VIU, NÃO ATRAPALHOU EM NADA !

Eu andava meio incomodado e preocupado com um caroço que havia aparecido bem na parte de baixo do meu saco. A princípio, nem me chamava a atenção, tão pequeno que era. Mas, pouco a pouco, foi crescendo e se tornando feio, esbranquiçado, duro. Não doía mas chamava  minha atenção quando, por exemplo, estava tomando banho. Ou chamava a atenção de algumas das mulheres com quem eu transava, que sempre tinham a curiosidade de dizer:” Mas o que é isso, meu bem? “ enquanto outras acrescentavam “que coisa mais feia”, ou, simplesmente “ Por quê não tira isso?”. Até que um dia, resolvi que iria tirar “isso” do meu saco.

 Comecei, então, a tomar coragem pois, afinal das contas, mesmo pequena, seria uma cirurgia. E sempre considerei cirurgia como sendo coisa séria,. Séria e arriscada. E assustadora.

Liguei para uma clínica, expus toda a situação. Recebi as indicações necessárias sobe os exames que deveria fazer, antes, para apreciação dos riscos que envolveria a cirurgia e agendei para o inicio do meu período de férias. Para poder ficar totalmente despreocupado caso necessitasse de mais alguns dias para a recuperação pós operatória.

Como havia marcado a data da cirurgia com bastante antecedência, despreocupei-me e fui levando a vida diária conforme a rotina que tinha. Nem me lembrava de cirurgia.

Um dia, havia saído de BH em um final de semana desses esticados com um feriado na sexta, e estava tranquilo em um sítio de um amigo, quando resolvi andar de bicicleta junto com uma turma. Não deu outra: o danado do caroço, não sei porque, deu uma fisgada em determinado momento e disparou a doer. Quando olhei o local, estava muito vermelho e muito dolorido. Eu o havia comprimido contra o selim da bicicleta, com toda a certeza. Devia ter sido ao passar por algum buraco e não tinha nem percebido quando o fiz. O certo é que todo o prazer do meu passeio acabou ali mesmo, naquele momento, com uma baita dor no saco.

Voltei para a minha casa no domingo a noite e, na segunda pela manhã, liguei para a clínica e falei com a atendente sobre o ocorrido. Ela me pediu uns minutos para verificar que procedimentos eu devia tomar. Quando me ligou de volta, disse-me que eu deveria me dirigir para lá, para ser examinado imediatamente por alguém do plantão, perguntou-me sobre os meus exames  pré operatórios e lhe disse que já os havia entregue assim que ficaram prontos. Disse-me, ao final, que o plantonista estaria me esperando.

Quando cheguei a clínica era pouco mais de nove horas da manhã.

Apresentei-me no balcão, preenchi uma ficha e a atendente disse-me para  esperar que logo seria atendido. Não tinha nem sentado direito quando fui chamado e encaminhado a um consultório. Lá, ao entrar, fui recebido por uma médica que  identificou-se como sendo a plantonista, disse já estar ciente do meu caso e mandou-me deitar em uma espécie de maca que, depois vim a saber era uma cama de exames. Pediu-me para mostrar o caroço e ficou conversando comigo. Enquanto falava, eu percebia uma enfermeira movimentando-se pela sala, colocando em uma bandeja de metal alguns materiais que eu não identifiquei a não ser uma seringa que deduzi fosse para anestesia. Não deu outra. Enquanto falava, senti uma picada da agulha e logo a doutora estava cortando o caroço. Não doeu embora eu sentisse quando cortava e quando o apertava. Em poucos minutos afastou-se e me mostrou o que havia retirado dele. Imediatamente procedeu a sutura e me disse que tudo havia terminado. Eu não tinha mais caroço no meu saco.  A doutora dispensou-me dizendo que tudo havia corrido bem, recomendando que eu retornasse dentro de sete dias, para a retirada dos pontos. E que já estava deixando agendado para aquele mesmo horário.

Passei  todos os dias daquela semana, que antecedeu a retirada dos pontos, tomando cuidados especiais com o meu saco, embora ninguém me tivesse exigido tais cuidados. Cuecas largas e folgadas, sentar com cuidado em cadeiras mais duras, deitar procurando não comprimir o saco e, principalmente, não dirigi nenhuma vez. Cismei que o banco do carro não era bastante confortável e poderia me machucar. O certo é que não me arrisquei em nenhum momento. Também não comi ninguém. Minha única preocupação era não me arriscar.

Sete dias depois de operado estava eu, novamente, na clinica, pronto para a retirada dos pontos. Desta vez, precisei esperar um pouco mais mas não me inquietei. Afinal, não tinha mais caroço me incomodando nem me ameaçando. Qualquer tempo que eu esperasse para ser atendido, seria suportável. Sentei-me na sala de espera junto a outros pacientes e fiquei lendo uma revista.

Devo ter ficado uns vinte minutos esperando quando a atendente chamou-me pelo meu nome e indicou-me o consultório onde eu havia sido operado. Lá, esperava-me apenas a enfermeira que havia preparado os instrumentos quando da minha cirurgia.

Recebeu-me com um sorriso, perguntou como eu estava, pediu desculpas pelo atraso no atendimento e me disse que a doutora havia demorado um pouco com um paciente. Que ela se chamava Sandra e era quem iria fazer a retirada dos meus pontos. Indicou-me a cama, mandou que eu me deitasse, me preparasse, e começou a colocar luvas em suas mãos.

Ao se aproximar de mim, para fazer a retirada dos pontos, perguntou-me se estava tudo bem, se eu tinha tido algum problema com a cirurgia, se havia sentido dores, se precisara de analgésicos. Enquanto falava, ia retirando cada um dos três pontos com um puxão rápido. Em determinado momento, sorriu e me disse que alguns pacientes dos quais retirara também os pontos, de cirurgias semelhantes, disseram que tiveram medo de ficarem impotentes. Perguntou-me se eu tivera esse medo e eu, meio sem jeito, disse que sim. Ela quis saber se eu fizera sexo enquanto estava com os pontos e eu disse que não. Então, subitamente, senti que a enfermeira estava acariciando o meu pau. Já não retirava pontos do meu saco. Estava, de uma forma muito delicada e ao mesmo tempo muito gostosa, me batendo uma punheta. Pôs uma das mãos em meu peito e com a outra me punhetava.

Quando eu já nem mais dava conta do que estava acontecendo, abaixou-se sobre o meu pau e começou a chupar, bem devagar a principio, aumentando aos poucos o ritmo, de uma forma estupendamente gostosa. Massageava o meu saco, de onde havia retirados os pontos e chupava, chupava, chupava o meu pau até que gozei, mordendo os lábios para não gemer de prazer.

Com toda a calma, apanhou uma toalha de papel, limpou o meu pau com todo o cuidado, puxou-me pela mão me fazendo ficar de pé e abotoou a minha calça. Depois, levou-me até a porta, que abriu com a maior naturalidade do mundo, dizendo: “Viu como a cirurgia foi boa? Não atrapalhou em nada!”

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