UM DIA DE SOL

Linda morena bronzeada trepando na beira da piscina do clube

Eu gostava do clube. Era para onde eu ia quando estava muito estressada. Lá eu relaxava e recuperava as energias quando a pilha já estava acabando. Nos finais de semana, quase todos, eu trabalhava organizando festas. Trabalho cansativo, que exigia de mim um esforço enorme e tempo total. Para cada evento que organizava, gastava, no mínimo, uma semana de dedicação quase que exclusiva para que nada desse errado. Quando há alguma falha num evento podemos queimar toda as futuras indicações, já que nossa propaganda depende do nosso bom nome e das indicações de nossos clientes. O certo é que era no clube que eu me recompunha após cada trabalho.

Sou meio de veneta e quando cismo com alguma coisa nada me tira essa cisma da cabeça. Enquanto não resolver a coisa não fico em paz comigo mesma. Não gosto de deixar nada mal resolvido. Naquela quarta-feira, quando me dirigi ao clube, eu tinha uma cisma comigo. Eu frequentava o clube já há mais de um ano e ainda não tinha ficado com ninguém lá, não tinha tido nenhuma aventura com alguém. Acontece que uma amiga que também ia lá tinha me contado que já  ficara com três caras. Até me mostrou quem eles eram. Estavam sempre jogando futebol, nos finais de semana. Eu encasquetei que tinha que ficar com alguém no clube, mas que não seria com nenhum dos três, para a minha amiga não dizer que eu estava aproveitando sua dica.

Eram dois os lugares onde planejei encontrar alguém pra ficar: o salão de jogos, onde ficavam as sinucas e as mesas de pingue-pongue e a piscina. Assim, resolvi ir a caça.

Um domingo, entrei no salão e vi um carinha jogando sinuca, sozinho, sem adversário. Epa, pensei, pode ser hoje. Fui lá e perguntei se não queria ser meu parceiro para o pingue-pongue. Ele topou e ficamos lá, um tempão, jogando. Eu me insinuei de todas as formas, dei mole mas ele nem pareceu perceber o um interesse. Foram chegando mais pessoas querendo jogar também e acabei saindo completamente frustrada. O filho da puta deve ser bicha, resmunguei.

Como meus eventos foram aumentando, meus finais de semana no clube escassearam. Eu não tinha mais tempo. Assim, passei a ir lá só durante a semana, nos dias em que podia tirar uma folga.. O que aconteceu tempos depois, numa quarta-feira.

Cheguei bem cedo como gostava de fazer para aproveitar bem o sol. Lá pelas nove horas já estava na piscina, brincando sozinha na água. Estava nadando despreocupadamente quando, entre uma braçada e outra, vi à minha frente, sentado em uma cadeira o cara do salão de jogos, o cara do pingue-pongue. Nossos olhares se cruzaram e eu lhe sorri. Ele sorriu de volta. Nadei até a beirada, saí da piscina e fui em sua direção. Vi que me acompanhou com o olhar, curioso. Perguntei-lhe se não ia entrar na água, ele disse que não. Eu lhe disse que a água estava quentinha e antes que ele dissesse mais alguma coisa, estendi a mão, segurei a mão dele, puxei-o e levei comigo para a piscina. Ficamos lá, eu nadando e mergulhando e ele parado, apenas me observando. Perguntou-me se queria um refrigerante e eu disse que sim. Ele saiu da piscina e dirigiu-se para o bar. Eu, então, saí também e me dirigi para a ala onde ficavam o salão de jogos e os banheiros. Mas fiz com que ele me visse caminhar para lá.

Ele me encontrou na porta, entregou-me a latinha de refrigerante e entramos. Ele dirigiu-se ao salão de jogos enquanto que eu fui para a parte separada, onde ficavam os banheiros. Antes, dei uma olhada no salão e vi que estava completamente vazio aquela hora.

Ah, vai ser hoje e agora, pensei decidida. Tirei o biquini ficando completamente nua e falei de forma que ele pudesse me ouvir “hei, dá uma chegadinha aqui”. Fui ao seu encontro e, ante o seu espanto refletido nos seus olhos assustados, tomei-o pela mão e levei-o até o último box do banheiro onde entrei com ele. Tirei a sua roupa, abracei-o e percebi que ele já recuperara o controle. Estava com um belo cacete duro e me abraçava forte. Abri o chuveiro, que deixou cair uma água bem quentinha e comecei a bater nele uma punheta, abraçando-o enquanto me beijava. Depois comecei a chupar aquele caralho grande, grosso e duro. Ele começou a meter na minha boca, enfiando e tirando o pau como se quisesse furar a minha garganta. Eu quase sufocava mas era tão gostoso que eu queria ficar engolindo aquele pau cada vez mais fundo. Quando percebi que estava quase gozando, retirei a boca e, apertando o seu pau com mão firme, vire-me ficando de quatro. Fiz com que ele me enfiasse o cacete na minha buceta, que além de molhada pela água quentinha do chuveiro, estava toda molhadinha por dentro, lubrificada pelo tesão que eu sentia. Senti quando o pau entrou gostoso e comecei a remexer enquanto ele socava aquele pau pra dentro e pra fora com força. Nem sei quantas vezes eu gozei com aquele pau dentro da minha buceta. Acho que em algum momento gozamos juntos porque teve uma hora em que eu o ouvi gemendo alto e senti o calor da sua porra jorrando e correndo pra dentro de mim.

Coloquei novamente o biquini e voltei a piscina, sozinha, como se nada tivesse acontecido comigo. De lá, vi quando ele saiu e dirigiu-se ao bar. Saí rapidamente da água, coloquei um short e uma blusa e fui para o estacionamento, entrei em meu carro e fui embora. Não precisava mais dele. Eu havia resolvido o problema da minha cisma em um belo dia de sol.

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