ELA ESTAVA MUITO TENSA

Estava sentado na sala assistindo na TV ao noticiário da manhã, quando ouvi  o barulho de alguém entrando pela porta da cozinha. “Ah”, pensei, “a Jovina está chegando e já vou poder ler o jornal. Que bom!” Mas a voz que ouvi de quem estava entrando na sala não era a voz da Jovina. “Uai, cadê o povo desse barraco? Será que ninguém acordou ainda?”. Era a sua filha Vanessa que vi ali, na minha frente, sorrindo para mim, com as mãos colocadas na cintura, em posição de desafio. “Achei que não tinha ninguém acordado. O maior silêncio e a porta aberta… eu fui entrando.” Eu me levantei, fui até ela e a abracei “Que bom te ver. Seja bem-vinda. Cadê sua mãe?”. “A minha mãe precisou resolver umas coisas hoje e pediu que eu viesse cuidar dos velhinhos dela” ela respondeu sorrindo. “Será que dou conta?” perguntou. “Claro que vai dar” respondi, acrescentando“Pode começar fazendo um café com leite gostoso. Eu estava esperando sua mãe chegar pra fazer. A Ligia já tomou o dela mais cedo“. “Tá bom, então. Vou só trocar de roupa” ela respondeu enquanto se dirigia ao banheiro. Eu voltei ao sofá e comecei a ler o jornal que ela tinha trazido. Alguns minutos depois senti o cheiro gostoso de café vindo da cozinha e fui até lá. Ao entrar, uma surpresa me aguardava. Vanessa estava de costas acabando de coar o café na banqueta da pia. Vestia um vestido florido, fino, solto, que se ajustava ao seu corpo e chegava até um pouco acima dos joelhos. A sua visão era simplesmente maravilhosa. Deslumbrante. Magnífica. Como não me percebeu chegando, fiquei ali na porta por alguns segundos, parado, estonteado, me deliciando com o que estava vendo. “Meu Deus, você está muito gostosa, Vanessa” eu lhe disse. “Oh, que susto você me deu” ela me disse virando-se para mim e fazendo um trejeito colocando a língua pra fora e sorrindo “Bondade sua. São seus olhos. Vem ver se o café ficou do jeito que você gosta. Eu não consigo fazer café igual ao da mãe”. Eu me servi, tomei uma golada e confirmei “Está muito bom”. “Vou dar uma olhada na dona Lídia, ver se já está acordada” ela falou saindo da cozinha. Eu voltei para o meu jornal. Não demorou muito para voltar do quarto da Lidia e sentar-se no sofá ao meu lado. “Mãe deixou o almoço praticamente pronto. É só esquentar. Então dá pra dar uma olhadinha no zap. Quase não estou tendo tempo pra vê-lo em casa”. Abaixando o jornal que estava lendo, lhe disse baixinho “Você está mesmo parecendo muito cansada”. Estou mesmo. No bagaço” ela disse. Eu me levantei, apanhei uma cadeira na mesa em frente e coloquei perto do sofá e  falei “Vem cá, Vanessa. Senta aqui. Deixa eu te fazer uma massagem pra relaxar”.  Ela sentou-se “Demorou. Estou mesmo precisando” me disse. Posicionei-me às suas costas e comecei a massagear os seus ombros. “Você está muito tensa. Vamos relaxar esses músculos” eu lhe disse enquanto ia correndo os dedos pelos seus ombros, friccionando levemente, com movimentos firmes. Pouco a pouco fui sentindo os seus músculos se entregando ao vigor da massagem enquanto um calor gostoso da sua pele ia tomando conta das minhas mãos e subindo pelo meu corpo. Em poucos minutos eu estava completamente tomado por um intenso tesão e sentia  que o meu pau ia  endurecendo cada vez mais. A massagem prosseguia e meus dedos corriam pela sua pela sua pele percorrendo milímetro por milímetro, indo dos seus ombros ao seu pescoço, chegando à base da sua nuca, ao seu rosto e voltando e aos ombros, descendo pelos seus braços até os cotovelos. Já não era mais apenas uma massagem. Eram carícias cada vez mais carinhosas. Em determinado momento, sentindo que ela estava completamente relaxada, eu lhe disse “Se não estiver bom, Vanessa, é só falar que eu paro”. “Não, tá doido?” ela disse. Tá uma delícia. Só se você quiser parar. Prá mim, tá ótimo”. Então posso continuar?”  perguntei. “Pode, não. Deve” ela me disse sorrindo. “Sabe de uma coisa, Vanessa?” eu lhe disse. “O quê” ela perguntou. “Meu pau tá tão duro que vou ter que bater uma punheta” falei. “Eu não fiz nadinha” ela disse sorrindo. “Vai lá no banheiro. Vai fundo”. “Me empresta sua mão, Vanessa. Me ajuda a tirar a minha porra. Tô sonhando com isso há muito tempo”  eu  lhe disse me colocando do seu lado. Ela me deu uma olhada safada disse um “Tá bom. Eu sabia”  pegou o meu pau, tirou de dentro do short que eu estava usando e começou a me bater uma punheta que foi ficando cada vez  mais gostosa do que todas as punhetas que eu já tinha sonhado com ela batendo no meu pau, até que não aguentando, mais gozei uma enormidade de porra que eu vinha acumulando em mim, só esperando pelas suas mãos macias, fininhas, quentinhas e deliciosas.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s