EU SÓ SEI GEMER ASSIM, NA MINHA LINGUA

Quando a nossa família chegou na cidadezinha onde moramos hoje, aqui no Brasil, vindos de Kufstein, na Áustria, fomos vistos pelos nossos novos vizinhos como se fossemos uma nova atração local. Passamos, por um tempo, a ser o centro da atenção de todos.

A princípio podíamos perceber um certo receio na atitude conosco, uma certa reserva, gestos comedidos, embora percebêssemos que faziam um grande esforço para nos entenderem. Mas, aos poucos, fomos nos tornando pessoa comuns e ficamos muito populares, deixando de sermos vistos como estrangeiros ou como se fossemos alienígenas.

A nossa família é composta por cinco pessoas: Andreas e Alina, nossos pais, eu, que me chamo Emma, Katharina e Clemens, os meus irmãos. O meu pai é um homem gordo e forte que ri por qualquer coisa. Os nossos vizinhos achavam, no inicio, estranho e diferente o seu nome e riam quando ele caprichava na pronuncia do “as”. Dizia “Andreaass”. Alina, nossa mãe, é alta e tinha os cabelos ruivos que estão sempre escondidos sob um lenço que traz em sua cabeça.

Eu e Katharina, desde a nossas chegada, passamos a pertencer a um grupo de jovens com quem estamos, sempre.

Clemens, por gostar de futebol e ser bom de bola, bem rápido passou a fazer parte de um time de futebol e pode ser visto todos os dias jogando bola nas ruas. Mesmo sendo austríacos, rapidamente arranjamos um jeito de manter comunicação com todos da cidade. Aprendemos algumas palavras em português, eles aprendem algumas palavras em alemão e, no fim, conseguimos nos fazer entender.

Katharina e eu dividíamos o espaço escolar com as garotas da nossa idade e isso causava um verdadeiro contraste. Embora fossemos lindas, éramos as duas muito loiras e muito brancas, com as faces muito vermelhas, como se estivéssemos sempre com muita vergonha de alguma coisa, enquanto as outras eram todas morenas, com as peles quase escuras. Claro que essa diferença entre nós logo fez com que alguns rapazes quisessem nos namorar.

Eu percebi que um deles, Edward, ficava sempre agitado quando eu estava por perto e cheguei mesmo a sentir que ele parecia se excitar com a minha presença. Notei também que Katharina, a essa altura, só tinha olhos para um rapaz chamado Alexandre, o Alê e logo logo começaram a engatar um namoro.

Sem que fosse preciso alguma combinação, Edward começou a criar situações nas quais pudesse ficar a sós comigo. Nessas ocasiões, nós dois nos virávamos para nos entendermos, com palavras ou por gestos. Eu ensinava a ele algumas palavras em alemão e ao mesmo tempo aprendia com ele algumas palavras em português.

Um noite, quando estávamos no jardim da pracinha, vi ao longe uma enorme cruz, toda iluminada com variadas luzes. Eu já tinha visto aquela paisagem antes, mas não tinha prestado muita atenção. Edward me disse que era o Morro do Cruzeiro e que aquela cruz tinha sido carregada da cidade até lá, nos ombros de fiéis da Igreja Católica, como uma homenagem ao Cristo Crucificado e que de lá podia-se ver toda a cidade, embaixo. Eu o fiz prometer que me levaria lá. 

No dia seguinte fomos ao Morro do Cruzeiro logo depois do almoço. Assim que saímos da cidade, caminhando, Edward segurou minha mão fomos de mãos dadas o resto da caminhada.

Do alto do Morro do Cruzeiro toda a cidade se descortinava abaixo de nós. A vista era estonteante. Maravilhosa. Fiquei encantada com tamanha beleza. Não sei o que deu em mim, abracei Edward e nos beijamos. Assim abraçados, com meu peitinhos espremidos contra o seu corpo, senti que ele estava ficando de pau duro, que eu podia sentir como se quisesse me fincar. Sem me afastar, abaixei a mão e o toquei por cima da calça. Era como um mastro se erguendo para mim. Peguei-o e apertei. Sem nenhum temor, com gestos seguros, abaixei-me e abrindo sua calça fiz sair aquele caralho duro, maravilhoso, parecendo ser de uma grande gostosura. Fui introduzindo lentamente em minha boca e fiquei chupando, lambendo e chupando, por um tempo, tirando e fazendo entrar novamente na minha boca. Grande, grosso, quente, delicioso. Fiquei chupando enquanto batia nele uma punheta. Antes que ele gozasse, retirei a boca do seu pau, tirei a minha calcinha e o encostei na minha buceta e comecei a me esfregar nele. Percebi que Edward já estava quase louco de tanto tesão e que quando eu encostava seu pau na minha buceta, ele fazia movimentos como se quisesse me penetrar, enfiar em mim aquele caralho durão. Então ele me fez virar de costas, abraçou-me por trás e começou a passar os dedos na minha buceta, bem de levinho, até que eu não aguentei mais e comecei a rebolar, remexer, com a bucetinha toda molhada, Enlouquecida, pedi pra ele enfiar.Eu nem sabia mais com falar. Misturei tudo na hora, enquanto ele ia me enfiando o pau cada vez mais fundo, cada vez mais gostoso. Na medida em que eu ia sentindo o caralho dele me tocando e entrando até sumir todinho lá dentro de mim, eu ia remexando a bundo, empinando e mexendo para ele enfiar cada vez mais. Nem sei como aguentei. Gritava e gemia. Gemia e gritava enquanto me agarrava naquele cruzeiro enorme para me equilibrar e poder mexer mais praquele pau não sair de dentro de mim. Não aguento mais Ich halte es nicht mehr aus  me come Iss mich agora      jetzt meu Deus meine Güte meu amor meine liebe não para continua nicht zu Geht weiter delicia freuden. Quando ele finalmente gozou, eu já tinha gozado uma quantidade enorme de vezes. Incontáveis vezes.

Essa foi a primeira vez que Edward e eu fudemos Daquele dia em diante nós sempre achávamos um tempo e um lugar mais favorável onde pudéssemos fuder mais e mais. Eu nunca me importei com o que eu falava enquanto ele me fudia gostoso. Eu só me preocupava em gemer, Afinal, eu só sei gemer assim, na minha língua.

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