JÁ PARA A DIRETORIA

Trepada gostosa com mulher branquinha

Eu havia sido transferido para aquele colégio durante as férias e era o meu primeiro dia de aula. Cheguei bem mais cedo, para não ter problemas de frequência e fiquei na pracinha em frente a entrada, aguardando a hora de entrar. Como fui dos primeiros a chegar, procurava observar todos os que passavam e, principalmente, as meninas. Procurando alguém interessante de quem pudesse me aproximar. Tomara que encontre alguma garota legal, que valha a pena, pensava.

Quando soou o primeiro sinal numa sirene insistente, apanhei minha mochila, coloquei nas costas e entrei pelo portão, atravessando o pátio interno. Caminhei por um corredor e me dirigi a uma sala onde se via uma placa escrita Secretaria. Lá, perguntei a uma funcionária onde seria em que sala estaria a minha turma. Ela me examinou, leu o meu boletim de transferência e de matrícula e me indicou a sala, para onde me dirigi devagar, tentando controlar o nervosismo do primeiro dia.

Sentei-me no fundo da sala, meio que querendo ficar escondido, como se fosse possível me esconder no meio de quarenta alunos. Fiquei lá, observando a turma, tentando não chamar nenhuma atenção. Assim, os professores foram passando um por um, sem nenhuma novidade para mim, que vinha de uma escola mais tradicional, onde já estudara praticamente todos os conteúdos que estavam sendo ensinados na minha turma, do terceiro ano do segundo grau.

No recreio, puxei conversa com alguns colegas. Fiquei sabendo que os professores eram legais, que não causaria problemas se eu estudasse um pouquinho e fizesse todos os trabalhos que dessem. Disseram que as provas eram tranquilas. Mas que eu devia tomar cuidado com a Diretora, que também era professora e lecionava Filosofia. Ela era, segundo uma das minhas colegas, uma carrasca que se sentia muito bem ferrando e reprovando a turma. Falaram que eu devia ter cuidado porque ela não gostava, principalmente, de alunos vindos de outras escolas. Para ela, quando um aluno era transferido de uma escola para outra, era porque não estava dando conta do recado na primeira e iria aprontar na segunda. Com tantas recomendações de cuidado nem me arrisquei a pedir a ficha dela. Não quis saber nem o nome da fera. Ou da carrasca, como a chamavam.

No dia seguinte, em minha casa, meus pais me perguntaram sobre como tinha sido o meu primeiro dia de aulas. Respondi que tinha ido bem, que não tinha tido nenhum problema com as matérias, nem com os colegas, nem com os professores. Então, contei das recomendações da turma sobre a tal professora Diretora. Minha mãe ficou toda preocupada, me dizendo para ter cuidado já que era novato e tinha sido transferido. Meu pai apenas me disse que não me preocupasse desde que tomasse cuidado em não provocá-la.

À noite, quando entrei em sala já estava um pouco preocupado com as aulas da tal carrasca, que seriam no primeiro e no segundo horários. De cara, pra começar bem a noite, pensei. Seja o que Deus quiser, eu disse para eu mesmo. Sentei lá no fundo e puxei conversa com uma menina que se sentava ao meu lado e que no dia anterior tinha se insinuado para mim, dando mole mesmo tendo percebido que eu não estava na dela. Estávamos no maior papo quando vi  que ela tinha se calado de repente e ficado meio sem jeito, como se tivesse visto alguma coisa da qual não gostara. Percebi um vulto na minha frente e levantei os olhos, de sopetão. O que vi me não me deixou feliz. Uma mulher de uns quarenta anos, muito bonita, sem nenhum sorriso nos lábios, me olhando séria. Usava óculos e não pude ver bem os seus olhos, mas me pareceram bastante frios, fixos nos meus. Então o senhor é novato, disse-me. Está se vendo que ainda não me conhece. Porque se conhecesse já teria calado essa sua boca quando entrei na sala. Não gosto de gente mal educada. Ao final das minhas aulas, vá a minha sala para termos uma conversa. Disse isso e não me deu nenhuma chance de responder. Virou as costas e dirigiu-se para a frente da turma. Eu a olhei desconsertado e me senti envergonhado perante os meus colegas. Mas ninguém deu nenhuma risada. Nenhum pio. Todos ficaram sérios, olhando para a frente. Apenas a menina do meu lado me deu uma olhadinha de esguelha, como se desculpando por não ter me avisado, quando a professora carrasca chegou.

Quando terminou o seu segundo horário, a professora me deu um sinal de cabeça e saiu na minha frente. Fui atrás, meio sem graça mas parece que ninguém se preocupou conosco. Meus colegas desceram para o recreio como se fosse a coisa mais natural do mundo a carrasca levar alguém para um esculacho na Diretoria. Com certeza já tinham passado por isso.

Abriu a porta, afastou-se para que eu entrasse, passou por mim e indicou um enorme sofá onde me sentei. Fiquei lá esperando pelos sermões da fera. Ela puxou uma cadeira e colocando-a de frente para onde eu estava, sentou-se tranquilamente. O que eu ainda não tinha falado é que a danada da Diretora tinha um lindo par de pernas, lisinhas. Vestida com um blazer azul escuro, curto, deixava bem um palmo de suas coxas à mostra quando andava. Agora, sentada em minha frente, as pernas juntas, o blazer subiu até quase o meio das coxas, mostrando mais do que eu já tivera oportunidade de ver. Sem que eu tirasse os olhos das suas pernas, cruzou-as e ao fazê-lo pude ver uma calcinha escura, talvez azul também, como o blazer. Mas não tive muito tempo para apreciar. Estava com os olhos fixos naquelas pernas que agora estavam quase totalmente expostas, uma vez que o danado do vestido havia subido ainda mais, quando a ouvi dizer – e aí, está gostando do que vê? Ou ainda não conseguiu reparar bem direitinho? Onde pensa que está? Num quarto de motel? – eu não consegui responder. Fiquei ali, como um bobo, só faltando babar. Ela então levantou-se, caminhou até a porta e vi quando virou a chave trancando-a. Em seguida voltou até onde eu estava e sem mais nem menos sentou-se no meu colo, abraçou meu pescoço e me beijou. Foi um beijo calmo, devagar, tomando conta da situação e da minha boca. Quando percebeu que meu pau crescia, levantou-se, abriu minha calça e pegando meu pau colocou-o na boca, começando um boquete incrível. Eu quase morri de susto no inicio. Depois, fiquei mais a vontade. Ela levantou a saia, abaixou a calcinha e deitou-se no sofá,me puxando para cima de si. Abrindo bem as pernas, foi enfiando nela meu pau, remexendo gostosamente para que entrasse todinho. Ficamos ali, abraçados, tirando um do outro tudo o que podíamos. Ate gozarmos, juntos, calados, abraçados.

Não voltei para a sala para deixar a impressão de que tinha levado uma senhora bronca e sido mandado embora pra casa.

No outro dia, ao entrar em sala a Diretora me achou, de novo, conversando com a coleguinha do lado. Esbocei um sorriso bem safado quando ela disse, para toda a sala ouvir – Então, senhor novato. Conversando de novo. Já para a Diretoria.

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