INDO À CAÇA NO SHOPPING

Quando entrei no shopping naquela noite, estava com tudo muito bem planejado. Faria algumas compras, com toda a certeza, mas o que eu queria mesmo, de verdade, era arranjar alguém que me fudesse bem gostoso. Havia já um bom tempo que ninguém me fudia. Pelo menos uma semana,o que já parecia uma eternidade. Como não estava namorando ninguém, teria de circular, me mostrar, despertar a cobiça dos homens. Colocar com a minha malícia o meu corpo na vitrina, se preciso. Mostrar as minhas pernas, mostrar a minha bunda, alguma coisa, mas eu precisava ser vista. Nenhum lugar melhor para isso do que o shopping, onde todo mundo ia caçar aventuras.

Ao percorrer lentamente os corredores, olhando as vitrinas, parando em algumas, fui catalogando os olhares dos homens por quem passava, escolhendo a quem dedicar a minha atenção especial. Havia de tudo um pouco. Carinhas novinhos que, com certeza, não saberiam muito o que fazer comigo sem estarem drogados, homens acompanhados, desacompanhados, bem vestidos, mal vestidos e até alguns velhos que me olhavam de maneira mais acintosa, como se pudessem dar conta de mim. Com certeza não dariam. Para esses eu seria demais. E nem me importava com os olhares que me davam. Eu os deixava penar de vontade.

Enquanto ia andando eu ia rebolando levemente, mexendo a minha bunda, que por sinal eu sabia que era muito gostosa pois todos os que a tinham comido diziam sempre isso “que bunda mais gostosa essa sua bunda”, sem pressa, com capricho. Como o vestido que eu usava era bem colante, desses que provocavam  mostrando as curvas do corpo, o meu rebolado ia chamando a atenção corredores à fora.

Em uma dessas minhas olhadas despistadas para ver quem estava me comendo com os olhos eu percebi um cara que, com toda a certeza, eu já havia visto em outros dois corredores. Então, só podia estar me seguindo. E, se me seguia, é porque seu interesse em mim devia ser muito grande. Resolvi testar se era isso mesmo e o encarei. Uma encarada daquelas boas, com os olhos nos olhos de uma forma bem atrevida. E para confirmar se ele estava mesmo me seguindo, fui para os elevadores e, antes de entrar em um deles, ainda dei uma outra olhada pra ver se ele entendia que era ele mesmo que eu olhava. Quando a porta se fechou ele estava me olhando, parecendo deseaperado por não conseguir entrar junto comigo. Fui até três andares acima, sai, voltei e desci novamente.

Quando o elevador abriu as portas vi que o cara estava lá perto, no corredor, despistando que olhava uma vitrina, mas de olho em mim. Fui em sua direção e, sem que alguém pudesse perceber, lhe fiz um sinal mostrando, novamente, os elevadores. Dei uma volta pelo corredor seguinte e voltei, chegando junto dele no elevador que estava abrindo a porta. Fiquei atrás dele e entramos juntos. Deixei que ele fosse até o fundo e me coloquei na sua frente. Estiquei a mão e marquei o ultimo andar. Com o canto do olho vi que ele procurava me encarar. Nem liguei. Continuei olhando para a frente. Quando o elevador fez a primeira parada, desceram algumas pessoas e ninguém entrou. Afastei um pouco o meu corpo e senti que encostava a minha bunda nele, de leve. Fomos assim, do terceiro até o sexto andar, encostados. Eu havia dado um toque de leve na sua mão para que entendesse que eu estava entendendo. Depois, vi quando ele se encostou em mim e senti que encaixava o seu corpo no meu, discretamente. No sexto andar ficamos sozinhos. Aí, foi como se o mundo passasse a ter só nos dois, Nos abraçamos,  nos beijamos e nos agarramos como se fizéssemos parte um do outro. Estávamos querendo um entrar dentro do outro ali mesmo. Tirei o seu pau. E senti o quanto o seu tesão por mim era enorme. O pau pulsava duro e quente e me virei, ficando de costas sem largar aquele caralho, fiquei de quatro. Ele me comeu. Ali, no elevador que subia. O pau entrando e saindo da minha buceta. Os dois gemendo. Eu rebolando de uma forma alucinada sentia que ele tinha dificuldades para ficar enfiando em minha buceta. Eu queria ajudar e rebolava mais ainda. Só queria que o pau ficasse lá dentro de mim, que não saísse. E dizia pra ele que se saísse eu o matava. E ele gemia e enfiava. Nem sei quantas vezes gozei. No doze, quando a porta abriu e se fechou novamente, com o elevador começando a descer de novo, eu sentia que sua porra tinha enchido a minha buceta e que seu pau já não estava mais tão duro. Deixei que ele o tirasse e nos beijamos um beijo gostoso de despedida.

A porta só se abriu novamente no quarto andar. Lá eu desci como se nada tivesse acontecido. Toda molhada e suja de porra cuidei logo de achar um banheiro onde pudesse me recompor.  A única coisa em que eu pensava era “qual será o nome dele?” A caçada tinha terminado.

Já era hora de começar as compras.

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