UMA EXCELENTE VIAGEM

Eu tinha ficado dois dias em Belo Horizonte na casa de meus tios, para onde eu viajava da cidade onde morava no interior pelo menos uma vez por mês, levando peças de lingerie feitas pela minha mãe e que minha tia comprava para revender, como sacoleira. Era uma noite de sexta-feira.

 Confesso que, desta vez, voltava sem nenhuma aventura  para contar para minha amigas que, com certeza, iriam ficar por alguns dias me peguntando coisas que eu fiz ou coisas que alguém tivesse feito comigo. Na verdade, o que lhes interessava era saber como eu tinha passado os dois  dias em BH e com quem eu tinha ficado, se tinha dado e pra quem. Elas viviam imaginando que lá todo mundo ficava com todo mundo, que todo mundo vivia só metendo. E eu ajudava a pensarem assim, já que todas as vezes que eu voltava de BH lhes contava várias estórias cabeludas, daquelas que elas gostavam tanto de ouvir. E nas quais acreditavam piamente. Mas eram mentiras que eu inventava,  na maioria das vezes. Assim, elas ficavam satisfeitas e eu ficava bem com elas, parecendo estar aproveitando muito bem os meus vinte e dois anos.

Claro que eu já tinha tido em BH algumas aventuras bem cabulosas. Já sabia onde me mostrar quando queria ter uma aventura. E é claro que eu não queria nada sério com ninguém da capital. Eu sempre achei que iria me casar com alguém da minha cidade. Lá, eu poderia escolher com quem me casar. Conhecia todo mundo. Mas sempre inventava alguma coisa para falar com as meninas. Só que desta vez, eu não ia precisar inventar nada. Tudo o que vou relatar aconteceu mesmo. Do jeitinho que eu vou contar.

Eu cheguei mais cedo na rodoviária, desci para a plataforma onde iria embarcar e precisei espera apenas um pouquinho para entrar no ônibus. Para o meu azar, na hora de comprar a passagem, só consegui um lugar que não era na janela, onde sempre gostei de ficar. Desta vez, o danado do ônibus estava cheio. Era final de férias. Mas, para compensar, o lugar ao lado do meu ainda estava vazio. Assim, sentei-me lá e fiquei torcendo para que o ninguém ocupasse o lugar da janela.

Estava falando ao telefone com minha tia quando chegou um cara e ficou parado perto da poltrona que seria minha, a do corredor. Me olhou e, percebendo que eu estava falando no celular, me disse que o lugar onde eu estava era o dele. Dei um sorriso de volta e fiz um sinal para que ele se sentasse na poltrona que estava vazia, enquanto eu continuava minha conversa com minha tia. Ela levantou uma bolsa de mão e a colocou no bagageiro acima de nós. Eu continuei no telefone.

Como os outros passageiros estavam entrando e procurando os seus lugares, o cara, vendo que estava atrapalhando a passagem, sentou-se. Vi, pela sua fisionomia, que não tinha ficado nada satisfeito. Mas não me importei, afinal, já estávamos acomodados e não vi nada demais em ficar onde estava. Eu queria, mesmo, aquela janela. Assim, quando o ônibus saiu, já com as luzes apagadas, eu perguntei pro cara se ele não se importava de me deixar ficar na janela, que eu não gostava de viajar no corredor, que costumava passar mal, essas desculpas comuns que a gente dá quando quer parecer educada mas não quer ceder o lugar. Ele disse que não tinha importância e me deixou lá. Eu agradeci tocando de leve o seu braço, perguntei para onde ele ia e quando me disse que era pra minha cidade eu lhe dei um sorriso e comentei  que iríamos juntos, então, até o final da viagem.

Estava caindo uma chuvinha leve, mas constante, fazendo a noite mais escura e fria. Os passageiros já estavam acomodados e a maioria dormindo ou cochilando. Dei uma olhada para o cara do lado e vi que estava acordado, embora com os olhos fechados, como se tentasse dormir. Não sei porque, me deu uma vontade danada de mexer com ele. Levantei-me e, sem pedir licença, avancei o meu corpo pelo espaço apertado que havia entre ele o o banco da frente, já que ele não tinha deitado o seu. Ao passar, rocei minhas pernas nos seus joelhos e deixei que a minha bunda ficasse bem pertinho do seu rosto. Não tive nenhuma pressa em passar e ainda dei uma olhadinha de lado para ver a cara do  meu companheiro de viagem. Vi que havia aberto os olhos e olhava minha bunda.

Fui ao sanitário no final do ônibus mas não demorei nada lá. Voltei, no escuro, devagar e me virei para ir para o meu canto. Mas eu já estava querendo uma sacanagem. Estava cheia de tesão.

Ao começar a passagem para o meu lugar, fiz uma parada, coloquei uma das mãos no ombro dele, fiz com que as minhas pernas ficassem entre os seus joelhos e comecei am exer no bagageiro, no escuro, como se estivesse procurando alguma coisa. Fiz o meu peitinho ficar tão perto da cara dele que ele acabou pondo a mão. Quando pegou, dei uma reboladinha no seu joelho para que soubesse que eu tinha gostado. Até abaixei o corpo um pouquinho para que ninguém pudesse ver ele alisando, bem de leve, um dos meus seios. Depois, fui virando o meu corpo devagar, indo para o meu cantinho. Só que, fingindo ter me desequilibrado, dei uma sentadinha no colo dele e fiquei quietinha lá, um pouquinho. Tempo suficiente para perceber um caralho duro encostado na minha bunda. Aquilo me deixou doidinha. Tesão aumentando. Vontade de pegar. Mas, exatamente neste momento, o ônibus fez uma guinada para a direita e vi que estávamos chegando no posto onde ia fazer sua parada. Quando as luzes acenderam eu já estava direitinho na minha poltrona.

Fui ao banheiro e tinha  tanto tesão que estava com a minha bucetinha toda molhadinha e fervendo de desejo de foder. De ser fodida, na verdade. Foi quando tive a ideia de tirar a calcinha para, quem sabe, facilitar as coisas. Só pensava em ter aquele caralho entrando em mim. Em nada mais.

Ao voltar do banheiro, vi que o alvo dos meus desejos estava parado junto ao balcão da lanchonete. Fiquei lá, encostada numa mureta que separava o bar da lanchonete do ônibus até que o ví caminhando para voltar ao seu lugar. Rapidamente estendi a mão e lhe entreguei um pacotinho feito com uma dessas folhas de papel de enxugar as mãos, onde havia embrulhado a minha calcinha. Esperei mais um pouquinho lá fora e depois também entrei no ônibus.

Chegando ao meu lugar, pedi delicadamente licença e ele se afastou educadamente para que eu me sentasse. O ônibus movimentou-se novamente e as luzes foram apagadas. Eu peguei sua mão e a coloquei na minha perna. Depois, o puxei para mim e nos abraçamos, os dois ocupando, agora, só a minha poltrona. Abaixei a minha calça. Ele acariciou minha buceta e tirei o seu caralho, durão e comecei a chupar bem devagar, aumentando o ritmo na medida em que o seu tesão aumentava e o pau ficava ainda mais duro em minha boca. E enquano chupava, ia batendo nele uma punheta. Suas mãos estavam trabalhando o biquinho do meu peito e a minha bucetinha. Ele ia enfiando o seu dedo e tirando, enfiando e tirando enquanto eu chupava aquele pau com toda a vontade. Depois, virei para o canto e deixei que ele fosse me enfiando aquele cacete de uma forma gostosa, muito gostosa. Ele me fodeu por um tempão. Gozei nem sei quantas vezes até sentir que ele estava gozando, também, aquela porra jorrando do pau e escorrendo pra dentro de mim. Aí, ele tirou o pau de dentro, deslizou para a sua poltrona e eu me virei, encostei a cabeça no seu ombro, fechei os olhos e dormi quase que imediatamente.

Quando acordei, o ônibus estava parando na rodoviária da minha cidade. Eu estava só no meu banco. Tinha feito uma excelente viagem.

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