QUEM NÃO ARRISCA, NÃO PETISCA

Era um domingo típico de cidade grande em dia de algum evento extraordinário, desses que não acontecem todos os domingos, só nos especiais. Neste, o evento era o jogo entre Atlético e Cruzeiro pela decisão final da Copa do Brasil. Após uma maratona de grandes jogos, vencidas todas as etapas, uma após outra, os dois grandes rivais chegaram ao final como vencedoras dos seus grupos e fariam, agora, naquele domingo, a grande partida que definiria quem ficaria com o troféu de Campeão da Copa do Brasil. A cidade amanhecera tomada por uma chuva fina, dessas que chegam prometendo ficar durante todo o dia. Mesmo assim, o movimento pelas ruas, principalmente no centro, era maior do que nos outros dias.Do alto, da janela do apartamento onde estávamos, era possível acompanhar o movimento das torcidas que se agitavam, lá embaixo, nas ruas, dirigindo-se aos ônibus estacionados ao longo da grande avenida esperando para transportá-los ao Mineirão.

À medida em que os ônibus iam saindo o movimento ia diminuindo, as bandeiras das torcidas iam deixando de serem agitadas e iam desaparecendo das ruas que ficavam cada vez mais vazias. Os gritos dos torcedores diminuíam de intensidade até suas vozes se calarem. A vida naquele domingo ia se transferindo aos poucos do Centro para a Pampulha.

Naquele domingo, eu tinha acordado mais tarde, tomado um banho e estava no sofá da sala, lendo o jornal, com a televisão ligada em um programa esportivo que apresentava uma prévia do que seria a jornada esportiva do dia, quando a campainha tocou. Como não estávamos esperando ninguém, Carmem, minha esposa me gritou para ir atender. Como sabia que ela estava ocupada na cozinha, fui até a porta da sala e ao abri-la, vi com surpresa o Alfredo, sua esposa Sara e a filha Odete sorrindo para mim.

Alfredo era um amigo de longa data, com quem havia trabalhado antes de me tornar funcionário público e há muito não via. Sara, sua esposa, era conterrânea de minha esposa. Odete, sua filha eu só me lembrava dela ainda criança. Agora já tinha vinte anos e era uma mulher muito bonita.

Alfredo me disse que haviam ido a uma missa em ação de graças numa igreja perto dali eselembrara de que eu havia dito onde morava, na última vez que nos vimos e que resolvera dar uma chegadinha para ver, quem sabe, se ainda morávamos no mesmo lugar. O que foi confirmado quando perguntou na portaria do prédio. Então, tomara a liberdade de subir sem nos avisar. Eu lhe disse que

Tinha feito muito bem e Carmem fez com que aceitassem ficar para almoçar e passar a tarde conosco. Como sabia que Alfredo era atleticano doente e não gostaria de perder o jogo com o Cruzeiro, o que aconteceria se fossem para a sua casa, que ficava em Betim, o convidou para assistir a transmissão pela TV. Ele concordou dizendo que seria uma boa oportunidade para atualizarmos as novidades e a conversa desde a última vez que nos vimos.

O almoço à americana, com cada um se servindo na cozinha, diretamente do fogão e se espalhando pelo apartamento para comer onde achasse melhor. Eu, Carmem, Sara e Alfredo ficamos na sala e almoçamos sentados no sofá, assistindo a televisão. Odete, depois de perguntar se podia usar o computador que viu na mesinha de um dos quartos de visitas, resolveu almoçar lá para acessar alguma coisa na internet. 

Em algum momento, durante o almoço, senti que alguém me espiava do corredor e, ao levantar a cabeça, vi Odete parada num ponto em que apenas eu podia vê-la, sorrindo para mim. Alguma coisa se agitou dentro de mim. Corri os olhos ao redor vi que ninguém estava prestando atenção nem em mim, sentado com o prato nas mãos, nem em Odete, parada no corredor a me sorrir. Ao ter certeza de que eu a vira, fez um ligeiro gesto com a cabeça esse dirigiu para a cozinha. Sem dizer nada, eu me levantei e, com o prato na mão, perguntei se alguém mais queria alguma coisa da cozinha e depois que todos disseram que não, caminhei para lá, onde encontrei Odete parada junto ao fogão me olhando chegar.

__ Eu estava curiosa em te conhecer. Meus pais falam muito em você – ela me disse sorrindo.

__ Eles são muito bons amigos. Mas eu já te conhecia. Só que quando a vi ainda era bem pequenininha – eu disse sorrindo para ela.

_ Eu sei. A minha mãe me disse que você já me fez dormir no seu colo, é verdade? Que idade eu tinha? – perguntou.

_ Acho que você tinha uns quatro anos – respondi meio sem jeito.

Ela colocou um pouco mais de comida no prato e depois se afastou para que eu me servisse também. Quando comecei a me servir, colocou a mão no meu ombro, aproximou o rosto do meu ouvido e disse baixinho:

_ Depois, vai lá no quarto do computador pra me dar seu colinho de novo? – e saiu rapidamente da cozinha me deixando lá, parado, sem ter podido responder nada porque ela não me dera nenhum tempo para responder.

Ao voltar para o meu lugar no sofá da sala eu não conseguia mais me concentrar em nada. Na minha cabeça só tinha a voz dela pedindo par que eu lhe desse colinho de novo.

Depois do almoço, Carmem disse a Alfredo e a Sara que havia preparado o quarto de casal para que tirassem um cochilo até o horário do jogo, comentando que sabia ser costume da sua região, de onde eles também eram, cochilar depois do almoço. E acrescentou: “Aqui em casa, eu também tiro um cochilo mas o Otávio não se acostumou”.E dirigiu-se para um dos quartos de solteiro, fechando a porta.

Eu continuei na sala disposto a esperar por um tempo que fosse suficiente para que todos se acomodassem nos seus quartos. Quando me dispunha a ir silenciosamente até o quarto do computador, onde sabia que Odete estava me esperando, eu a vi surgiu no corredor, entrando na sala. Caminhava como se desfilasse, mexendo o corpo de uma maneira sensual, rebolando levemente, sem nenhum exagero, de uma forma um tanto displicente, mas natural. Sorrindo foi até onde eu estava sentado e sentou-se no meu colo, pegou minhas mãos em suas mãos e as colocou em seu peito, apertando-as levemente. Percebi que estavam soltos, livres, durinhos, sem sutiã. Eu os acariciei e senti que meu pau estava mudando de estado de mole para duro e de duro para muito duro, rapidamente. Ela também percebeu. Levantou-se, puxou-me para que ficasse de pé e me fez caminhar junto dela até onde começava o corredor. Lá, encostou-se na parede, abriu o zíper da minha calça e tirou para fora o meu pau que não tinha como endurecer mais do que já estava. Abraçou-se a mim e ficou um tempo acariciando o meu pau em suas mãos, alisando, apertando de levinho até abaixar-se e o colocar na boca chupando deliciosamente. Em algum momento do qual nem me dei conta, parou de chupar o meu pau, virou-se de costas para mim, ergueu a saia que usava e vi que estava sem calcinha. Tinha deixado no quarto do computador o sutiã, a calcinha e, pelo jeito, a vergonha. Curvou o corpo, encostou-se na parede, abriu as pernas, pegou o meu pau com uma das mãos e o colocou na entrada de sua buceta e começou um rebolado bem de leve. Senti o meu pau entrando pedacinho por pedacinho em sua buceta que dava pra perceber que estava molhadinha. Quanto mais o pau entrava, mais forte ia ficando o remexer de sua cintura. Eu a segurava pelos quadris e ia forçando o meu pau, para que não saísse. Assim, fomos fodendo gostoso. Além de se preocupar em rebolar para o pau ficar entrando e saindo, ela olhava o corredor à sua frente para vigiar a porta dos quartos onde dormiam seus pais e Carmem. Nem um gemido pudemos deixar escapar. Mas os apertos da minha mão na sua cintura e das suas mãos na minha coxa nos diziam o quanto estávamos ligados naquela foda. Quando percebi que não demoraria muito para gozar, passei suavemente o dedo pelo seu cu e vi que ele se contraiu como se quisesse morder o meu dedo. Apertei meu dedo e o fiz entrar todo no seu cu. Ela deu uma remexida mais forte com o corpo e arrebitou a bunda para que o meu dedo se enfiasse mais fundo. Sem retirar o dedo, tirei bem devagar o pau da sua buceta e o encostei no seu cu enquanto ia retirando o dedo. Antes que ela desse conta, forcei o pau e o fiz ir entrando no seu cu. Ele estava quente, úmido e latejando. Quando o pau acabou de entrar eu senti que o meu saco batia na sua bunda cada vez que eu empurrava e que ela sacolejava pra cima o corpo, para o pau se encaixar mais fundo. Uma sensação muito gostosa foi tomando conta de mim e senti um esguicho de porra saindo do meu pau e inundando todo o seu cu. Eu a agarrei mais forte, a imobilizei na posição em que estava encostada na parede e deixei o prazer daquele gozo tomar conta de tudo. Vi que ela também gozava. Foi um instante maravilhoso. Depois, ela virou-se, beijou-me na boca um beijo gostoso e se foi pelo corredor, para o banheiro. Eu esperei até que ela saísse e fosse para o quarto e fui tomar um belo banho.

Quando o juiz apitou dando a saída para Atlético e Cruzeiro começarem a decisão da Copa do Brasil, Alfredo, que era atleticano doente, Sara e Carmem, que eram cruzeirenses, estavam acomodados no sofá da sala, atentos de olho na televisão, não querendo perder nenhum lance da partida. No quarto do computador, Odete, que não era muito fâ de futebol, estava de quatro, encostada na beirada da cama, enquanto eu, que não torcia para nenhum dos dois times que disputavam a final da Copa do Brasil, fodia a sua buceta com todo ardor e prazer e nenhum medo de ser descoberto antes do final do primeiro tempo. Afinal, quem não arrisca, não petisca.

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