O LUTO DELE FOI FODA

No dia em que o pai da minha cunhada Dorinha, sogro do meu irmão Armando, faleceu, a cidade agitou-se mais do que seria normal em razão do falecimento de alguém, mesmo sendo esse alguém tão conhecido e importante como o Coronel Libâneo da Costa. Já tinha sido Vereador, Presidente da Câmara e Prefeito Municipal durante dois mandatos. Era normal que todos se preparassem para o seu velório. No entanto, a razão para a mobilização extraordinária naquele dia não era bem o sepultamento do Coronel Libâneo da Costa, mas a possível e já confirmada chegada de Libâneo Da Costa Junior, seu filho, que havia sido eleito Deputado Estadual recentemente, na eleições de outubro e que seria empossado em Janeiro. Infelizmente o Coronel Libâneo da Costa, que tanto havia se empenhado para a eleição do filho, falecera poucos dias depois do pleito e não o veria ser empossado. O Deputado Costa Junior, como havia sido conhecido o seu nome durante toda a campanha estaria presente no sepultamento do seu pai. Era uma forma de homenageá-lo já que havia deixado a cidade ainda adolescente, para estudar na Capital. Agora voltava Deputado Estadual.

Dorinha, a minha cunhada, embora muito abatida pela perda do pai, estava, ao mesmo tempo, eufórica pela chegada de seu irmão. E não parava de me falar sobre ele. Junior é isso, Junior é aquilo. De tanto falar, acabou me deixando com uma enorme curiosidade. “Ele é lindo, Altiva. Você vai ver quando descer do avião”.

Quando o deputado desceu do avião, confirmei o que Dorinha tinha dito. Ele era realmente muito bonito, com pose de deputado, mesmo. Não sei o que deu em mim, não quis me aproximar dele. Deixei que Dona Biju, Dorinha e Armando fossem recebê-lo e voltei para a cidade no carro de um amigo, a quem pedi carona.

Durante toda a manhã, acompanhei a movimentação do pessoal na casa de Dona Biju, onde o corpo do Coronel Libâneo da Costa estava sendo velado, na sala de visitas. Não me aproximei do deputado nenhuma vez e nem me deixei ficar muito visível ao ponto de ser vista por ele. De onde estava, vi quando Dona Biju, falando baixo em seu ouvido, apontou para Dorinha. Logo em seguida o deputado levantou-se e saiu com a irmã. Acompanhei com os olhos quando se dirigiram para a direção dos quintais. Fui até Dona Biju e perguntei por Dorinha e ela me disse que Dorinha tinha ido levar o irmão para descansar em sua casa.

Esperei até que Dorinha voltasse e fui, sem que alguém me visse, até sua casa.

A casa de Dona Biju ficava de frente para uma pracinha, tinha um quintal enorme, que terminava em uma cerca que a separava do quintal da casa do meu irmão, marido de Dorinha, na Rua dos Fundos, como a conhecíamos. Assim, não era preciso caminhar pela praça e pela rua para passar de uma casa para a outra. Foi por ali, pelos quintais que alcancei a casa de Dorinha. 

Quando entrei na casa de meu irmão, pela varanda dos fundos, ouvi um barulho  de porta se abrindo e logo em seguida os passos de alguém, caminhando pela casa, em minha direção. Foi quando a porta do quarto se abriu e dei de cara com a visão maravilhosa daquele homem só de short, que parou, assustado, à minha frente. “Oh, desculpe, deputado. Não sabia que estava aqui. Bem que senti sua falta, lá na casa de cima” eu lhe disse sorrindo encantada com aquela visão divina.  Ele então me disse que não precisava me desculpar, que ele estavasó descansando um pouco e me perguntou quem eu era, dizendo que não se lembrava de ter-me visto antes. Eu lhe falei que era a Altiva, cunhada da sua irmã e irmã do Armando. Que tinha ido lá passar pelos quintais para ir à casa dos seus pais e que não gostava muito de passar pela rua e pela pracinha, quando ia lá. Preferia passar pelos quintais.Ele me disse que podia ficar à vontade, que ele ia ficar ali até mais tarde e me pediu que falasse com sua mãe e sua irmã que já estava bem, que não precisavam se preocupar. Que iria dormir e não precisavam se incomodar queiria ao encontro delas mais tarde. Eu lhe dei um sorriso e me dirigi aos quintais, deixando atrás de mim o perfume de almíscar adocicadoque tinha praticamente despejado todo em meu corpo e que torcia para que não se evaporassee fui caminhando procurando rebolar a bunda para que ele continuasse a me acompanhar com os olhos até sumir entre as árvores dos quintais. Enquanto caminhava eu pensava em como deveria ser gostoso ter aquele macho me comendo toda, atolando a sua pica em mim. Eu me arrepiava só de pensar.

Quando a noite já havia chegado ele surgiu na sala aparentando estar se sentindo muito melhor disposto. Ah, como é gostoso, Meu Deus, eu pensei. Ah, como seria bom ser fodida agora mesmo por ele, aqui, na frente de todo mundo.

Fiz-lhe um sinal com a mão e com um ar sério, indiquei a cadeira vazia  ao meu lado e ficamos sentados junto do caixão de seu pai, dispostos a permanecer lá, ao seu lado, enquanto os nossos olhos aguentassem abertos. Estávamos assim, quando vi sua mãe se retirar para seu quarto acompanhado de sua irmã Dorinha, minha cunhada emulher do meu irmão, quando Armando, se aproximou e se posicionou ao meu lado. Pouco depois, Armando deu um tapinha no meu ombro, levantou-se e retirou-se. Ficamos eu e o deputado acompanhados de algumas pessoas que iriam, com certeza, passar a noite ali, ao lado do seu pai, prestando-lhe as suas últimas homenagens. Pouco antes da meia-noite, meu irmão Armando e sua sograsurgiram na sala e vieram até onde estávamos, recomendando que descansássemos um pouco. Levantei-me e falei ao ouvido do meu irmão que poderia, se ele quisesse, levar o deputado pelos quintais para descansar em sua casa. Ele concordou com a cabeça e disse baixinho ao cunhado “vai com ela”.Ele me seguiu até que parando, sentei-me no degrau da escada que dava acesso aos quintais.  Ali, fiz um sinal para que ele se sentasse.

Durante alguns minutos não nos falamos, apenas nos deixamos ficar ali, calados, sentados um ao lado do outro. Depois, sem dizer nada eu passei o meu braço ao redor dos seus ombros e encostei-me nele. Ele me fez virar e nós nos olhamos de frente. Olhos nos olhos, nos beijamos. Levemente a princípio, fomos aumentando a intensidade do beijo até que nossas bocas se esmagaram num chupar selvagem de lábios e de línguas. Eu me senti tremendo em seus braços enquanto todo o meu corpo reagia como se uma faísca elétrica tivesse me envolvido, como um raio. O seu pau estava tão duro que minha vontade era de meter ele na minha buceta ali, agora, sem esperar mais nada. “Eu quero te foder agora.  Não vou aguentar mais sem te foder” ele me disse.Afastou o meu corpo e levantando-me me puxou para um canto escuro ao lado da casa, ondesua  mãe tinha uma espécie de jardim interno. Lá, nos abraçamos e eu tirei o seu pau, grande e duro como um cabo de vassoura, abaixei-me e comecei a chupar aquela delicia, enfiando todo na boca, tirando a boca e lambendo, repetindo essa operação por várias vezes. Não deixei que gozasse apertando seu pau e retirando da minha boca. Tirando a calcinha eu lhe disse baixinho no seu ouvido “Quero ver você me foder agora, fode gostoso. Mas vou querer mais na casa de baixo”. Ele me colocou de quatro ali, no cantinho escuro e eu apoiei-me na parede enquanto ele  enfiava o seu pau em minha  buceta até não ficar nada de fora. Eu rebolava mexendo a bunda para cima e para baixo enquanto ele enfiava e tirava o pau, enfiava e tirava cada vez mais rápido, cada vez mais fundo. Quando ia gozar, tirou o pau e o enfiou na minha ou na boca, quente, latejante  e úmido, me fazendo encher de porra minha  boquinha. Depois, abraçados, descemos os quintais para fodermos muito mais naquela noite, na casa debaixo, onde morava o meu  irmão.

Ele não sabia que aquela primeira noite do seu luto ia ser foda. E foi.

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