areia, praia e sonhos.

Bunduda deliciosa dando gostoso no samba porno brasileiro

Éramos amigos de estudos. Nos víamos praticamente todos os dias. Trocávamos idéias, discutíamos  teorias,dividíamos conhecimentos. Enfim, podia-se dizer que já sentíamos falta um do outro, quando não nos víamos. Amigos, sim, com toda a certeza. Muito amigos.

Aquele tinha sido um ano bem puxado, de muito trabalho, de muita pressão e de pouco descanso. Eu sentia o meu corpo pesado pela fadiga diária, todos os meus músculos e ossos gritando pedindo socorro e um tempo sem fazer nada e a cabeça sonhando com uma praia. Decidi que assim seria. Praia. Mar, muita areia, água de côco, camarão no espetinho e gente quase pelada. Muito biquíni desfilando na minha frente. Ah, eu queria descanso. Eu ia ter descanso.

Qual não foi a minha surpresa  quando uma noite, voltando da faculdade, falei a ela dos meus planos para o feriado prolongado ” Que tal. Topa ir comigo?”  e ela, de pronto, sem nem pensar, me respondeu: “Estou nessa. Eu topo. Vou com você“. Assim, sem mais nem menos tomamos um ônibus uma noite e embarcamos para o litoral. Rumo ao mar.  E após viajarmos uma noite inteirinha, eu, ela e sua filha de cinco nos deparamos pela manhã com a imensidão azul do mar dominando tudo, à nossa frente.  Final da viagem.Começo do descanso.

Assim que deixamos as malas no apartamento, que ficava a apenas um quarteirão da praia e de onde podíamos avistar o mar a nos esperar, fomos para a praia. Estávamos empolgados mas quem demonstrava maior felicidade era sua filha, que nunca havia, até então, visto o mar.

Deixei-as brincando na areia e fui dar uma olhada nas redondezas, para me familiarizar com o ambiente e quando voltei eu as vi, andando na areia. As duas conversavam animadamente. Minha amiga estava completamente descontraída. Pude perceber que, naquele pouco tempo junto ao mar já tinha passado por grande transformação. O semblante carregado fora trocado por uma leveza que podia ser percebida de longe. Ela, que já era uma mulher bonita estava simplesmente linda. Ao lado da filha estava encantadora. Então, alguma coisa despertou dentro de mim. E eu a desejei assim, de longe, encantado, sem conseguir tirar dela os olhos. De repente, não havia mais ninguém naquela praia, apenas ela. Nem sua filha eu via mais. Apenas ela. Nenhum som no ar. Apenas a sua risada. E as ondas do mar quebrando aos seus pés. O mar rendia homenagens à sua beleza e quedava, aquietava suas ondas aos seus pés. E ela, sem se importar com nada ao seu redor, caminhava pela areia, mexendo lindamente o seu corpo perfeito, num andar suave, suas ancas movendo-se em um rebolar insinuante.

Não sei quanto tempo fiquei lá, de longe, só observando as duas brincando na areia. Não deve ter sido por longo tempo, mas me pareceu uma eternidade. Quando elas me viram e se voltaram correndo ao meu encontro, o encanto quebrou-se como num passe de mágica e procurei não deixar que tudo o que eu senti ao vê-las antes fosse percebido por elas. Mas a semente do querer já havia sido plantada nos meus pensamentos. Eu a queria.

Como estávamos buscando descansar, resolvi que não faríamos comida em casa e que iríamos experimentar comer em um restaurante bem em frente ao apartamento. Era só atravessarmos a rua e não precisávamos nem trocar de roupa, pois lá era permitido o uso de roupa de banho mesmo. Assim, fizemos o a nossa primeira refeição juntos, os três. Depois, por sugestão dela e não ligando para os protestos da filha que queria voltar para a praia, fomos para o apartamento descansar um pouco, afinal de contas, havíamos viajado toda uma noite e, embora felizes, estávamos cansados. “Depois a gente volta pra praia e fica até o final da tarde”.

Antes de nos deitarmos, tomamos um banho para tirar a areia do corpo e o sono dos olhos. Deixei que usassem o banheiro social e usei pequeno banheiro que havia logo depois da cozinha. Como o apartamento tinha dois quartos, ela se acomodou com a filha no quarto de casal e eu fiquei em um dos beliches colocados no quarto ao lado.

Deitado, não conseguia pegar no sono. O desejo de estar com ela foi ficando mais forte e tomando conta de mim. Senti sede e fui até a cozinha. Ao me dirigir até a geladeira, vi estendidas, no pequeno varal do corredor que levava ao pequeno banheiro, as duas peças do seu biquíni. Instantaneamente imaginei-a nua, o corpo branco começando a dourar pelo sol, peitinhos soltos, livres, empinados. Pelo tamanho do sutiã, deviam ser pequenos. Teriam os biquinhos normais, rosados? Seriam grandes os mamilos? Como ficariam quando eu os tocasse com as mãos? E quando os colocasse em minha boca e os chupasse suavemente, como reagiriam? Assim pensando senti que o sono se perdeu de vez e fui sendo tomado por um tesão que endurecia o meu pau cada vez mais, parado ali na cozinha, ao lado da geladeira. Impossível resistir. Fui para o banheiro, abri o chuveiro e deixei que a água morna escorresse pelo meu corpo enquanto batia uma punheta deliciosa imaginando que a estava enrabando. Gozei muito. De volta ao quarto, dormi quase que instantaneamente.

A maior parte da tarde ficamos sentados na areia, sob um guarda sol, conversando e observando sua filha brincar na areia.

Na volta para o apartamento passamos antes por uma feira de artigos diversos e compramos algumas bugigangas, lanchamos em uma barraca e nos deixamos ficar sentados em um banco à toa, observando a lua enluarando toda a noite pendurada em um céu recheado de estrelas.

Quando sua filha mostrou sinais de que não aguentava mais ficar acordada, fomos para o apartamento ela a acomodou na cama e veio ficar comigo, na sala, vendo televisão, sentada no chão, aos meus pés, cabeça pousada nos meus joelhos, enquanto eu acariciava os seus cabelos, levemente.

Em pouco tempo ela semicerrou os olhos e percebi que estava sonolenta. Perguntei se estava com sono e ela me disse que sim. Ajudei-a a se levantar e lhe disse que ainda ficaria assistindo a tv mais um pouco. Ela foi para o quarto e eu a acompanhei com os olhos, extasiado.

Durante o tempo em que estivemos juntos, na sala, pouco nos falamos. No entanto, a maneira como tudo transcorreu deixou em mim uma paz tão grande que me tocou profundamente. Estar com ela sentada no chão com a cabeça pousada nos meus joelhos, deixando que eu acariciasse os seus cabelos era dividir comigo a sua intimidade de uma forma pura e inocente. Ao me dirigir ao meu quarto eu me sentia feliz, completamente feliz.

Por mais estranho que possa parecer, entendi que ela havia compartilhado comigo a intimidade que queria compartilhar. Eu a desejava, muito, queria fudê-la de todas as maneiras que o meu desejo me impunha, mas tinha que entender que ela não havia me acompanhado até a praia para fuder comigo. Ela estava comigo, levando a filha, para se fazer companheira e cúmplice na minha felicidade. E ao mesmo tempo, deixar que a filha vivesse momentos tão lindo, maravilhosos e felizes, dos quais não iria se esquecer, jamais. Ela estava ali para ser feliz comigo e não para se tornar minha amante.

Ficamos ainda mais alguns dias nos deliciando com areia, sol e luar. Durante todo o tempo passeamos muito, nos divertimos e fizemos com que  sua filha se divertisse a mais não poder.

Todas as nossas noites, no apartamento, ela se deixava ficar sentada no chão da sala, com a cabeça inclinada nos meus joelhos enquanto eu brincava com os seus cabelos, até que o sono a fizesse ir para a cama.

Nem uma vez falamos de sexo. O que ela nunca soube é que eu a continuei desejando e batendo punheta todas as tardes e todas as noites, no banheiro imaginando estarmos fodendo e fazendo outras “cositas más“.

Quando voltamos para Belo Horizonte estávamos realmente descansados, felizes e queimados de sol. Ela e a filha demonstravam que estavam realmente muito felizes. Ela, com toda a certeza, estava pronta para nova jornada de trabalho e estudos. Eu, de minha parte, estava pronto para iniciar uma temporada de sonhos.

Ah, como eu gostaria de a ter beijado. Como eu gostaria de a ter comido. Ah como eu gostaria que ela pudesse voltar comigo àquela praia, desta vez sabendo tudo isto que até então não estava sabendo. Será que a gente foderia? o que acham?

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