QUEM ARRISCA, COME O PETISCO, NÃO É MESMO?

Naquele domingo, quando saíamos da Igreja de São Sebastião, logo após a missa solene que havíamos assistido, meu pai me disse se lembrara de que ele e minha mãe tinham um grande amigo que morava perto de onde estávamos e que havia já muito tempo que não se viam. ” Não acha que esta é uma boa oportunidade para darmos um abraço no Otávio?”, perguntou à minha mãe. Minha mãe concordou, dizendo que seria ótimo porque poderia trocar ideias com a Carmem, sua mulher, que era uma pessoa encantadora, inteligente e que sempre fora uma boa amiga. Como eu fiz uma cara de quem não estava nem aí,

ela me disse que eu não conhecia o Otávio e a Carmem, pois quando eles se encontraram pela última vez, eu devia ter uns dois ou três anos. “Mas você gostava deles, Odete. Principalmente do Otávio. Adorava dormir no colo dele enquanto ele andava pela sala, te balançando”. Meu pai então confirmou o que minha mãe disse, concluindo com um “Você era muito mimada e adorava dormir no colo de todo mundo”.

Era um domingo típico de cidade grande em dia de algum evento extraordinário, desses que não acontecem todos os domingos, só nos especiais. Neste, o evento era o jogo entre Atlético e Cruzeiro pela decisão final da Copa do Brasil.  A cidade amanhecera tomada por uma chuva fina, dessas que chegam prometendo ficar durante todo o dia. Mesmo assim, o movimento pelas ruas, principalmente no centro, era maior do que nos outros dias.

Enquanto caminhávamos em direção ao edifício onde o amigo de meus pais morava, era possível acompanhar o movimento das torcidas que se agitavam  pelas ruas do centro, dirigindo-se aos ônibus que as aguardavam estacionados ao longo da grande avenida, esperando para transportá-los ao Mineirão.

Quando saímos do elevador, enquanto caminhávamos pelo corredor, minha curiosidade ia sendo aguçada. Como seria esse amigo dos meus pais, esse tal Otávio. E sua mulher, essa Carmem de quem minha mãe falara com tanto entusiasmo e admiração? Eu não fazia a mínima ideia de como poderiam ser. Até que a porta do apartamento se abriu uns minutos depois de ser acionada pelo meu pai.

O amigo de meu pai era mais ou menos da mesma idade que ele, uns cinquenta anos se muito. Meu pai tinha cinquenta e dois. Mas o tal Otávio era sarado, moreno, musculoso. Era bonito. Assim como meu pai, chamava a tenção pelo porte atlético. Ele é gato, conclui.

Após demonstrar surpresa e que estava feliz por nos ver, Otávio nos fez entrar  e nos abraçou um por um, demonstrando a alegria de nos receber. Meu pai lhe disse que havíamos ido a uma missa em ação de graças numa igreja perto dali e se lembrara de que era perto de onde ele havia dito que morava, na última vez em que se viram e que resolvera dar uma chegadinha para ver, quem sabe, se ainda morávamos no mesmo lugar. O que foi confirmado quando perguntou na portaria do prédio. Então, tomara a liberdade de subir sem nos avisar. Otávio, então, lhe disse que tinha feito muito bem e Carmem fez com que aceitássemos ficar para almoçar e passar a tarde com eles. Como sabia que meu pai era atleticano doente e não gostaria de perder o jogo com o Cruzeiro, o que aconteceria se fossem para a sua casa, que ficava em Betim, o convidou para assistir a transmissão do jogo pela TV. Meu pai concordou dizendo que seria uma boa oportunidade para atualizarem as novidades e a conversa desde a última vez em que se encontraram.

O almoço foi à americana, com cada um se servindo na cozinha, diretamente do fogão e se espalhando pelo apartamento para comer onde achasse melhor. Otávio, Carmem e os meus pais ficaram na sala e almoçaram sentados no sofá, assistindo a televisão. Eu, depois de perguntar se podia usar o computador que tinha visto na mesinha de um dos quartos de visitas, resolvi almoçar lá, para poder acessar a internet. Do corredor que dava acesso ao quarto onde estava, eu podia Otávio  sentado bem à minha frente, sem que os demais pudessem me ver.. Mas ele podia me ver muito bem.

Depois de terminar o almoço, com o prato na mão, me coloquei de pé no corredor, de frente para Otávio e fixei nele os meus olhos enquanto acenava, num gesto lento, para chamar sua atenção. Senti quando ele me percebeu, levantando a cabeça. Eu lhe dei um sorriso enquanto passava a língua pelos meus lábios, suavemente. Quando ele teve a certeza de que eu o tinha visto, fez um ligeiro gesto com a cabeça me mostrando a direção da cozinha. Depois, sem me dizer nada, levantou-se e, com o prato na mão, perguntou se alguém mais queria alguma coisa da cozinha e como todos disseram que não, caminhou para lá, onde eu já me encontrava parada junto ao fogão, esperando por ele.

__ Eu estava curiosa em te conhecer. Meus pais falam muito em você – eu lhe  disse sorrindo.

__ Eles são muito bons amigos. Mas eu já te conhecia. Só que quando a vi ainda era bem pequenininha – ele respondeu sorrindo.

_ Eu sei. A minha mãe me disse que você já me fez dormir no seu colo, é verdade? Que idade eu tinha? – perguntei.

_ Acho que você tinha uns quatro anos – respondeu meio sem jeito.

Coloquei um pouco mais de comida no prato e depois me afastei para que ele se servisse também. Quando começou a se servir, coloquei a mão no seu ombro, aproximei o rosto do seu ouvido e disse baixinho:

_ Depois, vai lá no quarto do computador pra me dar seu colinho de novo? – e saí rapidamente da cozinha, deixando-o lá, parado, sem ter podido responder nada porque eu não lhe dera nenhum tempo para responder.

De volta ao quartinho do computador eu fiquei pensando o que ele faria depois de eu ter lhe pedido colinho. Iria me encontrar ou ficaria assustado e fria de conta que não tinha entendido.

Depois do almoço, Carmem chamou meus pais e lhes disse que havia preparado o quarto de casal para que pudessem tirar um cochilo até o horário do jogo, comentando que sabia ser costume da sua região, de onde eles também eram, cochilar depois do almoço. E acrescentou: “Aqui em casa, eu também tiro um cochilo, mas o Otávio não se acostumou”. E dirigiu-se para um dos quartos de solteiro, fechando a porta.

Otávio continuou na sala enquanto todos se acomodavam para o cochilo. Sem nenhum aviso dirigi-me até ele, na sala. Eu caminhei em sua direção como se desfilasse, mexendo o corpo de uma maneira sensual, rebolando levemente, sem nenhum exagero, de uma forma um tanto displicente, mas natural. Sorrindo fui até onde ele estava sentado e sentei-me no seu colo, pegando suas mãos em minhas mãos e as colocando em meu peito, apertando-as levemente. Eu o fiz perceber que eles estavam soltos, livres, durinhos, sem sutiã. Ele os acariciou e senti que seu pau estava mudando de estado de mole para duro e de duro para muito muito duro, rapidamente. Levantei-me e o puxei para que ficasse de pé e o fiz caminhar ao meu lado até onde começava o corredor. Lá, encostei-me na parede, abri o zíper da sua calça e tirei para fora o seu pau que não tinha como endurecer mais do que já estava. Abracei-o e fiquei um tempo acariciando o seu pau em minhas mãos, alisando, apertando de levinho até me abaixar e o colocar na boca chupando deliciosamente. Em algum momento do qual nem me dei conta, parei de chupar o seu pau, virei-me de costas para ele, levantei a saia que usava e deixei-o ver que estava sem calcinha. Tinha deixado no quarto do computador o sutiã, a calcinha e, pelo jeito, a vergonha. Curvei o corpo, encostei-me na parede, abri as pernas, peguei o seu pau com uma das mãos e o coloquei na entrada de minha buceta, que só faltava pingar de tão molhadinha e comecei um rebolado bem de leve. Senti o seu pau entrando pedacinho por pedacinho em minha buceta que dava pra perceber que estava estufadinha. Quanto mais o pau entrava, mais forte ia ficando o remexer de minha cintura. Ele me segurava pelos quadris e ia forçando o seu pau, para que não saísse. Assim, fomos fodendo gostoso. Além de se preocupar em rebolar para o pau ficar entrando e saindo, eu olhava o corredor à nossa frente para vigiar a porta dos quartos onde dormiam meus pais e Carmem. Nem um gemido pudemos deixar escapar. Mas os apertos da sua mão na minha cintura e nas minhas coxas nos diziam o quanto estávamos ligados naquela foda. Quando percebi que não demoraria muito para ele gozar, passei suavemente o dedo dele pelo meu cu e vi que ele se contraiu como se quisesse morder o seu dedo. Apertei o seu dedo e o fiz entrar todo no meu cu. Dando uma remexida mais forte com o corpo, arrebitei mais a bunda para que o seu dedo se enfiasse mais fundo. Sem deixar que retirasse o dedo,  tirei bem devagar o seu pau da minha  buceta e o encostei no meu cu enquanto ele ia retirando devagar o seu dedo. Assim, com toda a calma, forcei o seu pau e o fiz ir entrando no meu cu. Ele estava quente, úmido e latejando. Quando o pau acabou de entrar eu senti que o seu saco batia na minha bunda cada vez que ele empurrava, enquanto eu sacolejava pra cima o corpo, para o pau se encaixar mais fundo. Uma sensação muito gostosa foi tomando conta de mim e senti um esguicho de porra saindo do seu pau e inundando todo o meu cu. Ele me agarrou mais forte, me imobilizou na posição em que eu estava encostada na parede e deixei o prazer daquele gozo tomar conta de tudo. Deixei-o ver que eu também gozava. Foi um instante maravilhoso. Depois, ele virou-se, beijou-me na boca um beijo gostoso e se foi pelo corredor, para o banheiro. Eu voltei para o quartinho do computador para me recompor retirar um cochilo. Eu arrisquei, mas compensou.

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