em noite de baile, quem só bebe, no final dança.

Loira extremamente deliciosa fodendo pra caralho

O dia 31 de Julho era, ao mesmo tempo, um dia de muita tristeza e de muita alegria, para mim. Nele, acontecia o baile mais esperado e importante do ano. Razão da minha alegria e da alegria de todos nós, jovens, que esperávamos por ele todo o mês. Mas ele, o dia 31, marcava também o último dia das férias de Julho. O que não achávamos bom, pois aqueles que estavam só de passeio teriam que retornar e aqueles que, como eu, moravam na cidade visitada, ficaríamos sozinhos com nossas lembranças do que tinha acontecido nas férias.

O importante,mesmo, era o baile do dia 31 de Julho. Nele, deixávamos de lado toda a tristeza futura e vivíamos apenas as emoções daquela noite.

Eu, que estava namorando o Marcinho, já estava tranquila porque ele já havia garantido os nossos convites. Para assegurar que nada estragaria minha festa, estava rezando na cabeça dele, todo dia, que tomasse cuidado com o excesso de bebidas. Eu sabia que ele gostava bem de encher a cara de vez em quando. Que não fosse naquele baile para beber demais, eu dizia. Mas não deu outra.

A noite, quando foi me buscar em casa, Marcinho já estava mais alegre do que o comum. Já havia bebido com os amigos, no bar da praça. Eu aproveitei para falar novamente que não ia deixar que bebesse mais, que eu queria me divertir, que ele tinha de pensar em mim, etc, etc. Cheguei a ameaçar que terminaria com ele se me fizesse passar algum vexame. Ele, como sempre, me prometeu que nada iria acontecer de ruim, que aquela noite só poderiam acontecer coisas boas, me abraçou apertado, passou a mão pela minha bunda e me beijou um beijo com gosto de chicletes  de hortelã, que estava mascando  para despistar a bebida. Tomou minha mão e me levou para o clube.

Durante o baile, dançamos muito, eu e o Marcinho e também dancei com alguns dos nossos amigos. Como gosto muito de dançar, nem percebi que, enquanto eu dançava com os outros, o Marcinho aproveitava para tomar mais bebidas. Nem vi que estava misturando de tudo.

Em determinado momento, ele já não queria mais dançar quando eu chamava. Assim, quando a orquestra tocava alguma música boa pra dançar sozinha eu ia pra pista e dançava. Quando era musica romântica eu ficava lá, sentada, olhando o Marcinho cochilar. Lá pelas tantas, não aguentei mais a raiva que foi crescendo dentro de mim e resolvi ir embora, deixando o Marcinho dormindo na mesa, pra ele aprender.

Saí do clube e a primeira pessoa que vi, lá fora, foi o Eduardo, um  carinha com quem eu já trocara uns olhares antes de começar a namorar com o Marcinho. Mas nunca passamos dos olhares porque ele parecia muito tímido e sem coragem de chegar em mim. Eu o chamei e perguntei se não se importava de me levar em casa, que o Marcinho tinha ficado bêbado dormindo na mesa, que eu tava muito puta com ele e não queria mais ficar no baile. Ele me deu um sorriso e disse que não se importava, que seria um prazer, ficou do meu lado e me acompanhou.

A minha casa era uns bons quarteirões de distância do clube e fomos caminhando pela rua. Ele pôs o braços sobre o meu ombro e ficou me ouvindo reclamar e xingar o traste do Marcinho. De vez em quando, ria do que eu dizia, mas continuava calado ao meu lado, me deixando desabafar. Eu ia me sentindo melhor, a raiva do meu namorado ia diminuindo e já estava até gostando de caminhar com o Eduardo quando ele, assim que entramos em uma rua mais escura, me puxou forte fazendo com que eu ficasse de frente para ele. Levei dois sustos. O primeiro quando ele me puxou, com força, sem que eu esperasse. O segundo quando me abraçou e beijou minha boca com vontade. Eu nem pensei em reagir. Deixei que me beijasse e fui me abraçando a ele, fazendo minha língua procurar a dele. Foi um beijo longo, desses que a gente começa e não quer deixar acabar.

Abraçados, nos afastamos da rua e nos encostamos em um muro no escurinho entre duas casas. Nos beijamos novamente e eu tirei meu peitinho pra fora, abaixei sua cabeça e fiz com que o beijasse. Ele colocou o biquinho do meu peito na boca e ficou mordiscando, bem de levinho e chupando enquanto eu quase caía de tanto prazer e tesão. Eu gemia baixinho. Tentava não gemer mas não aguentava. Gozei mais de uma vez só com ele chupando e mordendo meu peitinho. Eu não aguentava mais. Tirei o seu pau, agachei e chupei, chupei gostoso, sentindo a mão dele na minha nuca, me segurando pelos cabelos, empurrando e puxando, para a frente e para trás, fazendo o pau entrar e sair da minha boca. Eu fazia um esforço enorme para não deixar o pau sair e perder a chupada. Antes que ele gozasse, tirei a boca do seu pau. Tirei a calcinha, coloquei uma perna meio levantada, apoiada no muro e fui fazendo ele enfiar o pau na minha buceta até que entrasse todinho. Eu ia sentindo quando ele ia enfiando o caralho em mim e ficava remexendo, rebolando, fazendo entrar mais e mais até que ele começou a movimentar-se pra dentro e pra fora, pra dentro e pra fora. Eu acompanhava os seus movimentos. Gozei e quando gozava eu o abraçava e tinha vontade de que aquilo não acabasse mais. E gozava de novo. Até que ele aumentou os seus gemidos e me disse que ia gozar. Tirei o seu pau de dentro da buceta  e fiz com que gozasse nas minhas coxas. O abracei forte quando senti sua porra escorrendo pelas minhas pernas. Apanhei a calcinha, limpei a porra das minhas pernas, joguei a calcinha no meio da rua e continuamos o nosso caminho.

Quando Eduardo me deixou em casa, tomei uma ducha e não demorei nada pra cair no sono. Em nenhum momento pensei no chifrudo do meu namorado. Tem um ditado antigo que diz que em noite de baile, quem só bebe, no final dança.

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