COMPENSANDO A DOR

                                 

                             

Durante a minha adolescência convivi com um problema sério de espinhas que me surgiam, sem mais nem menos, avermelhavam e inchavam com a maior facilidade. Bastava espremer para logo incharem. Na medida em que fui me tornando adulto, o problema desapareceu como por encanto. Até que um dia senti um incômodo na meu saco e, ao verificar, descobri que havia um cabelo começando a inflamar. Fui até uma farmácia e o balconista me sugeriu aplicar uma pomada, assegurando que o ideal, mesmo, seria que eu fizesse uma depilação, evitando, assim, que o problema se repetisse.

Embora a pomada tivesse dado o resultado e desinchado o local onde o cabelo estava inflamando, resolvi que seria melhor ouvir o conselho do rapaz da farmácia. O único problema é que eu não me sentia seguro em ser atendido em uma clínica. Nunca havia feito depilação antes, com certeza, ficaria sem jeito e muito envergonhado na presença de estranhos. Assim, pesquisei na internet até encontrar uma dessas profissionais de estética e depilação que atendiam em domicílio. Combinamos que ela faria o seu trabalho no meu apartamento.

A campainha tocou e abri a porta para que ela entrasse. Branquinha, cabelos negros ondulados, corpo esguio, um belo rosto e um belo sorriso. Vestia um avental branco com esses que as enfermeiras usam. “Oi, sou a Adriana“. Eu a cumprimentei e lhe disse para ficar a vontade. Rapidamente ela abriu a mala que trazia consigo e montou, ali mesmo, na sala de estar, uma dessas pequenas macas portáteis, que as esteticista e massagistas usam para o atendimento domiciliar. “Tira a sua roupa, deite-se na maca e pode ficar tranquilo”. Enquanto eu me deitava ela dispôs sobre a mesinha de centro o material que precisaria usar na depilação, calçou luvas, com uma espátula foi passando  um uma fina camada de cera em meu corpo. “No telefone você me disse que nunca depilou. É verdade? Posso fazer o que eu acho que vai ficar melhor?” Eu disse que sim e perguntei como seria. A resposta que me deu foi bastante técnica e profissional ” Vou depilar toda a região superior frontal do  púbis, que é a escolha mais óbvia, que todo mundo faz, mas o ideal é cuidar também do saco, especialmente nos entornos do pênis. E, se você quiser que eu capriche, mesmo, posso estender o processo até a virilha. Eu concordei, claro, já que ela era uma especialista. “Você não vai ter problemas, não. Vai ser fácil de depilar. Você tem poucos pelos. Elas vão gostar” ela insinuou. “Eu estou depilando não é por causa de sexo, não. É para impedir que os cabelos dessa região inflamem” eu lhe disse. Ela deu uma risada “Sei. Tô vendo aqui onde tinha um” e passou a o dedo pelo meu saco, exatamente onde antes havia um cabelo inflamado.

Enquanto conversava comigo, ela ia fazendo a depilação, começando pela virilha, retirando a cera da minha pele. Dolorosamente. Ela ia retirando a cera com uma das mãos com gestos rápidos e seguros, enquanto que com a outra ia alisando a pele de onde retirara a cera, para sentir se ainda restava algum pelo. Nesse movimento ia passando a mau no meu pau, pegando, apertando, virando de um lado para o outro. Na medida em que ia passando a cera na virilha, olhava para o meu cacete discreta e sorrateiramente. Não demorou para que o meu pau fosse endurecendo e então eu lhe disse que, daquele jeito, eu ia acabar ficando constrangido. Ela me olhou sorrindo dizendo “Não precisa ficar constrangido, não. Relaxa e aproveita. Não tem nenhum problema a não ser que o senhor não goste”. Foi só falar para o caralho endurecer de vez, como se estivesse obedecendo a uma ordem. Ela continuou o seu trabalho de depilação, mas agora, acariciando o meu pau, que brilhava besuntado de óleo. Percebi que os seus peitinhos estavam durinhos, arrebitados.      
Já que o jogo era aquele, resolvi que também iria jogar.  Comecei a passar a mão em suas pernas,  no meio delas, nas coxas e a pegar na sua bunda, apertando, beliscando, espremendo. De vez em quando ela ia soltando uns gemidos abafados enquanto se contorcia, rebolando levemente, sem parar de me depilar. Eu já não sentia mais nenhuma dor quando ela retirava a cera. “Doeu muito?. Agora só falta fazer uma revisão” ela disse enquanto esfregava as mãos com um líquido que retirou de sua maleta. “Isto vai fazer com que os poros se recuperem sem deixar nenhuma irritação. É bem geladinho e pode amolecer seu pau.” Respondi apenas “OK. Vamos ver o que acontece”. Fiquei pensando comigo, vou deixar acontecer. E aconteceu…ela iniciou uma vagarosa punheta em mim e sussurrou no meu ouvido que iria me dar um complemento, mas que eu teria que guardar segredo porque não era do seu costume fazer assim, que iria apenas compensar a minha dor. Apenas confirmei afirmativamente com a cabeça. Ela então começa a me abocanhar, meu pau estava completamente dentro de sua boca. Era uma sensação para lá de excitante. Era a minha primeira depilação, estava na minha casa, na minha sala e por isso aquele momento estava sendo muito especial.  Adriana não só chupava, mas também sugava meus ovos, estava delirando de tanto tesão. Foi quando senti que iria gozar, mas não deu tempo de avisar, derramei uma quantidade abundante de porra na boca de Adriana que, com toda a classe, não deixou uma só gota cair para fora, engoliu todinho, me deu um sorriso e me disse que o trabalho estava concluído. Eu a paguei e nos despedimos com um longo e demorado beijo na boca, nos prometendo, um ao outro, que repetiríamos a sessão em um outro dia qualquer, mais para a frente..