PARA GEMER, QUALQUER LÍNGUA SERVE.

Quando a família chegou na minha cidade, “diretamente da Áustria” como dizíamos ao nos referirmos a eles, viraram uma espécie de atração, despertando a atenção de todos, por onde passavam.

A princípio podíamos perceber um certo receio em suas atitudes, uma certa reserva nos gestos comedidos, um grande esforço para entender o que falávamos e se fazerem entender, por sua vez. Mas, pouco a pouco foram se tornando pessoas comuns e populares em nosso meio. Passando a não serem mais vistos como estrangeiros. Ou alienígenas, como pareciam para alguns.

Era uma família formada por cinco pessoas: Andreas e Alina, pai e mãe de Clemens, Emma e Katharina. Andreas um homem enorme, gordo e forte que ria por qualquer coisa e de quem ríamos sempre que dizia o seu nome, por ser nome de mulher. Ele caprichava no “as”. Dizia “Andreaass”. Alina era uma mulher alta, cabelos ruivos que estavam quase sempre escondidos sob um lenço que trazia na cabeça. Eu poucas vezes falei com eles. Já Clemens, Emma e Katharina, desde a sua chegada, passaram a fazer parte direta do nosso grupo.

Clemens era bom de bola e participava sempre das nossas peladas de rua e logo logo começou a treinar conosco no campo do Esporte. Como a linguagem do futebol é universal, composta de dribles e firulas, carrinhos, matadas no peito e chutes ao gol, ser austríaco e não ser saber falar português não era um problema em nossas comunicações.

Com Emma e Katharina dividíamos o espaço escolar, no Colégio Municipal. Eram lindas, a meninas. Muito loiras, as duas, muito brancas, com as faces muito avermelhadas, como se estivessem sempre com vergonha de alguma coisa que tivessem feito. Ficaram logo amigas de nossas amigas e podiam ser vistas, sempre juntas, cada dia na casa de uma delas, aprendendo os costumes locais.

Por serem muito bonitas, não demorou nada para que passassem a serem desejadas por nós, como mulheres.

Eu me sentia excitado cada vez que via Emma por perto. E comecei a perceber que ela me olhava, com mais intensidade e um certo atrevimento, ao me olhar diretamente nos olhos, e sorrir, diferente de Katharina, que só tinha olhos para o Alexandre, o Alê, a quem chamava de Alexander. Alê e Katharina engataram um namoro rapidinho.

Sem nenhuma combinação, Emma e eu começamos a nos ver com mais frequencia, em ocasiões favoráveis a que ficássemos sozinhos. Nesses momentos, nos virávamos para manter uma conversação, na maioria das vezes mais por mímica do que por palavras. Eu aproveitava para tentar ensinar a ela como se pronunciar em português. Ela se esforçava para me compreender, mas ambos já havíamos percebido que nos queríamos.

Uma noite, estávamos sentados no jardim da pracinha quando Emma apontou na direção do Morro do Cruzeiro, que ficava no caminho que levava à saída da cidade. De onde estávamos era possível identificar uma grande cruz, formada por luzes multicoloridas. Ela quis saber o que era aquilo e me fez entender que queria ir lá. Eu prometi que a levaria.

No dia seguinte, logo depois do almoço fomos até o cruzeiro. Assim que saímos da cidade eu tomei sua mão e fomos de mãos dadas durante toda a caminhada.

Do alto do Morro do Cruzeiro toda a cidade se descortinava abaixo de nós. A vista era estonteante. Maravilhosa. E Emma parecia encantada com tamanha beleza. Me abraçou e nos beijamos. Abraçado a ela, sentindo o seu corpo colado ao meu e seus peitinhos durinho apertados contra o meu peito, meu pau endureceu e ela, sentindo aquele momento, apertou-se mais contra mim. Sem se afastar, abaixou a mão e tocou o meu pau por cima da calça e o apertou. Então, com gestos seguros abriu minha calça, abaixou-se, tirou o meu pau e começou a o lamber, correndo a língua por todo ele e com suavidade o foi engolindo até sumir por inteiro. Chupava e ao mesmo tempo, com uma das mãos, massageava o meu saco enquanto que com a outra ia me batendo uma punheta. Antes que eu gozasse, abaixou a calça jeans que vestia, ficando só  de calcinha e me abraçando, abriu as pernas e começou a esfregar-se no meu pau, enquanto nos beijávamos. Eu a fiz virar-se de costas, segurei-a por trás e fui tirando a sua calcinha enquanto apertava os seus peitinhos. Ela não resistiu nem se opôs. Pelo contrário, ajeitou-se melhor para ficar  com as pernas abertas e a bunda empinada, as duas mãos escoradas no cruzeiro. Com uma das mãos comecei a alisar sua buceta, passando os dedos sobre ela. Senti que ia ficando molhada. Coloquei o meu pau na sua abertura e fui enfiando devagar. Ela foi acompanhando a entrada do meu pau em sua buceta, forçando a bunda para cima, até que  todo o pau entrou por inteiro. Ela começou a falar palavras que eu não entendia e a gemer enquanto eu ia bombando cada vez mais fundo e mais forte o meu pau naquela buceta cada vez mais quente e mais molhada. Quando gozei ela já tinha gozado muitas vezes antes de mim.

Essa foi a primeira vez que eu e Emma fudemos. Daquele dia em diante nós sempre achávamos um  tempo e um lugar onde pudéssemos fuder mais e mais. Eu nunca me importei com o que ela falava quando estava gozando. Eu só me preocupava em fazê-la gemer. Afinal para gemer, qualquer língua serve.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s