VARANDA INDISCRETA

Durante toda a minha infância o Jorge sempre foi o meu amigo mais chegado, em quem eu mais confiei. Crescemos juntos morando na mesma rua, frequentando a casa um do outro, brincando juntos, estudando juntos. Eu nunca tive nenhuma coisinha para reclamar dele. Amigo de verdade, de fato. Tão amigo que eu tinha coragem de confiar a minha vida a ele, se fosse preciso.

Eu nunca tinha isto o Jorge como homem, só como amigo. Até aquele dia, quando minha vida com ele deu uma reviravolta completa. E a vida do Jorge também mudou, eu tenho certeza.

A minha irmã mais velha, Carla, morava em Belo Horizonte e era casada com um advogado chamado Joaquim. Eles não tinham filhos e passavam as folgas, sempre que podiam, na nossa casa, com os nossos pais.

Meu cunhado era bom de lábia, como todo advogado, bonitão e, como fui descobrindo aos poucos, muito safado. Me dava cada olhada que eu, no inicio, perdia até o rebolado. Depois, fui me acostumando com o jeito dele e me sentindo mais segura. E o fato de ver que ele me olhava como mulher me deixava toda toda. Eu já tinha feito dezesseis anos e tinha um corpo que causava inveja em todas as minhas amigas da minha idade. Quem não me conhecia bem pensava que eu mais velha. Assim, eu frequentava todos os lugares em que as mulheres se reuniam e mesmo as mais velhas me aceitavam junto delas. E assim eu participava das conversas, mesmo das mais pesadas. Aprendi tudo de sexo sem nunca ter metido. Já me sentia preparada para dar assim que achasse que era a hora. E já sentia tesão quando pensava em como seria estar dando.

O Joaquim, meu cunhado, gostava de ficar me abraçando e eu sentia que ele se aproveitava para me acariciar mais do que o normal. Na realidade, eu sentia que ele estava era me alisando. E eu já estava gostando quando ele fazia isso. A tal ponto que,em algumas vezes, eu procurava passar perto dele quando estava sozinho e arranjava um jeito de esbarrar nele só pra que ele me segurasse ou para sentir a mão dele esbarrando no meu corpo. Ele também já tinha  percebido que eu estava dando mole pra ele. Começou, então, a arranjar sempre um tempo pra ficar mais comigo. E despistava a Carla. Eu também entrei no jogo dele e comecei a despistar a minha irmã pra poder ficar mais perto dele. Estávamos, os dois, fazendo o nosso joguinho. E eu cada vez mais sentia um tesão enorme pelo Joaquim.

Os meus pais tinham o costume de dormir cedo. Assim, mesmo depois que iam se deitar, a casa ficava aberta para que nós, filhos, netos e outros parentes,  tivéssemos a liberdade de entrar e sair até pelo tempo que quiséssemos. Com total liberdade.

Foi numa noite em que havia uma reunião de mulheres na casa de uma nossa amiga que eu, na frente do Joaquim, dei uma desculpa de que não estava me sentindo muito bem e que ficaria em casa, para ver se melhorava. A Carla saiu com duas vizinhas e disse ao Joaquim que ele podia ficar por conta do à-toa, que ela voltaria com o pessoal quando acabasse a reunião. Que, com certeza, iria demorar. O Joaquim disse que iria tomar um banho e, depois, dar uma chegada na praça para bater um papo com o povo ou jogar umas partidas de sinuca no Bar do Ponto.

Quando todos saíram, apaguei a luz da varanda e fiquei encostada na mureta olhando a rua. Senti quando o Joaquim chegou por trás de mim, colocou as mãos nos meus ombros e se encostou em mim, por trás, devagarinho, perguntando no meu ouvido se eu já havia melhorado. Eu disse que sim, que já estava bem. Ele então apertou um pouco mais o seu corpo no meu e perguntou baixinho se podia ficar ali, comigo. Eu disse que sim, que podia. Ele apertou os meus ombros e senti o seu pau crescendo na minha bunda. Ele foi descendo uma das mãos pelo meu braço, pela minha cintura e quando dei pela coisa já estava colocando a minha mão aberta no seu pau. Meu corpo foi ficando acalorado, um fogo foi crescendo dentro de mim e quando percebi eu estava rebolando a bunda e esfregando nela o seu pau. Ele foi me virando devagar, me apertando em seu peito e me beijando de tal forma que eu quase nem respirava mais. Claro que eu estava correspondendo. E gostando de pegar no pau, eu logo abri sua calça, tirei-o para fora e comecei a brincar com ele, esfregando, alisando. Me deu uma vontade danada de chupar aquele pau tão quente e tão duro. O Joaquim parece até ter adivinhado o meu pensamento. Foi abaixando a minha cabeça com uma leve pressão e quando dei por mim, já estava mamando em seu pau, quase engasgando, chupando na medida em que ele, com a mão em minha nuca, puxava e empurrava a minha cabeça marcando o ritmo da minha chupada. Depois, me fez levantar, me abraçou e ficou beijando a minha boca enquanto eu sentia a sua mão apertando e acariciando a minha buceta. Eu só conseguia rebolar e remexer o corpo louca de tesão. Até que ele me disse que ia me foder, arrancar o meu cabaço, me comer todinha. Eu só conseguia dizer que sim, que ele me fodesse, que me comesse todinha. E foi o que o Joaquim fez. Ali mesmo, na varanda, depois de me por de quatro. Eu quase morri de tanto prazer. Nem me lembro se doeu. Quando fui deitar ainda sentia como se o caralho dele tivesse ficado dentro de mim. Mas não era uma sensação ruim. Eu chorei de alegria. Tinha dado e tinha gostado.

O Joaquim passou a me comer sempre que vinha com a Carla visitar os meus pais. Parece até que passou a vir mais amiúde. E ninguém sabia que eu dava pro Joaquim e que ele gostava muito de me foder. Era o nosso segredo.

Assim foi que aconteceu naquela noite de sexta-feira, na primeira semana de Outubro.

A Carla e o Joaquim haviam chegado de tardinha e estávamos conversando na varando quando o Jorge chegou. Juntou-se a nós e ficamos juntos, os quatro, até  que a Carla disse que ia se deitar porque estava muito cansada da viagem. Eu disse que também queria dormir mais cedo porque não estava me sentindo muito bem e acompanhamos o Jorge até o portão. Ele, antes de sair, brincou comigo dizendo que o meu mal estar era porque eu estava  ficando velha. Entramos, Carla e eu enquanto o Joaquim  nos disse que ficaria ainda mais um pouco lá, na varanda, porque estava sem sono. Esta era a nossa dica.

Esperei um pouco no quarto até ter certeza de que a Carla já estava dormindo. Saí e fui me encontrar com o Joaquim  na varanda. De lá, descemos até o beco que dava acesso a varanda e o Joaquim começou a me foder bem gostoso. Eu estava com tanto tesão e rebolando com tanta vontade, gemendo baixinho cada vez que o Joaquim me enfiava o caralho até o talo, que nem conseguia manter os olhos abertos. Eu me apertava a ele, fincava as unhas nas suas costas e pedia que metesse mais forte e gemia de prazer quando percebi que alguma coisa não estava certa. Abri os olhos e vi o Jorge, branco que nem uma vela de cera de altar de novena, de pé na minha frente, me olhando com os olhos esbugalhados.

De início, fiquei assustada. Mas o pau Joaquim mexia tão gostoso dentro da minha buceta que eu deixei rolar e dei um sorriso bem safado pro Jorge. Quando ele percebeu que apenas eu o tinha visto, virou-se e saiu rapidamente sem se voltar. Eu continuei a foder, deixando o Joaquim me comer muito muito gostoso até perceber que ele estava gozando, quando aquela porra quentinha jorrou dentro de mim. Eu o abracei e gozei também.

Como acontecia sempre, Carla e Joaquim, que haviam chegado na sexta-eira, viajaram de volta para a Capital na segunda-feira, pela manhã. Quando anoiteceu, encontrei-me com o Jorge. Nos sentamos em nosso banquinho na nossa rua e ficamos lá, conversando, como se nada tivesse acontecido de diferente entre nós, até mais ou menos meia-noite, quando ele me acompanhou até a minha casa. Chegando lá, tomei sua mão sem dizer nada, levei-o até o beco onde o Jorge viu o Joaquim me fodendo, abracei-o, beijei-o, tirei o seu pau, fiz com que ficasse muito duro, chupei-o com vontade e fiz com que me comesse. E ele me comeu com muito tesão, com muito prazer e com muita força. E amei que tivesse um caralho grande, duro e gostoso.

Durante todo o final de ano, até Dezembro, o Jorge me fodeu praticamente todos os dias. Cada vez mais gostoso. Aí, em Dezembro, fui embora para a Capital. Ele me levou até o ônibus, beijei-o na boca com todo mundo olhando e embarquei. Para morar com a Carla e com o Joaquim. O meu sonho.

 Nunca mais vi o Jorge.

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