ELE ACABOU COM A MINHA TENSÃO

A porta da cozinha não estava chaveada e se abriu logo que apertei o trinco, me deixando entrar sem precisar apertar o botão da campainha, e como já conhecia a casa, fui entrando e me dirigindo à sala onde Filipe estava sentado no sofá, assistindo na TV ao noticiário da manhã.

“Uai, cadê o povo desse barraco? Será que ninguém acordou ainda?”. eu fui dizendo me colocando bem ali na sua frente, sorrindo para ele, com as mãos colocadas na cintura, em posição de desafio. “Achei que não tinha ninguém acordado. O maior silêncio e a porta aberta… eu fui entrando.”

Ele se levantou, deu um sorriso largo veio até a mim e me abraçou. “Que bom te ver, Vanessa. Seja bem-vinda. Cadê sua mãe?” ele perguntou. “A minha mãe precisou resolver umas coisas hoje e pediu que eu viesse cuidar dos velhinhos dela” eu respondi sorrindo. “Será que vou dar  conta?” perguntei. “Claro que vai dar” ele respondeu, acrescentando “Pode começar fazendo um café com leite gostoso. Eu estava esperando sua mãe chegar pra fazer. A Ligia já tomou o dela mais cedo“. “Tá bom, então. Vou só trocar de roupa” eu respondi enquanto me dirigia ao banheiro. Ele voltou ao sofá e começou a ler o jornal que eu tinha trazido. Alguns minutos depois, quando  o cheiro gostoso de café saindo da cozinha espalhou-se pela casa eu senti que ele tinha chegado até lá, onde eu estava de costas para a porta que dava para a sala, acabando de coar o café na banqueta da pia. Eu tinha vestido um vestido florido da minha mãe, fino, solto, que se ajustava ao meu corpo e chegava até um pouco acima dos joelhos. Eu  percebi quando ele chegou e ficou ali na porta por alguns segundos, parado, estonteado, se deliciando com o que estava vendo. “Meu Deus, você está muito gostosa, Vanessa” ele me  disse. “Oh, que susto você me deu” eu falei  virando-me para ele  e fazendo um trejeito colocando a língua pra fora e sorrindo “Bondade sua. São seus olhos. Vem ver se o café ficou do jeito que você gosta. Eu não consigo fazer café igual ao da mãe”. Ele se serviu, tomou  uma golada e confirmou “Está muito bom”. Eu então lhe disse “Vou dar uma olhada na dona Lídia, ver se já está acordada”  e sai da cozinha.

Ele voltou para o seu jornal. Não demorei muito para voltar do quarto da Dona Lidia e me sentar no sofá ao seu lado. “Mãe deixou o almoço praticamente pronto. É só esquentar. Então dá pra dar uma olhadinha no zap. Quase não estou tendo tempo pra vê-lo em casa” falei me dirigindo a ele.Abaixando o jornal que estava lendo, ele  disse baixinho “Você está mesmo parecendo muito cansada”. Estou mesmo. No bagaço” eu  disse. Ele se levantou, apanhou uma cadeira na mesa em frente e a colocou perto do sofá, dizendo “Vem cá, Vanessa. Senta aqui. Deixa eu te fazer uma massagem pra relaxar”. Eu me sentei dizendo  “Demorou. Estou mesmo precisando”. Ele posicionou-se às minhas  costas e começou a massagear os meus ombros. “Você está muito tensa. Vamos relaxar esses músculos” ele me disse enquanto ia correndo os dedos pelos meus ombros, friccionando levemente, com movimentos firmes. Pouco a pouco fui sentindo os meus músculos se entregando ao vigor da sua massagem enquanto um calor gostoso na minha pele ia fluindo  das suas mãos e passando pelo meu corpo. Em poucos minutos eu estava completamente tomada por um intenso tesão e sentia  que ia  ficando molhadinha, cada vez mais. A massagem prosseguia e seus dedos corriam pela minha   pele percorrendo milímetro por milímetro, indo dos meus ombros ao meu pescoço, chegando à base da minha nuca, ao meu rosto e voltando e aos ombros, descendo pelos meus braços até os cotovelos. Já não era mais apenas uma massagem. Eram carícias cada vez mais carinhosas. Em determinado momento, sentindo que eu estava completamente relaxada, ele me disse “Se não estiver bom, Vanessa, é só falar que eu paro”. “Não, tá doido? Tá uma delícia. Só se você quiser parar. Prá mim, tá ótimo” eu respondi aflita.”Então posso continuar?”  ele perguntou. “Pode, não. Deve” eu lhe disse sorrindo. “Sabe de uma coisa, Vanessa?” ele me disse baixinho. “O quê” eu  perguntei. “Meu pau tá tão duro que vou ter que bater uma punheta” falou. “Eu não fiz nadinha” eu falei  sorrindo. “Vai lá no banheiro. Bate. Vai fundo”. “Me empresta sua mão, Vanessa. Me ajuda a tirar a minha porra. Tô sonhando com isso há muito tempo”  ele me disse com a voz sussurrante   se colocando de pé ao meu lado. Eu lhe disse, depois de lhe dar uma olhada bem safada naquele pau duro estufando o seu short.  “Tá bom. Eu sabia que você ia pedir“. Com calma, pegueio seu pau, tirei-o de dentro do short que ele estava usando e comecei a bater nele uma punheta e na medida em que eu ia batendo ele ia dizendo que estava ficando cada vez  mais gostosa do que todas as punhetas que ele já tinha imaginado e sonhado comigo batendo no seu pau, até que não aguentando, mais gozou  uma enormidade de porra que ele disse que já vinha acumulando dentro dele, sempre esperando pelas minhas mãos macias, fininhas, quentinhas e deliciosas.

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