A CACHOEIRA

                                              

      

Naquele sábado, o sol estava tão forte que era quase insuportável.  Como não tinha nada programado para fazer naquela manhã, resolvi ir até a cachoeira nadar um pouco, já que à tarde tinha uma partida de futebol para jogar.

A água estava gostosa, fria sem estar gelada, mas o bastante para aliviar o calor exagerado do sol. Depois da dar algumas braçadas e alguns mergulhos, deitei sobre uma pedra que sobressaia em uma das corredeiras e fiquei lá, olhando para o nada, relaxando.

Em um dado momento, percebi movimentos na outra margem, do outro lado de onde eu me encontrava e quando me virei para olhar, vi a Denise, filha da Dona Mariquinha, de biquíni, pronta para entrar na água. “Está muito gelada?” me perguntou erguendo a voz para que eu a ouvisse. “Não. Está gostosa” eu respondi também elevando a voz, enquanto dizia baixinho “igualzinho a você”.

Ela mergulhou e com braçadas fortes e seguras nadou até perto de onde eu estava, subindo na pedra para ficar ao meu lado.

Denise era morena, cabelos pretos caindo até os ombros e um rosto lindo. Mas agora eu estava vendo que tinha um corpo estupendo. Maravilhoso. Era muito mais gostosa agora,de perto, do que quando  eu a  tinha visto de longe. Nós já nos conhecíamos e até já tínhamos trocado alguns olhares, mas nunca estivemos juntos, sozinhos. Agora era como se aquele rio todo, com aquela cachoeira fosse só nosso. Dela e meu. “Você está aqui há muito tempo?” perguntou. Não. Cheguei agorinha mesmo. É muito bom você ter vindo. Não gosto de ficar sozinho na água” eu lhe disse. “Também não gosto” ela falou, acrescentando “Fico imaginando que se acontecer alguma coisa, não tem ninguém para ajudar a gente”. “É mesmo” concordei. Entrei na água, ficando de pé  e estendi a mão “vem. Aí na pedra tá começando a ventar frio”. Ela pegou a minha mão e chegou ao meu lado. Onde estávamos a água chegava até altura do meu peito e até os seus ombros. Ainda segurando a minha mão ela afundou a cabeça na água e ao retirá-la o seu corpo estava bem pertinho de mim. “Eu ouvi o que você falou” disse sorrindo me olhando nos olhos. “O que eu falei?” perguntei meio sem graça “Eu não falei nada”. “Que a água tava gostosa igualzinho a mim. Não precisa ficar vermelho, não. Eu gostei de ouvir.” Eu percebi que tinha ficado sem jeito e sem reação. “Sabe o que eu acho?”  antes que eu respondesse ela completou “você parece ser muito gostoso, também. Estamos empatados” e deu uma gargalhada. “Aposto que já tá de pau duro”.

Sem dizer nada eu a puxei, apertei o seu corpo no  meu e começamos a nos beijar. Nosso fogo foi esquentando e enquanto eu ia passando uma das mãos em seu peitinho, que eu tinha tirado para fora do biquini, ela ia apertando na sua mão o mau pau, que já não tinha como ficar mais duro e estava latejando dentro d’água.

Ela discretamente foi descendo a mão, alcançou minha rola e começou a brincar, bateu uma punheta gostosinha, não aguentei, peguei ela no colo, encostei na pedra em que estivéramos sentados  e comecei a meter meus dedos na boceta dela de um jeito gostoso. Ela tava com tanto tesão e abriu ainda mais as pernas para mim e fiquei louco, me arrepiava, coração disparava e meu pau latejava.

Gulosamente  chupei os seus peitinhos gostosos, mordiscando os seus biquinhos enquanto ela apertava a minha cabeça e gemia baixinho e dizia seguidamente “Me come. Me fode gostoso. Ai, eu não aguento mais. Eu quero pica. Me enfia esse caralho gostoso. Eu a virei de costas e esfreguei meu pau na sua bunda. Ela o segurou em sua mão, afastou o biquini  encostou o pau na sua boceta de pelos ralinhos, pretinhos  e foi fazendo ele entrar bem devagar, bem gostoso, até que não sobrou mais nada fora dela.   Ela gemia, me olhava bem safada e pedia pra eu comer bem gostoso e que queria sentir minha porra escorrendo dentro da sua boceta. Quanto mais eu enfiava e tirava o pau mais besteiras ela ia falando. ” Ai, que gostosa essa sua pica, mete com força, caralho, enfia tudo, ai filho da puta gostoso, me enche de porra, eu vou te regaçar todo, ai, ai, ai, eu vou gozar. Vem e goza comigo.” Enquanto ela tremia e se debatia apertando o meu corpo, gozando, eu senti um jato de porra saindo de dentro do meu pau e gozei intensamente.

Deitamos sobre a pedra para descansar e lá ficamos, lado a lado, até que ouvimos Dona Mariquinha chamando “Ô Denise, vem, filha, almoçar”. Ela se virou para mim, me beijou na boca um beijo gostoso e mergulhou na água fria, nadando para a outra margem.

Eu me levantei, nadei para fora do rio e fui de volta para casa, descansado, relaxado, pronto para jogar a partida de futebol que me esperava, naquela tarde.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s