UM BOM COMEÇO

Negão sarado comendo a buceta da mulher do corno

Foi o meu pai, Moisés, que combinou com o Seu Paulo e Dona Joana uma lugar onde eu pudesse passar a morar enquanto estivesse cursando a faculdade. Morávamos em nossa fazenda, distante três léguas da cidade, mas na verdade eu só vivera lá, com os meus pais, enquanto frequentava o ensino fundamental. O segundo grau eu já fizera em um colégio particular, em outra cidade próxima da nossa, em regime de internato.

Foi durante esse tempo em que fazia o segundo grau que eu mais aproveitei a minha vida de estudante. Eu levava algumas vantagens sobre as outra meninas do internato e soube como aproveitá-las. Primeiro, sempre fui muito bonita. E não estou sendo metida ao dizer que sou bonita. Sempre fui. E com um corpão que chama a atenção por onde eu passo. É claro que no internato tinha algumas meninas também muito bonitas. Até mais bonitas do que eu. Só que elas não tinham útero infantil E eu tinha. Ah, pode ser que alguém não esteja entendendo porque eu acho que isto era uma vantagem. É que desde que o ginecologista fez essa revelação pra mim e pra minha mãe, em uma das minhas consultas depois de ter menstruado com um baita atraso, eu passei a me sentir privilegiada do ponto de vista biológico. Segundo o doutor Carlos eu teria grandes dificuldades para engravidar e, para conseguir, precisaria fazer um tratamento, no futuro. Eu estava então com dezessete anos. E, já que não podia engravidar, comecei a aproveitar a situação. Enquanto minhas colegas de internato ficavam no sarro eu metia adoidado.

A dificuldade maior tinha sido perder o meu cabaço. Eu me deixei fuder pela primeira vez por um namorado, num momento de muito tesão e até que valeu a pena. Só que o namoro acabou quando percebi que não era ele o cara com quem eu queria casar. E o merda, depois que me comeu, só falava em casamento. Eu lá ia querer casar com dezessete anos e um útero infantil que me permitia fuder muito sem engravidar? Até que risco existia, sim. Mas o Doutor Carlos deixara claro que era muito difícil.  Então, eu preferi arriscar. Afinal de contas, havia tantos caras querendo me fuder. E foi assim que aproveitei todo o meu segundo grau.

Naquele dia, quando cheguei na casa do Seu Paulo e Dona Joana eu já sabia que eles consideravam o meu pai como se fosse filho deles, motivo para estarem muito felizes com a minha chegada. Eu era como se fosse neta deles e Dona Joana deixou isso bem claro ao me receber. Disse-me coisas agradáveis sobre o meu pai e prometeu que todos fariam tudo para que eu me sentisse verdadeiramente na minha casa. Foi quando me falou sobre o seu neto Júlio, que também morava lá para estudar e que estava aniversariando naquele dia. Dezesseis anos. Tantos foram os elogios que Dona Joana fez ao tal de Júlio que fiquei realmente curiosa e interessada em conhecê-lo. Quem sabe ele não viria a ser um bom amigo para todas as horas? De cara eu iria pedir que me levasse com ele pela cidade, já que devia conhecer tudo e todos os lugares interessantes.

Eu estava conversando com Dona Joana quando Júlio chegou. Antes que me apresentassem eu já o chamei pelo nome e perguntei se podia lhe dar um abraço de parabéns pelo seu aniversário. Ao abraçá-lo fiz com que meu corpo ficasse bem coladinho no dele e esfreguei os peitinhos nele. Estava sem sutiã, que havia tirado já com a intenção de chamar a atenção do rapaz. Deu para perceber que ele ficou todo entusiasmado com os meus peitinhos. Sem nenhuma modéstia, era uma das partes que os homens mais elogiavam do meu corpo. Aproveitei a ocasião para perguntar se ele não se importava de me acompanhar em minha primeira saída pela cidade, que, embora pequena, era totalmente desconhecida para mim. Ele me disse que não tinha nenhum problema, que seria um prazer para ele e que iria ao seu quarto guardar as coisas da escola, trocar de roupa e que poderíamos ir, após o almoço. Quando voltou, eu já me encontrava sentada à mesa, com os seus avós, almoçando. Juntou-se a nós e assim que terminamos, saímos.

Fiz com que me levasse a uma farmácia, a um supermercado e a uma papelaria. Durante todo o tempo em que me acompanhou, aproveitei para que o Júlio me dissesse quem eram os seus amigos e os fosse me mostrando assim que os víamos. Percebi que ele não gostou muito de me falar de seus amigos mas eu queria ir aprendendo a conhecer o terreno em que, com certeza, pisaria. Morando na casa dos seus avós, era claro que seus amigos se interessariam por mim. Sendo assim, seria bom que eu já tivesse a ficha de cada um, dada por ele. Mesmo que, para isso, fosse preciso aguentar a cara feia que ele ia fazendo a medida em que eu ia perguntando. O rapazinho está enciumado, pensei. Então, já está interessado em mim.

A grande dúvida que me fazia quebrar a cabeça era se o Júlio, que estava completando dezesseis anos, já fodia como gente grande ou se ainda era uma criança, como alguns que eu já tinha conhecido, da idade dele. Eu, já estava com vinte anos, era maior e dona do meu nariz. E queria que o Júlio me quisesse. Morando na mesa casa, seria juntar a fome com a vontade de comer, como diziam os mais antigos. E eu tinha fome de comer o Júlio. Que devia estar com vontade de me comer. Bom, pensei, vamos tentar. Não me custa nada tentar. Se for preciso, vou ser a primeira mulher que ele vai comer. Mas que vou dar pra ele, ah, isso eu vou. E vou começar hoje mesmo,

Na volta, fiz com que o Júlio entrasse no meu quarto para deixar em minha cama os embrulhos que eu comprara e que ele tinha carregado. Enquanto colocava os embrulhos na cama, ele comentou que aquele quarto que eu estava usando era conhecido como quarto escuro, porque a única janela que tinha estava fechada com um armário que dava para uma varanda. Disse também que a única claridade possível era a de uma única lâmpada, que ficava pendente sobre a cama. Perguntou se eu não tinha medo de ficar em um quarto totalmente escuro e eu lhe disse que não, que até achava melhor porque gostava de dormir completamente nua. E que em um quarto escuro eu estaria mais segura de que ninguém poderia me ver dormindo, pelada.

Como já era de tarde e o corredor para onde dava a porta do quarto estava com as luzes apagadas, a parte do quarto onde estávamos escureceu, rapidamente. Dei uma risadinha bem safada e perguntei a ele se estava me vendo e lhe disse que o estava vendo como se fosse um fantasma, só uma sombra se movendo no escuro. Ele me disse que também não me via direito. E, de repente, esticou a mão me tocando no ombro. Eu peguei sua mão, a levei à boca e a beijei. Depois  a passei pelo meu rosto, num carinho e a desci para o meu peitinho, dizendo a ele que se fosse antes que alguém pudesse nos ver. Te espero de noite, disse-lhe antes que ele deixasse o quarto.

O resto do dia transcorreu normal. Tomei um bom banho morno, jantei, conversei um pouco com Dona Joana, Seu Paulo e fui me deitar. O Júlio, pelo que me disseram, havia saído para dar umas voltas.

Assim que o silêncio tomou conta da casa, senti que a porta estava sendo aberta e percebi a sombra do Júlio eu entrava e se dirigia cuidadosamente para a minha cama. Eu estava deitada, completamente nua, no escuro. Nem um lençol cobria o meu corpo. Foi como eu o recebi, abracei-o e beijei enquanto procurava, com uma das mãos, acariciar seu pau que foi ficando duro, em minha mão. Comecei nele uma punheta bem devagar, para que fosse se deliciando e aumentasse o seu tesão. Naquela noite ainda metemos mais duas vezes. De todas as formas possíveis. O menino deu conta do recado. Nem precisei perguntar a ele se já havia fodido alguma mulher antes. Pelo visto, já não era mais um iniciante. Me fudeu bem direitinho, como gente grande.

De madrugada eu o fiz voltar ao seu quarto. Antes que o pessoal da casa acordasse. Ele não queria ir, mas me atendeu quando eu lhe disse que gente velha dorme pouco e acorda muito cedo. Virei para o canto, fechei os meus olhos e, finalmente me entreguei a um sono calmo e reconfortante. No outro dia seria um sábado. Eu poderia acordar mais tarde. De qualquer forma, eu estava feliz, esgotada, mas feliz.

Aquele tinha sido um bom começo.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s