MALDÍVIA

                                                

       

Estava trabalhando naquela escola desde o inicio do semestre letivo, em Fevereiro. Estávamos em Abril podia-se dizer que ainda estava me enturmando com o pessoal que trabalhava comigo, tanto docentes e administradores quanto administrativos e de manutenção. Como tinha um contrato de tempo integral, passava todo o dia , manhã e tarde, correndo de uma sala para outra, sem ter muito tempo de folga para ficar batendo papo com os colegas. Na Secretaria, então, eu só passava para assinar o livro de ponto na chegada e na saída dos turnos.

Meu tempo livre era tão escasso que não conseguia sequer parar em um lava-jato para dar um brilho no meu carro, que era uma vergonha de tão empoeirado. Eu chegava no estacionamento da escola e via os carros do pessoal limpos, encerados, brilhando e falava comigo mesmo “preciso arranjar um tempo pra passar num posto, lavar e trocar o óleo” mas logo deixava prá depois.

Eu tinha por costume ficar na escola no intervalo entre os turnos da manhã e da tarde, para almoçar na cantina da Dona Antonia, que por sinal fazia um macarrão, um tropeiro e uma feijoada deliciosos. E foi lá, na cantina, num dia qualquer que conheci Maldívia, que era filha de Dona Antonia e do Seu Agenor, que era o coordenador responsável pela limpeza da escola.   

Eu me lembro de ter chegado no balcão da cantina e perguntado para Dona Antonia “E aí, Dona Antonia, o que tem de gostoso pra comer hoje?” A resposta veio lá do fundo, de uma voz que não era de Dona Antonia e de uma pessoa que eu não podia ver de onde estava “Tem muitas variedades hoje, mas a minha mãe me falou pra servir frango com quiabo pro senhor. Não é o professor Renato?”  “Sou, sim. O que houve com Dona Antonia?” Ah, ela está bem. Precisou ir ao banco e me pediu para ficar aqui até ela voltar. Mas me recomendou servir frango com quiabo pro senhor. Já estou levando.”

A filha de Dona Antonia e do Seu Agenor era muito bonita. Morena de olhos verdes, cabelos negros caindo nos ombros e um corpo muito bem torneado, pernas grossas, lisinhas, que eram expostas por uma mini saia jeans. “Oi, prazer. Eu sou a Maldívia. Espero que goste do franguinho que a minha mãe fez”.

Enquanto eu almoçava, sentado em uma das mesinhas da cantina, ela ficou sentada em um banquinho, no balcão. Vez por outra eu levantava a cabeça para vê-la e em algumas dessas vezes eu a surpreendi me olhando. Em uma dessas ocasiões ela me sorriu. Sua boca era muito sensual. Na hora, me veio um pensamento “essa menina gosta de chupar pau”. Naquele instante percebi que ela tinha gostado que eu a tivesse olhado.

Terminei o almoço, deixei o prato no balcão agradeci e fui para sala dos professores, onde costumava esperar o inicio do turno da tarde. Esqueci Maldívia.

Uma tarde, na passagem de uma sala de aula para outra, Seu Agenor me parou e me disse “Professor, eu estava dando uma olhada no seu carro. Parece que o senhor não tem muito tempo para levar num lava-jato. Se quiser, posso levar pro senhor. O pessoal de lá é meu conhecido. É gente boa.”  Eu agradeci, deixei a chave com ele e fui dar as minhas aulas.

No final do turno, quando ia para o estacionamento, Seu Agenor me acompanhou, me entregou a chave do carro e me perguntou se eu não me importava lhe dar uma carona, porque tinha aproveitado a vinda do rapaz do lava-jato para trazer o meu carro e mandado o dele, para lavar, e que o rapaz o levaria, depois, diretamente para a sua casa. E disse que não e ele foi comigo.

Como o segundo turno terminava às dezoito horas e Seu Agenor morava no caminho para a minha casa, não demoramos muito para chegar. Quando parei o carro, Seu Agenor insistiu para que eu entrasse. Disse que não aceitava uma negativa e que fazia questão que eu conhecesse sua casa. Entramos e dei de cara com Maldívia. “Olá, professor Renato. Boa noite. Que bom que o senhor veio trazer o meu pai. Entra e fica a vontade. O senhor é de casa.”

Seu Agenor me convidou para jantar com eles “Antonia não demora muito pra chegar”. Eu lhe disse que não, que minha esposa me esperava com a janta pronta, que aceitaria uma outra hora e, por fim ele me convenceu a tomar pelo menos um café. Aceitei para não ficar sem jeito.

Nos sentamos, Seu Agenor na cabeceira da mesa e Maldívia  à minha frente. Eu prestava atenção ao que Seu Agenor me falava. Percebi que Maldívia me olhou nos olhos e me sorriu. No mesmo instante senti que o seu pé tocava o meu por debaixo da mesa. Foi um toque bem rápido. De início não entendi e pensei que havia ela encostado ocasionalmente em mim.Mas, logo em seguida ela apoiou o seu pé no meu, e ficou me olhando, sorrindo. Senti um calor subindo pelo meu corpo e o meu pau endureceu de imediato. Enquanto Seu Agenor falava, abaixei a minha mão, segurei o pé de Maldívia e o coloquei entre as minhas pernas, bem sobre o meu pau que latejava de tão duro. Ela começou, então um movimento bem de leve empurra e puxa. Quando estava ficando melhor, ouvimos os passos de Dona Antonia, que chegava.

Maldívia recolheu o seu pé e o meu pau murchou instantaneamente.

Quando me preparava para ir embora, já tinha agradecido o café, coisa e tal, Dona Antonia me perguntou se eu podia dar uma carona para Maldívia até a faculdade, para que ela não se atrasasse. Eu concordei.

Sem falar nada, dirigi até a estrada que ficava perto de onde moravam Seu Agenor e Dona Antonia e parei na entrada de uma estradinha de terra que levava a uma fazenda.

Bem de leve, peguei na sua mão, enquanto  nos beijávamos.Fui fazendo carícias sobre suas pernas,bem de leve numa extensão que ia dos joelhos até a parte interna da coxa,pouco abaixo de sua buceta.Às vezes, eu parava com a minha mão na parte interna da coxa e de modo bem discreto eu forçava para que ela se abrisse mais e ela correspondia denunciando seu tesão. Deitei o meu banco totalmente e comecei a chupar seus peitinhos que eram lindos. Ia passando as mãos por todo seu corpo e  alisando sua boceta por cima do shorts.Eu tava louco de vontade de foder  e sentia que ela estava também a fim tanto quanto eu. Beijávamos alucinadamente, falava besteiras em seu ouvido,puxava seu cabelo para trás e a chamava de gostosa,safada.

Ela abaixou a calça jeans deixando ver que estava sem calcinha e  caí de boca naquela xoxota, que a essa altura já estava ensopada de vontade,de desejo,de tesão pelo meu pau. Fiquei passando minha língua quente sobre o seu clitóris… só a pontinha dela,fazendo movimentos circulares sobre ele e de repente descendo até a entrada da boceta e penetrando, fudendo com ela, e subindo de novo. Mantive aquele  movimento de sobe e desce com a língua, que toda mulher adora, e quando tem não que  que pare,  até perceber que ela estava quase gozando.
Fiquei de joelhos sobre o banco, colocou meu caralho na sua boca e começou a passar a língua de leve na cabeça dele, deixando ele bem babado. Me enlouquecia, “Chupa esse caralho, safada, bem gostoso, engole todinho, até na garganta, vamos, engasga com essa pica, puta que pariu que gostoso, chupa, chupa, chupa” . Eu tava doido pra meter naquela boceta. A  coloquei   de quatro, coloquei suas mãos na parte de cima do banco, mandei ela empinar bem a bundae encostei  meu caralho em sua buceta. Pincelei gostoso,entre o cuzinho e a xoxota e, com uma única estocada forte  eu enterrei tudo pra dentro daquela buceta encharcada, começando  um vai e vem gostoso,ritmado,puxando seus cabelos para trás. Ela  gemia,se contorcia,pedia para fudê-la mais forte para não parar. “Me fode, me come gostoso, enfia toda essa pica na minha boceta, não para, não para, quero que goze dentro de mim, me enche de porra, vamos, filho da puta, me fode mais, mais. fundo, isso, isso, eu quero gozar no seu caralho”. Não foi preciso muito tempo para que gozasse.

As horas se passaram muito rápido e quando demos por conta já era por volta de 21:30h. Eu tinha que ir embora e ela também. Eu ainda a deixei na faculdade para que pudesse assistir pelo menos uma aula naquela noite.

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