CEM POR CENTO

Ao chegar à Clínica onde trabalhava, naquela manhã, fui informada de que a doutora, a quem eu assistia nas pequenas cirurgias, não poderia dar o seu plantão porque estava realizando uma cirurgia arriscada, em um hospital onde também atendia. Assim sendo, deixara recomendações no sentido de que eu atendesse os casos que dependessem apenas de enfermagem, como troca de curativos, retirada de pontos, por exemplo. Esse era o caso, segundo constava da relação de pacientes com horarios marcados para aquele dia, de um paciente que devia estar esperando na recepção: retirada de pontos de uma pequena cirurgia feita na semana anterior.

Fui até a porta do consultório e dei uma olhada nos pacientes que estavam sentados na recepção. Identifiquei, de imediato, o paciente em questão. Eu o tinha visto ser operado pela doutora há alguns dias. Preparara, na realidade, os instrumentos para a cirurgia. Tratava-se de um cisto sebáceo bem desenvolvido, na região escrotal. Um popular caroço no saco.

Na realidade, esses cistos podem localizar-se em qualquer parte do corpo e tendem a ser firmes e fáceis de serem movidos no interior da pele. Geralmente não são dolorosos. Eles costumam ter uma cor amarelada ou cor de carne. Quando são espremidos, ocorre a drenagem de um material gorduroso, parecendo um cravo de pele. Os cistos sebáceos podem se infeccionar e ficarem doloridos. No caso desse paciente, a doutora tinha feito uma pequena incisão, removido o cisto e suturado o local com três pontos. Os quais eu deveria retirar, agora. Coisa simples que nem exigiria anestesia.

Voltei ao consultório e, pelo interfone, disse à recepcionista que mandasse entrar o primeiro paciente. Quando ele chegou eu o recebí na porta, tranquei-a e mandei que se deitasse na mesa de exames.

Dei-lhe um sorriso e perguntei como estava, pedi desculpas pelo atraso no atendimento e pela ausância da doutora, apresentei-me dizendo que meu nome era Sandra, que era enfermeira assistente e que faria a rerirada dos pontos. Enquanto ele se deitava fui colocando as luvas em minhas mãos.

Fui até onde estava deitado e perguntei-lhe se estava tudo bem, se tinha tido algum problema com a cirurgia, se havia sentido dores ou se tinha precisado tomar o analgésico receitado pela doutora. Enquanto falava, ia retirando cada um dos três pontos com um puxão rápido.

Sorrindo eu lhe disse que alguns pacientes dos quais retirara também os pontos, de cirurgias semelhantes, disseram que tiveram medo de ficarem impotentes. Perguntei-lhe se também tivera esse medo e ele, meio sem jeito, disse que sim. Então, perguntei se fizera sexo enquanto estava com os pontos e ele disse que não. Foi só nesse instante que ele percebeu que eu estava acariciando o seu pau  e que já havia retirado todos os pontos. Eu o tinha colocado de pau duro e estava batendo nele uma punheta bem devagar, bem dosada, bem gostosa.

Quando ele já nem mais dava conta do que estava acontecendo, ajeitei-me  sobre o seu pau, coloquei-o em minha boca e comecei a chupar, bem devagar a principio, aumentando aos poucos o ritmo, de uma forma bem gostosa. Massageava o seu saco, de onde havia retirado os pontos e chupava, chupava, chupava o seu pau até que gozou, mordendo os lábios para não gemer de prazer.

Com toda a calma, apanhei uma toalha de papel, limpei o seu pau com todo o cuidado, puxei-o-me pela mão fazendo-o ficar de pé e abotoei a sua calça. Depois, levei-o até a porta, que abrí com a maior naturalidade do mundo, dizendo: “Viu como a cirurgia foi boa? Não atrapalhou em nada!. Você está cem por cento.”

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