MALDÍVIA

                                            

Naquele dia, a minha mãe tinha me pedido para ficar na cantina da escola, no horário do almoço, para que ela pudesse ir resolver uns problemas no banco. Minha mãe se chama Dona Antônia e o meu pai Seu Agenor. Ela é cantineira da escola onde o meu pai é o coordenador de limpeza.    

Eu estava ajeitando algumas coisas na cozinha quando ouvi alguém perguntar, no balcão. “E aí, Dona Antonia, o que tem de gostoso pra comer hoje?” Respondi, lá mesmo do fundo onde eu estava   “Tem muitas variedades hoje, mas a minha mãe me falou pra servir frango com quiabo pro senhor. Não é o professor Renato?”  Ouvi, em resposta “Sou, sim. O que houve com Dona Antonia?”Expliquei já chegando no balcão“Ah, ela está bem. Precisou ir ao banco e me pediu para ficar aqui até ela voltar. Mas me recomendou servir frango com quiabo pro senhor. Já estou levando.”

Minha mãe já havia me falado sobre o Professor Renato, quando me pediu para a substituir e servir a ele o almoço. Ela disse que era bonito e muito charmoso.  Eu gostei do tipo dele logo que o vi li, na cantina. “Oi, prazer. Eu sou a Maldívia. Espero que goste do franguinho que a minha mãe fez”.

Enquanto ele almoçava, fiquei sentado em um banquinho no balcão, de onde eu podia ver a mesinha onde ele estava sentado.  De lá, cabeça baixa fingindo ler um livro, eu o observava e, por algumas vezes, o vi me olhando também.  Tive a certeza de que ele estava gostando do que estava vendo e que estava interessado em mim.

Quando terminou o almoço, o Professor Renato deixou o prato no balcão, me deu um tchau e saiu da cantina. Eu fiquei lá, arrumando a cozinha e esperando pela volta da minha mãe.

Como eu tinha ido para a escola de carona com o meu pai, pouco depois de começar o segundo turno ele veio me dizer que eu iria voltar com o rapaz do lava-jato que iria trazer o carro do Professor Renato, que estava lavando e levar o dele, para lavar. Assim, quando o rapaz chegou eu voltei com ele, para casa. Meu pai me disse que iria pedir uma carona ao professor.

Ao passar pelo carro do Professor Renato, no estacionamento, pensei  em como seria bom se eu estivesse voltando de carona com ele ” Ia ser gostoso dar um pega nele”.

Como o segundo turno terminava às dezoito horas,  eu sabia que meu pai não ia demorar muito para chegar, com o Professor Renato. Isto porque a nossa casa ficava bem no caminho para a sua casa. Eu me preparei para deixar o professor bem impressionado. Se ele desse qualquer chance, eu ia mostrar pra ele que a gente poderia se entender do jeitinho que eu queria. Posso garantir pra qualquer um que quando eu resolvo dar pra alguém, ninguém me segura. E nada me impede.

 Quando o carro parou, eu sabia que meu pai ia convidar o professor para entrar, jantar ou, no mínimo, tomar um cafezinho. Ele sempre fazia assim quando pegava carona com alguém. Ele dizia que fazia questão que a pessoa entrasse para se sentir como um amigo e não como um simples motorista particular o levando pra casa.

 Quando eles entraram, o Professor deu de cara comigo, esperando no meio da sala. “Olá, professor Renato. Boa noite. Que bom que o senhor veio trazer o meu pai. Entra e fica a vontade. O senhor é de casa.”

Convidado para jantar, ele se escusou alegando que sua esposa já devia ter feito o jantar e o estaria esperando. Mas, diante da situação em que meu pai o colocou, com tamanha insistência, aceitou tomar um café.

Nos sentamos à mesa, meu pai na cabeceira, que era o lugar onde sempre se sentava, indiquei ao professor a cadeira de um dos lados e sentei-me do outro lado, bem à sua frente. Quando vi que ele estava atento ao que meu pai falava, os dois virados olhando um para o outro, fui esticando cuidadosamente o meu pé até que o encostei no dele, por debaixo da mesa. Ele me olhou rapidamente e o encarei nos olhos, sorrindo o meu melhor sorriso de safadeza.  Foi um toque bem rápido, como se tivesse sido ocasional. Mas, logo em seguida eu apoiei meu pé sobre o seu. Lentamente fui levantando o pé até o colocar sobre os seus joelhos enquanto o olhava fixamente. Ele me sorriu.  Então comecei a falar alguma coisa sem pé nem cabeça, mas suficiente para fazer o mau pai prestar atenção em mim. Foi quando o professor abaixou a mão, segurou o meu pé e o apoiou entre as pernas. Senti que ele estava de pau duro, muito duro. Comecei um movimento bem leve de empurra e puxa. Minha calcinha já estava toda molhada de tesão. Eu estava quase caindo da cadeira e até acho que se o meu pai, que estava conversando comigo, prestasse mais atenção em mim, iria ver que eu estava quase gozando ali do seu lado. Foi quando ouvimos os passos da minha mãe, que chegava. Recolhi o meu pé rapidamente e me recompus.

Quando o professor se despedia para ir embora, fiz minha mão pedir a ele que me desse uma carona até a faculdade. Ele  concordou.

Sem falar nada, ele dirigiu  até a estrada que ficava perto de onde morávamos e parou  na entrada de uma estradinha de terra que levava a uma fazenda.

Bem de leve ele pegou  na minha mão, enquanto  nos beijávamos. Foi me fazendo carícias nas minhas coxas, bem de leve, numa extensão que ia dos joelhos até a parte interna, pouco abaixo de minha  boceta. Às vezes, ele  parava a sua minha mão na parte interna da coxa e, de modo bem discreto me forçava para que eu abrisse as pernas  e eu  correspondia denunciando meu tesão.

Deitou o seu banco totalmente e começou a chupar meus peitinhos,mordendo os biquinhos que já estavam durinhos e empinados para cima. Ia passando as mãos por todo o meu corpo e  alisando minha boceta por cima do shorts. Eu estava louca de vontade de foder  e sentia que ele estava também a fim tanto quanto eu. Beijávamos alucinadamente, falávamos besteiras um nos ouvidos do outro, eu apertava a sua cabeça enquanto ele puxava os meus cabelos para trás e me chamava de gostosa, de safada.

Eu abaixei o meu jeans deixando que ele visse que eu estava sem calcinha  e ele  caiu de boca naquela minha xoxota, que a essa altura já estava ensopada de vontade,de desejo,de tesão pelo seu pau. Ficou passando sua língua quente sobre o meu clitóris… só a pontinha dela, fazendo movimentos circulares sobre ele e de repente descendo até a entrada da boceta e penetrando, fodendo com ela, e subindo de novo. Manteve aquele  movimento de sobe e desce com a língua,  até perceber que eu estava quase gozando.Então me pôs de  joelhos sobre o banco, colocou seu caralho na minha boca e comecei a passar a língua de leve na cabeça dele, deixando ele bem babado. Ele,  ficava falando, como que enlouquecido, “Chupa esse caralho, safada, bem gostoso, engole todinho, até na garganta, vamos, engasga com essa pica, puta que pariu que gostoso, chupa, chupa, chupa” . Ele tava doido pra meter naquela minha  boceta. Me colocou  de quatro, me fez segurar na parte de cima do banco, me mandou empinar bem a bunda e encostou  seu caralho em minha sua boceta. Pincelou gostoso,entre o cuzinho e a xoxota e, com uma única estocada forte  eu enterrou tudo pra dentro da minha boceta, que, naturalmente, já estava encharcada, começando  um vai e vem gostoso, ritmado,puxando meus cabelos para trás. Eu  gemia,  me contorcia, pedia para que me fodesse mais forte, para não parar. “Me fode, me come gostoso, enfia toda essa pica na minha boceta, não para, não para, quero que goze dentro de mim, me enche de porra, vamos, filho da puta, me fode mais, mais. fundo, isso, isso, eu quero gozar no seu caralho”. Não foi preciso muito tempo para que gozássemos.

As horas se passaram muito rápido e quando demos por conta já era por volta de 21:30h. Ele precisava ir embora. Eu ainda pedi que ele me  deixasse  na faculdade para que eu pudesse assistir pelo menos uma aula naquela noite.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s