umas besteiras nos nossos ouvidos, depois eu tirei o pau do seu rabo e fui calmamente para a cachoeira, e ela fez o mesmo.

WATER IN CARNIVAL


I was sitting with some friends at a ranch on the Saturday of Carnival. My only intention was to rest as much as possible. Sleeping a lot, swimming, walking aimlessly and doing everything possible to enjoy the holiday, forget the big city and the stress of work.
From where I was, in the living room, I could see the people arriving and, at a certain moment, I recognized my cousin Gabi. She recognized me, too, and we nodded at each other from a distance. We haven’t seen each other in over a year.
As I still had no activity scheduled for that morning, I picked up my notebook and sat on the porch floor, where there was still a shade and a nice little wind was blowing.
I was distracted checking my e-mails when I heard my call. I lifted my head to see who it was and saw Gabi. She wore short, tight shorts that exposed a piece of butt and the top of a bikini that left the idea that she had beautiful breasts. “Damn, Gabi is really hot” was what I thought when I saw her. “Hi, Tiago, are we going to the waterfall for a quick swim?” she asked heading to where I was. “Not now, Gabi. I don’t feel like it,” I replied, looking up. She insisted “Ahhh … let’s go. We won’t be long. It will be quick”. I could see that she gave me a smile that I interpreted as being very naughty and full of promises. So, I agreed to accompany her.
When we arrived at the waterfall, she immediately threw herself into the water and I threw myself right afterwards. We swam and dived a little and then sat talking on a rock.
Chat goes chat and chat comes and she ended up telling me, in a pretense innocent way, that everyone thought I was gay. It didn’t bother me because I already knew about those backbiting that were based on the fact that they never saw me with a girlfriend. What they did not know is that I had a real obsession with maintaining my privacy preserved and would not let anyone invade it. So my love affairs were totally unknown to other people.
When I heard what she said I looked at her and said, smiling with a chuckle “Do you think so, Gabi?” I saw that she was startled and before she said anything, I finished looking right in her eyes. Which, by the way, were brown “Do you want to know if I’m gay or not?” She took a while to answer but said yes.
I pulled her by the hair, kissed her mouth, and with one hand I took her little breast out and started to pass my tongue on it and to suck in a very cadenced way. With the other hand I was going to squeeze your ass tightly over your bikini. Then she reached inside my swim trunks and immediately took my dick. I felt that it was hot, hard and throbbing and that it was growing even more, in your hand. I was suckling your breast for a while. We lay down on a towel she had taken with her and stretched out on the grass, under a tree by the river. I took off your bikini. Then I took off my swim trunks, touched the stick to her pussy and started to insert it very slowly, without any hurry, until everything entered.
She started to rummage and roll in a nice toss and go, while I was speeding up my thrusts, also increasing my pleasure. It was just delicious. Before I came, I stopped and pulled the cock out of her pussy. But I wasn’t done.
I put her face down and when she was waiting for me to stick my cock in her pussy, I gave a strong and sure lunge and jammed the dick all at once, into your ass. She let out a cry, kind of angry. “Oh, James. What the fuck. Slow down. It hurt too much, son of a bitch. It can’t be that rough.” I patted his ass and said, “Didn’t you think I was gay? Now you don’t complain.” My cock was not very thick but it was also not thin and as she was not expecting, the cock went all the way in, going really deep. I saw that your eyes filled with tears. But she even held up well, which left me with the certainty that she was already used to having a cock being shoved in her ass.
I started getting in fast and very strong. She screamed in pain asking to stop and the more she asked the more I squeezed her waist and continued to fuck, getting in and out of the club with more force and more speed.
Before long, while she was coming, moaning loudly, squeezing my back and wiggling wildly, I was still fucking her ass.
After a few more minutes I came and felt my cum drain from my cock into his ass, in gusts. She must have been all sore from the lap I had given.
We still spent some time talking nonsense in our ears, then I took the stick from its tail and went calmly to the waterfall, and she did the same.