A CASCATA

Quando acordei naquele sábado, o sol estava tão forte que era quase insuportável.  Como era meu costume fazer quase todas as manhãs aos sábados, resolvi ir até cachoeira nadar um pouco. Uma vantagem que eu tinha sobre as minhas amigas era que o rio, com uma cascata, passava bem no fundo do quintal da casa onde eu morava.

Quando me preparava para entrar no rio, percebi alguém deitado na pedra que se sobressaia bem lá no meio, onde começava uma corredeira e exatamente onde eu gostava de me deitar para ficar vendo o céu enquanto me bronzeava ao sol.

Ao ouvir o barulho que eu fiz ao chegar na beira do rio, a pessoa ergueu a cabeça e virou-se. Reconheci o Clarindo, da locadora. “Está muito gelada?” eu perguntei erguendo a voz para que ele me ouvisse. “Não. Está gostosa” ele respondeu também elevando a voz. Com ali no rio reinava um silêncio quase que absoluto, eu ouvi quando ele disse nitidamente, baixinho, num sussurro “igualzinho a você”.

Mergulhei na água e com braçadas fortes e seguras nadei até perto de onde ele estava, subindo na pedra para ficar ao seu lado.

Clarindo  era um cara branquelão, cabelos pretos e tinha um rosto bonito. De perto parecia bem mais alto do me parecia quando visto de longe. Tinha um corpo bem feito. Nós já nos conhecíamos e até já tínhamos trocado alguns olhares, mas nunca estivemos juntos, sozinhos. Agora era como se aquele rio todo, com aquela cachoeira, fosse só nosso. Dele e meu. “Você está aqui há muito tempo?” perguntei. “Não. Cheguei agorinha mesmo. É muito bom você ter vindo. Não gosto de ficar sozinho na água” ele me disse. “Também não gosto” eu falei, acrescentando “Fico imaginando que se acontecer alguma coisa, não tem ninguém para ajudar a gente”. “É mesmo” concordou. Entrou na água, ficando  de pé e estendeu a mão “vem. Aí na pedra tá começando a ventar frio”. Eu peguei a sua mão e cheguei ao seu lado. Onde estávamos a água chegava até altura do seu peito e até os meus ombros. Ainda segurando a sua mão eu afundei a cabeça na água e ao retirá-la o meu corpo estava bem pertinho dele. “Eu ouvi o que você falou” disse sorrindo olhando seus olhos. “O que eu falei?” perguntou meio sem graça “Eu não falei nada”. “Que a água tava gostosa igualzinho a mim. Não precisa ficar vermelho, não. Eu gostei de ouvir.” Eu percebi que ele tinha ficado sem jeito e sem reação. “Sabe o que eu acho?”  antes que ele respondesse eu completei “você parece ser muito gostoso, também. Estamos empatados” e dei uma gargalhada. “Aposto que já tá de pau duro”.

Sem falar nada ele me puxou, apertou o seu corpo no  meu e começamos a nos beijar. Nosso fogo foi esquentando e enquanto ele ia passando uma das mãos em meu peitinho, que já tinha tirado para fora do biquini, eu ia apertando na minha mão o seu pau, que já não tinha como ficar mais duro e estava latejando dentro d’água.

Discretamente fui descendo a mão, alcancei sua rola e comecei a brincar, batendo nele uma punheta gostosinha. Ele não aguentou, me  pegou no colo, me encostou  na pedra em que estivéramos sentados  e começou a meter seus dedos na minha boceta de um jeito gostoso. Eu  tava com tanto tesão que abri ainda mais as pernas para ele que ficou mais louco, se arrepiava, o coração disparando e o seu pau latejava.

Gulosamente  chupou os meus peitinhos com movimentos gostosos da língua, mordiscando os seus biquinhos enquanto ele apertava a minha bunda, me fazendo gemer baixinho enquanto dizia “Me come. Me fode gostoso. Ai, eu não aguento mais. Eu quero pica. Me enfia esse caralho gostoso. Ele me virou de costas e esfregou seu pau na minha bunda. Eu o segurei na minha mão,  afastei o biquini  encostei o seu pau na minha boceta de pelos ralinhos, pretinhos,  e fui fazendo ele entrar bem devagar, bem gostoso, até que não sobrou mais nada de fora dela.   Eu gemia enquanto ele me olhava de uma forma bem safada falando no meu ouvido que ia me comer bem gostoso e que queria sentir toda a sua porra escorrendo dentro da minha boceta. Quanto mais ele enfiava e tirava o pau mais besteiras ia falando. ” Ai, que gostosa essa sua boceta,quero te meter com força, caralho, vou te enfiar tudo, ai minha putinha mais gostosa, vou te encher de porra, eu vou te regaçar todinha, ai, ai, ai, eu vou gozar. Vem e goza comigo.” Enquanto ele tremia e se esticava apertando o meu corpo, gozando, eu senti um jato de porra saindo de dentro do seu pau e gozei também intensamente.

Deitamos sobre a pedra para descansar e lá ficamos, lado a lado, até que ouvimos a minha mãe chamando “Ô Denise, vem, filha, almoçar”. Eu me virei para ele, beijei sua boca num beijo gostoso e mergulhei  na água fria, nadando de volta para a outra margem, para o meu quintal.

Como se nada tivesse acontecido.

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