O POMAR

O seu nome era Flávio. Era amigo do João, filho dos donos da casa onde eu morava, Sô Nelson e da Dona Vitinha.  Eu ficava lá para estudar, pois estava concluindo o segundo grau, e ao mesmo tempo lhes fazer companhia, já que moravam sozinhos na casa da vila e estavam já bem velhos.

Eu tinha toda a liberdade que quisesse e precisasse e, como gostava muito de trabalhar em casa, fazia quase todo o trabalho. Dona Vitinha ficava mais por conta da TV e o Sô Nelson por conta de papear com os amigos, na vila, que ficava só alguns minutinhos de distância, dando para se ir até lá a pé.

Dona Vitinha e Sô Nelson sempre falavam nesse filho que morava em Belo Horizonte, João, que eu ainda não conhecia. Tinha um ano que morava com eles e ele não tinha feito nenhuma visita aos dois,  Foi então que ele apareceu, sem nenhum aviso, num final de semana. Uma quinta-feira, para ser mais exata. Trazendo um amigo para conhecer os seus pais. O Flávio.

Eu não estava em casa quando os dois chegaram. Estava na vila, na bilblioteca do colégio fazendo um trabalho de grupo, uma pesquisa sobre a Segunda Guerra Mundial, suas causas e consequências. Teria que apresentar o trabalho em sala no outro dia, uma sexta-feira, com mais três colegas. E não sabia que o filho do Sô Nelson e da Dona Vitinha iria chegar trazendo um amigo, porque ele não tinha prevenido que iria. Assim, não me preocupei em voltar mais cedo para dar andamento no trabalho da casa. Mas, por sorte, tinha deixado tudo pronto e , quando voltei, já de noitinha, eles já estavam acomodados. E dormindo, pois, segundo Dona Vitinha, estvam muito cansados da viagem. Devia ser umas oito e pouco da noite.

Devo confessar que minha curiosidade em conhecer o João e o seu amigo era muito grande. Assim, dei um jeito de ir ficando acordada até depois que os velhos se recolheram para dormir e fui, com todo o cuidado necessário, dar uma olhada nas visitas.

De tanto os seus pais falarem dele, reconheci logo quem era o João. Dormia em um quarto que eu já sabia ser o seu, que estava sempre reservado e preparado pela Dona Vitinha para quando ele chegasse. Estava tranquilo, de bruços e parecia tranquilo. Como não dava pra ver o seu rosto, deixei para matar a curiosidade no outro dia. Fui, então, ver o tal de Flávio, que estava deitado no quarto que dava saída para a sala de visitas.

Quando empurrei a porta, bem devagar, ele estava dormindo de barriga para cima, descoberto, um braço sobre o rosto e o outro estendido ao longo do corpo. Mas o que chamou a minha atenção foi o fato dele estar com um tremendo pau duro, colocado de lado para fora da cueca que usava para dormir. Com certeza estava alisando o pau quando dormiu, o safado. Eu não conseguia sair de onde estava nem parar de olhar aquele pau, que me pareceu enorme, grosso, atraente demais. Ai, uma vontade que deu de pegar, de alisar, de bater uma punheta, chupar, chupar gostoso. Minhas mãos tremiam de vontade de entrar lá e pegar. Aquele pau duro estufado pra cima me deixou doidinha. Foi difícil me conter, me segurar pra não ir lá pegar, mas segurei, fechei a porta devagarinho e sai.

Claro que não consegui dormir direito naquela noite. Levantei para ir ao banheiro umas três vezes, queimando de tesão. E, cada vez que levantava torcia pra que o cara também quisesse ir ao banheiro. Ah, se eu o pegasse lá. Só podia imaginar aquele pau entrando em mim, ele me enfiando aquele caralho que parecia tão gostoso. Quando voltava pro quarto, ficava deitada pelada, correndo as mãos pelo corpo, me acariciando as coxas, esfregando a mão na buceta, gostoso, enfiando o dedo. Gozei assim uma porção de vezes. Coisa que nunca tinha feito até aquele dia. Eu já tnha tido tesão sozinha mas nunca tinha terminado com uma siririca, uma punheta. Eu preferia, é claro, um cacete bem enfiado na minha buceta. E já tinha dado, muitos caras já tinham me comido. Alguns namorados, outros ficantes. Mas aquele pau parecia ser o melhor de todos. Eu tinha que fazer ele enfiar em mim. Fiquei lá, deitada na minha cama,  imaginando coisas que ia fazer com aquele caralho até que dormi.

Na manhã do outro dia, uma sexta-feira, acordei cedo como sempre, me aprontei e fui para o colégio. Só estavam acordados Sô Nelson e Dona Vivinha, conversando na cozinha. Tomei um café com pão rápido e fui para o colégio. Ia, como sempre, a pé. Nesta manhã eu estava tão cansada que parecia ter caminhado durante uma semana sem parar. E tinha sono. Estava irritada por não ter dormido direito. Mas o que me aborrecia mesmo, de verdade, é não ter metido naquele pau que tinha visto de noite. Ele não saia da minha mente, grande, duro, grosso. Eu podia até sentir que era quente, muito quente. Merda, pensei, tenho que dar pra aquele pau hoje.

Quando voltei do colégio o João e o amigo dele já haviam levantado e tinham ido dar uma volta pela vila. Quem me disse isso foi a Dona Vitinha, que me disse que estava esperando que eles voltassem para o almoço. Que tinha feito a comidinha que o João gostava, frango com quiabo, taioba e arroz com feijão. Esperava, disse ela, que o amigo dele também gostasse.

A minha curiosidade para conhecer o João já estava controlada. O que não estava controlado ainda era o tesão que eu ainda sentia só de lembrar o caralho que eu tinha visto do amigo do João, o Flávio. O nome dele foi Dona Vitinha quem me falou.

Na hora do almoço eu disse para Dona Vitinha que iria almoçar mais tarde, que estava indisposta e fui para o meu quarto. Fiquei lá, esperando que todos almoçassem. Quando percebi que o almoço tinha terminado e que, como era de costume, todos iriam se recolher aos quartos para um cochilo, fui para a cozinha, de onde veria o Flávio passar para o seu quarto e de onde poderia ser vista, também, por ele. Eu tinha colocado um vestidinho desses bem simples mas curtos e que davam um destaque especial pro meu corpo. Queria me mostrar pro dono daquele pau, com toda a certeza. Não deu outra. Vi quando ele estava passando, lhe dei uma olhada atrevida, e procurei mostrar minhas pernas. Percebi que ele passou sem pressa, muito interessado em mim. Quase gozei ali mesmo, de tanto tesão. Servi meu prato e almocei sentada em um banquinho na cozinha. Precisava estar forte para o que ia fazer. Sentei-me na varanda, de onde podia ver o corredor central da casa e fiquei esperando.

Todos ainda dormiam quando o Flávio se levantou e foi até a sala. Não vendo ninguém, foi para a cozinha, também vazia. Imediatamente fiz um barulho na varanda e ele dirigiu-se até lá, onde eu estava sentada, olhando o quintal. Cumprimentou-me, apresentou-se dizendo o seu nome, que era amigo do Flávio e me perguntando pelo pessoal. Eu lhe disse que ainda estavam dormindo. Perguntou-me porque eu já estava acordada e eu lhe disse que não gostava de dormir de dia, que tinha muitas coisas para fazer e, quando não tinha, preferia ficar sentada na varanda olhando o quintal ou no pomar. Perguntou-me coisas banais, mostrando algum interesse pela minha vida. Respondi o mais superficialmente possível. Depois, perguntei se já havia visto o pomar  e quando ele disse que não, me ofereci para levá-lo, assegurando que iria gostar. Ele me acompanhou interessado. Fui lhe mostrando o caminho, as flores, o pequeno córrego, os pássaros, até que chegamos nas mexericas. Parei perto de um pé super carregado e me estiquei toda para apanhar uma que estava madura, num galho mais alto. Fiz com que, ao esticar as mãos, meu vestido subisse até acima do meio das minhas coxas, mostrando minhas pernas. Virei-me rápido e vi que ele estava com os olhos pregados nas minhas coxas. Apanhei a mexerica e a entreguei a ele perguntando se tinha gostado. Quando ele me respondeu que sim, que gostava muito de mexericas, eu dei uma risadinha baixinho e lhe disse que eu não estava falando das mexericas, mas do que ele estava olhando tão interessado, minhas pernas. Ele disse que sim, que eu tinha pernas lindas, muito bem feitas e que gostou do que viu. Dei-lhe um sorriso e, brincando, fiz uma mesura levantando o vestido até a cintura, dizendo que podia apreciar a vontade. Fui até ele, peguei-o pela mão e puxei-o ainda segurando o vestido levantado. Entramos atrás de umas bananeiras e nos beijamos. Eu me enroscava nele, a vontade de dar pra ele aumentando, a buceta ficando mais molhada. Tirei o seu pau, comecei a bater nele uma punheta. Era mais gostoso do que eu pensava. Colquei em minha boca e chupei até ouvir os seus gemidos, baixinho. Deitei-me puxando-o pra cima de mim. Coloquei as minhas pernas nos seus ombros e o fiz enfiar o caralho em mim enquanto eu rebolava doidamente. Cada vez que ele enfiava eu sentia como se fosse morrer de tanto prazer e queria que enfiasse mais e mais e mais. Eu o abraçava e gemia e enfiava as minhas unhas nas suas costas e rebolava pro cacete entrar mais fundo. Uma loucura total. Uma gostosura sem igual. Finalmente gozamos. Eu ainda queria mais mas o seu pau estava pendurado, mole, pedindo descanso.

Depois nos levantamos e saímos. Ele voltou para a casa, onde todos já deviam estar acordados aquela hora. Eu fui para o pátio onde as roupas estavam estendidas no varal e comecei a recolher peça por peça, bem devagar, colocando na cesta que ficava lá.

O João ainda ficou com o Flávio durante uma semana. Durante uma semana eu dei pra ele e ele me fodeu no pomar.

Não conheço ninguém que goste mais do que o Flávio de mexericas.

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